História Know No Better - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Kakilern

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Camren G!p, Lauren G!p
Visualizações 70
Palavras 2.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa Leitura!

Capítulo 1 - Strange


Fanfic / Fanfiction Know No Better - Capítulo 1 - Strange

Camila POV

Deixei o ar escapar pelos seus pulmões, levei as mãos de encontro a testa e fechei os olhos para tentar controlar a raiva que estava sentindo no momento. Até quando eu aguentaria esses tipos de propostas?!

— Então senhorita Cabello… Consegue compreender nossa oferta? — o homem totalmente elegante, que até então falava sem parar, chamou a minha atenção.

Soltei um longo suspiro e cruzei os braços, lançando um olhar tedioso para Austin, o sorriso arrogante na sua boca não passou despercebido por mim… Ele provavelmente achava que eu lhe desse uma resposta positiva.

— Senhor, você sabe muito bem que não pretendo vender minha empresa em troca desses trocos. Vá cuidar direito dos seus negócios em invés de vir aqui achando que vai conseguir algo. — o fitei de uma forma fria. — Meu pai levou anos para deixar isso aqui no topo e não vou vender “pedacinho” nenhum a você.

Austin arregalou os olhos com a minha declaração, soltando um leve suspiro para controlar seus nervosismos evidente e ajeitou sua gravata verde completamente brega .

— Não seja ingênua senhorita, você tem que entender que essa empresa pode cair a qualquer momento cair e creio que precisará de um investidor confiável.

Ele chegou mais perto de mim, tentando passar sua falsa confiança através de seus olhos claros.

— Escute bem. — sussurrei calmamente, bastante próxima do grandão. — Não preciso do seu dinheiro sujo, então.

Apontei para porta, onde minha assistente pessoal permanecia estática e pedi a mesma que abrisse aquele pedaço de madeira com um sinal.

— Você ainda vai se arrepender, Cabello, vou superar você muio em breve. Escute minhas palavras. — Austin me encorou por um logo tempo, bufou e sem delongas começou a caminhar em direção a saída da minha sala.

— Eu pensei que ele fosse me comer viva. — Dinah veio ao meu encontro soltando um pequeno suspiro amedrontado. — Você não tem medo dele?

— Claro que não, cheechee — levantei da minha cadeira macia, caminhando sem pressa até as persianas atrás de mim, as abrindo totalmente e revelando uma parede de vidro. Olhei a linda cidade por alguns minutos.

Eu era herdeira da grande empresa: Cable. Meu pai, Alejandro Cabello foi o consagrado cientista qual descobriu curas para diversas doenças que surgiram ao decorrer do tempo. Com isso a taxa de mortalidade do mundo caiu consideravelmente, animando maior parte da população, porém não todas. Papa sempre disse que era impossível agradar a todos.

Depois de cinquenta e cinco anos de descobertas, meu pai estranhamente morreu em um acidente de avião. Até hoje não descobrimos a causa da queda, acredito que o avião foi sabotado e a cada dia que se passa tendo encontrar pistas. Papai tinha muitos inimigos que estavam de olho na fórmula que poderiam “controlar” o mundo. Uma fórmula que até hoje a surpreende pela sua grandiosidade!

As únicas pessoas quais me restaram foram minhas amigas e a Sofia, minha única irmã. Ela era a pessoa que eu mais amava nesse mundo, cuidei dela como uma mãe, pois quando nossa mama morreu a Sofia era praticamente um bebê. Por isso meu dever era cuidar sempre dela, apesar da mesma já ser uma verdadeira mocinha… Confesso que tenho ciúmes das suas pretendentes.

— Mila, tenho medo de algo acontecer de mal com você. — Dinah, assistente de longos anos e melhor amigo, me abraçou de lado. — Então tome cuidado com Austin, ouviu?

— Relaxa, eu vou ficar bem. — acariciei seus braços no meu redor, aconchegando-se mais em seu peito e sem muito esforço consegui descansar sobre ela. — Nada vai acontecer comigo.

