História Knight of the Wind - Capítulo 5


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Categorias Sonic The Hedgehog
Personagens Dr. Ivo "Eggman" Robotnik, Miles "Tails" Prower, Personagens Originais, Sonic The Hedgehog
Tags Agua, Elementos, Espadas, Fogo, Gelo, Kayi_the_wolf, Lutas, Luz, Mistério, Originais, Profecias, Raio, Referencias, Sonic_the_hedgehog, Terra, Trevas, Wind_the_hedgehog
Exibições 28
Palavras 1.858
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shounen
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem pela demora, a thumb mesmo foi feito meio que as pressas, mas enfim vou tentar ser mais frequente!
Boa leitura!

Capítulo 5 - Ar, Capitulo 5 - Começo de uma grande jornada


Fanfic / Fanfiction Knight of the Wind - Capítulo 5 - Ar, Capitulo 5 - Começo de uma grande jornada

“Conheço o caminho”. Conhecia o caminho da nave, mas e agora? Como Wind levaria o pessoal todo de volta para casa? A base era muito grande, tinha a proporção de dez naves.

Tyler: Wind, achei que cê soubesse o caminho. Você tá perdido não tá?

Wind: Detesto admitir, mas, sim. GENTE, ESPEREM AQUI, VOU PROCURAR UM CAMINHO SEGURO!

E partiu. Wind foi em busca de um jeito de sair da base. Achou, depois voltou e buscou todos até o terraço. Era possível ver a floresta atrás do portão. Porém, não havia como passar, ele era de uma camada expeça de metal pesado. Estavam tão perto e ao mesmo tempo tão longe de sair da base. Logo mais robôs estariam lá para capturar todos novamente.

Wind: Gente, calma! Todo muito se afaste, tenho uma ideia!

Ninguém contestava Wind. Mesmo que parecesse que não sabia o que estava fazendo, foi ele que libertou todos e os levou até ali.

Wind assumiu postura, como se estivesse em uma corrida. Ele avançou contra o portão, ele tentaria fazer algo parecido com o que fez contras os robôs grandalhões que enfrentara na nave. Era muito rápido, saiu de sua posição, a vinte metros do portão e logo estava bem perto, então ele concentrou o ar em sua volta em seu punho e deu um soco no nada em sua frente, assim como fez em seu treinamento contra as arvores. Foi bem efetivo. O portão ficou seriamente danificado, com a marca de um punho em seu centro. O barulho do ar atingindo o metal foi estrondoso. Mas o portão continuava lá. Wind repetiu a ação mais duas vezes. Então derrubou o portão.

Todos estavam impressionados. Como era possível um ouriço fazer aquilo? Estavam todos boquiabertos. Wind percebeu.

Wind: Hey, pessoal, como você acham que eu cheguei onde cheguei sem nenhum truque? Vamos logo é só seguir reto, a cidade fica pra lá – Wind aponta para onde caminha – Pode levar um tempo, fica nessa direção, mas é bem longe...

Todos foram. Wind ficou parado esperando todos passarem. Pensava no doutor. O que o impediria de voltar e sequestrar todos de novo? Tinha que ter um jeito de acabar com aquele lugar. Se a base fosse destruída não haveria para onde serem levados, e, consequentemente ninguém mais seria sequestrado. Por uma feliz coincidência, a policia local enviara helicópteros de resgate à procura dos desaparecidos naquela direção. Foi questão de tempo para eles descerem e voltarem com todos para a cidade. Wind ficou. Ele tentaria destruir aquela base de algum jeito.

Melhor jeito de descobrir como poderia fazer aquilo era explorando o local. E assim foi. Wind percorreu a base à procura de achar um jeito de destruí-la. Isso sem nenhum plano. Mas tudo que fez ate o momento fora sem nenhum plano e tinha obtido sucesso, então, por que não continuar do jeito que estava?

Percorreu a base inteira. Superando obstáculos, inimigos e armadilhas. Poderia ter sido descrito com vários adjetivos, mas monótono não é um dele. Era estranho. Wind não encontrou, nem sequer ouviu  o doutor Nega. Será que ele estava lá? Será que havia mais bases como aquela?

Conseguiu achar algo interessante que poderia usar a seu favor. Um gerador de energia conectado à base inteira. Como sabia que estava conectado à base? Tinha um painel perto do gerador com um mapa e legenda. Conveniente não?

