História La Dame Maudite (hiato) - Capítulo 12


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Horror, Personagens Originais, Referencia, Romance, Sangue, Sobrenatural, Suspense, Terror
Visualizações 10
Palavras 1.212
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Como prometido, postei hoje
Só não postei mais cedo pq tava ocupada

Capítulo 12 - Capítulo 12: Corpos Partidos


Fanfic / Fanfiction La Dame Maudite (hiato) - Capítulo 12 - Capítulo 12: Corpos Partidos

Capítulo 12: Corpos partidos

Estávamos andando na rua com cautela, não sabíamos o que encontrar, Kitty me disse que tinha criaturas a solta e não eram poucas, quanto mais andávamos, mais corpos encontrávamos. Lendo o diário, descobrimos que a cidade tinha o nome de “Ville de Roses”, e que um dia antes do ocorrido iria ter um festival denominado “La résurrection de la Rose " que comemorava a reabertura da cidade depois de um ocorrido.

Não tinha muita informação sobre o que aconteceu, para ter essa reabertura, mas não foi muito bom, infelizmente ocorreu novamente matando milhares de pessoas. Talvez na biblioteca tenha respostas.

Andando pelas ruas desertas e frias, Kitty me guiava pelo caminho, me mostrando os atalhos e onde me esconder, apesar de parecer uma esnobe, sua personalidade é parecido com de Margot.

- Você não é muito de falar, né? - Ela me perguntou me olhando enquanto andávamos.

- Para falar a verdade, sim, não gosto de interagir. - Abaixo a cabeça - Eu me sinto mal perto de muita gente e me fecho.

- Só tem nós duas aqui, então, pode se abrir para mim. - Ela falou e parou de andar. - Afinal, precisamos um da outra para poder sair deste lugar.

- Sim, esse lugar é muito estranho… Me pergunto como as autoridades não a encontraram… Sabe, é uma cidade … - Paro de andar e reflito sobre o que disse.

- Pois é, mas os policiais só encontram os corpos, parece que tem uma espécie de barreira que os impede de encontrar. - Ela pensou o mesmo que eu, esse lugar não me cheira bem, o fato de não aparecer para todos torna as coisas piores…

- Pensamos a mesma coisa, temos que ir logo, parece que vai chover, o céu está escuro… Bom, mais do que o normal. - vejo o céu que mais parecia está de noite.

- Como viemos parar aqui?… - ela dizia com uma cara de tristeza e arrependimento, eu também queria saber o porque, achei que eu terei respostas vindo para cá, mas o que consegui foram mais perguntas.

Quebra de tempo

Nós já estávamos andando há um tempo, às vezes conversamos sobre coisas aleatórias para esquecer o que estava ao nosso redor. Estou feliz em não estar sozinha aqui, diferente de Madeleine, ela me ajudou.

- *Puff* - comecei a sentir calor. - Acho melhor eu tirar o casaco. - Kitty concorda comigo, então tirei o casaco que o Aaron me deu e coloquei ele na cintura.

- Sabe, esse casaco é bem grande, ele é seu mesmo? Ou seu namorado te deu? - Meu rosto esquentou quando ela perguntou do casaco.

- B-Bom, não é meu… Quer dizer, é meu, um ra-apaz me deu um dia antes de vim pra cá, ele me viu desacordada no chão e me ajudou, eu tinha tido a alucinação com uma menina me perseguindo, caí e machuquei a cabeça. Ele me levou até em casa um me deixou o casaco e sua toalha. - Ao lembrar meu rosto esquentou mais e mais, apesar de não ser nada de mais.

- Nossa, ele foi bem gentil, ele deve ser muito bonito também, né? - Balancei a cabeça dizendo que sim, mas não posso dizer que ele é lá essas coisas, pois eu estaria mentindo… Não sei, eu nem o conheço direito

- S-Sim, e tamb… Ahm?! - Escutamos um grito vindo do alto de um prédio e olhamos para cima, vimos um homem… Sle caiu do prédio, ao entrar em contato com o chão, parte de sua cabeça saiu e alguns de seus ossos ficaram expostos, seu sangue estava em nossas roupas, meu Deus, acabamos de presenciar um suicídio… Não, não parece que ele se matou.

