História Konohagakure - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Tags Comedia, Drama, Naruto, Romance
Visualizações 18
Palavras 1.654
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, voltei mais rápido dessa vez. Bateu a inspiração e pronto, tá feito. rsrs

Era pra eu colocar logo uma preparação para o próximo, mas prefiro fazer ele maior e esse menor.

Espero que gostem.

Capítulo 6 - Capítulo 6


#POV LEE#

 

Estávamos no intervalo, comendo e fofocando “pra variar”. Karin, Ino, Tenten, Sakura e até mesmo Hinata estavam presentes, além da maravilhosa eu, é claro.

— Ah não Sakura, conta essa história direito. Como assim aquela delícia do Itachi-Uchiha-Tentação te chama pra sair, te leva em um lugar que até em então você nem conhecia, te oferece música ao vivo pela rádio e ainda – meninas me corrijam se eu estiver errado - e ainda PEDE permissão pra dar em cima de você? — Indaguei incrédulo.

— É isso mesmo meninas, ou eu enlouqueci de vez e entendi tudo errado?

— Não Lee, você ouviu isso mesmo, ou então estamos todos destinados ao lugar para tratamento de lunáticos.

— Nossa Ino, como você é dramática.

— Tenten você não entende porque, por alguma razão totalmente desconhecida por mim e pelos deuses, você não acha Itachi Uchiha um puto gostoso. — Pontuei.

— Não é que eu não ache ele bonitinho, o problema é só que vocês endeusaram ele demais.

— Blá blá bla — Ino pirralhou enquanto revirava os olhos. — O dia que você achar um cara que te faça querer cair de boca no pint___

— Ino! — Ralhei interrompendo sua fala.

— Qual é? Todo mundo aqui sabe do que eu to falando.

— Nem todo mundo. — Karin se defendeu.

— Ah é mesmo, esqueci que você e a Tenten estão treinando pra ir para o convento.

— Gente! Foco! Não pense que vai se livrar dessa dona Sakura. Estamos esperando. — Cruzei os braços, lhe arqueei uma sobrancelha e ela suspirou em derrota.

Ino tentou e atentou a rosada até que a mesma soltasse algo do PORQUÊ que ela estava de castigo, e agora que a minha curiosidade havia sido atiçada, quem queria saber de toda essa história era eu.

— É, isso aí. E não me venha com suas meias palavras não. Eu quero a informação completa. — Ino se pronuciou cruzando os braços.

— E eu te esgano se não me contar. — Karin também cruzou os braços, assim como Hinata e Tenten.

A rosada riu e balançou a cabeça em negativa.

— Vocês não batem bem da cabeça, sério. Mas já que querem tanto saber, eu conto.

Então ela nos contou tim tim por tim tim de tudo o que aconteceu.

Suspirei ao fim de seu relato.

— Nossa, que fofo. Nem parace aquele cara brigão que a gente viu no primeiro dia de aula aqui no refeitório.

— Bem comentado Lee, você sabe porque ele e Suigetsu brigaram aquele dia? — Tenten perguntou.

— Ah! Parece que eles estavam discordando de algo sobre os times de basquete.

— Homens: quando se trata de seus times e suas mulheres eles se tornam neandertais. — Comentei antes de apoiar o queixo na parte dorsal da minha mão esquerda.

— Itachi disse que quando os Uchiha's sentem algo, eles sentem com intesidade.

Saky comentou enquanto brincava com seu lenço de papel.

— Humm, gostei. — Eu disse com um pontada de malícia. — Sasuke é solteiro, certo?

— Cai fora que vi primeiro. — Ino me ameaçou mostrando os punhos.

— É mesmo? Então que tal você começar a falar sobre aquele carinha de ontem? — Comecei devagar enquanto ela bebia do suco e tive o maior prazer ao vê-la engasgar ao ouvir a minha insinuação.

— Que carinha? — Hinata quis saber.

— Você não viu. Foi na boate que a gente foi depois que você foi embora com o Naruto no boliche. — Tenten respondeu.

Olhei pra Sakura bem a tempo de vê-la franzir o cenho.

— O que teve ontem? — Ela quis saber.

— Lembra que eu te chamei pra ir no boliche? — Karin rapidamente se prontificou a explicar.

— Sim.

— Então o Naruto, o Sasuke, Kiba, Neji, Hinata, Ino, Lee e eu fomos jogar. Quando decidimos parar ainda estava relativamente cedo, então Lee deu a ideia de irmos na boate que inaugurou esse final de semana em Suna e como é só quarenta e cinco minutos daqui pra Suna decidimos ir. Com exceção do Naruto que disse estar sem cabeça pra festa e a Hinata, que estava achando o tempo muito frio. Então ele levou ela em casa e nós fomos pra festa. — Ela falou tudo em um só folego.

— Caramba, pensei que você fosse desmaiar por falta de ar. Você falou tudo rápido demais.

— Sabe que quando você se tornar ativa, sexualmente falando, pode ser que você se torne uma ótima boquetei___

— Ino!

— Que merda. Vai ficar freiando minha língua agora? Até parece que ninguém aqui sabe o que é um boquete.

— Eu com certeza sei. — Hinata afirmou rindo.

— Tá vendo. Ela é das minhas. — Elas piscaram uma pra outra e soltaram risinhos.

— Mereço. Agora eu tenho mais uma pervertida pra ficar de olho. — Elas somente riram do meu comentário.

— Vai Ino… — Sakura começou. — Começa falando como foi a festa ontem.

Ela deu de ombros antes de responder. — Foi legal.

— Foi bem mais que legal, a julgar pelo meio metro de língua que você enfiou na boca daquele ruivo. — Tenten revelou.

