História Kookie House. - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bottom!jimin, Café, Doces, Fluffy, Fofo, Humor, Jikook, Jikook Versatil, Kookmin, Lemon, Namjin, Passado, Romance, Top!jimin Bottom!jungkook, Top!jungkook, Vhope, Yaoi
Exibições 344
Palavras 2.455
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie. Capítulo quentinho que acabou de sair do forno <3
(Mentira. Ele ta pronto desde ontem ><).

Bem, esse capítulo é cheio de coisas importantes.
Por isso tenham a mente aberta, os olhos focados e tentem não se perder em pensamentos, como eu sempre faço. Huhuhuhuhuhu --w--
E me desculpem por ser uma autora que ama drama e fuder com a vida dos personagens. Eu só sei fazer esse tipo de história. Mas eu juro que não vai acontecer nada com ninguém <3

Espero que gostem e não me odeiem. Só amem essa pessoa que, com toda a certeza, vai deixar seus corações levemente apertados com esse capítulo ><

PS: EU QUASE INFARTEI COM AWAKE DO JIN E COM O ÁLBUM INTEIRO! EU CHOREI OUVINDO TODAS AS MÚSICAS E FUI DORMIR COM DUAS BOLSAS DE VELHAS ABAIXO DOS OLHOS! EU ESTOU SUPER ODIANDO MINHA VIDA AGR, PQ APARECI NA ESCOLA E PENSARAM QUE EU TAVA DOENTE, MAS ERA SÓ O BTS NA MINHA VIDA! Que dor ser fã dos coreanos maravilindos ;-;

Capítulo 13 - 12 Fornada.


 

12 Fornada
“Os doces nunca devem ficar sozinhos”

 

 

Os olhos de Jungkook não paravam quietos. O sorriso sutil em seus lábios e o corado de suas bochechas mostravam a sua felicidade explosiva. Ele sempre adorou se sentar no parque depois de esvaziar sua bolsa de guloseimas, mesmo tendo que voltar para a cafeteria em busca da mais entregas.

Suspirou enquanto afundava as mãos nos bolsos do casaco, sentindo uma brisa leve em seu rosto, mas que era apagada pelo quentinho do sol. As folha alaranjadas, espalhadas pelo chão cinzento do parque davam mais cor ao tão calmo lugar. As folhas não caíram por completo dos galhos, decorando delicadamente as árvores praticamente mortas e altas. O céu azulado estava sem nenhuma nuvem no momento e o sol parecia brilhar sutilmente e calorosamente.

Pegou o seu celular, vendo que não tinha nenhuma mensagem de Namjoon, o que o deixou aliviado. Hanna devia estar indo bem no seu trabalho. Mas ele nunca suspeitou disso, já que ela sempre ajudava na cafeteria, além de amar a atenção que recebia dos clientes.

Esse pensamento fez ele sorrir mais ainda.

Tirou seus olhos do celular e os focou em sua bicicleta deixada ao lado do banco onde estava sentado. Seus ombros estavam caídos e suas costas apoiadas na madeira desconfortável, mas era uma posição tão relaxada que ele chegava a se sentir estranho.

Sua rotina era pesada demais, pois sempre se preocupava demais em ajudar Jin e Namjoon, e, por isso, acabava sempre atarefado demais, estressado demais e cansado demais. Mas ele não odiava isso. Ele sempre amou ver o sorriso de gratidão estampado nos lábios de Jin e Namjoon, pois isso mostrava que ele não era um estorvo para ninguém. 

Se repreendeu silenciosamente, odiando o rumo de seus pensamentos.

Pigarreou baixinho, a testa franzida e os ombros, mais uma vez, tensos.

Deu leves tapinhas em suas coxas, alevantando-se em seguida, quase pulando de animação. Pegou sua bicicleta enquanto colocava seus fones mais uma vez, apertando play enquanto sorria para um menininho fofinho passando apressado por si. Mas soltou um mini tom de surpresa ao ver o mesmo cair de cara no chão.

Ele teria deixado sua bicicleta e seus fones de lado para ajudar a pobre e pequena criança, mas, antes que pudesse fazer isso, uma garota, alguns anos mais nova que o Jeon, apareceu com uma expressão preocupada ao ver a criança espatifada na calçada cheia de folhas.

Jungkook observou a garota alevantar o corpo pequeno do chão, mas se surpreendeu ao ver o sorriso sapeca nos lábios do menininho, e foi impossível não rir disso, fazendo com que a menina olha-se em sua direção, ficando vermelha no mesmo instante.

