História Knight of the Wind - Capítulo 6


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Categorias Sonic The Hedgehog
Personagens Dr. Ivo "Eggman" Robotnik, Miles "Tails" Prower, Personagens Originais, Sonic The Hedgehog
Tags Agua, Elementos, Espadas, Fogo, Gelo, Kayi_the_wolf, Lutas, Luz, Mistério, Originais, Profecias, Raio, Referencias, Sonic_the_hedgehog, Terra, Trevas, Wind_the_hedgehog
Exibições 21
Palavras 2.442
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shounen
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Maior capitulo até agora, introduzindo Kayi, o outro protagonista da história. Espero que gostem, estou tentando ser mais frequente. Boa leitura!

Capítulo 6 - Ar, Capitulo 6 - O vigilante à procura de redenção


Fanfic / Fanfiction Knight of the Wind - Capítulo 6 - Ar, Capitulo 6 - O vigilante à procura de redenção

Uma semana depois de Wind partir, duas semanas depois de Kayi deixar o dojô.

????: Muito obrigada pela sua ajuda, senhor...

Kayi: Kayi. Mas não me chame de senhor, não precisa.

????: Muito abrigada mesmo!

Duas semanas ajudando as pessoas, seja com simples tarefas, como ajudar uma velhinha a carregar as compras do mercado, seja como impedir furtos e roubos em lojas. Kayi não utilizava de violência. Evitava confrontos ao máximo. Mas, nem sempre é possível evitar um confronto. Fora no dia anterior mesmo. Um maníaco assaltava os cidadãos com extrema brutalidade. Quando Kayi ouviu falar, ele foi atrás, estudou os lugares que ocorreram os casos, falou com vitimas e testemunhas. Quando encontrou o bandido no flagra.

Kayi: Hey, você! Pare com isso!

Maníaco: Ou o que? Ah, olha só você tem uma espada! Assim que acabar com essa daqui eu arranco ela de você! Se bobear, eu levo sua mão junto! HAHAHAHAHA!

Kayi: É melhor você parar. Agora.

Maníaco: Você é engraçado! Escute aqui, se não me atrapalhar eu não vou te machucar... Muito.

O maníaco se prepara para ferir a vitima com sua faca, mas Kayi rapidamente interrompe o golpe, segurando o braço do bandido. A força foi tanta que ele largou a faca.

Kayi: Você é bem teimoso. Eu vou pedir por favor, se entregue, será melhor para você. Senhora, chame a policia.

Ela pega o celular em sua bolsa e faz o que Kayi disse.

Maníaco: O que?! Olha aqui seu palhaço, quem você pensa que é? Chega, perdi a paciência – ele se solta e pega sua faca do chão – vou te matar, pra deixar de ser ousado!

Kayi: Se você parar agora, ainda pode ficar vivo.

O maníaco já não queria mais conversar ele investiu contra Kayi tentando o acertar com uma facada. Errou, Kayi evadiu todos os golpes. Quando viu uma abertura ele colocou o pé na canela do bandido e puxou, fazendo-o cair com tudo no chão e largar sua faca. Kayi poderia fazer aquilo a noite toda, mas o que não contava era que o bandido tinha companhia. Mas notou a presença do comparsa antes que pudesse ser atingido. Diferente do maníaco ele era silencioso, tentou surpreender Kayi, mas falhou. Kayi notou que ele estava armado, quando ouviu que foi apontada a arma para si ele virou para trás levantou o braço do bandido armado que atirou, mas tarde demais. Kayi cravou sua espada no torso do bandido que morreu imediatamente. Sua arma caiu. O maníaco que estava no chão viu. Então rapidamente ele a pegou, se ajoelhou e, Kayi girou chutou a arma para longe e com sua espada cortou a garganta do maníaco, que caiu morto logo em seguida.

Kayi: Merda... (acho que estava melhor assim, ele não parece do tipo que se arrepende, quanto ao outro) Bom, acho que a policia já esta vindo. Já não tenho mais nada que fazer aqui.

