História L. I. E. - Capítulo 30


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Exibições 48
Palavras 755
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei muuuuuuito, mas voltei.
I'm sorry.

Capítulo 30 - Vinte e Nove


Fanfic / Fanfiction L. I. E. - Capítulo 30 - Vinte e Nove

- Ele vai ficar bem - Jisoo me abraçou, tentando me acalmar.

A visão de Taehyung sendo torturado funcionava como um eco em minha mente e, para ser sincera, eu ainda não sabia o porquê de conseguir ver aquilo.

Algo estava mudando em mim desde que Agnes morrera; Jimin começara a me tratar como uma estranha; Suga tinha se encontrado comigo no que parecia ser o Céu; e um dos meus meninos estava preso, ferido, e vulnerável, no exato mesmo lugar que um anjo demoníaco com desejo de matança.

- Ela chegou - Namjoon avisou a Jisoo, e, logo em seguida, voltou a nos deixar a sós na varanda.

- Chamei uma amiga para nos ajudar - Jisoo murmurou - Ela pode enxergar um dom em você. Algo que possa te ajudar a trazer o nosso Tae.

Balancei a cabeça, concordando.

Eu já estava louca para ser testada.

Caminhamos até a sala de estar com passos firmes e, quando notei que "ela" não era coreana, comecei a imaginar que os anjos deveriam adorar fazer amigos gringos.

- Você deve ser a Jennie - a garota falou - Yoongi falava muito de você.

O nome dele funcionou como uma faísca pelo meu sistema nervoso, não porque ele tinha "morrido", até porque, eu sabia que era mentira... mas porque tinha saído da boca dela.

Ela tinha cabelos pretos curtos, curvas de nível avançado de Need for Speed, estilo gótico, e olhos que mostravam liderança e sede de alguma coisa.

- Meu nome é Demi - ela revirou os olhos, ambas mantendo distancia uma da outra - E você foi reprovada no primeiro teste.

 

>>>>>>>>> 

 

Deveria haver um motivo realmente muito bom para que, todos ali, gostassem tanto daquela garota. Ela era o centro das atenções e, até mesmo Hobi – que só tinha olhos para Jisoo -, estava agindo estranho com a sua presença na casa. E, para piorar, toda aquela implicância que eu tinha com Demi, era só um dos efeitos do medo de perder a confiança deles.

- Vocês têm um belo porão – a visitante elogiou, sorrindo para Jimin.

É um teste, Jennie. Se segura, é só um teste.

Eu ainda não tinha conhecido o porão daquela casa e, se o  tivesse  visto antes, talvez não estivesse residindo mais ali.

Haviam marcas estranhas feitas por arranhões nas paredes; a única fonte de luz do ambiente era uma lâmpada velha, quase queimando; e em um espelho colocado no fundo do porão, o meu reflexo tinha olhos verdes como o oceano.

- O espelho está te mostrando uma parte do que você é, Jennie – Demi explicou.

Nós havíamos sido deixadas a sós, e, se ela quisesse me destruir, o teria feito, pelo simples fato de que eu não tinha notado a queda no “público”.

- E o que eu sou? – perguntei, analisando o modo como ela andava ao meu redor.

Eram passos calculados demais. A voz dela estava calma demais.

- Nós vamos ter que descobrir – ela sorriu, e, como um borrão de luz prateada, avançou contra mim.

Recuei numa velocidade que parecia ser impossível de alcançar. Uma hora, ou outra, eu teria que sujar as minhas mãos no rosto dela. Eu teria que lutar contra Demi e vencer, para mostrar que eu tinha total capacidade de salvar Taehyung.

- Acho que já sei qual é o seu dom, Jennie – Demi investiu outra vez contra mim, acertando um soco em cheio no meu rosto, fiquei zonza por alguns segundos, mas logo me recompus e contra-ataquei , usando um dos golpes que havia aprendido com o meu pai na infância.

Eu podia ouvir a voz dele em minha cabeça, dizendo para usar a calma e o auto controle na hora de acertar o ponto certo das costelas da adversária. E foi isso que eu fiz.

Demetria caiu no chão, completamente atordoada e, tomada por uma raiva que eu nem sequer sabia de onde vinha, me teletransportei para ficar mais perto dela.

- Eu não quero saber de dons, eu quero saber como salvar o Tae – resmunguei, observando o filete de sangue que escorria pelo canto da boca dela.

- Pois bem, você é metade-anjo, sem nem ao menos ser filha de um – algo na voz dela mostrava que não estava satisfeita com esse fato – E você pode usar o seu teletransporte para invadir o forte do Minhyuk.

- Quando eu começo? – perguntei.

- Quando quiser – ela cuspiu sangue no chão e se levantou cautelosamente – Mas leve a corrente com você.

- Levar o quê?

- Vem, eu te explico.


Notas Finais


:) :) :)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...