História Knock Out - Capítulo 8


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Barbara Palvin, Criminal, Justin Bieber, Knock Out
Visualizações 77
Palavras 2.592
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - 07. Allow Yourself


Justin Bieber

A cada estocada que dei dentro de Bliss, seu corpo se erguia um pouco. Suas unhas penetravam em minha pele, deslizando um pouco em seguida. O prazer crescia dentro de mim cada vez que ela gemia perto do meu ouvido; seus seios balançavam contra meu peito, e meus dedos afundavam em sua coxa. Bliss prendeu mais fortemente as pernas ao redor de minha cintura, dando a entender que ela queria que eu colocasse tudo. Senti meu pênis adentrar mais e mais. Logo me vi cego de tesão e luxúria.

Percebi que ela gozaria, portanto, diminui completamente a velocidade. Bliss tomba a cabeça para trás, ofegante, assim como eu. Minhas veias do pulso saltavam de tanta força que coloquei sobre seu corpo. Os olhos azuis me atraem no mesmo segundo. Seus cabelos molhados na face, e o sorriso de canto.

— Mais rápido — sussurrou perto dos meus lábios, e logo em seguida, depositou um selinho demorado.

Não me contive, tive que aprofundar o beijo. Segurei na lateral de seu rosto e puxei-a para ir de encontro com minha boca. Ela não rejeitou, apenas pressionou os lábios contra os meus com força, assim que pedi passagem ela cedeu. Após um beijo demorado, mordi seu lábio inferior, dando uma última estocada dentro dela, que gemeu em minha boca.

Apertei sua bunda novamente, aumentando a velocidade. Porém cheguei ao meu ápice, e pude degustar o orgasmo silenciosamente. Fechei os olhos com força, absorvendo apenas seu gemido abafado e baixo, e a mistura de sensações alarmantes me atingiram com sucesso.

Bliss morde os lábios, me encara por um tempo, então entra debaixo do chuveiro novamente, de costas para mim. Admiro seu corpo enquanto coloco minha box novamente; admiro sua bunda, suas curvas e a pele que eu sentia a necessidade de tocar. A vontade constante de querer estar ao lado dela me assusta, porém quando estou ao seu lado sempre acabo sendo grosso; muitas mulheres não gostariam dessa atitudes, todavia Bliss simplesmente não se importa. Ela ri da minha cara, ela brinca com meu silêncio e me manipula com um sorriso meigo.

Encosto de leve meus lábios em seu pescoço, precisando me inclinar um pouco por conta de sua altura. Ela enrijece, então, em uma tentativa falha, deslizo minha mão por sua cintura puxando-a para ficar mais perto de mim, sentindo seu cheiro doce de baunilha.

— Eu não deveria ter feito isso — disse baixo.

— O quê? — minha voz falha.

— Ter transado com você — ouço-a soluçando — Sai de perto de mim!

Ergo minhas mãos como se estivesse me rendendo, sem entender nada da situação. Bliss vira. Ela abraçava os próprios ombros, tapando seus seios de minha visão. Seus olhos avermelhados, as gotas de água escorrendo em sua testa.

— Eu prometi a mim mesma que não transaria com mais nenhuma pessoa. Eu não quero mais fazer isso, principalmente com você! — negou com a cabeça, irritada — Estou nessa com você pois sempre cumpro com que digo, portanto não vacila comigo, não me ponha em perigo, e me deixe longe de problemas!

Na parte branca de seus olhos algumas veias vermelhas se formaram, ela se vira novamente, em seguida, abaixa a cabeça.

— Esteja pronta em cinco minutos — digo afinal.  

— Vai se foder! — murmurou.

[...]

— Tem certeza que é ela quem vai estar no plano? — meu pai me perguntou, entregando-me um copo de whisky puro com duas pedras de gelo flutuando no líquido.

Fiz que sim com a cabeça, submerso em tantos pensamentos que jurei que me matariam logo. Jeremy me olha com incerteza, ergue um pouco o rosto como se estivesse me lendo. Lanço-lhe minha cara mais séria, coloco meu copo sob a mesa, e cruzo meus braços, avantajado meus músculos.