Era ruim quando Kayi entrava em uma briga, ou, luta. Não para ele, claro, dos quatro discípulos, ele sempre fora o melhor, mesmo tendo começado o seu treinamento mais tarde do que os outros. Mas ele tinha medo que viesse a se descontrolar como já ocorrido antes.

O dia anterior que fora o dia que enfrentou os dois bandidos no beco à noite o deixou pensativo. Kayi tinha saído de sua cidade natal e foi passando de cidade em cidade. Já estava na terceira, movendo-se para a quarta. Viajava sozinho e em silencio, sempre pensativo. Desde que seu mestre que fora como um pai morreu, Kayi tem estado bem cabisbaixo. Não que ele demonstrasse, não. Ele demonstrava suas emoções raramente, quando se sentia à vontade. Quando não estava ajudando ninguém ou viajando, gostava de meditar, era o momento em que consegui relaxar um pouco e esquecer dos problemas.

Duas semanas depois de Wind partir, momento presente.

????: Nossa! Você é o dominador de ar?!

Wind: Haha, sô eu sim, eu acho!

????:Que legal! Qual o seu nome? Você pode me mostrar uns truques?!

Wind: Eu sou Wind o ouriço! Claro que posso te mostrar, mas antes, com uma condição garoto.

????: Qual é?

Wind: Primeiro que me fale seu nome, e depois que me mostre onde eu posso come, porque estou morrendo de fome – nesse momento foi possível ver o estomago de Wind roncar – E também, onde fica a região noroeste, ou norte, a que fica mais próxima, vou resgatar as pessoas sequestradas e provar pro velho bigodudo quem é o fracassado!

Matt: Pode me chamar de Matt! Eu não sei onde fica o norte, ou noroeste, mas sei onde podemos comer! Já esta na hora do almoço e minha mãe é dona no restaurante no fim da avenida! É um pouquinho longe, mas se a gente se apressar dá pra chegar na hora haha!

Wind: É mesmo? Vem cá muleque, sobe nas minhas costas, se prepara que vou te mostrar um dos meus truques!

O jovem Matt subiu nas costas de Wind e foi correndo avenida a baixo usando seu Air boost. Como a avenida era larga e havia pouco movimento, a bagunça que Wind causou na cidade de Ivone não se repetiria.

Matt: Que LEGAAAAL!!!

Wind: Chegamos bem rápido né?

Matt: Chegamos sim! Que maneiro!

Matt avisou para sua mãe sobre Wind e o que ele queria. Então depois de almoçarem, a mãe do jovem Matt indicou o caminho para o norte e noroeste.

Wind: Valeu mesmo senhora! Matt vem aqui! Vou te mostrar outro truque!

O jovenzinho foi ao encontro de Wind. Então o ouriço jogou Matt para cima e empurrou o vento para que a criança ficasse mais tempo no ar.

Matt: DEMAAAAIIIS!

Wind: Até mais, garoto, foi legal, e sua mãe cozinha muito bem hein!

Matt: Tchau, Wind!

Wind não demorou muito e chegou à região onde as pessoas tinham sido sequestradas pelos robôs. Mas demorou tanto tempo assim para chegar lá por quê? Wind não era tão rápido? Claro que ele era rápido. O que aconteceu é que ele tinha encontrado bases ao longo do caminho. Três para ser mais exato, e, além disso ele descobriu um jeito de destruir as bases sem ter que contar com a sorte (e um robô gigante que dispara projeteis explosivos). Perto do gerador de energia, que Wind descobriu que todas as bases têm um, há uma espécie de tubos de ventilação ligados em outro gerador, isso tudo com válvulas. Então se Wind fechasse todos iria entupir de gás inflamável, o gerador iria superaquecer e acabar explodindo, os canos que estão conectados à base inteira, consequentemente ela seria explodida sem comprometer toda a construção evitando um desastre maior, além de danificar por completo toda parte elétrica. Com isso Wind já tinha um plano para salvar os inocentes e destruir as bases. Algo que ele não sabia é que como a parte elétrica das bases foram danificadas, não pôde ser feito os relatórios automáticos, então Eggman Nega não tinha como saber como Wind destruiu as bases anteriores.