— Você é maluca às vezes, por isso fico tão preocupada, chancho. — a loira reclamou e repousou seu queixo em cima dos meus fios, deslizando a mão nas minhas costas. — Eu te amo, sua latina bunduda!

— Para de me chamar assim, Dinah!

Fingi estar ofendida, mas desistir de prender a risada quando a mais alta encarou meus atributos traseiros sem vergonha alguma, recebendo um tapa estalado no braço de mim.

— É melhor voltarmos ao trabalho. — a loira sugeriu, nos afastando com certa delicadeza, ela aparentava estar mais calma. — Quero ver minha Mani ainda hoje.

Concordei com ela e assim passamos o resto da tarde resolvendo alguns assuntos da empresa. Antes de anoitecer já alcançamos as metas do dia, talvez a animação da loira de ver a namorada o mais rápido possível, tenha feito nós acabarmos tudo cedo.

— Você tem certeza que não quer uma carona? Posso te levar em casa antes de busca a Sofia. — perguntei pela segunda vez para a DJ, enquanto andávamos na direção do meu carro.

Dinah soltou uma pequena risada e me puxou para outro abraço, porém esse foi mais caloroso e demorado, ficar agarradinha com a loira era o melhor.

— Sério! Não precisa, tudo bem? Pode ir tranquila. Nos vemos na segunda feira — ela depositou um beijo na minha bochecha e a lhe retribui com outro na testa. Eu amava nosso carinho uma pela outra! — Liga para mim ainda hoje, baixinha.

— Até!

Entrei no meu Porsche, vendo a loira se afasta do carro pelo espelho retrovisor, depois de arrumar algumas coisas no banco do passageiro, já que Sofia odeia ver o local todo bagunçado na hora dela ocupar o mesmo. Apesar de ter visto ela de manhã, minha saudade daquela pirralha começou a bater no meu coração, ficar longe dela era muito doloroso para ele. Porque…

“Não havia mais ninguém dominando ali além dela.”

 

 

(**)

 

— Sofia, você poderia ter me esperado? Hum? — reclamei com a menor, adentrando o veículo depois da mais Cabello mais nova, encarando indignada para mesma qual me deu de ombros.

— Você ficou de papo com a minha melhor amiga. Sabia que eu estou tentando pegar ela? — Sofia devolveu minha pergunta com outra, pera ela está querendo pegar a melhor amiga?!

— Tá querendo pegar a Taylor? Brincar com sentimentos dos outros não é legal, sabia? — liguei o carro, dando partida no mesmo, o pondo na estrada de novo. — Isso é errado, pensei que gostasse dela.

— Mila… É apenas uma noite, aposto que a Taylor nem vai ligar. — um sorriso cafajeste se formou nos lábios da mais velha, como se ela estivesse pensando em algo bastante pervertido.

A fitei incrédula, porém não quis me intrometer nessa situação, eu sabia que quem sairia machucada nisso tudo seria as duas se a Sofia continuasse pensando assim. A minha irmã tinha esse problema, ela achava que ficar com seus amigos não ia interferir na amizade; mas, dessa vez era com Taylor! A menina nutria sentimentos profundos por Sofi e era mais que obvio.

Ficamos em silêncio, então preferir me concentrar na rua do que pensar num assunto para conversar com a menor, pois não estava no clima. Enquanto me perdia nos meus pensamentos, Sofia procurava uma estação de rádio que passasse algumas músicas legais já que ela não escondia sua expressão de tédio. Ela achou uma que a agradou, catando junto da música que tocava ali.

Soltei um suspiro cansado escapar de meus lábios, sentindo sua cabeça latejar com a cantoria de Sofi. Cutuquei sue ombro procurando pela atenção dela.

— O que é? — a menor ficou irritada por eu atrapalhar a sua cantoria.

— Você pode ficar quieta. — coloquei meu dedo indicador na frente da minha boca, informando que ela deveria ficar calada, podia sentir minhas têmporas latejarem. — Eu estou com dor de cabeça.