— Eu que te ensinei essa cara de paisagem, não use-a contra seu próprio mestre — rimos juntos.

Minha mãe se aproxima da mesa, colocando no centro dela uma tigela com macarronada, a minha favorita. Recebo-a com um sorriso leve, e, pela sua cara de surpresa, a mesma ficou feliz com minha expressão repentina.

— Hey, baby! — sinto duas mãos macias tocarem em meus ombros descobertos de qualquer vestimenta. Bliss deposita um beijo em minha bochecha, se sentando ao meu lado.

Meu pai avalia aquela cena com destreza, sem falar qualquer palavra. Ele adora ficar em silêncio, diz que é o melhor modo de se observar as coisas, e admito que peguei um pouco de seu jeito com o decorrer dos anos. Minha mãe, com toda certeza, é o porta-voz da família, fala pelos cotovelos, e recompensa a falta de palavras minha e de meu pai.

— Fiz macarrão pois Justin adora, espero que goste também, Bliss! — Pattie sorriu para minha ‘namorada’ que retribui.

Após nos servirmos e orarmos sobre a mesa, o almoço foi uma tarefa fácil. Bliss, como de costume, esbanjou suas piadas e carisma. Seria impossível não adorar essa garota, ela consegue atrair qualquer pessoa com sua gentileza. Posso até dizer em voz alta como sua bondade persuade qualquer ser humano vivo na terra, porém negaria até a morte que ela consegue esse efeito sobre mim.

Contudo, surpreendo-me com sua mudança de humor. Agora há pouco ela gritava comigo, dizendo que não me queria por perto, mas aqui, perto dos meus pais ela age como se nada tivesse acontecido, portanto, tomo a liberdade de colocar a mão na sua coxa. É isso que casais fazem, não é?

Estou me esforçando ao máximo para agir como se ela fosse uma parte importante em minha vida, porém isso nunca me ocorreu antes. Não consigo dispensar o fato de estar tratando-a como propriedade e não como namorada. Simplesmente não entra em minha cabeça um dia Bliss querer ter algo comigo. Ela é muito mais do que isso.

O papo estava divertido, até todos jogarem a toalha na mesa e partir para a conversa que eu temia. Meu pai se inclina um pouco, colocando as mãos um pouco a frente de seu prato. Três empregadas que não me recordo o nome se aproximam, tirando nossos pratos, e colocando taças de vinho.

— Bem, creio que Justin não te disse o que terá de fazer no plano… Disse? — Jeremy dá uma pausa, me olhando.

Bliss se empertiga, pegando em minha mão. Ela toca nossos ombros, e deixa nossas mãos enlaçadas sob sua coxa. O calor de seu corpo, e os pingos de água em minha pele me dava uma sensação eletrizante, como se eu estivesse prestes a provar algo doce, com um toque amargo.

— Nosso inimigo, Bruce, roubou uma coisa muito valiosa de nossa família, e nós pretendemos pegar de volta. Não podemos te dar informações, pois é algo muito confidencial e particular. Mas, sua função será simples: você irá se infiltrar em uma das boates de Bruce. Estará com diversos tipos de microfones, e, obviamente, armada. Justin não deixará que nada de ruim aconteça com você, pode garantir.

— Tenho a escola para fazer, e não sei como contarei aos meus pais que irei a Las Vegas. Sei que é algo irrelevante, porém isso pode ser o suficiente para que todo o plano falhe… — constatou.

— Nós damos um jeito nisso — Jeremy piscou para ela, em seguida, mudou de assunto — Quanto vocês combinaram?

— Ela quis duzentos.

— Certo. Como essa tarefa é arriscada, faremos por um milhão.

Senti, automaticamente, o suor na mão de Bliss.

— Você sabe lidar com mafiosos? — Pattie encarou a garota, que faz o mesmo.

— Depende.

— Você terá de lidar com os chamegos do Bruce, Bliss. Tenha em mente de isso será algo meramente sigiloso e calculista. Qualquer passo em falso você poderá entregar nosso jogo.

— Conte comigo, Pattie. Darei o meu máximo.

Um silêncio se instalou na mesa novamente. Ficamos nos encarando por um tempo. Meus pais confiavam nela, mas sei que ainda há uma pontinha de desconfiança da parte de meu pai. Posso sentir.

