História Kutsujoku - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Tokyo Ghoul
Personagens Juuzou Suzuya, Ken Kaneki, Rize Kamishiro, Touka Kirishima
Tags Kaneki, Rize, Vingança
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Palavras 3.626
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Mistério, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


- Capítulo final;

- Conteúdo pesado, não leia se sentir desconfortável;

- Muito obrigado aos que acompanharam, capítulo recheado de xingamentos e gore.

- "Fukushu" do japonês seria "vingança".

Capítulo 3 - Fukushu


Kaneki Ken está cada vez mais próximo, junto de minha vingança.

Com esse pensamento, fui a mais um dia de trabalho na C.C.G. Passei mais de 4 anos na faculdade estudando Direito e 3 anos para entrar na C.C.G, 2 anos treinando intensamente em toda a minha vida. Cortei relações com o mundo inteiro — com exceção de minha irmã — desde o que aconteceu comigo no dia em que fui estuprada. Nada mais além do desejo de vingança, e qualquer um que tentasse algo comigo ou minha irmã iria se arrepender. 

(...)

Tinha mudado muito desde que cresci. Touka e eu nunca mais vivemos do mesmo jeito desde que eu fui raptada e abusada. Ensinei Touka a se defender, e nós duas passamos a treinar juntas, seja numa academia ou em casa. Touka e eu sempre carregávamos canivetes escondidos em nossas roupas, pelo menos até que eu recebi minha quinque, e consegui uma quinque do tipo scorpion para substituir o canivete. Touka seguiu o mesmo caminho que eu: treinava para entrar na C.C.G enquanto fazia faculdade e trabalhava no Anteiku. Assim que entrei na C.C.G, há dois meses atrás, consegui minha quinque e minha investigação implacável começou. Todos os dias em que acordava, ia ao trabalho ou perto de outros locais em busca de evidências — já burlei muitos arquivos dentro da C.C.G a respeito do meu caso. 

Até que hoje, tudo dera certo. Consegui achar suspeitos em um ótimo caso para investigar. 

Os assassinatos aconteciam apenas com mulheres jovens com idades entre 17 e 22 anos, a marca da kagune encontrada em seus corpos foi uma kagune do tipo rinkaku. Todas elas trabalhavam como prostitutas, e uma dessas tinha um filho, que sobreviveu.  Foi um caso que surgiu essa semana. Soube que o Oitavo Esquadrão ficou cuidando dele, mas consegui um jeito de investigar os arquivos — pediram ajuda a outro esquadrão, e eu consegui convencê-los a aceitar a ajuda do nosso — de maneira segura e mais atenta. As investigações continuaram, e conseguiram arranjar dois suspeitos: Sasaki Haise, que era um médico formado que trabalhava em um hospital público e Hirano Yamamoto. Hirano era um jovem de 19 anos que estava perto de terminar a faculdade. Era o típico "pegador"  e sem vergonha que passava de garota em garota apenas com intenções sexuais. Logo não se enquadrava no perfil que Kaneki usava a reputação de "Menino bonzinho e gentil" para seduzir outras meninas, não possuía nenhuma semelhança com ele.  

O que mais me chamou a atenção nesses dois perfis obviamente foi o de Sasaki Haise. Ele parecia ser alguém super certo, educado e principalmente, estudioso. Procurava estar sempre aqui presente nos interrogatórios. Incluindo o dia em que eu interroguei ele. 

(...)

Ele parece bem confiante, tanto ele quanto Hirano. Fui encarregada de interrogar Haise — que tinha certeza de ser Kaneki — em uma sala da C.C.G que estava sendo monitorada por câmeras. 

— Então, Sasaki-san, já deve saber o motivo pelo o qual está aqui. — iniciei. 

— Sim. E tenho a consciência limpa de que não fiz nada, e vou responder tudo corretamente. — disse.

Até sua voz dava-me nojo. Fui bem rígida e séria o interrogatório inteiro, começando pela pergunta mais básica e fundamental para iniciar:

— Eu espero. Vamos à primeira pergunta: por que foi até uma academia em outro bairro?

