História Know That I Hate You - Capítulo 8


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Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Tags Everllark, Jogosvorazes, Katniss, Peeta, Peetniss, Thg
Exibições 65
Palavras 1.828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oooie minhas alcaçuz do meu core, desculpem-me o sumiço, eu sei que falei que voltava no máximo em 4 dias, mas infelizmente um dia depois a coordenadora passou nas sala avisando que na semana seguinte (semana passada) haveriam as últimas provas, hoje teve um simulado e amanhã e depois mais duas provas importantes, depois disso: HIIII FÉRIAS SUA LINDAAAAAAA.... Eh isso, beijos e boa leitura ❤️

Capítulo 8 - Peeta Com Ciúmes


Leiam as notas iniciais please

Saio andando pelo colégio, se eu tivesse aquelas motoquinhas, eu pegava e saia por aí, sem rumo, sem hora pra voltar, iria curtir minha vida, mas, eu não tenho, que pena. Lamentável. Rio sozinha com os meus pensamentos. Os enormes e gélidos corredores da School Of Heirs estão vazios, e isto, me é admirável, sempre estão cheios, e sim, minha escola chama "Colégio Dos Herdeiros", estranho, não é? Mas é que aqui, todos são herdeiros de famílias muito importantes, filhos de donos de multinacionais, grandes empresários, médicos ou advogados renomados, tem alguns bolsistas, esses são poucos, muitos aqui, não gostam de "se misturar", coisa que eu acho tola, afinal, somos todos iguais, não é mesmo? Temos sangue correndo nas veias, somos de carne e osso, e quando morrermos teremos o mesmo fim: de baixo da terra, sem riqueza alguma. Eu sinceramente não me importava com o dinheiro, não esnobava ninguém por eu ser rica, pois o dinheiro, nada mais é, do que dos meus pais, eles conquistaram isso, ou meus avós, sei lá, mas o dinheiro não era meu, não necessariamente, eu e Prim futuramente o herdaríamos, mas até lá, muita coisa vai acontecer, minha mãe é advogada, e meu pai dono de uma multinacional, meu avô era dono da multi, a qual passou para as mãos de meu pai e que, futuramente estaria em minhas mãos, e isso era muita responsabilidade. Saio de meus devaneios quando esbarro em alguém.

— Desculpe-me. - Disse a pessoa, estendendo a mão para me ajudar a levantar, sim, eu caí, vamos falar claramente: EU ME ESTABAQUEI NO CHÃO, que maravilha!

— Tudo bem, só olhe por onde anda. - Dirijo meu olhar para o homem, eu o conhecia, sabia disso. Mas, de onde? Pensa Katniss, pensa, pensa, pen... Oh Deus! Não pode ser! Como isso é possível? 

— Katniss!? 

— Tio Josh?

— Eu mesmo, lindinha. - Fala me abraçando, eu correspondo.

— Quanto tempo!

— Você cresceu muito, está uma moça muito linda! Como vai minha irmã?

— Mamãe está muito bem. - Digo.

— E o que a senhorita estava fazendo?

— Pensando.

— No que? - Que curioso!

— Na vida. - Ele ri, e não tem como, eu rio também. 

— Ainda me lembro quando você era uma bebezinha, com os seus grandes olhos cinzentos, prestando atenção em tudo que fazíamos. - Sorrio.

— Quanto tempo você vai ficar por aqui?

— Só passei aqui pra matricular Ian e já estava de saída.

— Você se mudou pra cá?

— Sim.

— O primo Ian, vai estudar aqui? - Ele assente. - Sério mesmo?

— Claro.

Conversamos mais um pouco e meu tio vai embora. Continuo andando, vejo um garoto parado na secretaria, ele me era familiar. Ian! Meu Deus! Como ele ficou gato! Eu pegaria, mas sabe, incesto não é comigo. Corro e pulo em suas costas, ele quase cai.

— Deus meu! - Ian.

Saio de suas costas.

— Ian, seu lindo! - Ele me fita, me analisa de cima a baixo e uma luz aparece em sua cabeça.

— KATNISS! - Grita.

— Fala baixo, seu louco.

— Você tá muito diferente. - diz.

— Você também!

— Olha, você tá muito gostosa, muito mesmo, mas, sabe priminha... - Ele faz uma pausa. - incesto não é meu forte. - Caímos na gargalhada.

— Trouxa. 

— Enfim, me aprensente a escola, please... 