E, quando ela pegou a pequena criança no colo e praticamente correu na direção de um homem e uma mulher, Jungkook permitiu seguir seu próprio caminho.

Seguir para a sua mais nova e bagunçada família.

 

 

Os cabelos pretos ainda estavam molhados e bagunçados, mas ele não tinha nenhuma vontade de os secar. As roupas ainda estavam desorganizadas e mal vestidas, mas ele não se importava com o frio de seu corpo. Sua barriga roncava e seus olhos pesavam, mas ele não tinha vontade nenhuma de comer ou dormir.

Os olhos negros se focaram em um lugar qualquer da cama onde estava sentado, um bolo sufocando sua garganta, o deixando sem ar enquanto as imagens passavam em sua mente, como um filme lindamente trágico.

Ele estava mal, pensando em coisas que a muito tinha tentado se esquecer, mas também estava mal por inda se abalar com o passado.

Era difícil simplesmente recomeçar do zero, começar uma nova vida com seu melhor amigo e seu marido, deixando para trás sua casa, conhecidos e sua família, deixando para trás as pequenas e preciosas coisas que construíram juntos. Era difícil não olhar para trás e perceber que poderia ter aproveitado mais. Que poderia ter mudado algo e ter impedido certos acontecimentos.

Esses pensamentos pesavam em sua consciência.

Esses pensamentos faziam os olhos brilhantes se marejarem e ficarem vermelhos.

Mas ele não iria chorar. Não sozinho.

Pegou seu travesseiro de forma perdida, os olhos baixos e o peito apertado, alevantando-se de seu colchão para sentir o chão frio contra seus pés descalços. Sua garganta fechou quando ele abriu a sua porta, apertando o travesseiro contra seu corpo ao ver o negrume do corredor, mesmo que seus olhos marejados já o impedissem de ver qualquer coisa.

Não se importou em cair, seguindo a passos lentos e cansados ao quarto de seus hyungs, vendo a porta aberta com uma pequena luz saído da mesma. Olhou de relance para dentro, vendo Namjoon sentado, as costas apoiadas na cabeceira e os olhos fixos em um livro de ciências e química, o mesmo que estava na caixa de doações. Jin estava ao seu lado, deitado de forma casual enquanto segurava o celular de tela rachada de Namjoon, olhando alguma coisa no mesmo. Mas, quando o corpo do menino apareceu por completo na porta, os olhos alheios se focaram nele.

E, quando viram os olhos grandes e marejados, já souberam o que era, transformando as expressões calmas em amorosas e dolorosas.

Jin se sentou no mesmo instante, abrindo um sorriso doce enquanto Jungkook se aproximava a passos lentos, os olhos fixos no chão, sentindo-se envergonhado por fazer algo tão infantil. Mas ele estava acostumado a sempre ser mimado por ela, mas agora não podia mais aproveitar aquilo que tanto amava.

Mas Jin e Namjoon não o culpavam. Eles, na verdade, ficavam felizes em saberem que tinham amor e confiança o suficiente sobre Jungkook para mostrar um lado tão sensível e doloroso.

Ele sempre tinha suas decaídas. Ele sempre se lembrava de tudo. Ele sempre se lembrava da dor e da solidão. Ele sempre chorava. Ele sempre chorava em seus braços, que sempre estavam abertos e estendidos em sua direção.

Já que Jungkook é, e sempre será, um “filho” para Jin e Namjoon.

Ele sempre será o seu pequeno e amado biscoito.

 

 

Jimin soltou um som estranho, como os que cavalos soltam, fazendo seus lábios tremerem em uma careta estranha. Taehyung teria rido, mas ele não viu essa cena, pois o ruivinho estava de costas, o capuz sobre sua cabeça, as mãos afundadas nos bolsos enquanto caminhava até seu apartamento, já que a escola acabou de fechar.

A rua fria era iluminada pelos postes e estava movimentada, já que a ala comercial sempre ficava aberta até tarde da noite. O ruivo respirou fundo, sentindo o ar frio entrar por suas narinas e queimarem seu interior. Odiava isso no frio. Odiava isso no outono. Mas amava as folhas espalhadas pelo chão, as comidas típicas de inverno e as roupas elegantes que enfeitavam os corpos que passavam pelas ruas. 

Suspirou em um sorriso, brincando com a chave dentro de seu bolço enquanto continuava a caminhar. Seu apartamento ficava a somente dois prédios da escola, algo que facilitou muito ser contratado por Taehyung, que estava desesperado atrás de um professor de dança, já que Hoseok estava sobrecarregado demais com tantos alunos – ruins.