— As que tinham em meu bairro eram muito caras. Isso explica as roupas que estava usando.

A cada pergunta que fazia, analisava a sua postura, expressão facial e gestos. Kaneki Ken sabia como mentir de maneira discreta. Meu olhar até ele era inexpressivo e rígido, julgando-o de todas as formas. Ele estava em um beco sem saída, qualquer deslize em responder uma pergunta e ele poderia se dar mal. 

Continuei.  

— Mas a academia em que foi, justo onde uma das vítimas malhava, era cara demais comparada às que tinham em seu bairro.

— Eu ainda estava pesquisando algumas academias mais baratas por perto.

— E porque pediu licença ao hospital em que trabalha para ir até a outra academia? O que lhe fez parar o próprio dia de trabalho para ir pesquisar uma academia?

— Eu estava com sérios riscos de desenvolver câncer, que pode vir à pessoas sedentárias e com alimentação ruim. Sou muito sedentário e minha alimentação não é uma das melhores.

— Mas não iria portar câncer de um dia para o outro. Isso não justifica você ser tão rápido para pedir licença e ir até lá. 

— Posso já estar no início do câncer, isso poderia pelo menos tentar ajudar à erradicar a doença. 

— Seria mais fácil marcar um exame no hospital onde trabalha para saber se tem mesmo a tal doença ou se está no início dela. 

— Estava muito lotado naquele dia, eu trabalho em um hospital público, como a senhorita já sabe. 

— Muito bem... Por hoje é só. Hoje foi o seu último interrogatório aqui na sede da C.C.G a respeito do caso, e suas respostas serão muito bem analisadas. Tenha um bom dia. 

Dito isso, ele despediu-se de mim e permaneci ali, sentada. Analisando tudo o que ele havia me respondido. Sem dúvidas, minha vingança estava cada dia mais próxima. 

(...)

Isso aconteceu na semana passada, eu e outros membros do esquadrão continuávamos analisando cada vez mais as respostas dele. Tudo está ocorrendo bem do jeito que planejei. Kaneki Ken iria pagar muito caro. Mesmo que minha vingança tenha demorado anos, vai valer muito à pena. Essa semana, tirei licença para pegar vacinas de C.R.C para usar nele, e caso não conseguisse o capturar de primeira, consegui uma granada do gás C.R.C e minha quinque. O próximo passo do meu plano era colocá-lo em prática. Segui Sasaki Haise essa semana, e acompanhei mais a sua rotina. Ele ia atender pessoas no hospital ao meio-dia e ficava lá até a meia-noite trabalhando. Varia de dia para dia as consultas lá, logo ele tem mais tempo. Dorme cerca de oito horas e trinta minutos, as outras três horas e trinta, ele tem tempo livre para as suas atividades. Uma das mulheres que foram mortas por ele era uma que malhava na academia durante à tarde e trabalhava como prostituta à noite. Minha maior vantagem foi que, O Tapa-Olho atacava bordéis e prostitutas que ficavam na rua. 

O meu último passo era bem simples: eu iria me disfarçar de prostituta e esperar ao seu ataque. Iria com uma quinque do tipo scorpion escondidas nas roupas que comprei, que consistiam em ser um vestido vermelho, que ia até minhas coxas, meia-calças pretas estilo rede e sapatos para à noite. A maquiagem seria uma maquiagem simples e básica, e junto ao meu disfarce, uma peruca loira; assim que chegasse lá, iria retirar meus óculos, o plano era que ele não me reconhecesse. Assim que a noite chegou e eu saí da sede da C.C.G, corri até a rua Tachikawa, onde ficavam as prostitutas que morreram, e coloquei o último passo em prática. 

(...) 

