História L' amour - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ángel Di María, Edinson Cavani, Julian Draxler, Kevin Trapp, Lucas Moura, Thiago Silva
Personagens Personagens Originais
Tags Draxler, Julian, Paris, Psg
Visualizações 241
Palavras 2.521
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Opa, aproveitando o intervalo e correndo aqui. Então não vou revisar, não quero perder o jogo.

PERDÃO OS ERROS E BOA LEITURA!

Capítulo 23 - Always with you.


Fanfic / Fanfiction L' amour - Capítulo 23 - Always with you.

"A primeira vez que a pessoa se apaixona muda a vida dela para sempre, e por mais que você tente, o sentimento nunca desaparece"

– O diário de uma paixão.



Era de tarde. Nós tínhamos almoçado a algum tempo e agora estávamos no sofá. Eu estava sentada e Julian deitado com a cabeça em minhas coxas, enquanto eu tinha minha mão acariciando seu cabelo, ele tinha seus braços rodeando minha cintura. Eu ainda sorria boba olhando a aliança em meu dedo e pensando em como eu amava o homem que estava deitado em meu colo.

— O que vai fazer amanhã? — Ele pergunta com a voz rouca, parecia estar meio sonolento.

— Nada. Amanhã eu não trabalho — Eu disse.

— Por que?

— É dia de limpeza na escola — Eu disse e ele assentiu me olhando.

— Você podia dormir aqui essa noite — Ele se levanta, sentando na minha frente.

— Não trouxe roupas — Eu falei sorrindo leve.

— É pra isso que tem as minhas — Ele ri fraco.

— Não sei — Eu encolhi meus ombros.

— Ah vai, Lu. Não acho justo ter que dormir longe de você — Ele diz me arrancando um sorriso — Eu realmente estou me acostumando com você durante a noite.

— Eu também, Julian. Mas...

— Ah vai, Lu. Por favor — Ele me olha esperançoso.

Céus, tem como eu me apaixonar mais a cada segundo?

— Tudo bem — Eu disse sorrindo. Eu queria mesmo passar a noite ao lado dele.

— Isso! — Ele ri me abraçando. Eu ri também.

Ele estava de joelhos dobrados no sofá e eu apenas sentada com as pernas cruzadas, enquanto olhava pra cima, por que ainda assim, Julian era maior que eu. Ele se inclinou e selou nossos lábios, em um selinho carinhoso e apaixonante. Ouvi meu celular tocar e me afastei brevemente dele. Me estiquei para pegar o celular no chão e vi uma ligação internacional de número desconhecido. Senti meu coração apertar, então atendi rápido.

— Alô? — Eu disse.

— Luna? Que bom que atendeu — Eu escutei a voz de Rosa.

— Rosa? Aconteceu alguma coisa? — Perguntei.

— Bem, você me disse que se acontecesse algo com seu irmão que...

— Era pra você me ligar — Eu passei a mão pelo meu cabelo — Ele está bem?

— Sim. Quer dizer... Mas ou menos — Ela diz.

— Rosa, você pode por favor me explicar? Estou ficando preocupada — Eu disse me ajeitando no sofá.

— Bem... Matteo não tem ido pra escola, ele tem chamado muito por você sabe? E dona Sandra não se preocupa nenhum pouco, apenas com seu trabalho — Ela diz.

Ao mesmo tempo que eu sinto a raiva que tenho por essa mulher despertar novamente, sinto meu coração apertar. Droga, Matteo não estava nada bem. Meu irmão precisa de mim. E o pior é que eu nem sei o que fazer.

— Eu só achei que deveria te ligar... — Ela continua.

— Você fez bem, obrigada Rosa. Matt está por ai? — Perguntei.

— Está no quarto dele. O pequeno não sai de lá — Ela diz.

— Você poderia por favor me deixar falar com ele? — Eu perguntei.

— Claro, só um instante — Ela diz.

Levei minhas unhas em direção a boca e comecei a roer as mesmas. Julian me olhava preocupado e sussurrou um "tudo bem?". Eu apenas dei os ombros, não sabendo o que responder. Eu também estava confusa e sentia meu peito doer. Minha garganta estava com um pequeno nó em pensar no meu pequeno sofrendo e algumas lágrimas começavam a querer se formar em meus olhos.