— Não perca essa garota, Justin. — minha mãe falou, de repente.

Levantei o olhar para ela, sem entender. Senti um leve frio na barriga. Minha mãe sorri de ponta a ponta para mim, meu pai faz o mesmo, puxando Pattie para um abraço lateral.

— Eu nunca deixaria ela escapar — agarrei a mão de Bliss, que solta um pigarro.

Lanço-lhe um dos meus melhores sorrisos, e Bliss retribui, sem entender. Aproximo meus lábios contra os dela, depositando um selinho longo, em seguida, um beijo rápido em seu pescoço.

— Agora Bliss é minha propriedade. Já disse a ela.

[...]

— Justin, eu não quero fazer parte disso — disse Bliss, enquanto entrávamos no elevador do meu prédio — Não era nem para eu estar aqui. Estou mentindo para os meus pais de onde estou!

— Que pena. Vai continuar mentindo. Porque daqui você não sai até essa reunião acabar.

— Justin. Eu. Não. Quero. Fazer. Parte — falou, pausadamente.

— Certo, você não precisa! — quase grito com sua futilidade que me enchia o saco — Apenas suba para o quarto.

— Não grita comigo. Não fale comigo desta maneira — gritou de volta, apontando o dedo na minha cara.

Estavamos segurando o elevador. Ela dentro dele, e eu na porta, que estava aberta. Na sala de estar, os garotos já me esperavam e apreciavam aquela cena com sutileza. Não queria que eles me vissem brigando com Bliss, não queria nem mesmo que soubessem que um dia tive algo com ela. Mas agora é tarde demais. Me vejo discutindo com uma garota, e o pior, estou perdendo.

— Não aponte o dedo para mim. — gritei, segurando sua mão com força — Não fale alto comigo, não tente ser superior a mim, Bliss — conforme eu falava, minha força apertava seus dedos. Ela abaixou a guarda por um tempo, e seus olhos marejaram.

— Está doendo, Justin. Solta minha mão, está doendo — engoliu em seco, sem tirar os olhos dos meus.

A diferença de altura, e musculatura é imensa, e me sinto covarde em colocar tanta força sobre ela, que é miúda perto de mim. Bliss morde os lábios com força, levando junto alguns fios de cabelo. Ela está tão linda. A roupa que veste é simples, e não vulgar. Parece se encaixar perfeitamente com todas suas curvas. As bochechas rosadas, os lábios amaciados por sua saliva, e os olhos avermelhados. Incrivelmente, me dói vê-la desse jeito.

Afroxei um pouco, ainda com os olhos vidrados nos dela.

— Não fale comigo desta maneira. Eu posso estar contigo nesse plano, mas a única coisa, Justin… — ela puxa a sua mão com força da minha, acariciando a mesma com sua outra mão — …A única coisa que te peço é respeito. Nunca mais me toque desse jeito. Você não tem nenhum poder sob meu corpo — disse por fim, saindo de perto de mim. Porém, antes de bater os pés em direção as escadas, ela tromba seu ombro com o meu.

A porta do elevador se fecha, e eu fico ali, parado, sem entender o que passava em minha cabeça. Não sabia que ia atrás dela e dizia para calar a porra da boca, ou se apenas ignorava o fato de estar pensando em abraçá-la com todas minhas forças.

Nesses cinco segundos em que fiquei encarando a porta do elevador, tomei forças para me recompor e levar a diante a reunião que tinha para resolver. Girei os calcanhares, arrumei meus anéis nos dedos enquanto caminhava até os garotos, que fingiam estar concentrados nos papéis em mãos. É óbvio que ouviram tudo aquilo com os olhos brilhando, mas teriam de fingir que fora apenas um imprevisto.

A reunião rolou como o esperado. Os transportes de drogas foram feito com sucesso, e o suborno dos federais estava feito. Continuávamos no topo de Atlanta City, e a maioria dos políticos estava em nossas mãos. Dominamos o Uruguai com vendas de transporte de diversas coisas ilícitas, e pretendemos expandir o negócio cada vez mais. Movemos na economia cerca de 2,7 milhões por dia, portanto é difícil que alguém tente barrar nosso negócio, e mesmo que tentasse, falharia. Fui treinado e agora executo essa tarefa com força de vontade. A minha máfia não vai cair, ninguém seria capaz de ir contra os nossos princípios.

