História Kitten (Lolicon) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Baby Girl, Bts, Daddy Kink, Incesto, Jimin, Jungkook
Exibições 131
Palavras 971
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Prólogo.


  Em um verão, há dezenove anos atrás, eu era responsável pela supervisão dos  funcionários do hotel de veraneio de papai, era sem dúvida o meu momento favorito do ano. Eu podia ir a praia, andar de bicicleta e jogar com meu irmão mais velho. Era tudo o que me dava prazer, até ela aparecer, naquela sexta-feira de calor sufocante.

  Seu nome era Jieun, a precursora de todos os eventos que se sucederam, meu caro leitor.  A causadora deste frenesi.

  Um eu de quinze anos que não sabia nada sobre o amor ou sobre a vida, deparando-se com a figura dela, vestida naquele jeans azul-céu, e uma camiseta curta que exibia sua pele âmbar, lendo um livro debruçada sob a varanda do hotel. Os pés descalços e sujos devido a poeira do dia quente balançavam de um lado para o outro, os cabelos curtos e pretos como noite sem lua dançavam com o vento e a boca movia-se com aquilo que lia.  

   Algo em meu coração pareceu errado, aquela pequena figura em minha frente me estremeceu as entranhas, me fez suar frio.

  Pensei ser apenas  efeito do dia quente, talvez aquelas roupas estivessem inadequadas demais para um dia de tanto sol, mas no fundo eu sabia que era por causa dela.

  Não havia outras pessoas de nossa idade no hotel, então Jieun e eu ficamos próximos rapidamente: primeiro jogos de tabuleiro no jardim e em seguida, passeios de mãos dadas pela praia. Jieun procurava-me para brincar todos os dias. Meu pai, é claro, adorava ver nossa amizade forte. Jieun era filha de um homem de muitas posses e tê-la como amiga era como guardar ouro em pó nos bolsos.

  Jieun era uma garota delicada e muito sensível, porém era selvagem como um lince. Qualquer movimento brusco levaria-me a morte.

 Cada vez que eu a via sorrir, sentia meu coração ainda mais vibrante.

— Park, eu adoro os seus olhos. Disse ela em uma tarde qualquer na praia, enquanto procurávamos conchas para um colar.  Convenhamos, eu era um rapaz franzino, de cabelos escorridos e com um par de óculos duas vezes maior que meu rosto, sem qualquer atrativos, o que aquela garota encantadora iria querer com alguém como eu?

    Eu não sabia nada sobre ela, ou sobre qualquer outra menina, mas quando Jieun encostou seus lábios aos meus, senti como se uma corrente elétrica percorresse meu corpo. Era o beijo da serpente trazendo-me toda sabedoria.

   Toda minha inocência estava indo naquele selar.

  Naquele mesmo dia, à noite, Jieun pediu para nós encontrarmos em uma das dispensas do hotel, era um local terminantemente proibido para hóspedes, e ninguém realmente costumava ir ali. Não que eu soubesse.

  Fui no horário marcado, saindo silenciosamente da suíte que compartilhava com Yoongi, meu irmão mais velho, estando lá às dez em ponto.

  Lembro-me de como meu coração saltitava no peito, eu estava ansioso para vê-la. Havia me perfumado e vestido minha melhor camisa, tudo para ela.

  Jieun apareceu naquela porta. Os pés descalços como sempre, um vestido leve de verão com estampas de flores e trancinhas laterais no cabelo, presas com duas fitas amarelas.  As mãos de Jieun cercaram o meu rosto, beijando-me com fervor, seu corpo juvenil esfregava-se contra o meu sobre a velha porta de madeira. O que era aquilo? Eu sequer sabia.

Senti um incômodo em minha calça, um pequeno volume formava-se ali, os olhos de Jieun encaram aquilo que me denunciava e seus lábios exibiram um sorriso. Sua pequena mão segurou a minha, levando-a até o interior de sua saia, percebi ali então, meu caro leitor, que nada havia por baixo.

  Senti seus pelos encaracolados e sua intimidade úmida. Os olhos de Jieun fecharam-se e sua cabeça tombou para trás, dando-me o privilégio de ver tal cena. A garota movimenta-se contra os meus dedos e suspirava pesadamente, eu assistia suas expressões de torpor, êxtase, eu queria mais… Eu queria tudo de Jieun.  Gozei ali mesmo, em minhas calças, observando-a sentir prazer.

— Mais rápido, Park. Mais rápido. Dizia ela entre palavras desconexas. Eu sequer sabia o que fazer, mas eu não queria parar.

  Por fim, a garota se desfez em meus dedos, fitando meus olhos com uma intensidade que jamais senti novamente.

  Agora, adulto, percebo então  que os olhos de Jieun eram carregados de sensualidade para uma garotinha no auge de seus quatorze anos, assim como seus lábios, cabelos, pernas e toques. Tudo era um chamado para o pecado.

  Logo após o ato, ouvimos sons de passos no corredor, a porta foi forçada e então um dos funcionários de papai nos encontrou ali.

   Jieun fugiu rapidamente, deixando para trás uma das fitas de seu cabelo pelo chão e o som de sua risada. A vi recentemente em algum noticiário local, estava casada com empresário importante no mercado e ambos estavam em uma viagem para a África em trabalhos voluntários. Observei bem a figura de Jieun, havia apenas a velha casca que guardava a menina que iniciou esses sentimentos perversos em mim, nada mais.

 

 Hoje, aos trinta e quatro anos, eu não sou o mesmo Park de dezenove anos atrás.

A pureza, a ingenuidade e tudo mais que contornava a alma infantil fora roubado pela pequena garotinha de olhos maliciosos.

  Depois de tantas mulheres em minha cama, oferecendo-me qualquer tipo de experiência que se pode imaginar, nenhuma delas pode me satisfazer como Jieun, e sequer tivemos contato físico além daquela experiência na pequena dispensa.

   Neste momento uma delas está bem aqui, adormecida em minha cama, eu sequer lembro seu nome ou o motivo que me atraiu.

  Eu apenas fodo e as mando embora, não é algo pessoal, elas apenas não tem o que eu preciso. Nenhuma delas.


     Mas não engane-se caro leitor, esta história não é sobre Jieun ou sobre qualquer uma dessas mulheres que passaram por minha cama. É sobre a única que jamais esqueci: So.fi.a.




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