História Kyman: Destinos entreleçados - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias South Park
Personagens Eric Cartman, Kyle Broflovski
Tags Bdsm, Cartman, Kyle, Kyman, Lemon, South Park, Yaoi
Visualizações 237
Palavras 3.082
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Pisando em ovos


Já fazem duas semanas desde que começamos a namorar e até agora ninguém matou ninguém, o que só pode ser um bom sinal. Na verdade, se passaram 16 dias, 13 horas e 35 minutos, mas quem está contando?

O teatro na escola ainda é o mesmo, sentamos na mesma mesa, e constantemente nos engarfamos, a performance de sempre. As melhores preliminares, ou ao menos era o que eu esperava.

Não que nosso sexo não seja bom, na verdade quanto mais Cartman conhece meu corpo, melhor fica, mas acho que isso é o natural. O que não é natural é nós dois. Ainda não entendi o jogo entre nós, quer dizer, nos odiávamos! Como que de uma hora para a outra a pessoa que eu mais queria longe passa a ser a que mais quero perto.

É como se a Bela de repente decidisse achar o Gaston um homão da porra e casasse com ele, por que vou dizer, Cartman não é nenhum príncipe encantado. Quando falo com ele sobre isso ele costuma apenas me mandar não pensar nisso e apenas aproveitar o momento, e por um lado, ele está certo. Eu deveria apenas aproveitar nosso momento junto, mas…

O segredo podia ser sexy no início, como amantes apaixonados, um relacionamento proibido, essas coisas melosas que funcionam nos livros clichê de romance. Mas isso não é um livro, é minha vida e estar ocultando isso está me deixando maluco!

Sei que a ideia de manter segredo foi minha, mas me sinto mentindo para todos a minha volta o tempo todo, fazendo desculpas para não sair com eles quando já tinha algo com Cartman. Me sinto quase enjoado quando preciso inventar algo para Stan, quer dizer, ele é meu melhor amigo!

Ele de todas as pessoas é o primeiro para quem devo contar, mas ainda assim é muito difícil juntar a energia psicológica para dizer: Ei, cara! Tô dando pro Cartman, aquele mesmo que fica tirando comigo na escola e que quase me matou diversas vezes na infância só por ser um maldito de um nazista egoísta!

Bato minha cara na carteira só de pensar. É impossível contar isso para Stan. Se eu não entendo, como que vou fazer outra pessoa entender? Tudo o que eu queria era poder responder a ele quando conta sobre seus encontros com Wendy com os meus encontros, também tenho histórias divertidas e ficar só ouvindo sobre os dois é chato.

Para piorar ele não está lá na hora do almoço. Kenny acena para mim e a mesa está bem cheia, Kenny, Craig e Clyde e Bebé, Wendy e Butters, deve ser dia de treino extra, as vezes Stan tem essas coisas. E já parecem estar discutindo sobre alguma coisa quando me aproximo.

– O que eu perdi? – pergunto.

– Nada demais, – diz Craig – estávamos falando sobre suicídio.

– Estávamos falando sobre um homem que foi a um país onde o auxílio ao suicídio é legalizado, e o quão absurdo isso é. – Diz Wendy.

– Auxílio ao suicídio? – Pergunto me sentando a mesa e degustando do meu delicioso almoço enquanto debatemos esse tópico nada depreciante.

– Alguns médicos te dão remédios terminais e você pode encerrar sua vida se for um paciente terminal. – Wendy explica. – O homem tinha câncer nos últimos estágios.

– Não vejo problema algum em fazer isso, quer dizer, se ele vai morrer mesmo, ele pode apenas acabar com o processos de definhamento que é totalmente bosta. – Cartman argumenta.

– São médicos! Médicos deveriam, por sua própria ética, dar o seu máximo em manter a vida e saúde de um paciente e eutanásia é justamente o contrário disso! – Wendy se volta furiosa para Cartman.

Ele boceja.

– Desculpa eu não ouvi o que você disse, meu ouvido não é bom com mimimi. – Ele debocha se espreguiçando.

– Você é um insensível! – Ela grita. – É egoísmo querer por fim na sua própria vida, como acha que ficam os amigos e parentes?

– Ah, então ele deveria ficar de boa definhando na cama como uma panqueca podre enquanto todo mundo finge que ta tudo bem e aplaude ele como se isso fosse melhorar alguma coisa?! Eles que são os egoístas se não entendem que ele só quer por fim no sofrimento próprio.

Wendy retoma fôlego nos pulmões para trazer suas estatísticas e argumentos, mas me sinto um pouco afastado, na verdade percebi que estou inquieto e que isso vem de Wendy discutindo com Cartman. Por alguma razão não gosto nada de vê-lo com o sorriso irônico de quem sabe mais respondendo com deboches a ela e me irrita ela sempre ter outro argumento na ponta da língua.

