História La famiglia: La Vendetta - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Máfia, Morte, Racismo, Vingança
Exibições 6
Palavras 1.495
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


E ai gurizada, beleza com vocês? Espero que sim, e olha pelo titulo da fic, parece que a continuação da história que nem terminei, mas será que serão os mesmos personagens? Não sabemos hehehehehe brinks galera, mas pelo que viram na narrativa o personagem estava puto, mas antes de tudo, aqueles lembretes gostosinhos que todos amam.

>Se na primeira temporada do La Famiglia o enrendo vai se focar na estrutura e funcionamento da mafia, no Vendetta nós vamos ter o oposto, será um homem destruindo uma máfia inteira, um homem cheio de rancor e carregado de vingança, e ele vai sujar as mãos e queimar metade da cidade em suas chamas do ódio.

>Os pontos dessa história: Lembrete pessoal, eu sou totalmente contra a apologia do racismo, mas como a história se ambientará no sul dos Estados Unidos e no final dos anos 60 e inicio dos anos 70, e como nessa época o racismo e o preconceito era tão pesado, é normal que um personagem negro sofra, e pessoal eu só quero mostrar como era repulsivo e repugnante essa visão turva e perturbada.

>Os personagens dessa obra, serão representados por famosos, cujo esses eu não achei na categoria de celebridades o que é um erro pois eles são bem famosos atualmente, e lembrando eles não me pertecem, mas suas personalidades e histórias são de total autoria minha. Mike Rendal Colter será o Lincoln Clay, para quem não conhece, Mike Colter interpreta o herói da Marvel conhecido como Luke Cage da série de mesmo nome da Netflix, e pessoal diferente da primeira temporada, nesse capítulo só o Lincoln será o mais importante, mas claro que outros personagens vão aparecer, mas eu só vou apresenta-los nos capítulos que eles aparecerem.

>Galero, essa fic ela tem a discrição como vingança, e nenhum momento haverá romance ou amorzinho teen, porque isso para mim é meio modinha.

>Essa obra não é movida por comentários e nem por favoritos.

Bem dado os devidos lembretes e avisos, eu quero dizer que novamente eu não faço apologia ao racismo, espero que gostem e tenham uma boa leitura. Muito obrigado antecipadamente.

Capítulo 1 - Capitolo uno. Il ritorno, la proposta e il rischio.


Lincoln Clay.

 

Nenhum homem afortunado, é tolo. Quando ele vê o seu povo sofrendo, ele vai e toma as dores para si. Isso o torna mais forte, mas também o torna um alvo das crueldades do mundo em que vive.

"Martin Luther King Jr. 1929 - 1968" 

(Documentário sobre a guerra de máfias. 2016) 

(Padre James: A mãe do Lincoln o abandonou em 1947, uns anos após ele nascer. Ouvi dizer que ela era dominicana. Eu sempre achei que o pai dele fosse branco, talvez italiano. -O padre dava o seu testemunho.

Padre James: Não que isso importasse, naquela época se você parecia negro, você era negro. Acho que é a mesma coisa hoje em dia. Ele ficou no orfanato até 1958. Depois que o orfanato fechou, ele se envolveu com Sammy Robinson. -Ao dizer aquele nome o padre parecia ter algo entalado em sua garganta pois sua feição era amarga.

Padre James: O Sammy mandava na máfia negra em Delray Cargo. Não posso dizer que aprovava, mas garotos de cor e órfãos não tinham umas escolhas na época. Garotos como o Lincoln, que foram abandonados estão sempre a procura de um lar, tentando se encaixar. Acho que ele pensou que tinha encontrado isso no exército. O negócio é que quando se perde, não se recupera mais. Quando ele voltou da guerra, ele foi ficar com o Sammy. O Sammy devia muito dinheiro para a máfia italiana e precisava da ajuda do Lincoln. É muito triste o que aconteceu, é de partir o coração. -Ele tentava segurar a emoção, mas sua face dura mostrava a tristeza das lembranças que inundavam a sua mente.)

