História Knock Out - Capítulo 6


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Barbara Palvin, Criminal, Justin Bieber, Knock Out
Visualizações 104
Palavras 1.139
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


LEIAM AS NOTAS FINAIS!

Capítulo 6 - 05. Plan


Justin Bieber

Ela se remexeu algumas vezes na cama até seus olhos azuis se abrirem. Seu corpo definido em curvas desliza pela cama ao levar uma das mãos para o rosto para tirar os fios morenos da face. Bliss solta um muxoxo, então fica um bom tempo olhando para o teto.

Permaneço ali, sentado na poltrona, observando-a acordar gradativamente enquanto me deliciava com um belo whisky. Se ficar encarando-a dormir é um crime, eu poderia ser preso agora mesmo, pois creio que estou aqui há mais de uma hora.

Aqui sempre foi silencioso, e com o tempo se tornou comum estar envolto a tanta calmaria. Normalmente não tenho presença de mulheres nesta casa, sempre que levo vadias para dormir comigo é na minha outra residência. Trato este apartamento com minha vida, pois morei aqui com minha mãe e minha avó durante anos. Meu pai sempre nos bancou em tudo, e morria de ciúmes caso Pattie -minha mãe- decidisse sair para outro lugar. Portanto, fazíamos diversas coisas. Desde brincadeiras, até conversas matinais.

— O que está fazendo aí? — perguntou ao me ver

Bliss é do tipo de garota mais realista que conheço. Ela não acorda linda e de cabelos penteados igual todas as mulheres nas quais dormi, ao invés disso, acorda com o cabelo bagunçado, bafo e maquiagem escorrida.

Ignoro sua pergunta, colocando o copo na mesa de carvalho ao lado da cadeira. Bliss continua ali, sentada e coçando os olhos. Ela boceja, joga as pernas para o lado e enfia os pés num chinelo descartável. Sigilosamente, admiro seu corpo, e me lembro de forma vaga os movimentos que ela fazia sobre mim há algumas noites. Bliss é incrível na cama, e isso sempre me fará lembrar noite após noite.

— Como você fala, meu deus! Tente falar mais devagar da próxima vez — ironizou meu silêncio, pegando uma toalha de rosto que estava alinhada em cima de uma cômoda, adentrando ao banheiro.

Caminhei até a porta, dando dois toques de leve e dizendo da forma mais calma possível.

— Me encontre na cozinha em cinco minutos. Temos assuntos pendentes a se tratar.

— Sim, alteza — respondeu, logo após ouvi um barulho de algo se quebrando — Ai, merda!

Andei pelo o largo corredor ao sair do quarto no qual ela estava hospedada. Apenas o barulho de meu tênis era ouvido, seguido do aspirador de pó que a empregada estava usando. É uma manhã tranquila, até o momento não recebi nenhuma mensagem sobre o que está acontecendo no império, porém creio que já já começa a aparecer os B.O para eu resolver. Creio que os rapazes ainda não estão na ativa pela noite anterior. Sábado é dia de curtição nas minhas boates que lotam todos os finais de semana. São poucas as pessoas que conseguem entrar, mas as que entram e se divertem sempre voltam com histórias incríveis.

Preferia mil vezes estar comendo uma de minhas mulheres, ou estar bebendo horrores, mas a luta na noite anterior me cansou, assim como Bliss que me parece um fardo agora. Tenho que lidar com o seu bom humor que não se esgota, e agora terei de colocá-la em um dos meus maiores planos e ela não pode negar. Bliss me deve uma.

— O que você quer falar comigo? — perguntou, ao entrar na cozinha.

Faço um sinal para ela com a cabeça para que se sente na cadeira a minha frente da pequena mesa de vidro. A luz tênue escapava pelas cortinas, e o sol estava se mostrando cada vez mais com seus raios. Aquela luz em seus olhos azuis a deixava mais bonita que o normal. Os lábios rosados, olhar confiante, e aquele corpo esculpido pelos deuses me deixava louco. Tive que me conter na noite anterior ao avistá-la para ver se não possuía quaisquer tipo de chip.

— Está me devendo uma, você sabe disso, né? — ela faz que sim com a cabeça enquanto se servia de suco de maçã — Bem, eu preciso de você para um plano. O meu maior rival é dono de um dos maiores cassinos de Las Vegas, e eu preciso de você para pegar uma coisa que é minha.

— Uma coisa que é sua? E por que está com ele?

— Porque ele me roubou.

— E você vai roubá-lo por ter roubado uma coisa sua?

— Tecnicamente você vai roubar.

— Então eu vou roubar uma coisa que é sua, porque ele roubou de você, portanto você quer roubar algo que já é seu, mas na verdade, eu que vou roubar, então roubarei algo que foi roubado pois o dono quer roubar algo que era dele?

Ficamos nos encarando, e eu não consigo absorver nada do que disse. Um sorriso se espalhou por aqueles lábios carnudos, e eu não me contenho, fazendo o mesmo.

— Você está dentro?

— Eu não disse isso — mordeu de leve os lábios, fazendo-me assistir aquele ato com luxúria.

— Eu salvei sua vida. E agora você vai salvar a minha. — completei.

— Mas por que você não faz isso sozinho? Por que ter me envolver nisso? — perguntou, se aproximando um pouco da mesa. Seus olhos não desfocavam dos meus, e eu não me permitiria falhar naquele jogo.

— Porque ele não te conhece.  

— Não acho que seja uma boa ideia. — seus olhos dançaram por sob meu ombro, admirando silenciosamente a paisagem.

— Eu confio em você — pigarrei, desconfortável — Te disse tudo ontem a noite sobre minha vida, e eu não conseguiria chamar outra pessoa para isto e ter que me explicar.

Estava travado em minha garganta. Eu precisava de alguém para me ajudar em um plano; é claro que eu poderia contratar uma atriz ou algo do tipo, mas a Bliss se encaixa tão perfeitamente no papel que não consigo imaginar outra pessoa me acompanhando. Engoli em seco antes de dizer:

— Eu pago para você.

Um sorriso se formou em seus lábios. Ela joga uma mecha de cabelo para trás do ombro e cruza os braços, como se eu estivesse falando a língua dela.

— Quanto?

— Cem…

— Eu estava pensando em duzentos.

— Certo, duzentos mil.

Sua boca se entreabriu, surpresa. Bliss arruma a roupa em seu corpo, e parecia não acreditar no que havia ouvido.

— O que? Achou que era cem reais? Por favor, né, Bliss! Tenho milhões na minha conta, duzentos mil não é nada — pisquei para ela, que revira os olhos.

— E o seguro de vida? — soltou um risinho, encaro-a sem entender,  então Bliss continua: — Como sei que não vou acabar com uma bala fincada na testa?

— Isso não vai acontecer, eu prometo. Estarei ao seu lado há todo momento — conclui.

— Jura? — uma de suas sobrancelhas se arqueou, e eu me controlei para não dizer o quão sexy ela ficou.

— Terão de pensar duas vezes antes de fazer algum mal para você.

— Por quê?

— Porque você aceitou estar no plano.

— E o que isso significa? — indagou, sem entender.

— Significa que agora você é minha propriedade.


Notas Finais


Oi, chuchus! Tudo certo com vocês? O que acharam do capítulo? Pequeno, né? Perdoe-me pela demora, mas agora começarei a postar com mais frequência, prometo. Se tiver um bom feedback este capítulo, tentarei postar o próximo ainda hoje! Comentem o que acharam pois isso incentiva muitão.
BEIJOS!


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