História Kloggan (Interativa) - Capítulo 14


Escrita por: ~

Visualizações 10
Palavras 938
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Vamos lá. Depois de tanto tempo, cá estou eu novamente para lhes dar uma notícia: Kloggan será reescrita, desta vez sem a apresentação dos personagens novamente e tals. Em breve, vou postar um link aqui da nova fanfic e espero que todos refaçam suas fichas e não percam a fé na história. Esse capítulo foi escrito há muito tempo e decidi posta-lo como uma despedida da velha fanfic. Meu jeito de escrita mudou bastante e Kloggan já não me agrada mais. Muito obrigada pelos comentários e favoritos, amo muitão todos vocês! ♡

Capítulo 14 - Um lugar para ficar.


Fanfic / Fanfiction Kloggan (Interativa) - Capítulo 14 - Um lugar para ficar.

Eles caminhavam por Kloggan em um silêncio no mínimo perturbador. A mochila que alguns deles carregava nas costas com certeza não era o suficiente para mais que três dias. Tinham que deixar o lugar o mais rápido possível, mas como? A pé? Sem chances, tudo o que viam era uma imensa estrada sem fim. Como iriam pedir socorro sem seus telefones celulares?

 É a mais importante questão, alguém ao menos havia sentido falta deles? Com todas essas perguntas na cabeça, os conhecidos continuaram andando, num ritmo lento e observador.

As construções eram velhas e antigas, com uma aparência degastada, mas, ainda assim, a cidade lá tinha um ar moderno. Era como se eles estivessem presos em um filme preto e brano, e a apenas algumas coisas estivessem fora desses tons. Era como se estivessem controlados.

Eles entravam de casa em casa, e aos poucos foram descobrindo o por quê de não haver ninguém em Kloggan. Bem, pelo menos eles achavam que sabiam.

— Isto são... Aranhas? – murmurou alguma vez Anastacia, enquanto examinava os animais.

Aquele lugar era realmente uma droga. Violet estava certa. Por que eles não poderiam ouvi-lá sequer uma vez? Os olhos da garota estavam banhados de ódio, o que foi facilmente percebido por Luke. Ele se aproximou da garota e passou o braço por seu ombro, em um sinal de "tudo vai ficar bem". Esta apenas deu um pequeno sorriso, porém verdadeiro, voltando a saltitar animada.

O sol já estava preste a se por e eles ainda não haviam achado um jeito de sair dali e nem ao menos um lugar para passar a noite. O fato era que eles estavam definitivamente perdidos. E, pior ainda, perdidos em Kloggan.

***

Luana, no fundo, estava levando aquilo como uma grande festa. Uma grande festa em que ela iria pagar por tudo que havia feito. Pelas brigas com sua avó, pela morte de Thomas, pelo o acidente com seus pais, por tudo.  Ela se culpava todos os dias de sua vida. Seu melhor amigo era a única pessoa que a conseguia livrar daquela sensação de culpa.

Ele era tudo para Bellona. E não estava ali com ela. Por ela. Tinha que aceitar isso. Mas como? Era como se sua vida houvesse acabado. E, daquela vez, Thomas não estava mais ali para lhe dizer que tudo ficaria bem.

E Luana finalmente percebeu que ela tinha que enfrentar a realidade, apesar de esta ser uma droga.


***

Ao contrário da morena, Elise não tinha culpa dentro de si. Pelo contrário, ela estava feliz. Por se afastar de seu irmão. Das pessoas que odiavam.

Entretanto, aquele não era o futuro que esperava para si mesma, em uma cidade fantasma e ainda por cima, presa com aquelas pessoas.

Não que a morena tivesse algo contra eles, apenas sentia que não podia confiar em ninguém ali, além dela mesma. Como a maioria ali, Collins estava nervosa. Roía suas unhas, demostrando a emoção.

— Vocês são patéticos – Grace deu uma risadinha ironicamente e observou o nervosismo deles. Reforçou a fala em sua cabeça, soltando outra risada, que na opinião de Elise, era completamente irritante.

Afinal, como ela conseguia? Ser tão... Mal-educada? Debochada? Irônica? A garota poderia afirmar a qualquer momento que ela não teve nem um pingo de educação em casa.

Mas, por sorte de Elise, ou talvez de Grace, ela sabia manter a calma. E não iria dar o gostinho a Price de vê-la irritada. Não era esse tipo de pessoa.

Em silêncio e borbulhando de raiva dentro de si, ela continuou caminhando em passos lentos, sentindo a brisa gelada de Kloggan bater em seu rosto pálido.


***

Victoria definitivamente não tinha a mesma paciência que a morena ao seu lado. Não iria suportar Grace falando asneiras ao seu respeito. Lhe humilhando, como se ela não fosse nada.

— A única patética aqui é você, querida. Fica andando com esse nariz empinado, se achando a superior. Posso lhe contar um segredo, Price? Você está pior que a gente, porque, no fundo, Verônica Grace não é nada mais que uma viciada em cigarros, egoísta e extremamente estúpida. – Ela cuspia as palavras na cara da garota e Luke se aproximou para acalma-lá.

Ele era assim. Não havia como negar. Enxergava o bem até nas piores pessoas. Enxergava o bem até mesmo em Grace.

Entretanto, esta apenas dou um sorriso irônico, se aproximando mais de Victoria. Logo o loiro se alarmou, temendo que elas se envolvessem numa briga.

— Willians, Willians, Willians – Riu sarcasticamente e acendeu um único cigarro que havia achado escondido em sua mochila — O que seria isto, querida?

Por fim, soltou a fumaça na cara da garota e pego uma caixa de cigarros que Victoria guardava no bolso.

— Antes de falar dos outros, analise a si mesma.

Em uma perfeita calma, saiu caminhando dali. E Luke Acker se deu conta, Grace poderia ser esquentada mas definitivamente ela era imprevisível

***

Anastacia Romanov observava a discussão ao lado de Christian. Ambos estavam em choque com aquela cena, quando Violet se aproximou com seus passos curtos e delicados.

— Foi um bom teatro, não acham?!

O olhar de confusão dos outros dois era hilário. A loira sorriu e continuou caminhando por Kloggan, como se nada tivesse acontecido.

***

Josh Holt poderia afirmar que odiava sua família, mas ainda assim, parecia bem melhor ficar com eles do que naquela cidade. Com aquelas pessoas.

Nunca havia se arrependido de ter ido embora de casa, mas estava começando assim que conheceu a cidade fantasma.

 


Tic tac, tic tac.
A hora está chegando.
Tic tac.
Acho melhor correr.
Tic tac.
Quem ficará para o jantar?
Tic tac.
Ou melhor, quem será o jantar?



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