As ruas estavam escuras; um completo breu. Minha mente estava focada apenas na vingança, naquele momento em que estava completamente atenta a qualquer pessoa — principalmente homens — que se aproximavam. Alguns me miravam do pés à cabeça, enquanto outros, ignoravam. Mas eles não eram o foco de minha atenção. O foco de minha atenção inteira naquele momento era o tão falado Tapa-Olho. O barulho de pneus de carros passando e rachando o chão direto nem me incomodavam mais, nem mesmo aquela pequena neblina e aura fria com um misto de escuridão estavam me assustando. Eu treinei a semana inteira, principalmente sem meus óculos, para que pudesse me adaptar ao meu disfarce. Minha visão naquele momento era boa, mas muito melhor com meus óculos. Conseguia ver qualquer um de longe, e logo poderia tirar a conclusão de ser um ghoul ou não pelo simples fato deles usarem máscaras. Minutos se passavam, minutos que se tornaram horas. Notei desde o início que nenhuma das prostitutas que me disseram ficar por lá estavam, por medo da morte das colegas de trabalho. Eu era a única "prostituta" que estava ali "trabalhando" — ou melhor, caçando — para achar um ghoul. Estava começando à desapontar-me um pouco. 

Até ouvir passos. 

Passos calmos que tornaram passos corridos. Procurei em todas as direções possíveis quem seria o dono ou a dona destes passos, até virar-me para trás e ver quem eu mesma estava esperando desde o início. Sasaki Haise. Quem diria que o garoto bonzinho e de boa reputação visitava puteiros ou ruas com prostituas em busca de serviços. Comecei a disfarçar minha voz e criar postura. Isso iria ser hilário. A medida em que Sasaki Haise iria se aproximando de mim, meu malicioso sorriso aumentava cada vez mais. Ele iria me pagar caro. 

Quando estava há um metro de mim, proferiu:

— Por quanto o programa, gracinha? 

Estava dando certo. Notei seu sorriso no rosto, igualzinho ao meu: um sorriso de um lobo que parecia estar vendo o cordeiro, ou o contrário, pois hoje, as posições podem se inverter. Não tardei a responder o valor que estava cobrando: 

— 400. 

— Ótimo. Vamos? 

Assim que ele confirmou, dei de ombros e o segui. Nós dois ríamos maliciosamente um para o outro, até parece que minhas intenções verdadeiras seriam transar com ele! Estava perto de puxar minhas duas scorpions escondidas na bolsa e minha granada C.R.C, mas achei melhor deixar ele dar o primeiro passo e me atacar. Estava tão excitada em encher ele de porrada! Isso sim me deixava molhada lá embaixo, em imaginar ele inteiro despedaçado depois de sessões de estupros com a minha quinque enfiada nele, durante horas, para enfim queimar seu corpo. 

Minha fantasia de vingança foi interrompida quando chegamos ao seu carro, que estava estacionado em uma praça. Já era madrugada, ninguém iria perceber. 

Sua voz mais uma vez tirou meus pensamentos.

— Então...? 

— Ayano. É o meu nome. 

— Então, Ayano, não acha que é muito perigoso andar sozinha nas ruas? Soube dos ataques que saíram nos jornais ultimamente, não soube? 

Notei seu sorriso torto no rosto, indicando a provocação bem clara em sua pergunta. E tudo ocorreu do jeito que planejei, ele tentou me acertar um soco, mas desviei e retirei minhas scorpions da bolsa, juntamente com a peruca loira e soltei meus reais cabelos, enquanto via sua kagune rinkaku ser projetada. Era ele! E logo confirmei minhas suspeitas quando o vi tirar sua máscara com tapa-olho do bolso e cobrir seu olho humano. 

— Achou mesmo que eu não o reconheceria depois de tanto tempo, Kaneki Ken? — insultei. Meu desejo estava tão perto de se realizar. Com certeza iria me divertir muito torturando ele. 

— E também que eu não a reconheci durante o interrogatório, Rize-san? Aposto que ainda se lembra da nossa inesquecível "primeira vez". 

