História L I A R S - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Personagens Originais
Tags Pretty Little Liars
Exibições 8
Palavras 1.270
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Lemon, Policial, Suspense, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, pessoal, tudo bom?

Capítulo 13 - Guess who's back


Lima estava em uma sorveteria, quando viu Raul aparecer novamente. O mesmo se aproximou e sentou na mesa em que Lima estava, dando um sorriso charmoso.

- Quanto tempo. – Raul puxou assunto.

- Nos vimos a dois dias atrás, palhaço. – Sorriu, corando logo em seguida.

- Gostei do cabelo. – Elogiou.

- Para com isso. – Corou mais ainda, tomando mais uma mordida do sorvete.

- Fiquei sabendo o que houve. Deve ter sido horrível. Encontrar o corpo do namorado da sua melhor amigo no quintal da sua melhor amiga e saber que o namorado do seu melhor amigo foi culpado. – Raul disse, deixando um tom de tristeza falsa na voz. O que Lima percebeu.

- Não quero falar disso, desculpa. – Pegou suas coisas e levantou, sem olhar pra trás. Seu encanto sobre aquele garoto havia desaparecido totalmente.

Felipe estava em sua cozinha, sentado enquanto via Estefany cozinhar algo para ambos. Ela não saia da sua cola desde que Gabriel foi preso.

- Obrigado. – Felipe disse, abaixando sua cabeça.

- Pelo que? – Estefany parou de cortar os tomates para olhar seu amigo.

- Por estar comigo. – Mordeu os lábios.

- Se está se referindo aos outros dois, relaxe. Lima foi comprar sorvetes pra sobremesa e a Milla ficou em espanhol e precisou pegar recuperação. Daqui a pouco eles aparecem. – Sorriu.

Felipe ficou em silencio por alguns segundos, vendo Estefany aproximar-se e segurar suas mãos.

- E outra: É pra isso que amigos servem. O que não fazemos por uma amizade? Estamos juntos nessa. – Apertou a mão do amigo, dando um beijo em sua testa. – Vem, testa o molho.

- Se tiver ruim, eu jogo na sua cara. – Falou, sorrindo ao ver a cara espantada da outra.

O toque da campainha se fez presente e ao atender a porta, Felipe viu Lima com duas sacolas.

- Como é possível que tudo já está rodando por aqui? – Lima disse, entrando na casa. – Licença.

- Somos uma cidade pequena. O que acontece no quarto da vizinha, todos sabemos. – Felipe disse.

- Isso é o que eu to imaginando ou... – Lima pôs os sorvetes na mesa, observando Felipe com uma cara engraçada.

- Não, é uma piada. – Falou rindo. – Não era óbvio?

- Não. – Disse Lima e Estefany juntos.

Milla chegou em seguida com sua mochila, a jogando no sofá, toda folgada.

- Quero a morte. Como aquela vagabunda me deixou de recuperação? No hablo sicko.

- Que? – Lima tentou entender o que a caçula havia falado.

- Esquece. Nem eu sei. – Milla disse, vendo os três rirem.

Enquanto todos conversavam e riam, a campainha tocou novamente, deixando um silêncio tenso.

- Estamos esperando alguém? – Felipe disse.

- Não. – Milla respondeu.

Estefany foi lentamente ver no olho mágico e quem estava lá era Jackson.

- Oi, em que posso ajudar? – Estefany falou, não abrindo a porta toda.

- A Milla está? Preciso falar algo com ela. – Jackson falou, tirando o capuz, mostrando seu novo cabelo.

- Não, a casa dela é aquela ali, ó. – Apontou para uma casa que definitivamente não era dela.

- Mas eu a vi entrar aqu...

- Tchauzinho. – Estefany o cortou, fechando a porta na cara do garoto.

Milla olhava para Estefany, que suspirava.

- Desculpa, amiga. Não é uma boa hora pra ele estar aqui. Eu poderia ter metido a mãozada nele. – Estefany olhava pra porta, pensando se voltava e terminava o que queria fazer.

- Não temos prova contra ele. Por que quer fazer isso mesmo? – Lima disse.

Todos se olharam e logo suspiraram. Precisavam provar logo que eles eram A e por um fim nisso.