Nova Orleans. LA, 27 de fevereiro de 1968.

Estava tudo pronto, estávamos na área dos pântanos, tudo certo. Eu enchia uma pia com gasolina, sobre elas estavam provas, assim que esvaziei o galão, o joguei no chão e tirei do bolso um isqueiro. 

_Ainda acho que essa é a coisa mais pirada que já ouvi. Usar dinheiro para real para roubar os federais. -Afirmei para o Giorgi, ele terminava de carregar as sacolas de dinheiro no carro forte e eu tacava fogo na pia, essa era uma ideia de merda ainda mais em usar grana de verdade, isso é loucura, mas em terras de loucos né.

_Porra cara, nem nosso é mesmo. Veio tudo do Scaletta. Além disso são meros trocados comprado ao que vamos tirar de lá. -Giorgi sempre foi otimista, nada contra isso. Ele é um maldito de um branquelo rico, mas se foi o pai dele que deu essa ideia, não serei eu a me opor. _Agora pega a chave do carro forte e vamos dar um fora daqui! Elas estão na outra sala junto com o morto e o idiota. 

Caminhei até parar na porta da sala, a abri vendo um corpo morto estirado no chão e o idiota que o Sr Marcano contratou para nos trazer o carro forte, fui até o corpo do segurança morto, vistoriei seus bolsos até achar as chaves do carro. 

_Não acho uma boa ideia deixar ele assim. -Me referia ao homem que por dinheiro matou o segurança e nos trouxe o carro. 

_Lincoln, olha ele nos trouxe o carro de bom grado e ainda sujou as mãos matando seu companheiro. Mas se tem duvidas, pra que arriscar? -Não que o Giorgi esteja errado, claro o cara veio e jogou as chaves do carro na minha mão e ainda matou o amigo, mas e se ele abrisse a boca? Se entregasse todo o esquema para a polícia? Além do mais ele viu nossos rostos, era perigoso demais. Peguei a minha pistola a engatilhei e apontei na cabeça dele que estava coberta por um saco de pano, sem hesitar puxei o gatinho arrebentando a cabeça dele. _Certo, então é isso. Porra. -Me virei vendo o Giorgi encostado a porta olhando em um misto de surpresa e alegria, maldito italiano que adora sangue, nunca o vou entender. 

_Vamos logo, não temos tempo a perder. -Ele deu espaço e segui para fora do quarto, juntos fomos até o carro, adentramos e comecei a dar a partida, droga, o carro fingia que dava a partida mas o motor engasgava. _Merda! -Resmunguei alto e quando tentei pela quinta vez o motor pegou, graças a deus.  Peguei a estrada para entrar na cidade, já que seria até uma viagem longa até a reserva federal. 

_Meu velho queria que a gente deixasse um dos guardas vivos. Você sabe para ajudar a gente a despistar os federais. -Sem desviar a minha atenção respondi o Giorgi. 

_Você quê disse, pra que arriscar? -Vendo que ele ficará em silêncio, eu continuei, e comecei a contar uma das histórias que me aconteceu no Vietnã. _E outra, se aprendi uma coisa no Vietnã, é que se uma pessoa está disposta a mudar de lado uma vez. Provavelmente ela vai fazer o mesmo uma segunda vez e te foder no processo. 

_Então, me responde isto. Qual foi a coisa mais louca que você viu lá? -Ele me indagou, por um segundo eu tirei a atenção da estrada o olhando.

_Olha você nem vai querer saber. -O alertei, porque mesmo se ele ouvisse não iria acreditar. 

_Claro que quero, eu pago a porra dos meus impostos, e tenho todo o direito de saber como o meu suado dinheiro é gasto. -Não pude evitar de rir e ele tossiu interrompendo a minha risada. 

