História Knock On The Past Door - Capítulo 53


Escrita por: ~ e ~Gaby_Rose

Postado
Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Slash, Steven Adler
Tags Akatsuki, Aventura, Guns N' Roses, Romance
Visualizações 77
Palavras 3.602
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Misticismo, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Menina, não é que voltou e saiu dois?? ue

Capítulo 53 - Axl is the devil


  

POV-Hayle 

Eu não conseguia parar de encarar Duff e Tommy. Ambos pareciam bem chocados e surpresos e, até mesmo, com raiva. Bem, mas eles, de certa forma, tinham razão. 
Fiquei tão perdida e nervosa em ser descoberta que acabei errando praticamente tudo no baixo. Gaby percebeu e me encarou sem entender. Tentei disfarçar, mas não consegui e, quando percebi, a ruiva estava ao meu lado. Ela ainda tocava quando me encarou. 

—O que é que você está fazendo? — perguntou quase que gritando. 

—Eu fui descoberta... — respondi. 

Ela pareceu confusa. 

—O QUE VOCÊ DISSE? — gritou por conta do som alto. —EU NÃO ENTENDI. 

—EU DISSE QUE NÃO CONSIGO MAIS TOCAR. — gritei. 

Ela arregalou os olhos. 

A ruiva se perdeu no ritmo, mas logo se recompôs e começou a prestar atenção no solo que tinha que fazer. No momento em que Gaby saiu, Cherry me lançou um olhar de puro ódio e se aproximou de mim. Ela devia estar querendo nos matar naquela altura. 

—O que você está fazendo...? O Axl está assistindo! — disse gesticulando enquanto se afastava de mim. 

Fiz um improviso com o baixo, mas mesmo assim errei muito. 

Eu sentia meu coração bater cada vez mais rápido. 

O que será de mim? 

*** 
O show seguiu, pelo menos para mim, como se fosse a ponte para um precipício. Por que eu sabia que no fim dele eu seria barrada por Duff e Tommy e eles com certeza iriam querer satisfações. 

Foi por isso que tentei fugir no intervalo, mas Gaby acabou impedindo e disse que se eu fizesse isso ela iria me caçar até no inferno e ainda iria detonar meu baixo. 

No fim do show fomos aplaudidas, elogiadas e acabamos sendo rodeada por pessoas pedindo autógrafos e coisas do tipo enquanto descíamos do palco. Eu dei alguns autógrafos, tirei algumas fotos e depois disso acabei dando o fora antes de Tommy e Duff me achasse. 

POV-Gaby 

Depois que o show acabou, as meninas e eu fomos bem recebidas pela plateia, digo, todos pareciam ter gostado. Demorou alguns minutos até que a confusão acabasse e, enfim, nós pudéssemos descansar e beber um pouco. 

Eu estava pensando em falar com a Hayle quando vi a loira sair correndo do bar, até pensei em ir atrás dela, mas eu nem mesmo sabia para onde ela ia. 

Cherry e Sandy acabaram sumindo, com certeza tinham ido atrás de “diversão”. Eu fiquei ali no bar bebendo algumas doses de whisky por alguns minutos até que senti duas mãos na minha cintura e, logo em seguida, selinhos pelo meu ombro. 

Soltei um sorriso. Só podia ser uma pessoa. 

—Você estava muito gostosa. — disse Vince no meu ouvido. —Um dia desses vou querer um show particular. 

Eu dei uma risada e virei para encará-lo. 

—Quem sabe... — respondi. —Gostou mesmo? 

—Sim. Você e suas irmãs são muito boas. — respondeu e me deu um selinho. 

—Obrigada. — falei enquanto me levantava e pegava a garrafa de whisky. 

—Aonde vai? — Vince perguntou. 

—Acho que vou atrás da Hayle. — respondi. —Ela teve alguns problemas no palco e eu preciso saber o que aconteceu. Ela não é disso. 

Vince sorriu. 