– Eu concordo com Cartman. – digo silenciando a mesa por um momento.

Enquanto o silêncio paira, todos ali presentes olham diretamente para mim, me torno o breve centro das atenções e não é para menos. Kyle Broflovsky está concordando em voz alta com Eric Cartman, isso chama a atenção deles muito mais do que eu ser um pró-eutanásia.

Respiro fundo e limpo minha garganta.

– Bem, se eu estivesse em dor e sofrimento com meus dias contados, não sei se gostaria de ficar respirando por tubos e sendo o alvo de pena de meus amigos. Eutanásia não é desistir da vida, mas adiar o inevitável para uma morte mais digna, além do mais se é permitida para animais de estimação por que não pode ser uma decisão pessoal?

Não há uma resposta direta, porém sinto a perna de Cartman cutucar a minha por debaixo da mesa e percebo seu sorriso maldoso.

– Bem, se o judeu está dizendo, eu devo ter razão. – Ele dá de ombros se vangloriando para cima de Wendy – Além do mais, quem já querer passar os últimos dias sendo alimentados por tudo?

– Você claramente que não, gorducho! – Wendy responde irritadiça.

– Não seja uma vaca, Wendy.

As palavras escapam minha boca tão rápido que apenas percebo que falei e não pensei quando ela vira o rosto espantado na minha direção. Na verdade todos estão paralisados com o que disse, parece estarem esperando uma explicação, mas apenas pego meu sanduíche e dou uma mordida, o queijo está tão gostoso.

Percebo que Cartman é o único que não está exatamente surpreso, ao menos não de uma forma negativa, na verdade parece bem entretido, o que é bom. Não ligo tanto assim para a opinião dos outros, apenas termino meu almoço.

***

No final das aulas encontro Cartman atrás da escola na clareira de sempre, dessa forma podemos voltar juntos para casa. Porém, dessa vez não estamos indo para a casa dele e sim a minha casa, Cartman tem essa teoria de que se tiver mais contato com meus pais, vai ser mais fácil para eles aceitarem nosso relacionamento quando o fatídico dia chegar.

Quando ele me contou disso achei muito fofo a perspectiva de tempo distante que ele tinha para nosso relacionamento que acabei concordando, mas agora, me aproximando de casa sinto que não foi uma ideia assim tão genial. Minha mãe odeia o Cartman, odeia de verdade, meu pai até aprecia seu trabalho sendo o troll porco que ele é, mas isso não vem ao caso, ele conquistar meus pais parece ser um desafio muito fora dos limites dele.

Ao chegar no ponto de encontro ele já está lá me esperando e me puxa para mais perto assim que entro em seu alcance, respondo com um sutil beijo em seus lábios e seguimos nosso caminho.

– Você tem certeza sobre isso? – ele pergunta no caminho.

– Meh, qual é a pior coisa que pode acontecer? – E na verdade eu realmente queria dizer isso, não acho que ele possa fazer ou dizer algo que deixe minha mãe com mais desgosto que sente dele, mas guardo essa parte para mim.

– Sabe, não é porque você é minha vadia agora que precisa concordar com tudo o que eu falo. – Percebi seu sorriso de duplo sentido e sei que se refere ao almoço mais cedo.

– Não concordo com tudo o que você diz, eu apenas concordei quanto aquele lance da eutanásia, apenas. E não sou sua vadia, não me chame assim, idiota.

– Falando sobre não chamar as pessoas de coisas que elas não gostam de ser chamadas, como acha que seu Super Melhor Amiguxo vai reagir quando souber do que você chamou a namorada dele?

Ele tem um ponto, Stan não vai ficar contente em saber que xinguem sua namorada, principalmente dependendo da forma que ela contar isso a ele, mas conheço Stan e tenho certeza que consigo dar uma desculpa quanto a isso.

– Bem, ela estava sendo insuportável, o comentário dela foi completamente fora de contexto. – digo.

– Nada muito diferente do que você já me chamou.

– É diferente.

– Aham. Você pode, ela não.

– Claro! Brigar e discutir com você é meu lance, não o dela!

Percebo que os passos dele não estão acompanhando mais os meus e me viro para me deparar com um Cartman de braços cruzados e um sorriso esperto.

– Você estava com ciúmes de mim discutindo com Wendy?

Pau no cu desse idiota perspicaz, sinto o sangue todo no meu rosto, chega fica quente de uma hora para a outra.

– Não seja assim tão convencido! – respondo desviando o olhar, não tem como encara-lo assim.

– Convencido? Você deu uma parada na cara da garota por estar brigando comigo, você estava todo mordido de ciúmes só por não ter toda minha atençãozinha pra você?!

– Para com isso! – Eu grito, mas ele não me ouve já que está rindo alto como um completo idiota.