— Reserve um quarto no melhor hotel de Las vegas. Cinco dias. — digo para Ester, enquanto subia a escada.

Exausto com a reunião, e com a cabeça a mil, a única coisa que quero fazer agora é deitar em minha cama e dormir um pouco.

— Apenas o senhor fará Check-in?

— Não. Eu e mais uma pessoa — respondi, andando no vasto corredor que dava em direção ao meu quarto. Ester me acompanhava lado a lado, anotando tudo em seu tablet.

— Nome?

— Bliss Moore.

— A garota que estava com o senhor quando chegou? — perguntou, curiosa.

— Não lhe interessa.

Ester solta um muxoxo, desapontada. Ela trabalha para mim há anos, marcando tudo o que preciso e me acompanhando nos negócios. Ester é gostosa pra caralho, e só não tentei nada com ela pois é noiva de um cara, que aliás, trabalha para mim. Caso contrário, eu já teria dado o bote nessa loira faz tempo. Me contento quando ela chega ao meu lado com suas saias curtas, e sei que ela também fica excitada ao me ver malhar pela manhã, e faço questão de tentar seduzi-la. Mas prezo pelo seu profissionalismo, e ela leva isso bem a sério.

— Reservado. — falou, parando no meio do caminho — Encontro-lhe as nove horas no galpão está noite. Estarão te esperando lá.

— Confirme minha presença — respondi sem olhá-la nos olhos, caminhando em direção a minha porta.

Ao abrir, a minha visão ampla se resumiu apenas a ela, que dormia abraçada com o meu travesseiro. As janelas abertas faziam com que minha cortina tênue se sacudisse com o vento forte. Os raios de sol batiam em sua pele clara, e parecia refletir em meus olhos. Aproximei da cama, sem entender o motivo pelo qual ela dormia na minha cama, sendo que tem mais de cinco quartos disponíveis. Coloquei as mãos no bolso na calça jeans, observando-a. O peito subia e descia gradativamente, e a respiração calma me transmitia uma paz que nunca senti.

Sua pele parecia tão macia, e a necessidade de querer tocá-la me irritava. Queria beijá-la agora mesmo e com urgência, mas ver a sua calmaria constante me parecia mais satisfatório ainda.

Deitei-me ao lado dela, retraído, com medo de acordá-la e toda a minha paz se esvair.

Ela está aqui, porra. E eu posso tocá-la se quiser, posso sentir o seu gosto, porém não consigo. Algo me diz que não posso, e isso me deixa louco. Ela me deixa louco. Com seus cabelos cor castanho, e seus lábios desenhados. Eu precisava mais e mais de seu olhar reconfortante, e de sua respiração em meu pescoço. Eu preciso.

Eu preciso. Tomei coragem para erguer o braço. Eu preciso. Tomei coragem de tocar sua bochecha. Eu preciso. Afastei seus cabelos de sua face. Eu preciso. Me peguei encarando-a dormir. Eu preciso. Eu preciso. Eu preciso.

Encolhi-me na cama quando seus olhos azuis se abriram. Achei que ela me falaria algo, mas o seu silêncio permaneceu intacto. Até que ela o quebrou como se costume:

— Você tem medo.

— O quê?

— Você tem medo, Justin.

— Medo? De quê?

— De sentir.

Minha boca se secou, e meus músculos se contraem.

— Permita-se… — ela pega em minha mão, enlaçando nossos dedos — amar algo ou alguém — Bliss leva a mesma mão enlaçada para o peito, colocando onde eu sentiria seu batimento cardíaco — Não sinta medo de sentir. Não vou te julgar. Se você se abrir para mim, juro que te farei transbordar.

Então, sua respiração se acalmou. Um sorriso se formou em seus lábios, e ela fechou os olhos lentamente, ainda segurando minha mão, que parecia ser o encaixe mais perfeito do mundo.

Puta merda. Que mulher é essa?

 


Notas Finais


E aí? O que acharam? Comente, meus amores!


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