História KURODARA!! - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Oonoki
Tags Akatsuchi, Akatsuki, Deidara, Kitsuchi, Kurotsuchi, Oonoki, Tsuchikage
Exibições 112
Palavras 1.038
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - A Casa de Banhos


Fanfic / Fanfiction KURODARA!! - Capítulo 2 - A Casa de Banhos

.

 

Treze anos se passaram desde aquele dia.

 

Muita coisa havia mudado desde então. Kurotsuchi era agora uma bela moça de 18 anos, e uma shinobi talentosa. Ela havia se graduado na Academia de Elite de Iwagakure com as melhores notas, e tinha entrado para a história da vila como uma das kunoichi mais jovens a ascender ao cargo de Jounin.

E como uma Jounin recém formada, suas missões agora eram mais difíceis e cansativas que nunca.

 

Foi por isso que certa noite, depois de uma missão particularmente difícil, Kurotsuchi terminou de fazer seu relatório, e então decidiu que seria uma boa ideia passar nas fontes termais e relaxar um pouco. Ela foi até a luxuosa Casa de Banhos da Hisako-Onsen, e lá chegando tirou toda a roupa e se enrolou numa toalha. Em seguida saiu para o pátio, que estava coberto por uma nuvem de vapor tão densa que mal dava pra ver o piso lajeado de pedras.

– Hmm.. que delícia! – cantarolou, assim que colocou os pés na água.

Então ela tirou a toalha e a arremessou num canto, e foi caminhando devagar para o centro da piscina completamente nua.

Quando já estava envolvida até a cintura pela água quente, ela percebeu que havia mais uma mulher ali perto. Estava apoiada de costas na beira com os braços jogados pra trás, numa postura de total relaxamento.

Ah, que bom.. – pensou ela – Achei que fosse a única aqui.

Ela foi nadando até a mulher, cujo rosto não dava pra ver direito (mas parecia ter um cabelo muito bonito).

– Aaaah.. – gemeu ela, se espreguiçando e se apoiando ao lado de sua companheira – Nada como um banho quente depois de uma longa missão, não é?

– Pode crer, gata. – respondeu uma voz grossa – Isso aqui é o paraíso!

Kurotsuchi arregalou os olhos. Apesar da temperatura elevada, sentiu como se o seu sangue tivesse congelado.

Na mesma hora ela se atirou para trás e nadou desesperadamente para longe, apontando um dedo para a mulher.

– Peraí..!! Quem é você?! O que está fazendo aqui??!

– Tomando um banho, ué. – respondeu a voz, inconfundivelmente masculina – Que nem você.

– Não sabe que aqui é a ala feminina??!

– Peraí gata, acho que está havendo um engano..

– Pode ter CERTEZA que está havendo um engano!! SAIA JÁ DAQUI!!!

– Tudo bem.

O homem cabeludo se levantou. Nesse momento a nuvem de vapor se dissipou, e Kurotsuchi pôde ver com clareza a misteriosa figurante diante de si. Ela viu uma longa cabeleira loira, um peitoral definido, um abdômen de tanquinho, e então...

– AAAAAAAAAHH!! Volta pra água!! Volta pra água!!!

– Porra, se decide!!

Nesse instante a senhora Hisako, a dona da Casa de Banho, entrou no pátio bastante preocupada.

– Kuro-chan.. está tudo bem com você?

– Não, senhora Hisako! Não está tudo bem! Esse tarado aqui se disfarçou de mulher pra poder entrar e espiar as garotas tomando banho!

– Calma aí!! Foi você que tirou a toalha e veio toda se querendo pra cima de mim, sua pervertida!

Kurotsuchi ofegou o ar, completamente ofendida. Então se voltou e saiu da fonte, rapidamente se cobrindo com a toalha.

– Hisako-san.. ou os senhores tomam medidas para evitar que TRAVECOS entrem nessa ala, ou eu nunca mais ponho os pés nessa Casa!

Ela se retirou com passos firmes e decididos, deixando para trás um rastro de água e uma velhinha muito abalada.

Quando entrou no vestiário, porém, reparou na plaquinha que estava bem ao lado da porta:

 

“ALA MASCULINA”

 

Merda. – pensou Kurotsuchi, enfiando o rosto na mão.

 

Uma hora mais tarde, ela estava vestida e caminhava de volta para a Mansão Tsuchikage. A vergonha ainda lhe corroía por dentro: como pôde se distrair tanto? Devia estar revisando mentalmente os detalhes de seu último relatório..

Ai, que mico.. – pensava – Acho que nunca mais vou colocar mesmo os pés naquela Casa.

Enquanto planejava um pedido formal de desculpas para a senhora Hisako, Kurotsuchi subiu a escadaria que dava para a porta frontal da mansão. Naquele momento ela estava bem iluminada. Ela cumprimentou os ninjas que faziam guarda na porta de entrada, e então adentrou o recinto.

Bom.. pelo menos eu nunca mais vou precisar olhar pra cara daquele homem. – pensou, enquanto atravessava a sala de estar.

– Ah! Kuro-chan! – exclamou o seu avô, que estava ali – Venha aqui! Quero lhe apresentar uma pessoa.

Ela foi até o centro da sala curiosa, e só então reparou que seu avô estava acompanhado. Parado diante do Tsuchikage, com o cabelo preso e as mãos no bolso, estava ninguém menos que..

– TRAVECO! – gritou Kurotsuchi, apontando um dedo para a cara dele.

– PERVERTIDA! – gritou o homem, reagindo com o mesmo espanto.

Oonoki olhou de um para outro intrigado, e então sorriu:

– Vejo que já se conhecem.

 

***

 

Minutos depois, Kurotsuchi estava tendo uma reunião particular com seu avô no gabinete do Tsuchikage.

– Deidara?? – exclamava a garota, controlando-se para não gritar – Então aquele é Deidara, a Ave Rebelde??

– Hum.. parece que ele também é conhecido assim.

– E o que ele está fazendo aqui??

– Acalme-se. Ele só está aqui porque eu o convoquei para uma missão.

– Missão? – estranhou Kurotsuchi.

Até onde ela sabia, aquele cara nem sequer havia se graduado como Genin. Ele havia sido rejeitado por todas as escolas por sua preguiça e indisciplina desde criança.

– Que tipo de missão requer um marginal descontrolado pra se executar? O esquadrão suicida?

Oonoki flutuou até a mesa e ali deixou o seu chapéu.

– É uma missão do tipo especial..

Kurotsuchi continuou olhando para seu avô desnorteada. Ali estava o ninja mais poderoso e temível da Aldeia, mas dificilmente alguém diria isso se não o conhecesse. Do tamanho de um anãozinho e da idade de um ancião, Oonoki mal podia mais caminhar sobre as pernas, razão pela qual preferia flutuar de um lado pro outro como um balão de parque.

– E eu posso saber que missão tão especial é essa? – insistiu Kurotsuchi.

Segurança particular. Ele será encarregado de escoltar uma certa pessoa daqui pra frente.

Kurotsuchi deixou escapar um risadinha de desdém.

– Tenho pena da pessoa que for escoltada por um idiota daquele. – disse, virando-se para a porta.

– Eu não teria pena dela no seu lugar, Kuro-chan.

Ela parou com a mão na maçaneta.

– E por que não?

Oonoki sorriu serenamente.

– Porque essa pessoa é você.

 

.


Notas Finais


Desculpem a demora, mas aqui está mais um capítulo. E aí, o que acharam? =)

Comentem e favoritem!


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