_Oh.. Giorgi Marcano paga impostos? -Não tinha como não usar sarcasmo na minha pergunta e ele percebeu. 

 _É obvio que sim, foi assim que pegaram Al Capone e eu não vou ser preso por causa da porra dos impostos. -Continuei a rir balançando a cabeça, meus olhos prestavam atenção na estrada e dirigia com calma, quem diria que até a grande família Marcano pagava impostos, quê mundo. _Então vai ou não responder a minha pergunta? 

_Okay. A gente estava na costa de Quang Ngãi, evacuando os civis antes dos vietcongues passarem por cima de tudo. -Comecei a contar, já que ele insistia em saber. _Enfim, a gente estava botando todos em um navio hospital, quando chegou uma mulher ali. Ela estava com um bebê na mão e segurava um porco pela coleira na outra. Ela começou a subir na rampa, mas um militar a parou e disse: "você só pode levar uma coisa a bordo." Ela jogou o bebê na água. O militar surtou e falou para um soldado próximo a ele. "Mergulhe atrás da criança", começou a gritar com a mulher, queria saber que ela tinha na porra da cabeça. E sabe o que ela disse para ele? Ela disse: "Sempre posso fazer outro bebê". -Vi que o Giorgi estava aterrorizado, não o culpo, não o culpo mesmo, mesmo se me contassem isso, eu imaginaria a pior das cenas. 

_Puta merda! -Ele exclamou com uma feição assustada.  E em silêncio seguimos viagem até a reserva federal. 

40 minutos depois. Proximidades do prédio da reserva federal.

Finalmente, agora só faltava estacionar o carro e entrar na reserva federal. 

_Os guardas na reserva provavelmente não vão gostar de te ver passeando com uma arma por ai. -Assenti parando o carro antes de entrar no patio do prédio, e guardei a pistola debaixo do banco do motorista, dei ignição novamente e acelerando bem pouco parei em frente ao portão da reserva e o guarda veio olhar nossas identificações. _Espero que essas identificações falsas do Scaletta funcionem. -Giorgi me passou a dele, abaixei o vidro da janela e entreguei os "documentos" para o guarda, ele olhou para os documentos e olhou para mim, e refez esse processo algumas vezes até deixar a gente passar. 

Entrei no estacionamento indo até o pátio, movimentei o carro até ficar de costas para a port de carga e dei ré lentamente, ficando a menos de um metro da grande porta de aço. 

_Alguns desses caras têm uma linguajem um pouco grosseira. Então se eu acabar entrando na deles, não é minha culpa, só um aviso. Okay? -Nem liguei para o aviso do Giorgi e sai do carro. 

_Como se eu não tivesse sido chamado de preto antes. A única coisa que importa é colocar nossas mãos no dinheiro -Paramos em uma porta que tinha uma pequena aberta, ela se abriu e o Giorgi entregou as identificações na abertura e a porta se abriu. 

_O que esse merda imundo está fazendo aqui? -O guarda indagou usando seu lindo vocabulário, a minha vontade era de pegar essa escopeta que estava na mão dele e descarregar ela naquele rosto feio dele, mas me contive. 

_Ação afirmativa amigo. Você sabe como funciona. -Nem liguei para o comentário do Giorgi, me dirigi até a traseira do carro abrindo as portas e pegando duas sacolas de dinheiro. 

_Vocês me seguiam, vou leva-los até a sala de incineração. -Sem dizer nada, Giorgi e eu fomos atrás do guarda, pelo visto o plano louco estava funcionando, é finalmente vamos colocar as mãos em muita grana, mas muita grana mesmo. 


Notas Finais


bem é isso pessoal e mais uma coisa, quando os colchetes aparecem, é que eu quero tornar dinâmica essa história e mostrar como foi impactante o massacre que o Lincoln foi, assim para também dar pontos importantes da história. Espero que tenham gostado pessoal, e até o próximo capítulo.


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