História Klaroline - It's okay, love - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias The Vampire Diaries
Tags Klaroline, Romance, Vampiros
Exibições 183
Palavras 1.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


HEEEI, Perdon pela demora, nem eu sabia que iria demorar tanto, bem, resumindo: Eu tive um bloqueio criativo do caralho, porra foi horrivel!
Mas eu consegui quebra-lo HEUEHUEHUE
Boa leitura ^^ ♥

Capítulo 2 - Malditos bruxos!


Caroline puxava os lenções com uma força brutal, os rasgando, ela remexia-se na cama, gotículas de suor brotavam por todo seu corpo, mas era mais visível em sua clavícula.

A loira retorcia-se desesperadamente, tentando acordar do pesadelo que estava tendo, os seus instintos estavam alertas, e por ser uma vampira, era provável que até um simples galho partindo-se a acordasse, porém, mesmo quando tal feito ocorreu, ela não acordou.

Entretanto, Liz não teve a mesma sorte, ouviu quando os lenções foram rasgados e preocupou-se; os pesadelos de Caroline haviam voltado.

 

O SOL RAIAVA FORTE naquela manhã.

— Filha.... Ontem à noite... — Liz aparece na porta da cozinha, onde Caroline se encontrava tomando um café preto.

A menina balança a cabeça negativamente, e em seguida sorri suavemente, gesto que pega a mãe de surpresa.

— Não! Eu não quero falar sobre isso! Vamos falar só de coisas boas! — Pediu ela, a voz demonstrava otimismo e até animação, Caroline obviamente acordara de bom humor, ou talvez só fingisse isso para não preocupar a mãe.

Elizabeth arqueou as sobrancelhas e desviou os olhos para o chão, queria falar sobre o assunto com a filha, mas a relação de ambas era tão frágil que ela sentiu medo de quebrar aquele momento com três simples palavras “Volte a toma-los” ela se referia aos remédios que a menina tomou durante boa parte de sua infância.

Caroline observou a expressão no rosto da mãe com cautela e suspirou.

— Falamos disso mais tarde, agora vou para a aula. — Disse pegando a bolsa e saindo do cômodo, e pronto: Novamente o muro se reerguera, Caroline nunca se importou muito com aquilo, mas desde que se tornara vampira, cada briga com a mãe a machucava, só de saber a existência deste muro já parecia feri-la.

Ela queria contar para a mãe sobre o que era, mas era arriscado demais.

Caroline decidiu caminhar até sua escola, o calor do sol estava gostoso de se sentir na pele.

 

NIKLAUS TINHA SEUS OLHOS FIXOS no céu azulado e com poucas nuvens, era realmente uma paisagem inspiradora, mas ele não conseguia pintar nada, bem, com exceção dos olhos dela.

Era decimo sexto quadro que pintava, e todos eram sobre ela, a garota Lafaiete, que a morte fora por causa de Klaus, o sangue dela estava em suas mãos, era culpa dele, exclusivamente dele.

Sentou-se na cadeira, sentindo-se exausto.

Levantou-se apressadamente e decidiu sair, mas Allison surgiu na porta do quarto, o barrando.

— Há algo errado, você não pode ir à Mystic Falls! — Exclamou ela histericamente, colando a palma de sua mão sobre o peito de Klaus, como uma suplica, o original arqueou as sobrancelhas sarcasticamente.

— Por que diz isto, querida bruxinha? — Perguntou, não dando realmente importância ao aviso da bruxa, Allison constrangeu-se diante da indiferença de Niklaus.

— Eu.... Eu sinto que há algo errado... Klaus, eu sinto que irei perde-lo. — Sussurrou ela, Klaus bufou impaciente, sabia que Allison não conseguira separar as coisas e estava apaixonada por ele, mas que inferno!

— Não se preocupe tanto por motivos tão fúteis, Allison. — Respondeu-lhe friamente, a bruxa desviou os olhos para o chão de madeira, magoada, mas em seguida ergueu o queixo, irritada, Allison era uma mulher de personalidade, tinha vinte e quatro anos, era latina, vinda do México.

— Hum, interessante saber que os Lafaiete são “motivos fúteis”, certo, amor?! — Disse acida, lembrando-se do que sua ancestral lhe contara, Klaus voltou-se para Allison, franzindo o cenho levemente e apertando os lábios, sinal de que o assunto o interessava.

— O que você sabe? — Perguntou, seu tom de voz era calmo, e isso pegou a mulher desprevenida, esperava que o original explodisse de irritação, oh, mal sabia ela de que aquele fora um sinal de que tal feito estava prestes a acontecer.

— Ora, meu bem, eu sou uma Bragadini! — Respondeu, com um pequeno e arrogante sorriso.

— Estou falando sério, Allison, o que você sabe? — Novamente Nick perguntou, mas desta vez seu tom era frio; ele estava perdendo a paciência.

— Eu sei de tudo, Niklaus! Sei que Jhennifer Lafaiete foi um romancezinho para você, e sei quem a matou! — Disse engolindo em seco ao sentir o olhar do vampiro sobre si, naquele instante ela sentiu-se indefesa, querendo ou não, ele a intimidava.

— Nunca mais toque no nome dela, e muito neste assunto. — Falou ele, para Allison pareceu um pedido, mas era uma ordem, a bruxa revirou os olhos com deboche e bufou, Klaus moveu-se com uma rapidez sobrenatural e em menos de um segundo ele a prendia contra a porta, a segurando pelo pescoço, ao notar o susto de Allison Klaus sorriu e aproximou seu rosto do dela, observando seus olhos esverdeados arregalarem-se.

— Estamos entendidos? — Murmurou ele, e a bruxa somente assentiu, Klaus a soltou e lhe deu as costas.

— Olhe, por um segundo pensei que iria me matar. — Acusou ela com amargura, massageando o pescoço, o original virou-se para Allison com um crescente sorriso e novamente aproximou-se dela rapidamente, e colocou as mãos ao redor de seu pescoço, mas agora o toque era suave, não brusco.

A bruxa prendeu a respiração quando Niklaus mordiscou o nódulo de sua orelha.

— Eu não farei isso com você, amor, ainda não. — Disse e Allison acreditou que era somente mais uma brincadeira do vampiro.

Ambos sorriram maliciosamente, Allison beijou Klaus, mas retirou-se do quarto, rindo da frustação do original, ele certamente tinha outros planos, mas Allison também tinha.

 

CAROLINE ESTAVA A POUCOS metros da escola, havia pouco movimento nas ruas, pessoas levando o lixo para fora e algumas senhoras tomavam café enquanto papeavam, a menina sorriu, lembrando-se de Hellena e Bonnie.

Parou de andar ao sentir uma pontada em suas costas, era como se lhe enfiassem farpas, a dor era suportável, mas incomoda, tentou dar um passo, mas a dor tornou-se insuportável e Caroline caiu de joelhos no chão, arfando, era como se lhe esfaqueassem.

Tremula, tocou suas costas e apavorou-se ao ver sangue, o seu sangue, sentiu-se confusa e desesperada, o que estava acontecendo?!

Engoliu o choro, mas então foi como se lhe esfaqueassem novamente, gritou e deixou que as lagrimas, rolassem, estava doendo, estava doendo muito.

De joelhos no chão, se contorcendo de dor, Caroline Forbes teve seu pescoço quebrado por algo que ela via, e não ouvia, o seu último pensamento foi: Malditos bruxos!


Notas Finais


Bom, é só isso :D
Então? O que acharam?


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