— Isso é problema seu! — Sofia aumentou mais ainda o rádio, me deixando extremamente chateada pela sua falta de consideração, mas eu tinha que impor respeito.

— Como é que é?

— Você está sempre com dor de cabeça, Camila. Fica enfurnada naquela empresa todo santo dia! Por que você não tenta relaxar um pouco? Papai ficaria feliz. — ela brigou comigo, mas logo parou de falar, como se tivesse lembrado de algo. — Mas o papai não está aqui…

Fiquei profundamente irada com as palavras da Sofia, mencionar o nome do nosso pai era quase um tabu para mim, num rápido movimento desliguei o rádio, sendo a gota da água para mais nova que explodiu do meu lado.

— Não, Sofia! — segurei o pulso da menina impedindo que ela ligasse o som de novo, me deixado mais furiosa ainda, essa piralha não a obedecia.

— Me solta! Ninguém mandou desligar! — Sofia ligou a merda daquela caixa de novo e fiz uma nota mental que eu jogaria aquela droga fora ainda hoje!

Ficamos em uma briga de desligar e ligar o aparelho, eu nem prestava mais atenção na estrada, muito menos do volante qual havia largado a alguns segundos. O carro se chocou em algo, causando um forte barulho, o que fez nós duas soltarmos um grito agudo assustado.

— Meu Deus! O que houve? — o farol do carro iluminava o asfalto, chegando a conclusão que não tinha outro veículo qual devíamos ter atingido.

— E-Eu não sei… — Sofia se escondeu atrás de mim, como se a qualquer momento fosse me jogar na frente de algo e depois ia sair correndo.

Abri a porta do carro, saindo do mesmo, olhei para todos os lados estranhando ver a estrada completamente deserta. Sofia saiu do veículo também e teve que segurar um berro porque viu a capota do carro destruída… Eu ia dar o carro para ela de aniversário de dezenove anos, mas não vou dar mais.

— Não que batemos?! — perguntei a mim mesma e o desespero de não ver nada me deixou mais apavorada ainda.

— Numa pessoa…

Encarei a menor, qual apontava para algum ponto atrás de mim, e assim que segui seu dedo com os olhos, quase tive uma parada cardíaca ao ver uma pessoa jogada no chão estando alguns metros de distância de nós.

— Ferrou, Camila! — Sofia andava em círculos, enquanto falava coisas sem nexo, como, “Eu vou ser presa!”, “Não vou ganhar o carro”, “Nem comi a Taylor!”.

Ignorei a minha irmã, correndo ao encontro da pessoa ainda largada no asfalto, quando me aproximei do corpo vi que se trava de uma mulher. Com cuidado me coloquei de joelhos e comecei a observar a desconhecida, vendo que a mesma vestia uma roupa muito estranha. Parecia uma roupa celestial, pensei. Toquei suas vestes brancas, procurando por alguma mancha de sangue, porém não encontrei nenhuma.

— Moça?! Você está bem? — toquei seu ombro, sacudindo-o com certa força, não obtendo nenhuma resposta. Continuei observando a mulher, sentindo uma pequena corrente elétrica percorrer meu corpo quando tocou no rosto pálido.

— Ela tá morta? — a Sofia ficou próxima da gente, encarando a mulher também surpresa, por ver a mulher ilesa.

— Eu espero que não. — olhei para a face delicada, pondo minha mão sobre a mesma acariciando-a sem ao menos perceber.— Ei! Olá?!

Sacudi a mulher desacordada, porém não obtive nenhum resultado assim como antes, podia sentir meu coração bater mais rápido em desespero, se aquela mulher estivesse morta, isso traria muitos problemas para sua vida.

— Merda! Vou ligar para ambulância dizendo que tem uma mulher desmaiada na pista.

Sofia pegou o celular no bolso da frente da sua calça jeans e pude perceber como suas mãos estavam trêmulas assim que ela pegou o seu Iphone, a caçula discou o número do socorro as pressas.