Wind: Okay... Isso eu posso usar (mas como? Deve ter alguma coisa que explode, vários robôs que eu enfrentei tem algo do tipo, mas não tão potente pra mandar isso pelos ares).

Correu mais um pouco pela base. De repente ouviu a voz de Nega pelo que parecia ser interfones espalhados pela instalação.

Eggman Nega: Ora, ora, seu fracassado! Ainda está aqui? O que tem em mente? Eu não ligo, não perca seu tempo inútil tentando formular uma resposta para mim. Mas... já que você está aqui? Por que não seja útil pelo menos uma vez na vida e me ajude? Eu sei que você não parou de correr, então se continuar indo reto, vai encontrar uma surpresa! Não que você mereça a honra, mas já que está ai, pode testar a minha mais nova arma!

Wind: Cara velho, cala a boca! Cara chato, só fala bosta!

A transmissão já acabou, mas Nega escutou o que o ouriço disse, e ficou surpreso com a resposta. Ele acompanhava Wind pelas câmeras. E o ouriço fez o que o doutor disse.

Eggman Nega: Humph. Vamos ver do que você, fracassado é capaz.

Wind chegou a uma sala enorme demais para ser chamada desse jeito. Lá havia um robô maior do que os que enfrentara na nave. Parecia que estava desligado. Dois segundos depois confirmou-se que estava, pois ele ligou. As luzes brilharam, e começou a se expandir. Mostrou suas armas: Dois canhões em cada braço. O robô atirou.

Foi por pouco, mas Wind conseguiu evadir do tiro explosivo. Tentou atacar, mas foi inútil. E quase que é atingido novamente pelo tiro explosivo.

Wind: Pera aí! Isso mesmo! Explosivos! Hey, lata velha – Wind virou-se de costas e fez uma provocação – tenta me pegar se for capaz!

Wind correu de volta pelo caminho que tinha feito. E por incrível que pareça o robô conseguiu ir atrás quase tão rápido quanto. Os foguetes nas costas o ajudaram. Chegando na sala do gerador ele parou, e o robô também.

Wind estava em cima do gerador de energia e a máquina o tinha em sua mira. Não saberia quanto tempo demoraria para a base ser destruída com a sobrecarga e os danos que o tiro explosivo faria, destruindo a base. Ele esperou o momento certo e desviou do projetil. Então sem olhar para trás ele correu o mais rápido que podia para fora da base. Muito pouco tempo depois, quando ainda estava nos corredores, Wind ouviu as explosões e sentiu os tremores na base.

Wind: Bingo! Consegui! Agora é só dar o fora daqui!

Mais uma explosão. Wind olhou para trás e viu as chamas dela o perseguindo. Voltou seu olhar para frente e acelerou o passo. Assim que os corredores ficaram mais estreitos ele usou seus impulsos. As chamas quase estavam o alcançando. A estrutura estava desabando. Wind chegou ao local do portão que havia derrubado. Usou seu terceiro e ultimo impulso e saiu da base que agora fora destruída.

Sem para de correr, olhou para trás e viu a base destruída. Sucesso. Quem precisa de planos?

Wind: Haha! Engole essa, bigodudo.

Voltou para cidade. Chegando lá, foi ovacionado por uma multidão imensa. Depois disso, voltou para a floricultura.

Ivone: Wind! Você está bem! Que bom ver você de novo – ela corre ao encontro de Wind e o abraça – estive preocupada com você! Você conseguiu destruir a base?... Parece que sim, você está todo sujo. É melhor tomar um banho, depois você me fala tudo que tem que falar.

Wind: Haha, nossa, tudo bem, consegui sim, mais tarde a gente fala disso então.

Tarde mesmo. Wind tinha ficado exausto com o dia. Por causa disso dormiu depois do banho, e, acordou no dia seguinte. Depois que foi tomar seu copo d’agua rotineiro, ele foi falar com Ivone. Explicou sobre o que tinha feito quando saída da loja mais cedo, como chegou na nave, como enfrentou os robôs no deck, sobre o doutor que era responsável por tudo aquilo, e como destruiu a base.

Wind: ...Então é isso. Descobri que controlava o vento. Antes, eu não via razão para contar, mas agora, vejo que não há razão para não contar também. Que coincidência não é? Eu controlo o vento e meu nome é Wind.