—Nervosismo, amo. — disse, tentando me acalmar. —Esqueça um pouco isso e deixe Hayle respirar. Ela sabe se virar sozinha. 

Soltei um suspiro e coloquei os braços envolta do pescoço dele. 

—Estamos na cidade mais perigosa do mundo. Quer mesmo que eu me acalme? 

Ele riu. 

—Eu posso te ajudar se você quiser... 

Sorri maliciosa. 

—Acho que vou ter que aceitar sua ajuda. Vamos lá, loirinho. Me acalme de verdade. 


Vince me puxou até um lugar mais reservado, digo, o corredor do banheiro que estava quase vazio, exceto por um cara desmaiado no chão. Vince e eu começamos a nos beijar de uma forma extremamente vulgar. Tão vulgar que eu parecia uma groupie qualquer. 
Mas eu não estava ligando muito, até mesmo por que tudo era culpa do maldito Slash. 

Durante o show inteiro ele ficou sentado no bar conversando com uma loira peituda e rindo do que ela falava. Era um cafajeste. Um idiota. 


O beijo com Vince foi ficando cada vez mais selvagem e obsceno, tanto que o loiro me ergueu em seu colo e me prensou contra a parede enquanto uma de suas mãos percorria meus seios, apertando-os e massageando-os. 

POV—Axl 

Cherry e as outras tinham ido muito bem. Até Allan tinha as elogiado. Depois que todos da plateia deixaram as meninas livre, eu esperei alguns segundos e fui atrás da morena. 
Porém, enquanto eu a procurava, uma cena chamou minha atenção. Vince e Gaby estavam quase se comendo no corredor do banheiro. O loiro massageava os seios da ruiva por cima da blusa enquanto eles se beijavam. 

Eu sorri com aquilo 

Eu tinha um plano que poderia me render boas gargalhadas. 

Dei meia volta e fui até Slash, que estava no bar e tinha acabado de ganhar o telefone de uma loira peituda. 

—Hey man! Ainda bem que te achei. — falei para ele. 

—O que houve? — ele perguntou dando um gole na garrafa de whisky. 

—A Gaby está te procurando que nem uma louca. — respondi. —Ela precisa de ajuda com alguma coisa sobre a guitarra dela. 

Slash me encarou com seriedade. 

—Deve ser a ponte... eu já tinha percebido que estava soltando. — disse. O que ele disse?!. —Onde ela está? 


—No corredor do banheiro. —respondi sorrindo. —Está vazio lá e eu pedi que ela esperasse lá. 


—Okay... — disse e saiu em direção ao banheiro. 


Eu amo meu trabalho! 


POV-Slash 


Caminhei rapidamente até o banheiro, porém, quando cheguei lá desejei nunca ter ido. Gaby estava se pegando com o Neil, mas eles se pegavam de uma forma completamente obscena, só faltavam tirar a roupa ali mesmo. 


Qual o problema daquela ruiva?! Ela acha que eu sou um bichinho de estimação? 


—Nossa, estou vendo que já achou alguém pra resolver seu problema! — falei, chamando a atenção dele. 


Eles se separaram e ela desceu do colo dele. 


—O que merda você faz aqui? — ela perguntou com raiva. 


Eu dei uma risada irônica. 


—Me responda você! Você me chamou aqui. — respondi. —Mas pelo jeito eu já não sou mais necessário... 


—Você tem algum problema? — ela quase gritou. 


—Problema tem você, sua psicopata. — respondi no mesmo tom. —Quem você acha que é pra fazer esses tipos de brincadeira? 

—De que merda você está falando? —ela perguntou. 

Vince segurou o braço dela e pediu calma. 

—Não se faça de desentendida. — pedi. 
Ela rosnou. 

—Você é um verdadeiro idiota, Saul Hudson. — disse ela e depois me empurrou e saiu rapidamente. 

Neil revirou os olhos e tentou ir atrás dela, mas ela já estava longe e, para piorar, várias fãs o cercaram. 

Revirei meus olhos e decidi beber mais um pouco. Quem ela acha que é? 