— Lu? É você mesmo? — Escutei a voz do meu irmão. Sua voz o denunciava que ele estava mesmo mal, talvez infeliz sozinho naquela casa, assim como eu também era.

Isso foi o suficiente pra primeira lágrima cair. Eu me apeguei tanto à ele nos dias que estive lá no início do mês. Matteo é tão importante pra mim e está longe, e não tem muita coisa que eu possa fazer sobre isso. Eu não aproveitei muito do meu irmão enquanto estive perto por um medo ridículo de Sandra que eu mesma não entendo. E eu me arrependo tanto. Eu queria ter passado mais tempo com ele. Ele é só uma criança que necessita de amor, carinho e atenção. Ele necessita de alguém pra brincar e contar sempre que precisava.

— Oi meu amor. Sou eu sim — Eu disse sorrindo — Como você está?

— Com saudades, Luna. Volta pra casa — Ele disse. Fechei os olhos sentindo mais lágrimas molharem o meu rosto.

— Meu amor, agora eu não posso — Eu tentei ser firme, mas falhei feio. Minhas voz estava totalmente embargada.

— Deixa eu morar com você, Lu? Eu não quero mais ficar aqui — Ele disse e percebia que também estava chorando. Isso só acabava mais comigo.

— Eu prometo que vou fazer o possível pra gente se ver logo, tudo bem? Mas você tem que me prometer que vai se comportar e ir pra escola Matteo. Você não pode faltar as aulas — Eu disse.

— Tá bom, Lu, mas vem logo, por favor — Ele pede. Eu funguei.

— Eu não vou demorar — Eu disse, repetindo aquilo pra mim mesma — Eu amo você, se comporte e logo você estará aqui comigo, tudo bem?

— Ok. Eu também te amo, Luna — Ele fala e percebi a ligação se encerrar.

Fitei a tela do celular e uma lágrima caiu em cima dela.

— Ei — Julian me puxa, me fazendo cair em seu colo — O que houve? — Ele tirou alguns fios de cabelo do meu rosto, os colocando atrás da minha orelha direta.

— É o Matteo... — Eu funguei deitando minha cabeça em seu ombro — Ele não está bem.

— Ele está doente de novo?

— Não. Ele não se sente bem naquela casa, Julian. Ninguém se sente. Ele não tem ido pra escola e fica o dia inteiro sozinho no quarto dele. Nós nos apegamos muito e ele pediu pra que eu voltasse pra lá. Eu tenho medo que sei lá, ele possa estar entrando em uma depressão, sabe? Ele é muito novo pra passar por isso tudo.

— E você vai voltar? — Ele passa seu braço forte pela minha cintura, me prendendo mais à ele.

— Eu não quero. Não quero mesmo mais voltar pra Espanha — Eu disse fechando os olhos — Mas eu tenho tanto medo que Matt fique depressivo. Ele é só uma criança, precisa de amor e carinho, e isso é uma coisa que Sandra nunca o dará.

Sinto ele beijar o topo da minha cabeça e me apertar mais à ele.

— E o que pensa em fazer? — Ele pergunta.

— Eu não sei — Eu disse fungando — Eu só quero proteger meu irmão, quero ele perto de mim. Ele é o único que ainda tenho da minha família e não quero perdê-lo — Eu disse.

— Lu, eu estou com você pra tudo, meu amor. E se você precisa de ajuda com o seu irmão, você pode contar comigo — Ele mais uma vez beija o topo da minha cabeça.

— Eu queria trazê-lo pra cá — Eu disse sorrindo fraco.

— E por que não trás? Você não queria pegar a guarda dele? Deixe ele aqui enquanto aguarda o processo — Ele diz.

— Eu duvido que Sandra irá concordar com isso — Eu ri sem humor.

— Ela não tem que concordar, nem está cuidando do menino. Você só vai comuninca-la e trazê-lo pra cá — Ele diz.

É incrível como ele faz tudo parecer mais fácil.

— É, talvez você tenha razão — Eu sussurrei limpando minhas lágrimas.

— Quando você vai? — Ele pergunta.