— O que foi? — vi o celular da menor entrar em contato com o concreto e fiquei sem saber o porque daquela reação, além da mesma não falar nenhuma palavra apenas olhara para frente.

A mais nova abriu seus lábios, no entanto, nada saia da sua boca. Ela só fez um movimento com a cabeça para frente, como se estivesse me pedindo para me virar. Assim que virei o rosto quase desmaie com a visão da mulher, que até então estava desacordada, olhando para mim.

— Por favor, não nos mate! — Sofia saiu correndo, se escondendo nas minhas costas, pois eu já tinha levantando do chão e estava praticamente do lado do carro de tanto que corri. — Se quiser, pode levar minha irmã!

— O que?! — arregalei os olhos chocada, quando a Sofi me empurrou na direção da desconhecida, me usando como um verdadeiro escudo humano.

A estranha se levantou da estrada, deixando nós duas surpresas por vermos que a mulher parecia fisicamente ótima, não encontrei sequer um machucado nela. A desconhecida olhou para nós com os olhos confusos, depois olhou sua veste, deixando-a mais confusa ainda.

— Você está bem, moça? — arrisquei perguntar já que praticamente estava cara a cara com a mulher, qual me encarou desconfiada com seus olhos verdes mais lindos do que os normais.

A mulher de pele pálida franziu o cenho, parecendo pensar no que ia responder. Ela levou os dedos até os lábios e tocou os mesmos, fazendo uma expressão estranha o que fez Camila lentamente se aproximar da estranha, que logo veio ao seu encontro.

— Pode me dizer seu nome? — podia sentir sua respiração se misturar com a minha, tamanha aproximação que ela manteve comigo.

A morena ficou em silêncio e fez questão de olhar no fundo dos meus olhos, provocando uma sensação calorosa em meu peito, a mulher me deu um pequeno sorriso torto; linda! Feche os olhos ao sentir suas mãos no meu rosto, relaxando estranhamente com o calor de sua pele na minha, quando tive coragem de voltar a manter contato visual novamente com aquele mar verde.

— Camila! Se afasta dele, pode ser uma estupradora! — Sofia sussurrou, correndo até mim, mas ela voltava toda vez que a morena agarrada olhava a mesma por curiosidade.

Ignorei o apelo da minha irmã e ri com seu medo de chegar perto da mulher, com cuidado botei minhas mãos nas suas bochechas rosadas da desconhecida, que ficou surpresa e estática com a ação.

— Eu sou Camila Cabello e aquela é minha irmã, Sofia. — nos apresentei calmamente, olhando-a com cuidado e carinho. — Você pode nos dizer seu nome?

A mulher desviou o olhar do meu por um momento, como se estivesse querendo se lembrar de algo. Até que ela pareceu ter se situado, voltando a chocar aqueles olhos verdes, quais me tiravam o ar toda vez eu os fitava, aguardava ansiosamente por uma resposta sua.

— La-Lauren. — a morena respondeu e tremi ao ouvir aquela voz rouca e ao mesmo tempo delicada entraram pelos meus ouvidos; sem dúvidas eu não ia esquecer aquela rouquidão. — Lauren.

— De onde você é, Lauren? — acariciei a pele das maçãs da sua face com os dedões, procurando acalmar a mulher e para sua própria surpresa aquilo estava lhe fazendo bem; fazer carinho em Lauren lhe deixava bem.

— E-Eu não lembro.

A morena nem sequer havia parado para pensar, o que me fez acreditar na mesma. Encarei minha irmã, qual ainda permanecia parada atrás de nós meio impressionada por algum motivo.

Começamos a trocar olhares significativos, como “Ela vai com a gente!”, da minha parte e “Ela é uma desconhecida!” da parte de Sofia. A Cabello mais nova bufou por ter perdido a batalha.

— Estamos ferradas! — Sofia resmungou, roubando um olhar reprovador de mim, fazendo a menor se encolher inteira.

 

“Lauren precisava de mim!”


Notas Finais


Espero que tenham gostado do primeiro capítulo, também espero voltar com uma capa nova sdfusidfg Até a próxima!


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