Quando chegou à cidade ele foi perguntar para todos que encontrou sobre os sequestros ocorridos. Praticamente ele foi questionando sobre qual direção os robôs foram. E o que descreveram foi o que aconteceu na primeira vez que ocorreu esse tipo de sequestro: os robôs vieram sequestraram os animais e voltaram para nave que saiu velozmente em uma direção deixando um rastro de fumaça. Felizmente ainda era possível ver o rastro de fumaça, mesmo que fosse muito fino, e sem garantia de que era o rastro da nave dos robôs, porém, era a melhor pista que Wind tinha.

Wind, então partiu atrás do rastro. Não tinha tempo a perder, e pouco tempo depois ele soube que estava no caminho certo, pois a floresta foi alterada. Ela tinha robôs de Nega espalhados por ela, armadilhas e inclusive câmeras. Wind foi seguindo aonde havia mais inimigos. Era meio que logico que quanto mais inimigos no caminho, mais certa era aquela direção. Minutos depois ele estava na base.

Como antes, o portão de metal maciço bloqueava o caminho. Mas não era nenhum problema, já passara por aquele obstáculo antes, e não seria problema passar de novo. Na primeira tentativa, Wind conseguiu derrubar o portão com a força do vento fazendo o mesmo que fez antes: assumiu postura de corrida a uns vinte metros do portão. Avançou girou com o ar concentrado em seu punho e socou. Como antes, uma forte ventania se fez, e junto com ela um barulho muito alto quando o ar se chocou com o portão o derrubando.

Entrou na base a procura dos sequestrados, e como da ultima vez os levou em segurança ate o portão. Wind foi esperto em falar com a rede de resgate local, ela lhe deu um sinalizador para que chamasse helicópteros de resgate para o local salvar as pessoas sequestradas. Os reféns foram resgatados. Agora era somente era preciso destruir a base como antes.

Wind volta para o interior da base a procura do gerador e dos canos para sobrecarrega-lo. Porém, dessa vez acontece algo que não acontecera nas outras vezes (antes de achar o gerador): Eggman Nega fala através dos interfones da base.

Eggman Nega: Eu não acredito que está aqui! Mas como você é irritante!

Wind: Fazer o que? Acho que se parasse de ser irritante com as pessoas e parasse de sequestrar elas, eu não seria tão irritante com você.

Eggman Nega: Grrr PALHAÇO!

Wind: Opa! Achou engraçada essa também?

Eggman Nega: Chega! Escute aqui, fracassado, eu já não tenho mais paciência para aturar seus vandalismos que atrasam minhas pesquisas!

Wind: Fracassado é você! Eu sozinho destruí suas bases e salvei aquele povo todo!

Eggman Nega: (então você se irrita quando te chamo de fracassado?)... HE HE HE... Você somente atrasa o inevitável. Vou concluir minha pesquisa com, ou sem você me atrapalhando. Agora mesmo minhas máquinas já estão indo capturar mais cobaias para mim. Enfim, com ou sem você, vou concluir meus objetivos. Mas eu prefiro que seja sem. Siga em frente, olhe para o lado... você vai ver uma porta com o número dois mil e quinze em cima... sabe o que são números, não sabe? Bom se entrar na porta eu vou estar esperando por você para acabar com isso de uma vez.

Wind: Você vai ver quem é o fracassado quando eu acabar com você!

Eggman Nega: HE HE HE HE... Pode vir.

Apesar de Wind estar correndo bem rápido, ainda sobrou tempo para correr mais um pouco antes de chegar até porta “2015”. Quando chegou encontrou Eggman Nega em seu robô gigante. Tinha o design parecido com o robô que lançava tiros explosivos, porém esse tinha algo parecido com asas atrás da cabine, um dos braços tinha uma broca que pelo que parecia o metal estava muito quente, pois estava vermelho encandeceste, no outro braço, um canhão com furos no cano, parecia que era um lança-chamas.

Wind: Só isso? Eu esperava mais.