— Não sei — Sorri fraco — Talvez eu tente ir nesse fim de semana.

— Vai ser bom pra ele vir pra cá. Além do mais, preciso conhecer meu cunhadinho, não é? — Ele diz me fazendo rir alto — É desse sorriso que eu amo. Não chora mais, Lu. Vai dar tudo certo.

— Eu acredito que se você estiver comigo, tudo vai mesmo dar certo — Eu disse sorrindo e lhe fitando.

— Eu vou estar sempre com você — Ele fala antes de selar nossos lábios em um beijo que parecia horas, mas quando nos separamos percebo que só foram segundos — Eu amo você.

Era bom ouvir isso dele. Meu coração deu uma leve parada antes de se acelerar desesperadamente. Eu acho que não iria me acostumar com aquilo vindo dele, era uma sensação tão maravilhosa me sentir verdadeiramente amada e o amar tão intensamente, como nunca amei ninguém antes.

— Eu te amo, Julian — Eu disse e ele novamente selou nossos lábios.


••••


Após uma maratona de filmes que variavam de comédia à terror, eu já estava bem sonolenta. E os carinhos de Julian não ajudavam muito a despertar. Eu estava tão confortável ali, daquele jeito. Deitada sobre o peito de Julian, nossas pernas entrelaçadas e seu braço segurando forme minha cintura. Meu cabelo estava preso em um coque desajeitado, depois de um banho quente que tomei e usava uma blusa xadrez que tinha o cheiro dele, e me parecia mais uma camisola.

Depois da ligação com Matt e finalmente decidir o que fazer, Julian insistiu para que eu tomasse um banho e vestisse algo mais confortável. Depois disso, decidimos fazer a maratona de filmes. Estávamos no quarto dele, aquecidos e longe do frio parisiense. Eu não queria sair dali nunca mais. Me sentia tão protegida e amada, era sem dúvidas o melhor lugar para se estar agora.

— Tá com fome? — Escutei sua voz levemente rouca.

— Agora que você falou, eu tô — Eu disse e ele riu, acabei rindo também.

— Bom, eu posso tentar fazer alguma coisa. Margarida já foi embora — Ele diz.

Apoiei meu queixo em seu peito para fita-lo. Ele tinha fios de cabelos jogados na testa e seus olhos estavam pequenos, ele também estava bem sonolento. Sorri, era uma cena tão linda de ver. Ele é tão lindo e especial, é tão carinhoso e amoroso que as vezes penso ser demais pra mim.

— Se você quiser eu faço e você fica aqui — Eu disse e me levantei, sentando com as pernas cruzadas.

— Não. De jeito algum. Você pode ficar aqui — Ele passa a mão no meu rosto e beija a ponta do meu nariz carinhosamente. Sorri com isso.

— Eu te ajudo então — Eu disse enquanto ele se levantava.

— Luna...

— Eu vou te ajudar — Eu disse me levantando.

Eu tropecei no lençol preso em meus pés e ele riu segurando minha cintura, evitando que eu caísse. Senti meu pé doer.

— Você é sempre assim? — Ele pergunta.

— Assim como? — Perguntei percebendo minha respiração desregular com a nossa aproximação.

— Desastrada — Ele diz e ri. Eu ri revirando os olhos.

— E você é sempre assim? — Eu perguntei me ajeitando em pé, apesar das pernas bambas por ele estar tão perto e me olhando daquele jeito.

— Assim como? — Ele sorriu divertido mas curioso, me puxando pra mais perto.

— Implicante, chato, irritante... — Eu disse e ele cerrou os olhos.

— Agora você me ofendeu — Ele diz me apertando mais contra o seu corpo.

— E o que você vai fazer? — Eu perguntei prendendo o riso.

— Tá me desafiando de novo, Luna? Achei que tinha aprendido a lição, uh?! — Ele tira uma mão de minha cintura, levando até meu rosto.

— Não, Julian, cócegas não — Eu disse manhosa e ele riu.

— Sem cócegas — Ele sussurrou roçando seus lábios nos meus.

