História Konoha Police - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Hinata, Konoha, Naruhina, Naruto, Policial, Romance Policial, Sakura, Sasuke, Sasusaku
Visualizações 23
Palavras 1.424
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


No próximo capítulo eu pretendo fazer uma cena yaoi ♡
Quero acabar essa fic o mais rápido possível, senão as ideias não param.

Capítulo 5 - Sorriso Assassino


Fanfic / Fanfiction Konoha Police - Capítulo 5 - Sorriso Assassino

Os servos e servas drogados de Orochimaru corriam pelo interior do castelo, fugindo dos sons de pancadas e urros monstruosos do prisioneiro à solta. Por estarem ainda sob o efeito de drogas, poucos conseguiam se guiar até a saída.

- O que houve, quem soltou Juugo? - Um dos que deveria ser guarda do local pergunta, a mente um pouco mais limpa que a dos outros.

- Eu estava sozinho de guarda no último andar e vi Sasuke Uchiha indo até o quarto do mestre, não antes de me mandar descer. - Outro guarda, um pouco mais velho, responde, os dois abrindo caminho na direção contrária a que os servos corriam. - Eu sabia que aquele moleque ia arrumar algum problema por aqui. Vamos até a sala do Orochimaru-sama.

- Onde está Kabuto-san? Ele já não devia ter chegado?

O guarda se desvia de uma mulher que corre cobrindo o rosto com as mãos, chorando, sangue respingado em suas vestes.

- Não sei dele. - O que havia desviado responde. - Só o mestre tem conhecimento do que ele faz fora daqui.

Os dois guardas, armados com pistolas guardadas em um coldre de coxa bélica que destacava na calça roxa disfarçada, já haviam chegado nas largas escadas que davam para o segundo andar. Antes que subissem alguém cai rolando dela e a visão da pessoa ao chegar no último degrau é tão terrível que um dos guardas chega a virar a cara, enojado. O homem ao chão bateu o rosto em algo de uma forma que seu nariz havia entortado completamente para o lado, o centro de sua cara completamente arroxeado e seus olhos virados enquanto o corpo tremula de pânico. Sua boca começa a espumar com a droga borbulhando em sua língua e o medo dos guardas se intensifica com o rosnado vindo do alto da escada em V, fazendo com que os homens dêem um passo atrás mesmo que Juugo não esteja no limite de seus olhos.

- V-Vamos embora daqui! - O guarda jovem grita, os olhos lacrimejando de medo.

- Temos que salvar Orochimaru-sama!

- Eu não vou arriscar minha vida por ele! - E então joga seu coldre no chão, correndo em direção à saída.

O guarda que havia ficado estala a língua e pega o coldre do antigo parceiro, pensando no que o mestre faria com ele depois que toda essa confusão fosse dissipada. Orochimaru era um homem que gostava de ter servos novos e fortes para defendê-lo, mas pessoas muito novas não eram tão corajosas quanto deveriam ser, além do que servos com pouco tempo de estadia não têm total confiança em seu mestre para que dêem a vida por ele quando a hora chegar.

O guarda mais experiente segura a pistola do ex-colega na mão esquerda e joga novamente o coldre reforçado no chão. Subindo as escadas sem fazer um mínimo de barulho, ele controla a respiração e os batimentos cardíacos pra poder distinguir os sons dos passos dos narcóticos desesperados para os de Juugo. Aquele homem já tinha sido um problema várias vezes antes, mas na época eles tinham Kimimaru para acatar os nervos do amigo íntimo. E então, Kimimaru um dia some e nunca mais volta.

Chegando no alto da escadaria, o guarda cola as costas na parede, ouvindo murmúrios e sons ocos de batida. Colocando metade do rosto de lado ele vê de rabo de olho Juugo agachado no chão. Seu cabelo laranja está grande por ter ficado anos sem cortar, suas roupas beges são apenas farrapos e sua mão está cobrindo completamente o rosto de uma mulher enquanto ele bate sua cabeça na parede já coberta de sangue.

- Socorro… - Um servo está deitado no chão próximo de Juugo e estica o braço na direção do guarda, os olhos lacrimejantes implorando por ajuda.

Juugo ouve o apelo do homem e se levanta para ir na direção dele. O guarda engole em seco ao ver o assassino de pé. Ele havia crescido desde a última vez que o vira, seus braços eram como duas toras de árvore, suas mãos eram grandes o suficiente para arrancar uma cabeça aos puxões. Já seu rosto, mesmo transformado pelo ódio sem razão das horas sombrias da mente bipolar dele, era o rosto de um homem jovem e de pouca experiência de vida, sem cicatrizes ou rugas de preocupação. O guarda achava difícil de acreditar que houve dias em que eles sentaram juntos para tomar chá e conversar sobre o tempo.