Essa eram as intenções dele: me provocar para que pudesse partir em cima dele. Uma coisa que Kaneki Ken não percebeu ainda era que essa "garotinha indefesa" dos anos atrás não existia mais. Permaneci no meu canto, qualquer coisa e eu poderia atacá-lo por raiva e perder o foco. Depois de alguns segundos, ele mesmo que me atacou. Vi seus rubros tentáculos vindo em minha direção, desviei deles, indo para a direita e aproximando-me mais dele. A cada vez em que ele tentava me acertar, eu defendia com as minhas facas. Em um descuido dele, consegui acertar seu kagune e mirar minha quinque em sua face. O resultado, foi um de seus tentáculos serem atingidos e evaporar, enquanto minha quinque, enfiada no olho dele, fazia uma perfeita cascata de sangue em sua face. Kaneki urrava como um animal ferido ao retirar minha quinque de sua anatomia, enquanto eu consegui alcançar minha bolsa e retirar a granada de gás C.R.C, retirar o pino e mirar em seus pés. Sua kagune já estava regenerada e seu olho estava se regenerando. Ele conseguiu desviar à tempo do gás da granada. 

Eu saí correndo em direção àquela faca que ele havia retirado do rosto e jogado no chão, alcancei-a e tentei desviar da mira de seu kagune, que por azar, conseguiu agarrar-me pela cintura. Porém já havia conseguido alcançar a scorpion, e cortei seu kagune, que evaporou e derrubou-me no chão. O momento de seu atordoo me deu muita vantagem. Abaixei-me baixo o suficiente e mirei uma das scorpions que estavam em minha mão nos seus testículos e decepei uma de suas pernas num rápido movimento. Ele estava com muita raiva. Raiva não, furioso por ser persuadido por mim que mais uma vez mirou os quatro tentáculos de uma vez em mim. 

Não consegui sair da mira de todos, e dois deles me acertaram de raspão: um na perna, na minha tíbia, quase passando pelo meu osso, enquanto o outro, arranhou-me o ombro. Comecei a me frustar por causa de um detalhe: ele já estava todo regenerado, juntamente com seus testículos e perna. Então veio-me um pensamento na cabeça: Pegar uma das duas seringas do líquido C.R.C que trouxe e molhar minhas scorpions neles. E foi isso o que fiz. Derramei um pouco de uma seringa em minhas duas scorpions enquanto ele corria em minha direção. Consegui o que queria, mirar as duas facas de uma vez com o líquido C.R.C em seu rosto e pegar o que esperei desde o momento certo para pegar: minha quinque de rinkaku e última seringa com o líquido C.R.C, que estavam na minha larga e grande bolsa.

Enquanto ele retirava as scorpions da cara que pareciam queimar seu rosto — eu podia ouvir os salpicos — eu ativei minha quinque azul. Dessa vez, ele não teria mais saída. No momento em que ele retirou as scorpions do rosto, que permanecia cego pois o líquido havia atrasado sua regeneração, finalizei a luta cravando a seringa no buraco sangrento onde deveria estar o seu olho. Depois disso, consegui desmaiá-lo com uma pontuda pancada no crânio, tirando boa massa dele. 

— Boa noite, meu cordeirinho... Agora nós podemos inverter as posições. — disse num tom vitorioso. 

Ele vai pagar, e já está pagando. Valeu à pena cada dor que senti em seu combate, desde que ele atingiu-me a lateral da perna até o ombro. 

Quando ele estava caído no chão, vi sua kagune evaporar-se por inteiro. O C.R.C já havia feito efeito, e era ótimo saber disso. 

(...) 

Uma hora e quarenta minutos depois. 