Lima e Felipe andavam na rua, enquanto acidentalmente estavam na porta da delegacia. Felipe soltou um suspiro, que não passou despercebido por Lima, que logo passou a mão em seus ombros. Nesse meio tempo, Gabriel saiu da delegacia, fazendo ambos olharem.

Gabriel soltou um sorriso, fazendo Felipe se estremecer todo. O mesmo correu para o garoto, que o abraçou forte.

- Desculpa, desculpa. – Repetia milhões de vezes para Gabriel.

- Está tudo bem agora. – Gabriel disse, escondendo seu rosto na curva do pescoço.

Lima aproveitou pra tirar uma foto e mandar no grupo de seus amigos. Claro, foi visualizado rapidamente e logo ambas as meninas apareceram como um toque de mágica, fazendo Felipe e Gabriel se chocarem.

Os cinco estavam no restaurante que freqüentavam com Alice, ouvindo a história de Gabriel.

- Eu ia te chamar para comermos uma pizza, mas... Quando eu dei a volta na sua casa pra ver se você estava na sala, a polícia chegou.

- Você estava no lugar errado na hora errada. – Lima disse, porém de uma forma sombria.

- Sim. Mas, a pessoa que mandou eles irem lá naquela hora não tinha provas pra me prender, ou seja, eu não tenho culpa de nada. – Gabriel falou, enquanto sentiu a mão de Felipe sobre a sua.

- Não foi culpa sua. Nós confiamos em você. – Felipe apertou a mão do namorado, vendo seus amigos sorrirem até que o que passava na TV chamou atenção de todos.

A adolescente de 16 anos, Alice, foi encontrada viva em um cativeiro a 150km da cidade. No local em que foi encontrada, havia a letra A por todos os lados. Não se sabe o que aconteceu, mas ela já está sendo levada a cidade e irá depor.

Os quatro amigos se chocaram, se encarando. Estefany segurou a mão de Milla, que retribuiu não demorando para os olhos se encherem de lágrimas.

- Espera, essa Alice não é a amiga de vocês? – Gabriel falou, totalmente inocente.

Antes que qualquer um deles resolvesse responder, o celular de todos apitaram.

“Hora do show de putas, vadias. E vocês são as principais atrações. –A”

- Eu preciso ir pra casa... Desculpa. – Lima levantou, saindo de lá rapidamente.

- Me espera, você é minha carona. – Estefany saiu correndo atrás do amigo.

- Felipe, vamos? Tipo, agora. – Milla sorriu e logo virou-se para Gabriel. – Parabéns por ter saído da prisão. Mas eu acho que você preferia ter ficado lá.

Felipe deu um selinho rápido no namorado, enquanto saia junto com a Milla, o deixando totalmente desnorteado.

Os quatro se encontravam no quarto de Lima, que era totalmente rosa, inclusive os móveis. Em cima de sua escrivaninha estava várias fotos, inclusive dos quatro amigos. Uma de sua mãe o carregando quando era bebê. Uma de seu irmão com ele na formatura do fundamental e dos 5 amigos e uma nova: Ele e Kaiaby. Era uma foto bonita, estava Kaiaby com uma camisa sem manga, mostrando os braços malhados envolta de Lima, que o abraçava como se fosse uma jóia. Ver aquela imagem machucava o coração de Estefany, que sentia MUITO bem o que o outro passava, e talvez pior.

- QUE PORRA ESTÁ ACONTECENDO? – Lima gritou. – Primeiro, Jackson e Rayane estão no Time A, nossos amigos estão também, meu namorado saiu do país, matamos o namorado da Estefany, o namorado da Milla foi morto e desapareceu e o namorado do Felipe acabou de ser preso e voltou. E agora, Alice que “morreu” está viva e vindo pra cidade.

- Quando descobrir me avisa, ta? – Milla cruzou os braços, deitando-se na cama de casal, seguido de Felipe e Estefany.

- Podem levantar daí? Por favor... – Lima disse, com os braços cruzados, recebendo olhares confusos dos amigos. – Lugar sagrado, sabe...

- É? – Os três levantaram num pulo.

- Você transou com Kaiaby e não contou pra gente? Filho da puta. – Felipe disse, levemente animado.

- Você também não disse! – Milla o cutucou.

- DÁ PRA VOLTAR PRO ASSUNTO? – Estefany cortou ambos.

Olharam para Estefany e suspiraram. Estavam mais que fudidos agora. 


Notas Finais


grito na melhor mensagem de todas


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