História LA Devotee - Capítulo 1


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Palavras 933
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá! Aqui vai o único pedido meu: se você gostou do que leu, por favor, deixe seu comentário!

Boa leitura! ♥

Capítulo 1 - Sob o Olhar da London Eye


Departamento de Homicídios de Los Angeles

 

Eleanor Collins gostaria realmente de acreditar que poderia ser uma grande brincadeira de mau gosto do seu superior, mas o que ela estava vendo não parecia em nada ser uma simples brincadeira. Os dizeres no papel que tinha em mãos indicavam claramente que sua ida para Londres estava marcada para dali algumas horas, o que dava à ela apenas algumas horas para pôr sua vida em solo americano em ordem. Os motivos pelos quais ela teria que partir para tão distante eram evidentes: o tão procurado psicopata que lhe tirou o sono agora resolveu bagunçar a ordem da rainha.

O suspiro longo e pesado da mulher ecoou por todo o pequeno cômodo que abrigava sua sala. Ela pôde sentir dolorosamente seus músculos ao se levantar e seguir para a sala ao lado, onde Jim Harper analisava papéis os quais Eleanor não tinha ideia.

 

— De quem partiu essa ideia? — ela perguntou ao entrar na sala do mais velho, sem se preocupar em bater na porta antes.

 

— Você deveria se sentir honrada — Jim disse ao retirar o óculos e recostar em sua cadeira confortável.

 

— Inglaterra, Jim, não estamos falando de Miami — ela suspirou. — Eu nem ao menos terminei o caso do acidente com os Hollow!

 

— Menina, eu poderia dar esse caso para qualquer outra pessoa, mas não creio que qualquer outra pessoa se iguale a você — o mais velho disse, cruzando os dedos sobre a mesa e analisando a expressão desanimada de Eleanor. — Um acordo entre esses dois países é algo que eu não esperava, realmente, mas a situação é crítica e eu sei que você é capaz de comandar isso!

 

— Temos ótimos peritos aqui — ela disse.

 

— Temos, mas o devoto à Los Angeles é seu.

 

Jim permaneceu a olhando. Sabia que ninguém mais se igualaria à Eleanor, não se tratando desse caso.

Com o olhar cansado, resultado de tantos anos sustentando seu distintivo, Jim Harper piscou para Eleanor, fazendo-a entender que quem falava naquele momento não era o Delegado Harper, mas sim o Jim, seu pai.

 

— Eu confio em você, menina.

 

— Eu te amo, pai.

 

Voltando para sua sala, Eleanor pode analisar com mais calma o papel que recebeu. Em um resumo básico, os dizeres explicavam claramente o motivo o qual era preciso ir. Leu mesmo já sabendo o motivo. Nada a surpreendeu, sabia a gravidade do caso, até ler quem comandaria o caso com ela.

Eleanor sempre foi uma das melhores policiais quando se tratava da relação com os demais, nunca se negou a trabalhar com quem quer que fosse, mas naquele momento, lendo um dos últimos tópicos da folha, sentiu uma vontade absurda de desistir. Sabia que novamente conviver com Malik seria mais difícil do que achar seu psicopata.

 

Departamento de Homicídios de Londres

 

Quatro horas, exatamente quatro horas. Fora esse o único tempo que Zayn teve para descansar antes de lhe convocarem novamente no Departamento. Havia acabado de encerrar um dos casos mais complicados de sua carreira, seus olhos parecia conter areia e seu corpo ainda necessitava de horas de descanso.

O carro foi mal estacionado em frente à enorme estrutura bem cuidada do DHL e, sem a menor disposição, seguiu para dentro do local sem nenhum cumprimento, quem visse Zayn Malik naquele estado diria que ele foi obrigado a dormir com seu arqui-inimigo.

 

— Equipe americana? — ele perguntou logo após socar a cafeteira para que ela funcionasse.

 

— Foi uma espécie de acordo entre países, uma equipe do DHLA está sendo encaminhada para iniciarmos oficialmente o caso — Nathaniel Sanders, delegado do departamento de homicídios de Londres, disse.

 

— Eu não vou comandar isso tudo sozinho, Sanders — Malik disse após longos segundos em silêncio.

 

— Não vai, quem estava a frente do caso em Los Angeles também virá.

 

— Quem estava à frente do caso em Los Angeles?

 

— Não vem ao caso, o importante é saber que esse cara é louco e muito inteligente — Nate desconversou, sabia de todo o histórico da vida de Zayn e também sabia de toda a confusão que daria ao colocarem Collins e Malik em um mesmo caso.

 

— Eu vou perguntar só mais uma vez: quem está à frente do caso, Sanders?

 

— Eleanor Collins — Nate disse, hesitando ao dizer tal nome.

 

— Você está brincando? Isso só pode ser brincadeira — Malik soltou tais palavras carregadas de escárnio. — Nate, isso não vai dar certo!  



 

London Eye, Londres.

 

A noite estava fria, indícios de mais um inverno se aproximando. Aquele era o quarto cigarro que ele fumava e a sensação que a droga lhe proporcionava parecia não mais sanar seu desejo. A garrafa de vinho branco aos seus pés quase estava vazia, o álcool já impregnado em suas veias. Aquela era sua primeira noite em Londres e não estava sendo nada boa, todos os planos que havia feito mentalmente para sua chegada não foram cumprimos e agora o mínimo que ele queria era um quarto barato de hotel para dormir.

Sem ter ideia do rumo que tomaria, se levantou da calçada e se aproximou da tão badalada roda gigante. As pessoas pareciam se divertir, com exceção de uma, a única que lhe chamou a atenção.

O corpo esguio da moça estava encolhido, imóvel, um pouco distante da movimentação. A curiosidade dele estava gritando mais alto que o bom senso, ele simplesmente não podia deixá-la sozinha quando a mesma parecia não estar bem, ainda carregava um pouco do cavalheirismo ensinado pela mãe. Porém, quando se aproximou e tocou em seu ombro, o corpo imóvel e frio caiu por completo, mostrando para ele as tantas perfurações no corpo magro da jovem desconhecida.

Ela realmente não estava bem, ela estava morta.


Notas Finais


Obrigada, Ivy, pela capa linda! ♥


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