POV-Duff 


Tommy e eu estávamos à procura de Hayle, mas a loira não estava em lugar nenhum do bar. Estávamos olhando pelo bar pela terceira vez quando avistamos Cherry. 


—Hey morena, você viu a Hayle? — perguntei. 


—Ela já foi embora, Duff. — disse rindo. —Acho que ela estava com medo de que eu batesse nele por conta dos erros. 

—É... deveria ser medo mesmo... — disse Tommy. 

—Bem, obrigado. — falei saindo dali com Tommy ao meu lado. 

—Não acredito que aquela punk fugiu. — disse ele cruzando os braços. 

—É, pois é. Acho melhor resolvermos isso amanhã até mesmo por que só Deus sabe aonde ela foi. — falei. 

Ele concordou com a cabeça e se despediu. 

Tommy foi embora com sua moto enquanto eu tive que roubar um carro parar voltar até a Hell House. 

Eu ainda não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Hayle havia mentido para mim e isso era algo que eu não esperava, pelo menos não dela. 

*** 

Quando cheguei a Helle House percebi que o lugar estava vazio, o que mostrava que todos ainda estavam no bar ou por ai. Deixei o meu carro “novo” na garagem e subi para meu quarto. Eu estava exausto e decepcionado. 

Porém, para minha surpresa, a porta estava trancada. Tentei forçar, mas não consegui, então presumi que a loira estava lá dentro. 

—Hayle?! É você? — perguntei mexendo na fechadura. —Abre a porta! 

—Sou, Duff. — ela respondeu lá de dentro. —Não... eu não vou abrir... 

—Hayle... qual é? Abre a porta logo! — mandei. 

—... não, Duff... — ela respondeu. 

Suspirei e apoiei a cabeça na porta. 


—Olha... eu juro que não vou fazer nada com você, mas você me deve explicações. — falei. —E, além disso, quero entrar no meu quarto. 


Houve alguns minutos de silêncio até que ouvi a porta ser destrancada e consegui abrir a porta. Hayle tinha tirado sua maquiagem, ainda vestia suas roupas do show. 


—Vai! Pode gritar! — disse ela e se sentou na cama. —Eu mereço! 


—Eu já disse que não vou fazer nada com você. — falei enquanto jogava as chaves de casa na cômoda e tirava minhas botas. —Eu só quero que você me dê explicações. Acho que mereço pelo menos isso. 

Ela respirou fundo. 

—Não tem como explicar, McKagan. — disse. —Você e Tommy já perceberam que eu estava enganando vocês. 


—Sim, nós já percebemos, mas queremos saber o porquê. — falei. 


Por incrível que pareça eu estava calmo. Bem chateado, é claro, mas calmo. 


—Eu não conseguia escolher entre vocês dois. — ela disse. —Você é, tecnicamente, o amor da minha vida. Digo, eu sempre te admirei e ficar com você era meu maior sonho. Mas por outro lado, Tommy foi minha válvula de escape quando eu percebi que você só queria me usar. Eu apenas não queria perder nenhum de vocês dois... 

Aquilo me surpreendeu. 

—Okay... mas, Hayle, você não pensou em nós? Tommy e eu somos homens, mas ainda tenho sentimentos. 

—Eu sei, Duff. — respondeu. —Olha... me desculpe okay? Sei que é difícil, mas, por favor, me desculpe... 

Encarei a loira por alguns segundos e depois soltei um suspiro. 


—Vai demorar um pouco até que eu esqueça isso... mas tudo bem... eu também não fui tão certo nessa história... — falei. 

Ela sorriu de lado. 

—Vamos deixar isso para amanhã, certo? Tommy também merece estar com a gente. — falei. 

Ela concordou com a cabeça. 

Eu sorri de lado e, para quebrar o clima tenso e fazer a loira se animar, decidi mudar de assunto. 

—Então... vamos falar do seu show... — falei e me joguei na cama ao lado dela. —Aquele improviso foi muito foda... 

