História La Familia - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Rebelde (RBD)
Tags La Família, La Família Rbd, Rbd
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Palavras 4.290
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Aiii está mis Chicas!!!
Besoos!!
Boa Leitura!!

Capítulo 5 - Surpresa Part. 2


Fanfic / Fanfiction La Familia - Capítulo 5 - Surpresa Part. 2

Surpresas P. 2

Depois de alguns minutos apenas olhando ao redor o Poncho pegou a carta dentro de seu bolso e começou a lê-la:

RBD,

Eu sabia que iriam se esquecer das datas comemorativas já que tem muitas coisas na cabeça e que nesse período vocês faziam shows demais para realmente comemorar, então eu providenciei toda a decoração em temas natalinos e a decoradora vai voltar à casa em breve para mudar a decoração de natal pela do ano novo e depois ela voltará para fazer uma decoração mais normal! Tomei a liberdade de- como vocês não iriam pensar nisso tão cedo- alugar seis carros, eles estão na garagem, não se esqueçam de devolvê-los no endereço que esta dentro do porta-luvas de cada um deles caso alguém perca esse endereço, os presentes em baixo da arvore foram dados pelos pais de vocês. Bom é só isso por hora...

Pedro D.”

-Uau- dissemos juntos novamente.

-Ah como eu pude esquecer?- perguntou Annie passando as mãos no rosto.

-Todos nós esquecemos Annie- disse o Ucker passando a mão no cabelo dela- o Pedro tem razão, nós estávamos com muitas coisas na cabeça e realmente faz muito tempo que a gente realmente não comemora as festas de fim de ano por causa dos shows, mas agora eu acho melhor irmos para os quartos arrumar as coisas, descansar um pouco e depois sair para comprar os presentes e se precisar as coisas para a ceia.

-Dul o que você fez pro Ucker ficar tão responsável de uma hora para a outra?- perguntou o Poncho assustado pelo surto de responsabilidade do cara do meu lado que estava sorrindo convencido.

-Eiii- disse o Ucker e todos rimos o que fez com que ele ficasse com um bico lindo e eu não me fiz de rogada e mordi aquele biquinho lindo.

-Ou, eu não sou obrigado a ver isso- disse o Chris tapando os olhos dele com uma mão e os da May com a outra que ria e tentava tirar sua mão de seus olhos sem sucesso.

-Ta bom, ta bom, vamos logo que eu tô com sono- disse Fabíola com cara de que chupou limão azedo.

 -Pela primeira vez você fala algo que preste- disse o Chris pegando sua mala e subindo e depois subindo com as da May. O Poncho fez o mesmo com as malas dele e as da Annie, e o Ucker esqueceu as malas dele e subiu com as minhas falando que as dele não importavam no momento.

-E as minhas?- disse Fabíola com cara de ultraje.

-Quantas malas você tem?- perguntou o Chris.

-Três- respondeu olhando as unhas.

-Ok, cada um leva uma- disse o Chris pegando uma das malas dela, logo depois de subir suas malas- que do nada ficaram importantes- o Ucker pegou a mais leve e jogou de qualquer jeito lá em cima, percebi pelo barulho que fez e o Poncho pegou a maior e deixou lá também. Ela subiu brava sem olhar nem falar com ninguém. Eu e as meninas nos movemos apenas para sentar uma ao lado da outra no sofá macio, seria uma ação normal, mas nada normal ocorre conosco.

-Aiii- gritou Annie afundando no sofá em meio às almofadas.

Quando eu digo afundando eu quero dizer afundando mesmo ela sentou e quando se recostou nas almofadas foi engolida por elas.

-Meu Deus- disse May pra mim enquanto a Annie tinha o grito abafado pelas almofadas, quanto ao corpo dela? Só estava a mostra da cintura para baixo. Quando olhei para a May ela estava com a mão na boca quando percebeu que eu estava a olhando retribuiu meu olhar e depois de alguns segundos nós riamos feito duas hienas.

-O que ta acontecendo aqui?- perguntou Ucker descendo as escadas se ajoelhando ao meu lado já que eu já havia sentado no chão de tanto rir.

-Ahhhhh- gritou a Annie bem alto ainda dentro das almofadas.

-Annie!- disse o Poncho, ele sentou ao lado do corpo dela sem saber o que fazer e acabou se se encostando às almofadas e também foi engolido.

-O que diabos é isso?- perguntou o Chris olhando para o Poncho e a Annie- ou para o que dava para ver deles- e como da ultima vez nos olhamos e caímos na risada, minha barrida doía de tanto rir e meus olhos lagrimejavam e eu deitei no chão com as mãos no rosto.

POV ANNIE

Ai meu Deus isso é muito esquisito, é escuro e o ar estava pesado, bom eu até aguentaria isso se eu não estivesse dentro de um sofá.

-Ahhhhhh- gritei mais alto, não conseguia ouvir nada daqui.

Senti um peso ao meu lado no sofá e logo depois eu senti como se o mundo fosse me esmagar.

-Ahhhhh- gritei movendo minimamente os braços como pude para proteger o rosto.

-Annie.

-Poncho- disse com as mãos tremulas e geladas, conseguia ver alguns traços de seu rosto no escuro.

-Annie isso é apertado e suas mãos estão muito geladas- disse ele apertando minhas mãos entre as suas- Annie por que você ta tremendo tanto?

-É que eu tô com medo, eu não consigo respirar direito- disse apertando suas mãos grandes.

-Eu preciso tirar a gente daqui já que o resto do povo ta rindo lá fora- disse ele soltando as minhas mãos, não sem antes dar um beijo nelas e na minha testa.

