História L for Life and Love (Hiatus) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Exibições 161
Palavras 1.364
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


AVISOS IMPORTANTES:

• Essa fanfic faz parte do projeto para saber qual fanfic minha vocês querem ler primeiro. Estou postando apenas o prólogo e através das reações de vocês, continuarei a atualizar a fanfic escolhida quando NR e TAUS (outras fanfics minhas em andamento) acabarem.

• Por isso, saber a opinião de vocês é importante. Darei prioridade para a fanfic que as leitoras mais gostarem e deixarei as outras na fila de espera.

• Para manifestar sua opinião, vale tudo: Favoritar a fanfic, comentários, fale comigo no twitter (@anneirwin_) ou no whatsapp. Tenho um grupo para leitores das minhas fanfics e se você tem interesse em entrar, me mande seu número e o código da cidade que eu te adiciono.

• Para esclarecimentos sobre o meu método de atualização e essas votações, deixarei o Jornal onde expliquei tudo nas notas finais.

• Outros prólogos que estão incluídos na votação estarão elencados nesse mesmo jornal, caso você queira dar uma olhada nas outras opções de fanfics.

• Estou postando uma fanfic do Zayn Malik e uma do Luke Hemmings, se você tem interesse em acompanhar, deixarei os links das notas finais.


• Contato para falar das fanfics @anneirwin_
• Siga-me no instagram para acompanhar mais coisas que eu escrevo e minha rotina @avidaemteoria

Capítulo 1 - Prólogo.


Fanfic / Fanfiction L for Life and Love (Hiatus) - Capítulo 1 - Prólogo.

- Oi, meu nome é Kendall Thompson. Eu tenho... 20 anos. – Eu disse, entediada e a contragosto, para a roda de terapia. No entanto, fui interrompida por um garoto idiota que chegou atrasado. Tudo bem, com sorte a psicóloga esqueceria que eu não terminei de falar e pularia para o próximo.

- Desculpe o atraso. – O garoto pigarreou, puxando a cadeira e sentando ao meu lado, barulhento. Eu o analisei, desconfiada, enquanto ele olhava em volta, desconfortável. O cabelo era descolorido num loiro e havia uma franja de lado. Quem usava franja de lado hoje em dia? Os olhos eram verdes. Ou azuis? Ou verdes? Ele usava uma calça jeans justa e uma camisa xadrez vermelha com as mangas arregaçadas. Tatuagens no braço e muitas pulseiras no pulso. Normalmente, eu acharia aquilo horrível, mas nele ficava até que descolado. A barba estava por fazer e havia um piercing na sobrancelha. De repente, o garoto encontrou o meu olhar, me pegando de surpresa. Ele parou, me encarando, cerrando os olhos, arisco. Eu cerrei os olhos para ele em retorno, porque ninguém me olhava daquela maneira.

- Estávamos fazendo as apresentações iniciais, Michael. – A psicóloga falou, nos fazendo olhar para ela. – Kendall, por favor, recomece. – Eu bufei, sem paciência e recomecei com a voz arrastada:

- Meu nome é Kendall Thompson, 20 anos e sim, filha do Presidente, OH DEUS – Eu encenei como se fosse uma fã eufórica. – A casa branca é um saco, se querem saber. Ahn... Eu tenho transtorno de ansiedade generalizada, TOC e início de depressão. – Eu declarei, orgulhosa. Apesar da psicóloga sempre nos repreender por isso, nós competíamos pelo diagnóstico e o meu eram três doenças, eu estava na vantagem sobre muitas pessoas ali. – O que é impressionante no currículo de uma garota que é obrigada a estudar para a carreira política. – Eu acrescentei, irônica, fazendo alguns dos meus colegas rirem. Eu percebi que até o novato abriu um sorriso irônico, mas se manteve quieto.

- Querida, nós já conversamos sobre isso. – A psicóloga me repreendeu. O nome dela era Lena, a propósito. Ela achava que poderia me salvar, por algum motivo, mas eu sabia que no fundo, ela só me julgava como uma garota ingrata que nunca deixou a adolescência para trás. – Michael, sua vez.

- Ah... – Ele se ajeitou na cadeira, desconfortável e eu me surpreendi que um homem enorme com toda aquela pose parecia estranhamente tímido. – Meu nome é Michael Clifford. – Houve um pequeno burburinho na roda e eu fiquei me perguntando o que eu não estava sabendo. – Eu tenho 20 anos. Em breve 21. – Ele falou com a voz meio lenta, mexendo as mãos nervosamente. – Eu fui diagnosticado com ansiedade, depressão e... fobia social. O que também é irônico, porque eu tenho que tocar para milhões de pessoas o ano inteiro. – Ele disse, rindo e todas as meninas o acompanharam. Tocar? O que ele era? Eu o observei, curiosa, e ele me lançou um sorriso irônico como o anterior.

Todos foram se apresentando aos poucos. Eu não tinha amigos ali, mas conhecia quase todos, porque era obrigada a ouvir seus problemas toda quarta-feira. Eu não conseguia entender como ouvir os problemas dos outros iria me fazer melhorar. Isso era deprimente: Nos trancarem numa sala e nos forçarem a ficar nos encarando pela tarde toda e falando sobre coisas que nos deixavam ainda pior para terminarmos o dia comendo um lanche barato que era servido comunitariamente.

