História Knowing You Better - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Justin Bieber, Madeline Ford, Raposinha
Exibições 68
Palavras 2.853
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoinhas!!!

Mais um capítulo para vocês, meus amores. Quero agradecer aos comentários e os quase 60 favoritos na fanfic. Estou amando muito isso!
Estamos chegando na parte da fic que o sonho "acaba", mas não me abandonem, ainda temos muitas coisas para acontecer com esses dois.
Espero que gostem!

Boa leitura!♥

Capítulo 8 - Bye Bieber, until someday


Quatro horas de voo, três horas de diferença de fuso horário de Los Angeles à Nova Iorque. Ganhei três horas a mais no meu Domingo, ou seja, perdi o dia. Saímos às 2:00 pm e chegamos às 9:00 pm de acordo com o fuso horário. Por que esse país não pode ter um horário só? Melhoraria minha vida. 

Durante a viagem não fizemos nada de interessante. Lanchamos, ouvimos música e dormimos. Ficar quatro horas voando seria bastante chato num voo normal, mas em um jatinho super equipado não tem tédio, no entanto o sono bateu e aproveitamos. O problema foi despistar a imprensa e os paparazzis no aeroporto. Tivemos que sair pelos fundos. Além de ter um lugar para Mikey e Mark ficarem, já que o patrão deles vai dormir no meu pequeno apartamento. Foi resolvido que eles iam ficar em um hotel na mesma rua do meu prédio. 

Cumprimentamos o velho porteiro, senhor Gardner, e seguimos para as escadas. 

— Não acredito que aqui não tem elevador. — me olhou rindo, me pegando no colo. Assenti rindo também, sei que ele odeia elevadores e morre de medo. Creio que ele esteja aliviado por não entrar em um. Mikey levava minha pequena mala, contra minha vontade, e a cadelinha Esther. Pois eu estava sendo carregada pelo seu chefe. 

Chegando no quinto andar, peguei a minha chave no bolso da mala e abri a porta, revelando outra cadelinha que latia por sentir e ver a outra. Logo o corredor foi preenchido pelos latidos. 

— Marie, calma bebê. — peguei ela no colo e deixei que eles entrassem. Justin pegou Esther e ficou falando com Mikey recebendo algumas instruções antes de nos deixar. Me despedi dele e fechei a porta em seguida. 

— Não sabia que você tinha uma mascote. — ele pegou Marie no colo que logo se aquietou e ficou brincando com a Esther, as duas no colo dele. 

— É, você nunca perguntou. — ri fraco. — Charlotte? — gritei seu nome para que ela soubesse que eu cheguei. 

— Ai meu Deus! Eles chegaram! — ouvimos sua voz vindo do quarto. Justin ria com o desespero dela no outro cômodo. — Anda Kile, se ajeita! 

— Para com isso, Amor. É só um cara normal. — Kile tentava acalmar a namorada histérica. 

— Cala a boca e se veste! Eu falei pra você... — disse ela saindo do quarto ajeitando o cabelo. — Oh, Justin Bieber! Finalmente nos conhecemos — ela veio até nós e apertou a mão dele. 

— Sim, finalmente eu conheci a fósforo. — sorriu apertando a mão dela e olhando para além dela, onde Kile apareceu apenas de bermuda com uma cara de quem comeu e não gostou. Eles dois apenas fizeram um aceno de cabeça. 

— Ah, me desculpe pelo mal educado do meu namorado. Estão com fome? — negamos com a cabeça. 

— Fósforo, então, acabamos de perder o Domingo inteiro, vou levar o Justin pro quarto pra ele tomar um banho e descansar... 

— Ah safada, já vai dar uma rebolada no Bieber, né? — ela disse escandalosa como sempre e ria. Não sabia onde eu enfiava a minha cara. Essa garota só sabe me fazer passar vergonha. Nesse momento, Kile gargalhava, as cadelas corriam pela casa, eu ficava igual um tomate e Justin ria descontraído. 

— Olha, Charlotte, se ela fizer isso eu não vou reclamar de jeito nenhum. Tentámos isso umas três vezes hoje, mas uma certa pirralha não deixou. Estou com o pau latejando. 

Agora eu quero sumir. Como ele fala isso desse jeito? Tudo bem que o casal a nossa frente são meus amigos, mas não há necessidade deles saberem disso. Não mesmo. 

— Justin! — o repreendi. 

— Cara, gostei de tu. Charlotte me fez parar só pra falar com vocês. — se ouve um estalo. É a minha amiga agredindo seu namorado por abrir a boca. 

— Cala a boca. — ela disse entre dentes. 

Só tem maluco nessa casa. Socorro! 