— Sim. 

Passamos pelos corredores ainda vazios, mostro cada canto da escola, estamos chegando nos dormitórios.

— Qual seu dormitório? - Pergunto.

— Corredor B, quarto 501.

— Ótimo - Sorrio. - Eu fico no quarto 500.

Chegamos à porta do quarto.

— Está entregue, madame. - Brinco.

— Tonta. - Rimos. 

Dou uma beijo em sua bochecha e vou para meu quarto.

Peeta Pov's

Após Katniss sair, fico pensando no que poderia ter acontecido, eu sei que foi certo ela ter parado, eu fiquei chateado, mas para falar a verdade, nem eu estava pronto ainda. Você deve estar pensando: "Meu Deus Peeta, você ainda é virgem!?" Sim, eu sou! Qual o problema? Talvez pareça coisa de outro mundo um adolescente de dezessete anos ser virgem, mas, devo lhe dizer: não é coisa de outro mundo! É normal! Eu quero ter minha primeira vez, depois de casado, pode ser que pareça antiquado, mas para mim, não é! É só um meio de me previnir, é escolha minha! Graças a Deus, nada aconteceu.

Ando pela escola em busca de algo para fazer, quando vejo Katniss abraçada com um garoto alto e moreno, eu o conhecia de algum lugar, mas não sei de onde. “Ela não te ama Peeta” repeti a mim mesmo, voltei para o quarto. Eu a amava, muito, desde que éramos pequenos, meu primeiro beijo foi com ela. Logo pensamentos do passado me invadem.

Flashback

Estamos correndo em volta do lago. Ela está linda, com um vestido florido todo rodado, está com duas tranças ao invés de uma e descalça.

– Katniss, Peeta! - Os pais dela nos chamam.

– O que houve? - Ela pergunta.

– Vamos lanchar. - Minha mãe responde.

Nos sentamos numa típica toalha de piquenique: xadrez vermelho com branco. A toalha está repleta de coisas gostosas. Bolo de chocolate - meu favorito -, rosquinhas, pão de queijo - um tipo de salgado brasileiro -, suco de laranja, morangos, maçã, e outras coisas.

Comemos, tiro minha roupa, estava de sunga, azul, ela tira o vestido dela, revelando um biquíni rosa, cheio de franjinhas e vamos nadar no lago.

– Ah Kat, qual é? - Digo.

– Eu tenho medo, Pee.

– O que pode acontecer?

– Vai que tem um monstro aí e ele me puxa. 

– Eu te protejo.

– Promete? - Ela estende o dedo mindinho.

– Prometo. - Enlaço meu mindinho no dela.

Ela me dá um selinho. E eu fico todo contente, estufo o peito, olho para onde nossos pais estão, todos rindo do que aconteceu, meu pai manda-me uma piscadela.

Pego em sua mão e entramos no lago, ficamos brincando até anoitecer, nossos pais nos chamam, saio do lago e ela me abraça, não entendo, mas retribuo.

– O que houve Kat? - Pergunto.

– Obrigada por ficar comigo.

– Sempre irei ficar.

Vamos para os carros abraçados.

Nos despedimos e fomos embora.

Fim do Flashback

Sorrio com essa lembrança. Tenho falta de quando éramos crianças, tão inocentes, não víamos maldade em nada, tudo que fazíamos era brincar, sem se importar com o amanhã, se eu pudesse, eu voltaria ao passado. Fico pensando mais um pouco, e Katniss logo entra no quarto, toda risos, claro, ela estava com um "bonitão" por aí.

— Oi. - Diz.

Não respondo.

— Se é por mais cedo Peeta, me desculpa, mas eu não estou preparada. - Não, não é por isso!

Fico em silêncio. Ela suspira.

— Vamos Peeta, o que houve? - Ela pergunta. - Sou eu, Katniss, que te conheço desde que ainda éramos embriões.

Permaneço quieto.

Katniss Pov's

Ele está muito estranho, quando saí do quarto horas mais cedo ele estava chateado, mas não pensei que recusa-lo chegaria ao ponto dele não querer nem falar comigo.

— Peeta, olha, eu sou virgem ainda - Coro - e quero que minha primeira vez seja especial, não estou falando que você não é o homem certo para mim, mas é que eu quero me guardar, sabe? Pra depois do casamento... Talvez você ache isso uma tolice, mas para mim, não é, é algo importante, não sou antiquada, só quero me preservar, assim evito de pegar qualquer doença, ficar grávida ou até mesmo me arrepender depois, desculpe, não pensei que rejeitar fazer sexo com você, chegaria ao ponto de você nem querer falar comigo. - Termino.