– Ciúmes da hippie da Wendy! Por está tomando minha atenção~

– Tudo bem, eu estava! – digo para acabar com a droga dessas provocações que não ajudam em nada meu estado patético de ciúmes, droga, desde quando eu sou assim?

O rosto dele fica sério com a confirmação.

– Sério mesmo? Você tá maluco? Eu odeio a Wendy.

– Você me odiava também da última vez.

Bosta, de onde está vindo esses argumentos péssimos de namorado possessivo? Não queria estar jogando essas coisas em cima dele, sei que estou completamente fora de razão.

– Além do mais – continuo me jogando mais fundo no poço – vocês já se beijaram uma vez, tem uma tensão em vocês!

Eu me sinto péssimo.

– Kyle, de verdade? – ele suspira – Primeiro, ela me beijou. Segundo isso foi quando tínhamos oito malditos anos! Se existe qualquer tensão é por parte dela! Eu não sinto nada por ela.

Ele tem total razão, não consigo acreditar que me senti ameaçado pela namorada de meu melhor amigo. Tipo, confio em Cartman ao menos eu achava que confiava… então de onde está vindo esse Kyle inseguro e ciumento? Além do mais, por que eu estou insistindo nessa droga, é óbvio que não foi nada, que nunca vai ter nada!

Porém Cartman se aproxima de mim e passa as costas da mão por meu rosto.

– Olha, ela nunca vai chegar perto do seu nível, você é muito mais bonito e sexy do que qualquer um para mim, além do mais – ele da uma rápida olhada em volta para garantir que não tem ninguém nos arredores e me beija, um beijo do qual eu estava mais cedento do que esperava. Retribuo segurando sua casaco e me sentindo saudoso no instante em que o beijo é partido. – um milhão de beijos dela jamais valerão um dos seus.

NOSSA MAS QUE BREGÃO! De que cartão de dia dos namorados de Facebook ele tirou essa frase? Mano do céu! Porém, fico genuinamente feliz dele ter dito isso, posso até se tornar meus estômago revirar e toda essa viadagem romântica.

A melhor parte é que ele percebe o que fez, de como foi clichê e põe as mãos no bolso embaraçado. E claro que eu tiro com a cara dele.

– Às vezes você consegue ser tão gay, Cartman.

Recebo um merecido pescotapa já que sou eu quem está rindo alto e exageradamente, é mais forte do que eu, gosto muito dele.

– Você que estava sendo uma bichinha ciumenta e a culpa é minha?

– Tudo bem, tudo bem. Vou te recompensar por isso.

– Vou lembrar disso.

Ele merece. Realmente não sei o que me deu, não é como se ele nem ao menos comentasse sobre Wendy. E foi tão novo para mim sentir raiva de outra pessoas assim de graça, me pergunto se ele também sentiria algo assim se alguém começasse a me dar alguma atençãozinha extra.

Quando chegamos na minha casa posso ouvi-lo respirando fundo e arrumando o cabelo, nesse momento não faço a menor ideia do que se passa na cabeça dele, só espero que não seja “seja você mesmo”.

Quando entramos posso ver meu irmãozinho na sala com o notebook ligado na televisão vendo as streams que ele adora, até hoje não consigo acreditar que pessoas jogam Minecraft, muito menos que algumas milhares assistem alguém jogando.

– Ike, deixa de ser anti social e cumprimenta a visita. – falo alto o bastante para ele não poder me ignorar.

Ele levanta o braço como se demandas de uma enorme quantidade de esforço e se senta no sofá, virando o rosto lentamente, desinteressado.

– Ah, cara, por que você não tem uma amiga gostosa, por que só trás esses marmanjos pra casa? Não é porque você é do time arco íris da força que eu seja obrigado a ser.

Posso notar Cartman engolindo o veneno que gostaria de soltar, e faz bem em engolir, pois  minha mãe nos escuta conversando e está logo ali para me cumprimentar.

– Já voltou querido? – porém o sorriso dela se esvai assim que percebe quem eu trouxe para casa.

Ike era muito novo na época em que eu e Cartman mais estávamos atacados, porém minha mãe estava ouvindo muito bem quando ele fez uma música sobre ela ser a pessoa mais irritante, nota-se “a vadia mais irritante” do mundo.

– Olá mãe, lembra-se do Eric Cartman? – me faço de sonso aqui, tudo o que preciso fazer é fingir que não sei sobre a clara insatisfação dela com ele e isso pode acabar logo.

– Claro, – ela responde secamente – como vai Eric?

– Muito bem, senhorita Broflovski, a senhora também parece estar indo bem, perdeu peso desde a última vez que nos vemos?

Não esperava menos dele em seu modo 100% pelação de saco. Ao menos isso parece surpreender minha mãe de uma forma boa. Fico na minha.