Ela saiu arrastando Kile para seu quarto. Aproveitei e levei Justin para o meu. Já foi vergonha alheia demais. Abri a porta de correr revelando o cômodo e entramos no mesmo. Segui pelo quarto indo até o meu closet, iria pegar um pijama confortável e tomar um banho. Voltei do closet com Justin já na minha cama, todo a vontade só de cueca. Deus amado, vou tomar um banho gelado. 

— Han... Vou tomar um banho, tá bom? — apontei para o banheiro e fui tirando o sapato. 

— Vou com você. — levantou da cama e me acompanhou até o banheiro, já tirando a cueca. Ele fica super a vontade em qualquer lugar. 

— Olha, não é como a sua suíte, mas... 

— Relaxa, raposinha. — ele sorriu me abraçando por trás desabotoando o meu short jeans. Tenho quase certeza que não vai ser só um banho. Com o fogo que ele está hoje, devo sair esfolada. 

Assim que meu short, junto a minha calcinha, já estavam no chão, foi a vez do meu cropped com o sutiã. Sua excitação já cutuca a minha bunda e isso estava me excitando também. Me levou até o pequeno box, espalmou minhas mãos na parede e suas mãos grandes passeavam pelo meu corpo com pura malícia. Seus lábios sussurravam em meu ouvido o quanto ele esperou para fazer isso comigo hoje. Ele me contou tudo o que ele queria fazer comigo e foi impedido. A cada palavra eu me excitava mais, juntando com os seus toques gemidos eram arrancados de mim. Jamais imaginaria que ele fosse tão safado assim. Essa carinha de bebê é tão enganosa. 

Em um movimento rápido, ele me virou de frente pra ele, me erguendo em seu colo e me apoiando na parede. O prendi entre minhas pernas e seu membro roçava em minha intimidade me dando mais tesão. Seus lábios tomam os meus com volúpia. Suas mãos, uma em minha nuca e a outra acariciando meus seios, apertando-os com força e beliscando o mamilo. Tudo isso me levava a loucura. Agora percebo o quanto eu, também, aguardei por isso o dia todo. 

— Você toma remédio? — sussurrou bem próximo ao meu ouvido. Me arrepiei com sua respiração batendo em meu pescoço. 

— Sim, injeção. — respondi recebendo uma leve mordida abaixo da orelha. Logo seu membro escorregou pela minha intimidade, se melando com a minha lubrificação antes de me penetrar de vez. 

Meu Deus! 

Sem a camisinha é melhor ainda. 

Segurei em seu ombro para o ajudar com os movimentos subindo e descendo o meu corpo de encontro ao seu. Suas mãos agora estão em minha cintura, segurando com firmeza para que eu possa receber seus golpes sem problemas. Meus gemidos começaram a ficar constantes devido aos golpes incessantes vindos dele. Finquei minhas unhas em seus ombros, estava quase lá, porém ele chegou ao ápice primeiro e rapidamente se retirou de dentro de mim. Creio que para não arriscar. Senti alguns respingos nas minhas costas, ele apoiou a cabeça em meus seios, aproveitando as sensações que ele sentia no momento. Fiquei acariciando seu cabelo molhado pelo suor esperando ele se recompor. Logo senti suas mãos me acariciando novamente. Seus dedos longos circulavam  meu clitóris sensível me trazendo o prazer novamente. Seus olhos encontraram os meus, sua boca buscou a minha me beijando avidamente me proporcionando mais prazer. Gemi contra seus lábios sentindo o orgasmo se aproximando, até que ele veio me deixando mole. Justin me segurou em seu colo, onde apoiei minha cabeça em seus ombros me recuperando da onda de prazer. 

— Só para você saber, isso é só o começo. — riu me fazendo rir também. Saí de seu colo, precisando ainda me apoiar nele para me manter firme. Abri o registro do chuveiro e indo finalmente tomar banho. 

Não demoramos muito no banho e logo saímos para nos vestir. Charlotte havia me mandado uma mensagem em que dizia ter pedido pizza, mas não sabia o sabor que Justin gosta. Perguntei a ele que respondeu comer todos os sabores. Guloso. Nos vestimos e fomos para a sala, assistir filme com Charlotte e Kile, além de comer as pizzas. 

— Nossa, achei que não veria mais vocês hoje. — Charlotte brincou, arrancando um sorriso lindo de Justin. 

— Ah, era muito desejo reprimido. — ele disse um pouco envergonhado. 

— Pow, cara, te entendo. Até veio uma vizinha aqui reclamar de uns barulhos estranhos... Ai! — minha amiga havia beliscado seu namorado. 

— Mentira dele. — ela informou.  

Justin parecia estar gostando bastante de tudo isso. Seu sorriso no rosto não se desfazia por nada. Talvez era o seu momento "garoto normal com os amigos", o seu dia "normal" em meio a tanta atenção. Ele e Kile se deram muito bem, principalmente por serem bastante competitivos. Disputaram até quem comia o pedaço de pizza mais rápido. Algo muito adolescente para dois marmanjos de vinte e poucos anos. 