Ivone: Seu nome não é Wind. Alias, nesse tempo todo, você ainda não conseguiu se lembrar de nada? Nem quem você é, nem seu passado, da onde vem e tal?

Wind: Não. E sinceramente estou melhor assim. Eu até posso não me lembrar, mas sinto que é como se um peso enorme tivesse saído das minhas costas desde que eu acordei como Wind. Acho que Vou adotar esse nome. De hoje em diante, sou Wind o ouriço!

Ivone: Se você diz, tudo bem.

Uma semana antes em outro lugar.

????: Kayi...

Kayi: Sim?

????: Ele se foi. O enterro será essa tarde.

Kayi: Entendi.

O dia era de luto. O mestre de Kayi, Rain, havia falecido. Todos os quatro discípulos que eram como irmãos estavam parados em silencio em frente ao tumulo no fundo do dojô. Kayi era o que menos demonstrava, mas era o que mais sentia tristeza no momento. Era sempre o que menos demonstrava. Parecia que tinha algo de errado em se abrir. Sempre solitário e desconfiado.

Fim de tarde. Estava chovendo. Todos voltaram para dentro. Foram para cozinha beber café. Exceto um. Adivinha quem.

????: Kayi, por quê está com sua espada?

Kayi: Eu vou embora. Adeus.

????: O que?! Por quê? Logo agora que o Rain morreu! Nós precisamos de você! Quem vai ser o mestre do dojô agora?

Kayi: Se pode ajudar alguém, você tem a obrigação de faze-lo. Rain dizia isso. Eu não posso ajudar as pessoas ficando enfurnado aqui nesse dojô. Não se preocupe, vocês vão se dar bem sem mim. Decidam entre vocês quem será o próximo mestre do dojô.

????: Adeus, Kayi.

Momento presente, em outro lugar.

????: Enzo! Enzo!

Enzo: O que? Aconteceu alguma coisa, Cloud?

Cloud: Sim. Começou.

Enzo: Como assim? Tem certeza?

Cloud: Sim, eu senti. Então fui dar uma pesquisada e vi. Já começou, está tendo varias perturbações, mesmo que muito pequenas, já começaram a aparecer.

Enzo: O Snow provavelmente já se comunicou com você não é?

Cloud: Sim, ele já foi à busca do líder.

Enzo: Bom... Uma hora ou outra nós teríamos que partir. Vou arrumar minhas coisas.

Cloud: Tudo bem, te encontro na entrada.

Enzo: Okay.

Momento presente, de volta à floricultura.

Wind estava vendo televisão junto com Ivone. Em todo canal que colocavam, tinha alguém falando dos feitos de Wind. Já era conhecido como o Dominador de Ar. Tinha se espalhado muito rápido.

TV: Interrompemos nossa programação normal para um boletim urgente: Pessoas foram sequestradas por robôs voadores...

Wind: QUÊ?!

TV: ... Aparentemente são os mesmos que fizeram o mesmo ato semana retrasada. Porem dessa vez aconteceram nas regiões norte e noroeste. Para mais informações fique conectado ao canal 6.

Wind: Mas que palhaçada!

Ivone: Wind... Você não esta pensando em ir atrás desse tal doutor, está?

Wind: Olha, pra ser sincero, estou. Quem garante que ele não vai voltar aqui e fazer tudo de novo?

Ivone: Quando você parte?

Wind: ...Agora!

Ivone: Tudo bem – ela solta um longo suspiro – mas antes quero que leve isso com você – ela se levanta e vai até a gaveta próxima à cômoda.

Wind: O que é...

Ivone: Fiz pra você. Espero que goste. Eu sabia que não ia ficar aqui pra sempre, então fiz essa lembrança.

Wind: Uma luva? Um par aliás. E você bordou um símbolo tribal de vento... Muito obrigado!

Ivone: Então... Adeus...

Wind: Hey, isso não é um adeus, é um até mais!

Ivone: Bom, nesse caso, até mais. Boa sorte em sua jornada.

Wind: Obrigado!

Então Wind colocou as luvas e partiu.


Notas Finais


Seu feedback é muito importante! Novos capítulos quando estiverem prontos. Próximo capítulo: "O vigilante à procura de redenção"


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