Essa semana, previ tudo. Comprei um disfarce e inclusive, aluguei um armazém velho de uma mulher nas proximidades do vigésimo distrito. E foi para ali que levei Kaneki Ken, sem nenhum mísero esforço ou dificuldade. Coloquei-o em seu carro, acelerei até o armazém e lá, usei algumas das coisas que comprei em uma loja com artigos esportivos e de pesca: cordas, facas, uma marreta e um facão. Tudo comprado e pensado carinhosamente no estupro, humilhação e morte de Kaneki Ken. Junto dos meus brinquedinhos, ainda havia comprado gasolina e fósforos para queimá-lo lá fora. O chão estava revestido com plástico-bolha para que não sujasse-o com sangue. Enquanto Kaneki estava inconsciente no chão, preparei o lugar em que ele ficaria. Uma cadeira, sem fundo na parte de suas genitais, de modo que ele pudesse ficar sentado, e que seus testículos ficassem suspensos. 

O sentei lá, amarrei-o com as correntes e tirei suas roupas. Acordei-o com um delicado balde de água gelada, e como esperado, ele acordou, assustado e acoado como um carneirinho indefeso. Bem como eu estava há dois anos e sete meses atrás. 

— Acorda, Bela Adormecida. — disse, sorrindo.

Meu sorriso aumentava com sua face preocupada e analisando o local onde estávamos. Não adiantava gritar ou espernear, ninguém ali iria ouvir. Kaneki permaneceu estático e cada vez mais amedrontado à medida em que me aproximava dele com a marreta em mãos. Notei que ele tentava e tentava sem sucesso romper o nó das cordas em seus pulsos e tornozelos. Aquilo só me excitava, nos dois sentidos. Apreciava suas expressões de dor. 

O que fiz em seguida o fez gritar e berrar, debatendo-se fortemente. Com toda a minha força, peguei a marreta e mirei-a em seus testículos suspensos na cadeira sem fundo. Ouvi um "crack" dele. Era tão bonito ver seus testículos ali, caindo no chão. Sentia minha calcinha cada vez mais molhada em vê-lo sofrendo daquele modo. Foi muito excitante!

SUA VAGABUNDA!!! — ouvi gritar. Meu sínico sorriso se espalhava. 

— Não era assim que você fazia comigo, Kaneki? Espero que agora possa sentir a dor de ter minha quinque enfiada em você. 

O meu objetivo agora era humilhá-lo. Passei o sangrento cabo da marreta em sua cara e o enfiei bruscamente em sua boca. Ele estava quase chorando, podia ver seus olhos bem úmidos e opacos enquanto fazia ele chupar aquela marreta como uma mulher chupa um pau! E querendo ou não... A brincadeira estava só no começo. Retirei o cabo da marreta bruscamente de sua boca, e agachei-me ao seu lado. Kaneki se debatia como um peixe fora d'água tentando se soltar das cordas. O que fiz em seguida fez ele gritar. Acertei a marreta no ânus dele, no lado do cabo. Fui enfiado-o sem dó alguma e depois comecei a estocá-lo de uma forma que meu sorriso permanecia no rosto! Eu nem acreditava que aquilo enfim estava acontecendo! Continuava penetrando-o firmemente, assim que chegasse em casa, iria me masturbar muito pensando nele se fodendo. Kaneki ainda acreditava que gritar, espernear e me xingar iria adiantar em alguma coisa. Aquela área era muito afastada da cidade grande do vigésimo distrito de Tokyo.

Ele — literalmente — fazia merda no chão enquanto o penetrava bruscamente, sua face estava desfigurada e abatida. Implorava-me por piedade, porém lembrei-me do dia em que ele me estuprava e nem sequer ouvia meus gemidos de dor. Agora é ele quem gemia de dor, sangrava e literalmente cagava ali mesmo! E que se foda-se alguém ouvir — e principalmente — outro ghoul escutar nossa "brincadeirinha" ali dentro. Estava pagando cada iene que me devia. Me levantei e deixei a marreta penetrada em seu ânus sangrento e testículos quebrados. Andei em direção à sacola de compras onde estavam guardados os artigos de pesca e esporte. Retirei de lá o taco de beisebol.