*** 
POV-Gaby 


Cheguei a Hell House com raiva e querendo matar o Slash. Tirei minha maquiagem, troquei de roupa e fui atrás de algo para comer. Eu estava faminta e com raiva. Além disso, bem lá do fundo do meu coração, eu estava até um pouco chateada por ter brigado com o Slash, mas decidi fingir ser a bebida. 

Peguei um pote de sorvete e fui para a sala, liguei a TV num show do Poison e fiquei por ali mesmo. 

*** 

Acordei com um barulho vindo da cozinha. Percebi que eu tinha adormecido no sofá e nem tinha terminado de ver o show. Sentei no sofá e passei a mão no rosto. 

Depois olhei para a cozinha e dei de cara com o Rose saindo de lá. Ele sorriu quando me viu. 

—Desculpe... eu vim pegar água... te acordei com o barulho na cozinha? — perguntou ironicamente. 

Eu revirei os olhos. 


—Você é um idiota. — falei. —Os outros já estão em casa? 


—Izzy está dormindo, Duff e Hayle também. — respondeu e deu um gole no copo de água que segurava. —Stee foi para a casa da sua baterista, Cherry está no sétimo sonho e seu guitarrista ainda não voltou, deve estar com a bela noiva dele. 

Revirei os olhos novamente. 

—Primeiro: ele não é “meu” guitarrista. — falei. —E segundo: assim como você, ele é um idiota. 

Axl riu e deu mais um gole no copo. 

—Ah! — disse como se tivesse se lembrado de algo. —Afinal... você gostou da minha surpresinha, ruiva? 

—Do que está falando? — perguntei sem entender. 

Ele riu. 

—Bem, digamos que eu decidi lhe fazer uma surpresa... levei o Slash para o show, já que você não quis dizer onde era o local... e depois acabei meio que por acidente falando para ele que você precisava falar com ele, mas tudo isso enquanto você estava ocupada demais se pegando com o Neil. 

Levantei do sofá num pulo e serei meus punhos. 

—O QUE? — gritei. —POR QUE FEZ ISSO? 

—Por que achei que seria divertido! E foi. — respondeu rindo e subiu as escadas. 

Eu juro que um dia ainda mato esse ruivo! 

Como eu tinha perdido meu sono e precisava de uma distração para não matar o ruivo com minhas próprias mãos, subi para o quarto de Izzy, coloquei uma roupa qualquer e decidi sair para beber. 

POV-Slash 


Depois da briga com a Gaby acabei não voltando para a Hell house e fui até um bar no centro. Acabei comprando um pouco de cocaína com um cara num beco e, depois de cheirar algumas carreirinhas, acabei entrando no bar e pedindo uma vodka barata mesmo. 


Eu estava muito distraído com um jogo que passava na TV, porém, uma só coisa me chamou atenção: Gaby entrando no bar. Como eu estava um pouco afastado, ela não me viu e acabou se sentando em uma das mesas. 

Se ela tivesse me visto com certeza teria ido embora... 

Outra coisa me chamou atenção na ruiva. Um dos caras que estava ao seu lado começou a conversar com ela e ela parecia estar meio que persuadindo o cara ou até mesmo negociando. 

Eu não sei bem o porquê, mas senti meu coração bater extremamente rápido quando ela se levantou e foi até o banheiro sendo seguida pelo cara. 

“Calma Saul... ela já é bem grandinha e sabe se cuidar!” 

Decidi esperar alguns minutos e, caso ela não voltasse, eu poderia ir atrás dela. Porém, logo o cara voltou e saiu do bar. E, talvez uns cinco minutos depois, foi a vez de a ruiva voltar. 

Porém... ela parecia bem diferente. 

Tinha um sorriso no rosto, um sorriso estranho. 

Ela andou cambaleando até a mesa que estava e se sentou, depois virou uma dose inteira de whisky. 

Fiquei a encarando por alguns minutos até que decidi ir até ela. 

—Gaby? — a chamei, me aproximando da mesa, e ela me encarou. 