Porém, agora não havia jeito. O guarda saiu de detrás da parede e apontou a pistola carregada para Juugo, que nem percebeu sua presença, se aproximando do homem no chão com um sorriso assassino.

- Eu posso até não te matar… - O guarda sussurra. - Mas vou te dar sua primeira cicatriz…

E ao apertar o gatilho, o homem sente suas forças se esvaindo. Seus braços pendem, a arma cai, o gosto do sangue vem à sua boca e a última coisa que vê antes da morte é o Uchiha traidor guardando sua katana na bainha.



Sasuke guarda sua espada, achando uma chateação ter que matar alguém que conhecia. Felizmente o homem não morre afogado em sangue, o corte profundo havia o machucado o suficiente para que a morte demorasse poucos instantes a chegar.

O Uchiha então se concentra no homem a sua frente, que está falando sozinho depois de já ter matado o pobre coitado no chão aos socos.

- E agora, qual eu mato? - Ele murmura. - Homem ou mulher?

- Juugo. - Sasuke chama a atenção dele. - Vamos conversar.

- Conversa? Não, não quero. Não, eu quero… eu preciso… do seu sangue. Quero seu sangue nas minhas mãos.

- Eu preciso de você para o que quero fazer. - Sasuke diz. - Se vier comigo eu te…

- EU NÃO LIGO!! - O ruivo segura o próprio cabelo e o puxa, parecendo sentir uma dor esmagadora. - EU. SÓ. QUERO. SANGUE!!

- Sasuke-kun! - O Uchiha houve Karin se aproximando dele por trás, sendo seguida por Suigetsu. - Desculpe a demora, tive que ver algumas roupas para esse idiota aqui.

- Uh, parece que a festa já começou. - Suigetsu dá seu sorriso frio para os corpos no chão. - Uma pena eu não ter chegado mais cedo.

- Mulher, homem, mulher, homem, mulher… - Juugo sussurrava, balançando o corpo como se estivesse se ninando.

- Sasuke-kun, esquece esse cara e vamos só nós três… Ele é encrenca…

Juugo se levanta lentamente e Karin e Suigetsu dão um passo para trás. Sasuke permanece imóvel, confiante no que sabe que vai convencê-lo.

-Sangueeeeeeehhhh…

- Juugo, eu estou com…

- SANGUE! - Juugo corre na direção deles, mas Sasuke segura na katana pronto para se o plano falhar.

- JUUGO, EU POSSO TE LEVAR ATÉ O KIMIMARU!

O ruivo trava quando já está bem próximo do trio. Karin e Suigetsu num momento de medo haviam se agarrado um ao outro, mas rapidamente se soltam.

O rosto de Juugo muda de repende, de fome de sangue para uma curiosidade infantil.

- K.. Ki… Kimimaru?

- Sim. Fiquei sabendo que eram amigos íntimos na época que ele ainda trabalhava aqui.

- Sim… meu amigo. - Juugo se endireita e olha para Sasuke que se impressiona com o quão sereno ele havia ficado num intervalo de poucos segundos. - Sabe onde tá meu amigo?

- Sim. Eu preciso que me ajude em uma coisa e depois eu te levo pra ver ele. Se quiser eu te deixo falar com ele pelo celular antes, pra ter certeza.

- Sim, eu quero! - Juugo se anima, sua voz agora mais leve. - Eu te ajudo!

Sasuke dá um sorriso de canto e olha a expressão incrédula do casal nas suas costas, olhando para Juugo como se fosse um alienígena de samba-canção.

Depois que a situação é controlada, o grupo sai do castelo no meio do dia. Está tudo calmo, o sol está brilhando e a cidadezinha abandonada não está menos abandonada que antes. Não há mortos ou feridos na rua que vão chamar a atenção se algum enchirido resolver se meter, mas só de precaução eles trancaram a porta principal do castelo e jogaram a chave fora.

- Você não ia matar o Orochimaru? - Suigetsu perguntou, segurando uma garrafa de água e dando um gole.

- Já matei. - Sasuke respondeu, dispensando perguntas. - Vamos mudar de cidade, parar em um estabelecimento e discutir melhor a colaboração de cada um no meu plano. Depois que ele estiver completo, vocês estão livres para fazer o que quiserem.



Mais tarde naquele mesmo dia…

- Alô, Sasuke-kun? - Uma voz atende, sabendo quem ligava.

- Estou hospedado onde você pediu. Me encontre o mais rápido possível.

- Hotel Konoha Prime, não é? Já já apareço aí.



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