Sorri nervosa e vi seu sorriso também, antes de fechar os olhos. Eu sentia seu hálito quente bater contra os meus lábios, nossos narizes colados assim como nossas testas. Minhas mãos agora foram para sua nuca e então meu sorriso se desfez quando senti seus lábios nos meus. Ele me beijou delicadamente, transmitindo amor. Nossas línguas dançavam uma valsa e nossos lábios se encaixavam como quebra-cabeça, eu nunca me cansaria de beija-lo.

— Acho que torci meu pé — Murmurei rindo fraco, enquanto meu pé ainda doía.

— Luna... Tão desastrada, uh, pequena?! — Ele me dá um leve selinho. Sorri tímida — Dói muito?

— Não, mas ainda assim dói — Eu disse.

Ele se afastou e eu instantaneamente senti falta do calor do seu corpo e seus braços no meu.

— Eu vou pegar gelo pra você. Vamos? — Ele laça nossas mãos — Consegue andar?

— Uhum — Ri fraco.

Eu sou mesmo muito desastrada. Ele passa meu braço em torno de sua cintura e eu seguro firme ali, enquanto caminhamos pra fora do quarto.

— Ah, Lu! Vai demorar demais assim, amor — Ele ri brincalhão.

Meu coração inflamava de amor e paixão a cada vez que eu o escutava me chamar assim, era uma sensação maravilhosa. O sorriso era impossível de ser segurado.

Eu apenas abri minha boca pra responder, ainda com o sorriso no rosto, mas senti meus pés sair do chão e os braços fortes de Julian me segurando.

— Julian, eu consigo andar — Eu disse.

— Não, não é bom forçar o pé. E vai demorar mais — Ele disse e ri.

Apenas dei os ombros e deitei minha cabeça em seu ombro, ainda com um sorriso nos lábios. Chegamos rápido no andar debaixo e logo estávamos na cozinha. Ele me deixou sentada em cima do balcão e deixou um selinho rápido em meus lábios.

Observei ele se afastar, usando apenas um moletom cinza e uma camisa preta um tanto apertada em seu corpo magro, mas forte. Estava descalço e seu cabelo levemente bagunçado. Ainda assim, estava perfeito pra mim. Ele pegou gelos, colocando em um saco de borracha e me entregou.

— Coloca no seu pé — Ele disse.

Eu assenti pegando o saco das suas mãos e levando até meu pé. O gelo entrou em contato com a minha pele quente, me causando um arrepio e me arrancando uma careta.

— Tá muito gelado, Julian — Eu disse.

— Jura, Luna?! — Ele diz irônico e ri — Você não pode tirar. Vai melhorar a dor.

— Tudo bem — Eu ri também.

— Enquanto isso, eu faço alguma coisa pra nós dois — Ele beija o topo da minha cabeça — O que você prefere?

— Tanto faz — Dei os ombros.

— Ok, não temos essa opção — Ele brinca e eu reviro os olhos sorrindo.

— Pode fazer o que achar melhor, Julian — Eu sorri.

— Tudo bem — Ele ri.

Ele fica alguns segundos quieto, talvez pensando no que fazer, enquanto eu me concentro no gelo em meu pé.

— Já sei! — Ele bate palma animado, me assustando — Desculpa! — Ele riz rindo.

— Tá tudo bem — Eu ri — No que pensou?

— Vou fazer bretzel de chocolate. O que acha? — Ele pergunta animado.

— Eu nem o que é isso, Julian! — Eu disse rindo — Você pode me explicar?

— Não. Então vou te deixar curiosa, fazer essa maravilha e depois me diz o que acha — Ele fala.

— Acho justo — Eu disse.

— Ótimo, então — Ele diz.

Enquanto eu continuava sentada no balcão, Julian começou a cozinhar e eu apenas ficava o observando. Ele era meio desastrado na cozinha, mas eu achava aquilo adorável. Apenas o olhava com um sorriso besta no rosto.


Notas Finais


MEU CASAL É LINDOOOO MARAVILHOSO HEHEHHEHE

Então nenês, obrigada pelos últimos comentários e favs, já falei que vocês são demais e vou falar de novo guahhahah ❤ obrigada também por ler e é isso, não vou prolongar pq vai começar segundo tempo de Flamengo kkkkkk

Até o próximo e não esqueçam de comentar nesse também.


Beijos ❤


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