—Saul... — disse mordendo o lábio. —Não tinha te visto. 

—Percebi. — falei. —O que faz aqui? 

Ela riu alto. 

—Não sei. — respondeu. —Apenas... estou aqui... 

Ela ria sem parar, o que era estranho. 

Decidi que era melhor tirá-la dali, então peguei seu braço e a levantei da cadeira. Ela não reclamou e nem tentou se levantar, apenas riu e se apoiou em mim. Saímos do bar com certa dificuldade, pois a ruiva quase caiu diversas vezes, o que me fez chegar a conclusão que ela tinha bebido muito ou até mesmo usado algo. 

E, por favor, Deus, que eu esteja errado sobre a segunda opção. 

*** 

Chegamos na Hell House por volta das quatro da manhã. A casa, por sorte, estava vazia e silenciosa. Gaby estava delirando, a ruiva já não estava tão animada e já não dava mais risadas, agora apenas se apoiava em mim e andava quase que se arrastando. 

Na verdade, eu estava praticamente quase a carregando. 

A coloquei deitada no sofá e tirei seus saltos, depois voltei a levantá-la e decidi levá-la para meu quarto. Subi as escadas em direção ao meu quarto e, assim que chegamos, eu a coloquei na cama. 

Ela estava acordada e, para minha perdição e infelicidade, me encarava com aqueles olhos verdes tão perfeitos e selvagens. 

—O que ela tem que eu não tenho? — ela perguntou. 

—Como assim? — perguntei sem entender. 

Sentei ao seu lado na cama e coloquei minha mão por cima da dela. 

—O que a Yvone tem que eu não tenho? — perguntou novamente. 

Aquilo realmente me deixou... perplexo. Por que ela estava me perguntando aquilo? 

—Ruiva... é melhor você descansar. Seu dia foi muito cansativo e você não está pensando direito. — falei. 

Levantei da cama, mas rapidamente fui puxado de volta pela ruiva. Porém, agora acabei caindo por cima do seu corpo com minhas mãos apoiadas aos lados da sua cabeça. 
Gaby continuou a me encarar com os olhos bem abertos e sem nenhuma expressão. Eu a encarei do mesmo jeito. 

Depois de alguns segundos eu comecei a sentir suas mãos. Eu olhei para baixo do meu corpo e pude ser suas mãos realmente me tocando. Gaby, primeiramente, começou a erguer minha blusa e depois começou a desabotoar meu cinto. 

—Não faça isso. — pedi, mas não tirei suas mãos de mim. 

—Shiiu... — ela disse e rapidamente tirou meu cinto. 

Eu encarei suas mãos mais um pouco e depois levantei meu olhar para ela. 

—... me beije. — ela mandou. 

Mesmo receoso, acabei beijando-a. O beijo dela era incrível. Perfeito. Nossas línguas entravam em perfeita sincronia. Senti sua mão adentrar minha calça e alisar meu membro, isso fez com que eu a soltasse. 

—Você não está pensando direito. — falei. 

Um lado meu queria muito aquilo e outro lado não. 

—Não se faça de santo, Saul. — disse ela. —Ambos sabemos que isso é normal para você. Sei que já transou com várias outras enquanto elas não pensando por si mesmas. 
De fato, ela estava certo. 

O desejo ganhou da razão e eu acabei me entregando para o que iríamos fazer. Voltei a beijá-la com vontade enquanto a ruiva tocava meu membro, mas isso logo foi mudado. Afastei suas mãos de mim e depois, ainda enquanto a beijava, abri seu shorts. 

A ruiva suspirou entra o beijo quando sentiu minha mão adentrando seu shorts e isso fez com que eu sorrisse. Ela era quente e estava começando a ficar úmida. Comecei a tocá-la de uma forma lenta e isso a obrigou a parar o beijo e soltar um gemido. 

Seus olhos se fecharam e ela afastou mais suas pernas, como se pedisse mais contato. Seu quadril se movimentou sobre meus dedos, enquanto curvava as costas. 