Assistimos um pouco de TV, todos deitados no carpete. As cadelas estavam deitadas em cima do Bieber e o mesmo se recostava em mim que estava sentada com as costas apoiadas no sofá. Mexia em seu cabelo fazendo um cafuné enquanto assistia ao episódio de uma série nova.  

— Raposinha... — minha amiga me chamou, a encarei. — Biebs dormiu e já são duas da manhã. Vamos levar nossos boys magias pro quarto. — depois dessa declaração eu tive que rir. Essa garota é uma palhaça. 

Tirei as cadelas de cima do loiro e o cutuquei para que levantasse. Ele resmungou um pouco, mas levantou me seguindo para o quarto. O deixei na cama com as cadelas abusadas — até elas são abusadas meu Deus! — e fui arrumar a bagunça na sala. Não quero ter que arrumar tudo amanhã cedo, ou seja, daqui a algumas horas. Terminei tudo e voltei para o quarto deitando no pequeno espaço que me deram na cama. 

O loiro dormia tranquilamente. Sei o quanto ele queria uma noite bem agitada com sexo até não aguentar mais, porém o fuso horário e o cansaço do dia nos impediram. A partir de amanhã, não sei se teremos mais Justin e Emma.  

  

[...]  

  

  

— Emma... — ouço uma voz bem ao longe, aparentemente rouca. — Vamos, Emma. Não me deixe mais um dia sem sexo com você. — me espantei com o que ouvi e abri os olhos rapidamente. Os olhos caramelados me encaravam com um sorriso cafajeste no rosto. 

Safado. 

— Por favor, não me deixe ir embora sem isso. — se deitou por cima de mim, se encaixando entre minhas pernas deixando com que eu sentisse sua ereção matinal, ou era excitação mesmo, não sei, o que sei é que está me despertando. 

Olhei no relógio do criado mudo e eram seis horas da manhã. Daqui a duas horas tenho que estar na universidade. Acho que da tempo de um sexo matinal. Abri um sorriso e acariciei seus cabelos bem curtinhos. Tampei minha boca e ele entendeu o recado começando a distribuir beijos pela clavícula e indo até entre meus seios, onde ele empurrava a abertura da regata do pijama com o queixo. Logo se ajeitou por cima de mim, se sentando, começando a descer as alças da regata e continuando com seus beijos bem lentos e excitantes. Não conseguia evitar as arfadas e a respiração já acelerada. Em segundos a regata foi retirada de mim e agora sinto suas mãos pelo meu busto, apertando, massageando. Seus lábios também entraram em ação me proporcionando um prazer absurdo com apenas as carícias. Mais uma vez, as mãos estão pelo meu corpo, arrancando o short juntamente com a calcinha. Eu nunca vou me acostumar com essa sensação de tê-lo me tocando. Talvez essa seja a última, não é mesmo? 

Meus pensamentos foram apagados assim que senti uma lambida em minha intimidade. Oh não, ele não vai... Oh sim ele vai sim! Oh meu Deus! Um gemido alto preencheu o quarto. Olhei em sua direção e o mesmo estava com um olhar pervertido enquanto me proporcionava prazer com essa boquinha linda que ele tem. 

Deus, perdoe os meus atos pecaminosos, mas muito gostosos por sinal. Ai Deus, me perdoa! 

Ele parou e me encarou. Por que ele parou? Ele se sentou na cama e me chamou para o seu colo. Ah, entendi o recado. E mais uma vez, sem camisinha. Que bonito, Bieber. 

— E a camisinha? — o questionei. 

— Relaxa, não vai ser dentro. — pegou minha mão me puxando pro seu colo. Cruzei os braços e arqueei a sobrancelha. Essa historinha de não vou gozar dentro é muito manjada. Mesmo que eu tome injeção, nada é 100% confiável. — Ah raposinha, fizemos sem ontem e foi muito melhor. — ok, isso eu tenho que concordar, porém... 

— Mas ontem estávamos tomando banho. — indaguei. 

— Quer tomar banho, então? — fez graça. Revirei os olhos mostrando minha pequena  irritação e me sentei em seu colo me ajeitando sobre seu membro. Enrosquei meus braços em torno do seu pescoço. — Quer uma musiquinha? — assenti rindo. — Ótimo. 

Se esticou até meu celular — já me acostumei com o abuso — e colocou na minha música favorita, nem preciso dizer qual é, deixando no repeat. Acho que duas horas vai ser pouco. A música começou e ele voltou para as carícias, distribuindo beijos e apertos por onde dava. Acabei me deixando levar pela música e me movimentava de acordo com o ritmo. Às vezes ele cantava algum verso em meu ouvido me deixando completamente excitada. Fechei meus olhos me permitindo apreciar todas as sensações daquele momento enquanto aumentava o ritmo dos movimentos gradativamente. Estamos transando ao som de Hold Tight e está sendo ótimo. 