Dois dias antes, em outro lugar, não muito longe do norte.

Kayi estava caminhando na estrada. Ele chega em uma pousada. Havia mesas no lado de fora havia duas pessoas conversando sentado a ela. Kayi se senta sem chamar atenção.

????: Então tá combinado: a gente pega o carregamento, e espera os clientes chegarem.

????: Eles são barra pesada, melhor não ficar de enrolação que nem cê sempre fica.

????: Calma cara, a gente vai estar em maior numero, e esses cara pesna que a gente é que é barra pesada, a gente tem até uma refém! Não que a gente precise, mas, vamos deixar ela a mostra pra eles ver o quanto a gente é perigoso!

????: Nossa. Que horas que é?

????: É daqui a meia hora.

????: Serio? E o que nos tamo fazendo aqui?

????: Eu queria tomar um café com você, ué.

????: Tamerda hein cara? A gente vai se atrasar, anda logo.

????: E a conta? Você vai pagar? Eu não vou.

????: Mano, dane-se a conta!

Kayi ouviu tudo. Bem que os bandidos podiam ter sido mais discretos. Com certeza eram amadores. Ele pretendia segui-los, se houvesse somente uma transação econômica, Kayi não se intrometeria, mas, “uma refém que eles não precisavam”, o que a pessoa tem a ver com aquilo? Antes de ir, Kayi pergunta ao recepcionista se conhecia alguém que estivesse desaparecido. E sim, conhecia.

Recepcionista: Sim, faz uma semana que ela está desaparecida, acho que ela foi sequestrada, mas prefiro não acreditar nisso.

Kayi: Eu tenho certeza.

Então ele parte em busca da garota desaparecida, seguindo os dois que estavam na pousada até um galpão que parecia abandonado. Parecia. Eles chegam em cima da hora, encontram os clientes e entram no galpão. Kayi observa de longe, ele procura uma entrada que possa o colocar lá dentro sem que ninguém perceba. Entrou pelo teto. Estava escuro, pois já era noite. Havia sete bandidos. Três eram os clientes e quatro os vendedores. A refém estava em um canto escuro, mas à vista de todos, porém não recebia muita atenção. Dois bandidos estavam visivelmente armados. Kayi desce silenciosamente, ele liberta a refém sem fazer barulho. Ninguém percebe. A porta não estava distante.

Kayi: Escute aqui, vá para a porta o mais quieta possível – cochichando na orelha dela – mantenha-se nas sombras, eu fico aqui e finjo que sou você. Eles não vão perceber.

Ela foi como Kayi ordenou. Mas quando foi abrir a porta ela fez um barulho que interrompeu a conversa dos clientes. Todos olharam para a direção do som, mas a refém já havia escapado. Ninguém sabia que era ela, exceto Kayi, claro, um dos bandidos foi verificar. Isso era ruim, eles poderiam descobrir que era ela e por tudo a perder. Kayi não viu outra maneira de deixá-la ir em segurança se não chamar a atenção dos bandidos para si.

Kayi: ... Eh... Boa noite.

Cliente1: O que?

Bandido: Hey, você não é nossa refém – ele aponta sua arma para Kayi, agora era visivelmente um pé-de-cabra – O que você fez?

Kayi: Me responda primeiro: Para que uma refém?

Bandido: Eu te perguntei primeiro!

Kayi: Eu te perguntei segundo.

Bandido: Grr... não é da sua conta. Agora me responda.

Kayi: Não é da sua conta.

Bandido: Ora seu – o bandido avança em direção à Kayi – desgraçado, vou te mostrar o que é bom!

Kayi se levanta da cadeira que estava a refém e mostra sua espada, em posição de ataque. Todos sacam suas armas: dois estavam com pistolas, dois estavam com bastões e um com um facão, fora o bandido que parou de avançar com seu pé de cabra quando viu Kayi com sua espada.

Kayi: Já vi que vou ter que lutar. É uma pena. Pra vocês.

 


Notas Finais


Seu feedback é muito importante! Novos capítulos quando estiverem prontos. Próximo capitulo: Batalha final?


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