Ino sorriu sapeca.

— Foi bem mais que meio metro de língua na boca que nós trocamos.

— Safada. — Comentei rindo.

— Ué, mas vocês não queriam saber. Agora quem vai contar tudo nessa bagaça sou eu.

Todas riram e soltaram alguns “Uuuh” sonoros.

— Ele tinha uma boca maravilhosa. — Ela se abanou teatralmente. — Eu esbarrei nele sem querer e depois de meia hora a gente já tava naquele puff se atracando. Acho que foi aquele drink erótico que eu pedi para o barman, só pode ter sido. Se o Lee não tivesse praticamente me arrastado de lá. — Ela falou enquanto me fuzilava com suas orbes azuis. — Eu teria transado com ele nem que fosse em um motel barato.

— Esse tinha talento. — Hinata comentou empolgada.

— Certeza. Boca e mãos habilidosas, e pelo que eu senti, um baita talentão entre as pernas.

— Sério? — Comecei a me interessar.

— Urhum. — Ela sorriu orgulhosa.

— Vocês são uns pervetidos. Se merecem mesmo. E eu falo é dos três. — Tenten disse sorrindo e apontando para Ino, Hinata e eu.

— Vamos que o intervalo já acabou. — Karin chamou.

— Só digo uma coisa, se eu encontro aquele ruivo de novo, não tem Lee no mundo que me separe dele. Eu dou a pepeca ou não me chamo, Ino. — Sentenciou.

— É uma safada mesmo. — Tenten falou.

— Virgem Maria. — Ino fingiu sussurrar para Hinata.

— Não sei quem te disse que eu sou virgem Ino, mas se enganou. —Tenten comentou arqueando uma de suas sobrancelhas e seguiu pra aula, ao contrário do restante de nós que ficamos completamente paralisados com seu comentário. Não que fosse uma coisa de outro mundo não ser mais virgem ou coisa assim, mas o fato da Tenten não ser mais, era considerado no mínimo, um fato curioso. Muito curioso.

— Me amarrota que eu tô passada. Preciso saber mais dessa história. — Ino saiu em disparada em direção a sala de aula.

— A curiosidade é mesmo uma merda. — Sakura falou seguindo a loira e assim todas nós também seguimos o mesmo caminho que elas.
 

#POV GAARA#

 

— Gaara. — Uma voz me chamava baixinho. — Gaara. — De novo.

— Gaara. — A voz falava mais alto dessa vez enquanto me remexia.

— Gaara, acorda.

— O que é porra? Me deixa dormir.

— Levanta seu imprestável. Já estamos atrasados.

— Cai fora, Temari.

— Gaara levanta. — Ela falou quase gritando à medida que puxava meu travesseiro.

— Que caralho! Me deixa dormir.

— Você foi pra festa ontem porque quis. Agora levanta, nosso pai está esperando e você sabe que não é bom quando ele se aborrece.

Aquele simples comunicado me despertou por completo. Rasa No Sabaku não era um cara de muito humor e quando irritado, era nos filhos que ele descontava sua fúria.

Saltei da cama numa rapidez invejável. Procurei pelos cantos do quarto do hotel no qual estávamos instalados por alguma peça limpa que eu pudesse usar. Meu pai havia tido um “contratempo no serviço”, como ele mesmo gostava de chamar seus problemas na empresa, algo que de acordo com ele, Temari, Kankuro e eu “não precisávamos saber” e por isso tivemos de nos mudar da capital para essa cidade mais interiorana. Kankuro era o filho mais velho, sempre procurando pelo apoio do nosso pai. Babando ovo dele. Apesar de ser babaca, eu não o culpo por isso, pois até um tempo atrás eu também fazia isso, porém recentemente desisti e fiz o mesmo que Temari, a filha do meio, liguei o foda-se permanentemente.

Estamos aqui há uns quatro dias. A casa que nosso pai comprou não ficou pronta a tempo, de modo que tivemos que ficar em um hotel enquanto as obras ainda não são finalizadas.

Hoje seria nosso primeiro dia de aula no tal do CIF e se existe algum Deus, ele por certo sabe que tudo o que eu menos queria agora era ter que ir pra aula. Estou numa ressaca filha da puta, e não, eu não me arrependo da festa que fui ontem, porque ela estava do caralho.

Terminei de me arrumar nas pressas e carreguei um pouco no perfume, até porque eu deveria estar um trapo. E um trapo fedorento não atrai garotas.

Lembrete: Não chegar muito perto de garotas hoje. Você não tomou banho antes de sair.

Fui para o banheiro e escovei os dentes tão rápido que machucou a gengiva. Finalmente tranquei o quarto e cheguei ao hall de entrada do hotel, corri até o lado de fora e encontrei o carro do meu pai pra onde fui as pressas e entrei, soltando um suspiro pesado ao fechar a porta.

— Atrasado como sempre. — Meu pai disse em seu tom de superioridade. Ele estava sentado no banco do carona, enquanto lia seus e-mails no tablet. Kankuro estava no banco dos passageiros, bem como eu e Temari, que estava sentada entre nós dois.

— Vamos. — Rasa ordenou ao motorista.

— Que chatice. — Temari sussurrou a medida que digitava algo no seu celular. Peguei meus fones, liguei o mp3, fechei os olhos e apoiei a cabeça no encosto do banco.

Espero que Konohagakure me surpreenda. Pensei antes de deixar a mente em branco durante o curto trajeto até o colégio, cujo qual chegaríamos bem atrasados.


 


Notas Finais


Então é isso. Espero que tenham gostado.
Qualquer erro me informem, okay?

Beijos e até o próximo.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...