— Them lips won't let me go. — ele sussurrou essa parte deixando uma mordida em meus lábios. Esqueci completamente dessa história de sem beijos e o agarrei na hora. Deixando os beijos comandarem o ritmo do sexo.   

  

[...]  

  

  

— Emma, você vai para aula hoje? — a voz de Charlotte atrás da porta nos despertou do nosso momento silêncio e troca de olhares na cama. Tínhamos acabado a nossa sessão sexo gostoso matinal. Peguei o celular olhando a hora. Eram 8:15 da manhã, já estou atrasada. 

— Droga! Vou sim! Espera uns 10 minutinhos. — gritei me levantando da cama e indo para o closet. 

— Por que a pressa? — Justin continuava deitado na cama e me olhava confuso. 

— Tenho aula e já estou atrasada. A aula começa daqui a... — olhei o relógio novamente. — meia hora, droga, o trânsito. 

— Eu te levo. — disse tranquilo me seguindo até o banheiro. 

— Não precisa, eu vou com a Charlotte e o Kile. Assim não corremos o risco de sermos vistos pela imprensa. — ele revirou os olhos e saiu do banheiro. Fiquei sem entender e olhei pela porta. Ele estava falando com alguém no telefone mas bem baixo e não dava pra ouvir. Logo ele voltou. 

— Pronto, o casal já foi e eu vou te levar. — sorriu cínico e entrou no box. Que menino teimoso. 

Acabamos o banho, que não demorou nada — eu realmente estava com pressa. Fui me arrumando e o loiro também. Terminamos e fomos saindo do apartamento. Mikey e Mark nos esperavam lá embaixo, fora do prédio. Enquanto eu trancava a porta e ajeitava a mochila nas costas, Amy, minha vizinha, apareceu com a sua mãe no corredor para ir para a escola. 

— Mamãe, olha é o Biebs. — olhei na hora em que a pequena comentou. 

— Oh — a mãe exclamou e Justin foi logo falar com a menininha de maria chiquinha. Ela tem 5 anos e como as vezes ela fica comigo quando sua mãe precisa sair, eu a doutrinei a ser uma belieber. 

Ele a pegou no colo em um braço e no outro tinha Esther que estava adorando o carinho que recebia da garotinha. 

— Ah então você é uma mini belieber? — Justin perguntou rindo. Ela assentiu. 

— Quando eu fico com a Emma, sempre ouvimos suas músicas. — ele me olhou sorrindo e eu quase derreti. — Emma, você vai namolar o Biebs? 

Arregalei os olhos. Essas crianças são tão diretas. 

— Somos amigos, Am. 

Após o momento fã de Amy, conseguimos sair do prédio. Como os seguranças de Justin estavam a nossa espera, era óbvio que ia chamar atenção. Havia poucos, mas mesmo assim incomodavam. Entramos no carro e eu dei as coordenadas da universidade para Mark. Neguei todas as tentativas de Justin para me levar ao Starbucks, eu nem gosto de café. 

— Você é babá nas horas vagas? Por isso Jazzy grudou em você. — ele disse rindo. 

— Às vezes eu fico com ela, quando a mãe precisa. — dei de ombros rindo. — Mas confesso que a doutrinei a ser belieber. — ele gargalhou assentindo e  continuamos o caminho até a universidade. O trânsito estava ao meu favor hoje. 

Em alguns minutos o carro parou a frente do campus no qual estudo. Por sorte não havia paparazzi nenhum para me incomodar. Pelo menos não até agora. Me virei para o loiro ao meu lado com certo pesar. Agora meu sonho acaba definitivamente. Agora ele volta para o seu trabalho e vida agitada de cantor e eu fico com a minha vida de estudante e estagiária, e principalmente, belieber. A vontade de chorar é muita, mas eu aguento. 

— Tchau raposinha, vou te perturbar durante a semana, ok? — assenti lhe dando um abraço. Ele me apertou em seus braços e beijou meus lábios suavemente, como se estivesse guardando cada segundo. Saí do carro e parei na calçada observando o carro sair dali levando o meu ídolo e todo o conto de fadas que eu vivi. 

Tchau Biebs, até algum dia.  


Notas Finais


Então, isso é tudo pessoal.
Claro, essa semana, mas creio que eu deva atualizar no final do mês ouuuuu ano que vem, ainda não sei. Vou entrar em semana de prova e ainda vou viajar. Tenho mil coisas para fazer também mas vou tentar postar um último capítulo esse ano.

Beijinhos, até o próximo!


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