História Kitten (Lolicon) - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Baby Girl, Bts, Daddy Kink, Incesto, Jimin, Jungkook
Exibições 86
Palavras 676
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Capítulo Dois: Par de Esmeraldas.





   No dia seguinte acordei antes do nascer do sol. O tempo parcialmente nublado do lugar não permitia que muito fosse visto, a névoa encobria  janela de meu quarto e o som de conversas alheias no apartamento ao l ado preenchiam a manhã vazia. 


    Preparei um café e chequei meu rosto no espelho. Os cabelos castanhos bagunçados e as olheiras davam-me um ar apático, e talvez até um pouco perturbador. 


   Tudo que um professor não deveria ser.


   Tomei um banho gelado e tentei manter os fios penteados para um dos lados, vesti as roupas sociais separadas no dia anterior e preparei minha pasta de aulas, ao menos, um pouco de seriedade eu precisava exibir. 


   Caminhei para fora do pequeno apartamento checando as horas em meu relógio de pulso, passava das oito e meia e o encontro seria às nove. 


      Busquei por um táxi pelas ruas ainda vazias da cidade e indiquei ao motorista o local rapidamente.


  Durante o caminho fui questionado sobre inúmeros aspectos, desde como andava a economia Chinesa até o motivo de trazer mercadoria importante para países como aquele. Respondi ao menos a primeira, indicando que era coreano e estava aqui a trabalho, era professor. O outro apenas riu como se eu estivesse contando-lhe uma piada e para finalizar, gesticulou para mim como se eu não fosse capaz de compreender o seu inglês. Eu precisava realmente de muita paciência.


                                           


                                                          (…)




   A casa dos Jeon era realmente enorme. Um caminho repleto de árvores ligavam o portão frontal até a frente da mansão de tom amarelado, havia perdido a conta de quantas janelas havia contado apenas no primeiro andar da casa, e provavelmente estava de queixo caído quando uma senhora pequena e de cabelos grisalhos aproximou-se de mim.


 — Você deve ser o Professor Park, certo? Prazer!  Disse ela, estirando sua mão em minha direção. Curvei-me para ela e segurei sua mão observando-a fazer o mesmo.


   — Venha, me acompanhe! Disse ela, caminhando para dentro do enorme corredor que dava até uma sala de estar espaçosa.


   — Bem, o Senhor Jeon teve um pequeno atraso, mas o senhor pode esperá-lo na biblioteca, certo?! Aceita alguma coisa?  A mulher atenciosa questionou-me obtendo um ‘não’ como resposta.


  — Vou levá-lo até lá! Disse a mulher, caminhando para dentro da casa e abrindo uma enorme porta de madeira envernizada, e que exibia uma quantidade de livros inimagináveis. 


   Observei tudo detalhadamente, provavelmente não seria de todo ruim trabalhar ali. Não com uma biblioteca disponível para mim.


   — Preciso ir agora, Senhor. Disse a mulher, fechando a porta atrás de mim. 


 Caminhei para dentro, percorrendo os livros com os dedos.  Tudo parecia intocável, e imaginei os cuidados que deveriam ser necessários para manter aquele ambiente intacto. 


  — Você é amigo de papai? Perguntou uma voz suave logo atrás de mim. Virei-me para procurá-la e lá estava a dona daquele som. 


   Vestida apenas com a camisa de um pijama lilás, as pernas pálidas cruzadas em cima do gabinete da biblioteca, exibindo a calcinha com estampas de gatinhos. O rosto lívido exibia um inocente bigode de leite recém-feito, provavelmente havia acabado de finalizar seu café-da-manhã, os cabelos repletos de ondas na altura do queixo emolduravam os olhos, aquele par de olhos pareciam esmeraldas. — Você é amigo de papai, certo? Perguntou novamente a garota. 


    Senti como se meu corpo estivesse perdendo cada gota de sangue, meu coração havia desfalecido. Aquela era a criatura mais linda que meus olhos já puderam ver. Uma jovem ninfa.


   — Você é surdo? Perguntou ela, movendo-se em minha direção. Gesticulando as mãos sob meu rosto. 


    — E-eu, eu sou Park. O novo professor. 


    A garota sorriu para mim. Tão pequena perdida naquele par de meias brancas.


  —  Professor Park, o senhor tem olhos bonitos para alguém tão velho.  Disse ela, fitando-me com aqueles olhos verdes repletos de pecado.  — Eu me chamo Sofia, e agora preciso ir. Concluiu, acenando para mim, os dedos sujos de tinta assim como o pequeno tecido da camiseta que cobria o seu corpo. 


   Eu estava apaixonado. Completamente e irrevogavelmente apaixonado por ela.      


    — Sofia...





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