História Klaroline - Amor por contrato - Capítulo 112


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Bill Forbes, Camille O'Connell, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elizabeth "Liz" Forbes, Klaus Mikaelson
Exibições 328
Palavras 759
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 112 - Maratona : 3


Fanfic / Fanfiction Klaroline - Amor por contrato - Capítulo 112 - Maratona : 3

Antes que ela responde-se ele soltou uma especie de gemido e se curvou sobre ela pressionando os seus lábios contra os lábios carnudos e quentes de Caroline. Ela abriu os lábios quando sentiu a língua dele exigente traçando uma linha sensual em seu lábio inferior. As mãos dele lhe apertaram gentilmente as nádegas e ela atirou seus braços braços em torno do pescoço dele aprofundando o beijo. Ele mudou o ângulo do beijo fazendo com que as bocas pudessem se explorar ainda mais, levando-os ao topo da luxuria.
Ele a tocou nos seios por sobre a blusa e sentiu os mamilos se enrijecessem sob a sua palma e ela gemeu baixinho quando ele com o polegar e o indicados apertou os mamilos com força. Já tinham ido longe de mais! - Caroline pensou consigo mesma e gentilmente espalmou as mãos sobre o peito nu e musculoso e o afastou.


- O que…? - ele parecia apavorado e ela sentiu a ereção forte e vigorosa dele contra as suas pernas.

- Vamos dormir Nick. - ela pediu da forma mais doce e meiga que conseguiu.
Ele a encarou perplexo como se ela lhe tivesse pedido algo como vamos assaltar um banco.

- Porque? - ele perguntou quando finalmente sua voz reapareceu ainda rouca de desejo.
Ela o mirou por debaixo dos cílios.

- Estou cansada. Quero apenas dormir. - ela respondeu e logo desviou o olhar.
Apesar do balde de água fria ele ainda sentia o corpo quente de desejo.
Entre aturdido e aborrecido ele voltou a perguntar:

- Porque você quer dormir? Esta tão cansada assim? - ou esta me evitando? ele mordeu a língua para não fazer a última pergunta.
Prontamente ele viu as bochechas delas ficarem vermelhas com o rubor que lhe subiu até as faces.

- Nick, não podemos apenas dormir?

- Não. - ele disse sincero – Me diga primeiro o que esta acontecendo.
Ela o olhou sentindo as bochechas arderam ainda mais. Porem, de que adiantava mentir? Afinal não podia ser realmente tão humilhante quanto ela pensará... Ou podia?

- Estou naqueles dias Nick. - sua voz não passou de um sussurro.
Ele a olhou por um momento parecendo estar atras da verdade.

- Só isso? - ele por fim perguntou.

- O que você achou que fosse? - sua voz parecia surpresa e um sorriso se curvou nos lábios dele.

- Nada. Não pensei em nada. - disse voltando a beijar-lhe os lábios e colando o seu corpo ao dela, de forma que deixava evidente a intensidade do seu desejo.

- Você ouviu alguma coisa do que eu falei? - ela disse entre os beijos.

- Sim. - ele respondeu sem deixar de beijá-la.

- Nick! - ela ralhou lhe apertando os ombros com força mas, sem empurrá-lo ou afastá-lo – Não!

- Porque não?

- Nick... eu estou naqueles dias. - ela repetiu pausadamente como se estivesse falando com uma criança.

-Eu sei. Já me disse isso. O que que tem?
Ele pode jurar que a cor do seu rosto quase ficará igual a de uma pimenta.

- Eu não acho que seja... adequado. - ela disse hesitante.

- Tudo bem sua monstrinha. - ele disse suspirando – Você vai me matar um dia mesmo.
Ele riu jogando-se sobre seu travesseiro ao lado dela, e em nenhum momento deixou de encará-la. Ela sorriu e de repente e o rubor começou a desaparecer. Olhando-o de um jeito carinhoso ela agradeceu:

- Obrigada.

- Oh, não me agradeça! - ele disse sorrindo torto – Pode apostar que irei cobrar caro por esses dias de abstinência.
Ela riu e se aproximou mais nele se aconchegando em seus braços enquanto lhe dava um leve beijinho na bochecha. Aturdido pela nova experiencia, Klaus fechou os braços retribuindo o abraço enquanto ela afundava a cabeça em seu pescoço e seus braços se aconchegavam para mais perto de Klaus assim como todo o seu corpo feminino
Klaus sentiu a leve respiração dela contra a sua pele e ao longo de todo o seu corpo podia sentir o corpo dela colado ao dele.
Minutos se passaram e ele não ousou se mexer. Ela respirava tranquilamente e logo ele pode se certificar de que ela dormia. Ele sorriu satisfeito. Era a primeira vez que ela realmente dormia em seus braços tão próxima... e carinhosa, e ele, acabou admitindo que aquilo era muito bom. Quase tão bom quanto poder chegar ao ápice do prazer junto dela. Fechou os olhos e dormiu, sem se preocupar com o sorriso bobo em seus lábios.




Continua.....



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