– Querem beber alguma coisa, rapazes? – Ela oferece – Uma limonada?

– Por favor, deixe-me ajudá-la. – Cartman segue com ela para a cozinha e sinto por um momento em que essa coisa toda pode dar certo.

– Ele não é aquele seu amigo que quer comer as mães não, né? – Ike me pergunta bem indiscretamente.

– Não Ike, esse é o Kenny.

Porém Ike não para de pensar e tentar buscar na memória de onde reconhece Cartman.

– Espera! Ele não é aquele seu amiguinho nazista que tentava dizimar a gente quando era pequeno?

Ah, merda. Esperava que ele fosse pequeno demais para lembrar disso, talvez eu devesse ter concordado em todo o lance de tentar comer minha mãe que ia pegar menos mal do que trazer um antisemita para dentro de casa.

– Olha, ele não é mais assim, ta bom? Ele seguiu em frente, estou dando uma chance nova a ele e você pode manter sua boquinha fechada nesse assunto. – digo em tom um pouco mais baixo.

– Cê que sabe. Mas se ele vier de gracinha pra cima de mim acabo com a raça dele. – Ike responde se voltando para a televisão.

Acho justo.

Sigo para a cozinha para ver como estão as coisas e encontros os dois com copos coloridos e gelos com formas engraçadas.

– Querido, eu estava apenas contando para seu amigo aqui sobre a Hannah, filha dos Cohen, a mãe dela e eu estávamos conversando e parece que ela tem um olho em você.

– Quem? A filha ou a mãe? – Ike vem por trás de mim para pegar um copo de limonada.

– Não seja besta Ike! Mas, Kyle estávamos pensando em sair todos juntos o que você acha? – minha mãe me pergunta.

Acabo involuntariamente olhando para Cartman, mas ele não parece muito afetado, talvez leve mais do que um possível encontro flopado para movê-lo.

– Sei não mãe, a Hannah é até bonitinha, mas é tão sem sal que não acho que vamos ter um clima bom.

– Até por que as mamães vão estar logo ali atrás o que é um corta climasso. – Ike responde.

– Não acho que seremos um problema, afinal vocês dois já tem dezesseis anos, devem ter muito em comum.

– Sabe como é, não é, Kyle? A diferença de uma mãe judia e um terrorista é que com o terrorista você pode negociar.

Não preciso dizer que as atenções são voltadas para Cartman no mesmo instante, bem Ike engasga com a limonada e tosse tentando não sufocar em uma possível risada, eu aproveito para empurra-lo para fora da cozinha.

– Nós temos tanto dever de casa para fazer que é melhor nós irmos indo, vejo vocês depois, obrigado pela limonada mãe.

Empurro ele escada acima para meu quarto e fecho a porta, não tenho palavras descrever o que sinto, minto, estou animado com esse comportamento.

– Mas que merda foi essa?! – tento não gritar muito alto.

– Eu fiquei nervoso! Faço piadas quando fico nervoso! Não tenho culpa se judeus não tem senso de humor!

Nem vou reclamar do segundo comentário antissemita, ele havia passado as últimas semanas sem fazer nenhuma piadinha no gênero e decide voltar as raízes logo agora?!

– Estava indo tudo bem até…

– Até você abrir a droga da boca! – falo ríspido.

Apenas suspiro.

– Tudo bem cara, mas agora você voltou a estaca zero. Podemos ao menos aprende alguma coisa sobre isso.

Ouvimos alguém bater na porta, meu irmão.

– A limonada de vocês. – ele entra no quarto sem ter ganhado exatamente permissão para isso e deixa os copos em cima da minha escrivaninha.

Ele ri.

– Terrorista, sensacional. – Depois ele sai do quarto fechando a porta.

– Bem, ao menos seu irmão gosta de mim. – Cartman da de ombros.

Eu o soco.

E realmente começamos a fazer nossas lições, por mais que seja semana de provas e tenhamos vários trabalhos, não é como se fossem realmente difíceis, ao menos distraem minha cabeça do que aconteceu na cozinha. Só espero que minha mãe tenha ouvido errado ou sei lá, duvido muito, querendo ou não, ela é bastante rancorosa. E é coisa de mãe lembrar tudo de ruim que acontece na sua vida para ter argumentos, sei lá.

– Conseguiu fazer as equações? – rolo de meu livro para o lado dele, está com o caderno cheio de desenhos feitos a caneta azul. Parecem monstrinhos, na verdade, parece minha mãe, mas guardo isso pra mim.

 


Notas Finais


Ainda tem uma segunda parte do capítulo, mas nossa fiquei dois meses sem postar, assim não dá né?

Fiquei ausente por estar trabalhando em outro animatic, quem quiser/puder me acompanha no youtube:
https://www.youtube.com/watch?v=xSmdHz6BVvk


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