- AAAAHHH!! - Kitty começou a gritar em desespero e se encolheu, seu rosto estava com mais sangue que o meu. - Por quê?… Por quê?

- Temos que ir, apenas… apenas não olhe… Aoow! - Ao terminar de falar, veio uma ânsia de vômito, me virei para não sujá-la tenho que ser forte… - Ahm? - notei que meu nariz estava escorrendo um pouco de sangue, rapidamente coloquei a mão para parar.

- Você está bem? Está mais pálida que o normal… - Faço que sim com a cabeça dizendo que estou bem. - Vamos, acho que ouvi algo…

- Espera, tenho que olhar nos bolsos dele, vê se ele carrega algo útil. - Segurei seu casaco a pedindo um tempo, só para revistar o cadáver.

- Seja rápida, ficarei na cobertura. - Ela foi um pouco para trás, ficando de olho no que vinha.

Respirei fundo e fiquei de joelhos, tirando a jaqueta do homem que aparentava ter seus 29 anos, é difícil dizer com parte de sua cabeça estourada no chão. Olhei nos bolsos de sua jaqueta, mas só tinha sua identidade e dinheiro “Canon Dieudonné”, só seu nome é legível, guardo o resto em meu bolso.

Olho os bolsos de suas calças a primeiro coisa que tiro foi um terço, tinha uma cruz de prata e sal por cima, talvez proteja…

- Encontrou algo? - Kitty perguntou chegando perto.

- Sim, dinheiro, a identidade dele e um terço. - Entrego o terço de abençoado para ela. - Isso vai te ajudar muito, não acredito que isso me proteja…

- Oh, você não acredita? - perguntou em dúvida me olhando.

- Não, eu acredito, mas isso só funciona em quem tem muita esperança ou fé, e eu não tenho nenhum dos dois, entende? - Me levanto tirando o sangue do joelho. - Ele não tem mais nada

Saímos de perto do corpo, seguimos em frente, já estávamos andando faz uma hora, a sensação que eu tinha era que o ar era ralo eu estava sem fôlego, mas ainda continuava. A rua parecia um cenário de filme de terror, com vários corpos mutilados e em decomposição, alguns avançados e outros não.

Meu estômago embrulhava com o cheiro, o bom é que não esbarramos em nenhum momento em um monstro ou fantasma, minha teoria é que eles não saem de dia.

Finalmente chegamos na biblioteca, e de cara vimos algo não muito bom, logo na entrada tinha restos e na porta… Aooh, nem sei como descrever, parece que algo ou alguém jogou uma pessoa em uma velocidade sobre humana na porta, transformando seu corpo em um amontoado de carne. O sangue estava cobrindo a porta inteira enquanto no chão​, estava suas vísceras, órgãos e outras coisas.

- M-Mas que coisa… - Kitty virou o rosto e colocou a mão em seu nariz. - Não tem outra entrada? *Cóf* *cóf*

- Acho que não, de qualquer forma, venha, prenda a respiração e feche os olhos. - andei até a porta pisando nas entranhas que estavam no chão.

Ignorava o barulho que fazia, isso era agonizante, minha sanidade só abaixa, tenho que pensar em algo. A porta estava trancada, eu estava sem paciência para procurar outra chave, dei um chute na porta a abrindo deixando a Kitty espantada com minha ação.

-D esculpe, estou sem paciência para procurar algo à mais por aqui… Vamos, aproveitamos e lavamos a boca… Ainda estou com o gosto do vômito. - Ao dizer isso entrei no lugar sem esperar a outra.

- T-Tudo bem… EI! Me espera! - ela veio em minha direção chorosa. - Não me deixe aqui fora sozinha!

“Paciência… Paciência é o que você vai mais precisar aqui!”

Fim do capítulo


Notas Finais


O hiato vai começar agora, e vai terminar dia 8/9, preciso me dedicar na faculdade e adiantar os próximos capítulos
Notei que no primeiro hiato, muitas pessoas deixaram de ler, gente, não vou abandonar a história!
Até dia 8


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