- Kendall tem uma história parecida para compartilhar conosco, não é mesmo? Veja, todos nós temos problemas, mas somos recompensados de alguma forma. – Eu revirei os olhos quando a psicóloga falou isso. Por que ela sempre me usava como exemplo? – Vamos, Kendall, compartilhe com o nosso amigo Lucas.

- Claro, porque eu tiro só nota A em toda prova que eu faço. – Eu disse, sem paciência. – Se você me der uma prova, eu resolvo em cinco minutos e acertarei todas, porque sou... Como é o termo técnico para isso? O unicórnio dourado da educação: Superdotada. – Eu fiz piada e todos riram enquanto a psicóloga me olhava com censura. – Claro que isso é um dom que me foi concedido para me premiar e me fazer me sentir melhor com toda pressão social e até mesmo a pressão que eu sofro da minha própria família. Supostamente, o A que eu tiro na prova ou a minha memória fotográfica compensam o abandono familiar, a falta de amigos e EI, olha, por que eu estou aqui mesmo? Sou superdotada, não tenho porque ficar deprimida. – Eu disse, abrindo um sorriso enorme no rosto e me levantei da cadeira.

- Kendall. – Lena me repreendeu, enquanto todos riam, incluindo o novato. Eu voltei a sentar na cadeira, pesadamente, e fiz uma careta.

- Continue firme, Lucas! – Eu disse, mostrando um positivo com a mão. – A sua capacidade de resolver questões matemáticas compensa toda a tristeza e a vontade de se matar que te assombra durante a noite e...

- Kendall! –Lena aumentou a voz e eu fechei a boca, emburrada. – O que eu sempre tento passar para vocês é que devemos praticar o exercício valioso de olhar pelo lado positivo. Sempre há coisas boas na vida. Lucas é um ótimo matemático, Kendall é superdotada e tem memória fotográfica... Um unicórnio da educação. – A psicóloga tentou descontrair e eu dei um sorriso forçado, enquanto Michael riu baixinho ao meu lado.

---*---

- Então você é superdotada? – Eu virei para o novato, enquanto todos comiam perto da mesa. Eu continuava parada, apoiada na parede, entediada. O relógio estava na parede da frente me fazendo contar cada segundo para ir embora.

- É o que os médicos dizem. – Eu dei de ombros e ele sorriu, se encostando na parede ao meu lado. Eu estranhei que tantas garotas agora nos observavam curiosas. – Caramba, cara, o que você tem? Elas não se comportam assim normalmente. – Eu falei, achando graça e ele riu, sem jeito.

- Você não sabe quem eu sou.

- Eu deveria saber? – Eu perguntei, confusa.

- Ah... A filha do presidente saber da minha existência? Ok, isso é demais mesmo. – Ele falou, irônico, e eu revirei os olhos.

- Grandes merdas ser filha do presidente.

- Grandes merdas ser guitarrista de uma banda famosa. – Ele deu de ombros, irônico, e eu o analisei.

- Que banda?

- 5 Seconds Of Summer.

- Ah... – Eu parei para pensar. – Esse nome não me é estranho.

- É, porque somos um pouquinho famosos. – Ele fez piada e eu fiz uma careta.

- Banda de quê?

- Tudo um pouco, mas é mais rock.

- Desculpe, é que não me permitem ouvir muitas músicas desse tipo na Casa Branca. – Eu fiz uma careta, frustrada.

- Sério? – Ele perguntou, surpreso.

- Eu posso ouvir com os fones de ouvido. – Eu tentei parecer otimista. – Mas, eu não posso ficar muito tempo com os fones, porque alguém pode estar tentando falar comigo e isso é falta de educação. – Eu falei, irônica, e Michael gargalhou.

- Ser filha do presidente não parece tão divertido.

- Agora ser guitarrista de uma banda famosa deveria ser mais divertido para que você não parasse na terapia. – Eu o alfinetei e ele respirou fundo, abrindo um sorriso.

- Nem sempre a fama é boa. Existe... Existe muita burocracia, contratos, repressão, regras...

- Você não parece ser do tipo que gosta de regras. – Eu falei, rindo e ele piscou para mim.

- Uma vez, quase fiz meus pais perderem a guarda sobre mim, porque eu faltava muita aula.

- Caramba. – Eu me surpreendi e ele riu baixinho.

- Quem é que gosta de regras? – Ele me perguntou em tom de desafio e eu sorri, sem jeito. Eu tinha gostado do jeito dele. Eu conseguia entender o olhar das garotas sobre Michael naquele momento.

- Eu gosto de regras. – Eu falei, triunfante. – Sem elas, não teria a diversão de quebrá-las, não é mesmo?

- Touché. – Ele admitiu, rindo.

- Kendall, estão te esperando. – Lena me avisou e eu respirei aliviada.

- Estou indo. Boa sorte em tocar para milhões tendo fobia social, guitarrista de uma banda famosa. – Eu o provoquei e ele riu.

- Boa sorte, unicórnio dourado da educação. – Ele respondeu, enquanto eu me afastava. 


Notas Finais




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