O ruivo fungou, observando a entrada de seu pequeno apartamento, que era uma casa de três andares, onde cada andar era ocupado por um morador diferente. Jimin morava no primeiro, uma mãe solteira no segundo e um homem estrangeiro, gordo e motoqueiro no terceiro. 

A casa era extremamente simples, com janelas fofas e um jardim pequeno, com poucas flores e um “puxadinho” que era usado por todos em conjunto.

Fungou baixinho mais uma vez, pegando sua chave, abrindo o portão e entrando no terreno iluminado pelo poste bem em frente a construção.

- Eai, Park? – Jimin ouviu a voz tão familiar do vizinho o cumprimentando. Sorriu enquanto olhava para o lado, vendo o homem gordão segurando sua moto, prestes a subir na mesma.

- Olá Finn. – Jimin disse enquanto chegava a sua porta, vendo o homem acenar em concordância e orgulho. Era estanho falar com alguém mais velho com tanta intimidade, mas Finn sempre odiou que o denominassem como hyung, ajusshi ou qualquer outra coisa fora de seus costumes canadenses.

E, por esse motivo, Jimin o chamava somente pelo primeiro nome, algo que, mesmo o deixando desconfortável, era divertido.

- Hoje recebemos o correio. – O homem falou com seu típico tom meio durão e direto, sem distrações ou enrolações, e, enquanto colocava seu capacete estranho, olhou para dentro da pequena garagem/puxadinho. – Coloquei algumas caixas suas ali dentro, já que você não estava.

Jimin soltou um som de concordância, vendo o corpo gordo subir na moto com uma facilidade assustadora.
 - Obrigada por isso, Finn. – O mais novo falou, abrindo sua porta enquanto fungava mais uma vez, vendo o homem acenar brevemente.

- Não foi nada. É mais do que minha obrigação ser legal com meus companheiros de casa. – O homem riu de forma ligeira e máscula, deixando Jimin com uma pequena inveja branca, já que sua risada era meio esganiçada e escandalosa demais.

O homem ligou sua moto, e, dizendo um “tchau” abafado pelo som do motor, arrancou com velocidade pela estrada, saindo pelo pequeno portão da casa.

Jimin, deixando a aberta, seguiu até o puxadinho e viu de cara as duas caixas bem organizadas sobre a mesa e agradeceu internamente por ter bons vizinhos, já que em seu último apartamento tivera muitas dificuldades em se enturmar e se acostumar com aquelas pessoas fechadas e frias demais.

Pegou as caixas com certa dificuldade após fechar o portão e entrou em seu apartamento, fechando a porta com o pé. Viu sua sala pequena, seu sofá recentemente comprado e sua TV enorme, assim como viu a pequena mesinha de centro, onde deixou as pequenas caixas.

Fechou a porta devidamente, ligou a luz e suspirou ao ver o gato de pelagem branca e cinza deitado sobre o tapete.

- Boa noite, Momo. Caçou muitos ratos enquanto não estava? – O ruivinho perguntou em um tom acusatório, seguindo até o fofo gato, abaixando-se para fazer carinho na barriga gordinha do mesmo. A pelagem macia era quentinha, e, ao ouvir o ronronar baixinho do bicho, Jimin se permitiu sorrir mais ainda.

Alevantou-se, deixando para trás o gato e as caixas, abrindo a porta da cozinha simples, vendo o cereal sobre o balcão e a pia cheia de louça. Resmungou baixinho consigo mesmo, mas estava realmente cansado e com fome, por isso deixaria para organizar sua casa depois.

E, depois de pegar a sobra do almoço e o esquentar, Jimin voltou para a sala, espatifando-se sobre o sofá e ligando sua enorme TV, um dos maiores orgulhos do ruivo, que sempre enchia a boca para falar que a comprou com o próprio dinheiro suado.

Suspirou baixinho, enchendo a boca de comida enquanto via um canal qualquer, sentindo o sofá afundar levemente quando Momo subiu sobre o mesmo, deitando-se próximo a sua coxa e começando a dormir mais uma vez. Jimin sempre soube que gatos eram preguiçosos e só sabiam dormir, mas essa bola de pelos clara e gorda chegava a dormir o dia todo, sem nem mesmo se importar em comer ou viver uma vida de gato.

Jimin sorriu com esse pensamento estranho, percebendo que, quando começava a ter essas ideias estranhas, significava que estava com sono.