Beijei seu pescoço e deixei algumas marcas. A ruiva levou suas mãos até meus ombros e apertou com força, enquanto soltava alguns gemidos entrecortados. 

O conseguia sentir o quão excitava ela estava e isso estava fazendo com que meu coração batesse ainda mais rápido. Eu gostava de senti-la, de tê-la para mim, por que isso mostrava que Vince não era tão importante quanto eu. E, claro, era muito melhor ela comigo do que com o Neil. 

Penetrei-a com um dedo e ela soltou um gemido mais alto, se os outros estivessem acordados com toda certeza teriam ouvido. Comecei a movimentar meu dedo dentro dela e beijar seu pescoço, às vezes subindo para sua boca com a intenção de conter seus gemidos. 

Aumentei a intensidade dos movimentos, a penetrando e a estimulando também, e isso fez com que rapidamente a ruiva chegasse ao seu orgasmo. Sua respiração estava muito ofegante e ela parecia exausta, e comigo não era diferente. 

Apoiei minha testa na dela e dei um selinho em seus lábios. 

—O que estamos fazendo... G? — perguntei bem baixinho enquanto retirava minha mão de dentro do seu shorts. 

Ela respirou fundo e movimentou seu corpo embaixo de mim. 

—Você deveria perguntar menos. — disse ela. 

A ruiva inverteu as posições e ficou sobre mim, ainda com seu rosto bem próximo ao meu. 
Ela começou a dar leves selinhos na minha boca e foi descendo pelo meu corpo enquanto levemente erguia minha blusa. Eu sabia aonde essa história iria chegar. Ergui minha cabeça e encarei o teto, tentando não sentir tanto prazer assim e tentando não encarar uma adolescente fazendo “aquilo” em mim. 

Eu deveria ser preso por isso. 


Gaby chegou até minha calça e a abaixou bem lentamente. Meu membro já estava rígido por conta dos pensamentos que eu tive enquanto eu a tocava e por conta dos seus gemidos que, de fato, eram deliciosos. 


A ruiva tocou meu membro pulsante e rígido com delicadeza e eu fui obrigado e fechar meus olhos. Ela começou com movimentos lentos de baixo para cima, mas não demorou em usar os lábios comigo. 

Era quente. 

E prazeroso. 

Sua boca se movimentava com vontade e delicadeza, enquanto sua língua a ajudava com os movimentos. Ela era bem ágil. Ela deu grande importância a minha glande, arrancando gemidos de mim. Meus músculos ficavam cada vez mais tenso e eu sentia uma enorme vontade de me aliviar. 

Por diversas vezes tive que morder o lábio para não gemer tão alto, pois tudo que eu menos queria agora era alguém atrapalhando. 


Agarrei o cabelo da loira e, tecnicamente, a obriguei a ir mais rápido. A intensidade foi aumentando cada vez mais e não demorou até que eu gemesse seu nome cada vez mais alto, por sorte também não demorou que eu chegasse ao meu ápice em sua boca. 
Minha respiração estava completamente ofegante e eu sentia todos os meus músculos relaxados, tudo isso depois de um orgasmo muito intenso. Só Gaby conseguia fazer isso comigo. Fazer com que eu me sentisse tão... bem e relaxado. 

Abaixei o olhar para encarar a ruiva e a vi limpando sua boca, ela não tinha nenhuma expressão no rosto. 


E pela primeira vez eu não sabia o que dizer. 


Ela tentou sair de cima de mim, mas eu a impedi e a puxei para se deitar ao meu lado. Eu sentia que não precisava de palavras, até mesmo por que era capaz de qualquer coisa dita estragar tudo. 

Apesar de ser errado, tanto pela idade dela quanto por ambos sermos comprometidos, eu me sentia muito bem ao lado dela. Me sentia vivo. Me sentia amado. 

Abracei a ruiva por trás e dei um selinho em seus lábios antes de fechar os olhos e adormecer ali mesmo com ela em meus braços. 



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