Novamente andei até ele e a cena se repetiu: vi ele chorando sem parar e implorando-me a piedade. Piedade que nunca teria. Mais uma vez Kaneki estava se debatendo desesperado vendo-me se aproximar cada vez mais dele com o taco de beisebol em mãos. Sorri olhando para ele, sem dúvidas, foi a melhor sensação e dia de minha vida. Mais uma vez, enfiei o cabo do taco de beisebol em sua boca e o fiz mamar nele. Kaneki dessa vez parecia mais relutante em engolir. Como a boa menina que sou, resolvi dar-lhe um motivo para chupar aquilo como se fosse um pau.

 — Chupa logo essa porra ou eu quebro seus dentes!

Ele cuspiu o taco e desviou a cabeça, retirando-o de sua cavidade bucal. Ele estava chorando, já não estava mais conseguindo segurar suas lágrimas pela humilhação e dor. Segurei seu rosto com uma mão, enquanto a outra, segurava o taco. Peguei o taco, mirei-o em sua boca e usei toda a minha força para batê-lo em seus dentes, que quebraram-se e caíram junto com o sangue. Seu choro era incontrolável e meu gozo em minha calcinha só aumentava lá embaixo! E foda-se se alguém achar-me doente o suficiente para ficar excitada com o sofrimento alheio. A seguir, segurei o taco com as duas mãos e mirei-o em sua boca, retirando boa parte de seus dentes da frente e resultando em um berro muito mais agudo que antes! 

Lembrando-me também do fato que seus olhos ainda não haviam regenerado, e ele estava cego com enormes cortes nos olhos, com os testículos quebrados, uma marreta inteira enfiada em seu ânus e por fim os dentes quebrados enquanto estava nu e amarrado, sem nada ou ninguém que pudesse defendê-lo de mim naquele momento. Olhei para o meu carneirinho, satisfeita com o resultado de seu sofrimento. A última e melhor "cortesia" que deixei para ele foi a cereja no bolo! 

Amarrei-o com outra corda como se ele fosse um rolo, embolei-o inteiro e saí arrastando-o até lá fora. Prendi-o no chão, totalmente amarrado e sem defesa, sem forças para levantar e sentindo muita dor. Peguei o galão de gasolina e despejei gasolina no corpo de Kaneki, juntamente à cadeira sem fundo que havia levado para lá e o plástico-bolha cobrindo o chão que serviu de tapete para não deixar seu sangue ali, saí correndo e atirei um fósforo lá. Assisti Kaneki queimar de longe, era uma das cenas mais lindas que já vi em minha vida. Pareciam fogos de artifício. Naquela fogueira humana, joguei minhas roupas sujas de sangue, as armas que usei — com exceção de minha quinque — e mais alguns fósforos lá. 

Peguei uma mangueira e apaguei o fogo, vendo o corpo de Kaneki ali, carbonizado. Depois do fogo ter sido apagado, comecei a cavar um buraco bem fundo e levei uma corda, onde a amarrei firmemente em uma coluna dentro do armazém. Subi na corda de volta e peguei a pá, colocando os restos de tudo lá dentro. Enterrei as evidências de meu crime, retirei a corda dali. Entrei para o armazém novamente, por sorte, tinha guardado roupas na sacola. Coloquei-as, me certifiquei de estar tudo limpo e olhei a hora em meu relógio. Eram três e vinte e nove da manhã. Dirige com o carro de Kaneki usando minhas luvas e uma capa de chuva para não deixar rastros em seu carro, estacionei-o em qualquer lugar do vigésimo distrito e voltei para casa. 

Vingança concretizada. Sinto felicidade, algo que há anos não sentia. Não sou mais eu que está a sofrer por conhecer qualquer um, e sim ele. Rize Kamishiro está feliz, vingada e excitada. Kaneki Ken está angustiado, violado e morto. Não engane qualquer um com seus sorrisos atiçadores e maliciosos achando que no futuro irá se dar bem de novo. 

FIM.  

 


Notas Finais


Bom pessoal, chegamos ao fim da fanfic. Muito obrigado aos que acompanharam, favoritaram e comentaram ♥


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