Ficamos um tempo em silêncio, e ele começa a falar.

— Não é questão de você ter me rejeitado Katniss, eu também sou virgem, assim como você, só quero ter relações após o casamento. - Fico chocada e levo a mão a boca.

— Vo-você a-ainda é vi-virgem? - Gaguejo.

Ele suspira.

— Sim, eu sou.

— Por céus, está falando sério?

— Uhum. - Murmura.

— Eu pensei que... - Ele me corta.

— Todo mundo pensa Katniss, todo mundo pensa que sou um tremendo galinha filho da mãe, que faz sexo com todas, mas isso não é verdade, eu nunca fiz. - Eu não conseguia acreditar.

— Está falando sério? - Ele assentiu. - Tem certeza?

— Não Katniss, imagina, alguém pegou meu corpo, fez sexo com ele e devolveu sem eu perceber. É claro que tenho certeza.

— Mas, então, por que você está estranho?

— Nada...

— Peeta

— Katniss

— Peeta

— Katniss

— Pee - Chamei-o pelo apelido de quando éramos crianças e ele sorriu, sorri de volta.

— Kat

— Me fala.

— Não.

— Por favor. - Me aproximo dele, ele nega, me aproximo mais. - Fala pra mim.

— Não.

— Por favor meu amor. - Ele me encarou surpreso, me arrependi no segundo seguinte de tê-lo chamado de "meu amor", mas não demonstrei isso. Distribui beijinhos pelo seu rosto.

— Isso é baixaria Katniss. - Fecha os olhos, eu sorrio.

— Me fala. - Faço uma trilha de beijos em seu pescoço.

— Meu Deus Katniss, eu não vou falar! - Disse convicto, esse tio é mais difícil de convencer do que eu pensava.

— Não mesmo?

— Não mesmo.

O beijo, minhas mãos vai para seu cabelo, puxo os fios curtos de sua nuca, com a outra mão arranho seu pescoço, ele me puxa mais para si, me prendendo ainda mais ao beijo, era um beijo voraz e apaixonado ao mesmo tempo. Nossos pulmões gritam por ar, fazendo com que o beijo tenha seu fim.

— Me fala, por favor amor. - É eu deixo escapar de novo. Quer saber? Que se dane.

— Bom... Você venceu. Então... E-eu, me-meio - o interrompo.

— Pare de gaguejar por favor. - Rio.

Ele me mostra a língua, e eu mordo ela.

— Hey maldade! - Ele diz rindo.

— Agora ande logo, fale.

— Euvivocêabraçandoumgaroto. - Diz rápido.

— Mas o que? Fale mais devagar por favor...

— Eu vi você abraçando um garoto. 

Ah! Foi isso, sorrio para ele.

— Que bonitinho, ele tá com ciúmes. - Digo apertando suas bochechas.

Ele fecha a cara.

— Não estou com ciúmes.

— É claro que está. 

— Não.

Faço cara de cachorrinho que caiu do caminhão de mudança.

— Tá bom então, ninguém me ama nesse mundo, ninguém sente ciúmes de mim nesta face da terra, fazer o que, se não sou nada, pra ninguém. - Finjo chorar.

— Oh meu Deus, - Ele me abraça, eu não correspondo. - Amor meu, sim eu fiquei com ciúmes, e daí? Quem não teria? Você é uma mulher linda, com um corpo lindo, um beijo maravilhoso, você é tudo de bom, e eu te amo por isso é por tudo mais. - Arregalo os olhos, ele sorri.

— Você o que? - Pergunto.

— Eu te amo.

— Repete por favor, acho que não ouvi direito.

— Eu te amo, Katniss Everdeen.

— Eu também te amo Peeta Mellark, eu também te amo.

Nos beijamos novamente, um beijo como nenhum outro, devo lhe dizer, que foi um tanto fofo, o melhor beijo que recebi durante minha vida inteira, se por um acaso, fosse possível, eu congelaria este momento, pararia minha vida aqui, agora, para não ter mais problemas. Nos separamos um tempo depois.


Notas Finais


Deixem seus coments pfv, falem no que devo melhorar, me deem sugestões... Ateh a próxima, bate kiss ❤️❤️


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