Deixou a tigelinha já vazia sobre a mesinha, pegando as caixas para as abrir antes de tomar um banho e ir finalmente dormir.

Com uma preguiça fenomenal, as abriu, vendo que ambas eram de seus país, que estavam viajando a negócios, e, como sempre, o compravam tranqueiras para guardar na estante que tinha em seu quarto, onde ele praticamente empilhava esculturas, livros e velas perfumadas.

E foi exatamente isso que ele ganhou.

Suspirou em meio a uma risada, balançando a cabeça ao ver uma mini estátua de buda – mais uma de muitas –, as velas, incensos e alguns pacotes de salgadinhos e comidas instantâneas típicas da china, onde seus pais estavam.

Colocou a primeira caixa sobre o sofá e rumou a próxima, vendo que ela era um pouco menor e mais leve. Abriu a mesma e viu alguns livros, outra coisa que sempre ganhava de seus amados pais.

Suspirou cansado, já ele quase nunca tinha vontade de ler, pois sempre ficava cansado no meio da primeira página. Mas, enquanto via os vários livros, alguns de auto ajuda – algo desnecessário – e outros sobre as comidas típicas do país, Jimin percebeu um livro um pouco mais interessante que os outros.

- Esse é diferente dos que eles sempre me mandam... – Murmurou em um tom baixinho, olhando de relance para Momo, que estava com as patas espichadas, os olhos fechados e as orelhas inquietas. Percebeu que o gato não iria responder, e então voltou seus olhos para o tal livro.

Ele era um pouco mais grosso e parecia antigo. Sua capa era de um vermelho forte, um bordo elegante e aveludado, como seu pai falaria. E, ao ver o título em letras douradas, Jimin percebeu de cara que era um romance. “Amor às cegas”, era o nome, e, ao abrir o mesmo, sorriu brevemente com os agradecimentos melosos e fofos.

 

“Ao meu amado marido.
Sem ele para me guiar nessa escuridão chamada vida, jamais iria entender o que era a real felicidade”.

 

E, olhando o interior do livro, viu as dedicatórias que seus pais normalmente colocavam.

 

“Para meu amado filho, Jimin, de MyungDae, seu papai amado.

Eu encontrei esse livro em uma livraria qualquer e foi impossível não o comprar para você, pois foi com ele que descobri meu verdadeiro eu, se é que me entende. Espero que você goste dele tanto quanto eu gostei naquela época e que você perceba o que esconde dentro desse seu coraçãozinho. Se é que me entende.

Com amor
de seus amados pais que estão cansados de tanto trabalhar”.

 

Jimin franziu a testa em um sorriso. Ele nunca entendia o que seu pai queria dizer, pois sua personalidade 4D era um ótimo motivo para isso. Ele e Taehyung tinham muito em comum.

E, enquanto virava o livro de um lado para o outro, Jimin acabou, simplesmente, dando e ombros. Se interessou pelo livro e, se tivesse tempo, leria com toda a calma e preguiça de sempre. Ele nunca entendeu o por que as pessoas gostavam de ler. Bem, ele até lia, mas preferia livros mais divertidos, sem uma real leitura. Aquele tipo que você vê e acha interessante e divertido. Como um livro de pronuncias, um belo exemplo.

E, deixando o livro sobre a mesa, pegou a tigela vazia de comida e seguiu até a cozinha, deixando mais louça e bagunça para trás, permitindo-se tomar seu tão amado e precioso banho para então, finalmente, dormir.

Deixando o nosso tão amado e pecaminoso livro para trás, sozinho com suas palavras que quebrariam qualquer pura e doce inocência.

 

 

 

 

 


Notas Finais


E chorei enquanto escrevia a parte do Kookie, pq me lembrei da minha infância, das noites em que acordava sozinha em minha cama e corria até o quarto dos meus avós, pois mais uma vez tinha sido acordada por pesadelos, por isso me comovi tanto, me sentindo quase um monstro por colocar isso aqui.
E eu avisei antes, mas vou falar novamente: Sou a típica autora que gosta de colocar um bom drama e suspense, por isso vcs vão ter que ter paciência.

Eu me sinto uma terrorista soltando tantas bombas ao mesmo tempo. Hhahahahahahha
Mas eu juro que logo irmão me entender. E, por enquanto, criem suas teorias. Uma teoria a mais na vida de uma A.R.M.Y nunca é demais, né?

Me desculpem os erros! Reli várias vezes, mas, né?
Um beijo, um queijo e amem muito esse maravilhoso livro. E, quem sabe, algum dia eu faça algo sobre ele ¬w¬


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