Ele moveu os braços com dificuldade e socou uma das almofadas e como consequência bateu o cotovelo no meu braço perto do pulso.

-Ah- soltei um gemido de dor.

-Ai desculpa Annie, desculpa não foi minha intensão- disse me abraçando meio sem jeito pelo peso das almofadas- Annie por que você ta chorando? Eu te machuquei, ai Annie...

-Calma Poncho, calma, eu te desculpo sei que foi sem querer, e eu tô chorando por que eu tô com medo- disse e ele se acalmou um pouco- e seu braço e muito pesado menino, passar tanto tempo na academia pode fazer mal- disse o fazendo rir.

-Ok, olha se protege que eu vou tentar de novo- dizendo isso ele se preparou e eu me encolhi.

Com um soco três almofadas voaram, eu já podia ouvir melhor.

-Aiiiii- gritaram a Dul, o Ucker e a May ao mesmo tempo. E pude ouvir também a gargalhada do Chris.

Com mais um soco eu já podia respirar.

-Para, acho que já ta bom agora- disse quando ele ia socar de novo as almofadas.

-Ok, no três a gente levanta tudo bem?- perguntou.

-Ok, mas você acha mesmo que é necessário?- perguntei olhando- ou tentando olhar- para ele.

-Necessário não é, mas eu não vou e duvido muito que você não queira perder a oportunidade de assustar as crianças lá fora.

-É tem razão!- disse e nós dois nos posicionamos.

-Um- disse Poncho.

-Dois- eu disse.

-Três- dissemos juntos e sentamos no sofá com tudo ao mesmo tempo, ah com é bom respirar e ver de novo, bom, ver pela cortina de cabelo no meu rosto, mas dá pro gasto.

-Ahhh- gritou o Chris saindo correndo rumo à cozinha. O Ucker estava deitado no chão com a Dul ao seu lado com e a cabeça da mesma estava apoiada no seu ombro e a May estava sentada na mesinha de centro, todos nos olhando como se fossemos fantasmas.

Sorri para eles e arrumei meu cabelo que estava todo bagunçado, sorte que estava liso.

-Vocês estão bem?- perguntou a Dul ainda deitada com o Ucker.

-Sim, estamos- respondi- mas tem uma coisa que eu não entendi!

-O que?- perguntou a May brincando com uma das velinhas vermelhas que estavam em cima da mesa.

-Como isso aconteceu?- perguntei o obvio.

-Não sei, mas vamos descobrir isso agora- respondeu-me o Poncho jogando todas as almofadas para os lados e quando afastou todas nós vimos que por trás das almofadas havia um corte em forma de X de uma ponta a outra do sofá, por isso que quando nos recostamos caíamos lá dentro, mas as almofadas eram compridas demais e moles e não passavam.

-Quando a tal decoradora vier nós pedimos para trocar esse sofá- disse o Ucker se sentando e levando a Dul junto sentando-a em seu colo.

-Com certeza-eu e a May dissemos juntas e rimos.

-Gente, eu não sei vocês, mas eu não tô com sono- disse a Dul se levantando do colo do Ucker e ficando um pouco à frente dele.

-Também né amiguinha- eu disse sorrindo travessa- ficou o tempo todo dormindo no colo do Ucker né mocinha, e quando você não tava dormindo tava beijando ele, pensa que eu não vi é?

-Para amiga- disse a Dul ficando com o rosto em uma cor peculiar de vermelho. Já o Ucker abaixou a cabeça e passou as mãos no cabelo ainda sentado no chão.

-Tá eu vou subir pra ver as coisas com a Fabíola- disse o Poncho se levantando e indo rumo à escada.

-Bom, eu vou levar minhas malas para o quarto- disse a May se levantando da mesinha e indo atrás do Poncho.

-Olha eu também vou- eu disse e cheguei perto da Dul antes que ela se movesse- Olha para o Ucker!

-Mas o que?- disse confusa.

-Não pergunta nada só olha- eu respondi subindo as escadas correndo e arrastando minhas malas para o quarto.

POV DUL

Não entendi o que a Annie disse, mas se tem uma coisa que eu aprendi foi a sempre ouvir aquela doida, então dei de ombros e olhei. É a Annie tinha razão, eu precisava ver isso. Segurei o riso e falei:

-Ta boa a visão?- perguntei ao cara que estava quase quebrando o pescoço só pra olhar em baixo da minha saia. Eu mereço!

-Ta ótima e... – deixou a frase no ar quando percebeu que eu o tinha pegado no flagra. Ele riu sem graça, passou a mão na cabeça e se levantou.

-Ô bebe não fica assim não- disse passando a mão em sua bochecha- só que da próxima vez seja mais discreto viu.

-Ah Dul- ele disse colando sua testa a minha- você não existe e...

-Será que não se pode dar um passo nessa casa sem ver vocês se agarrando?- disse o Chris passando entre nós dois.

-Bom, vamos, tenho que tirar minhas malas do corredor- eu disse puxando a mão do Ucker que se manteve parado- o que foi?

-Nada, só que eu já levei suas malas para o seu quarto- disse sorrindo, cheguei perto dele e dei um selinho rápido murmurando um “obrigada”

-Mas temos que ir do mesmo jeito, eu preciso de um banho- disse pegando de novo a mão dele que eu havia soltado quando dei o selinho.

- Então vamos- respondeu ele deixando ser puxado por mim.

-Ucker...

-Sim?

-Para de olhar para a minha bunda- disse rindo subindo o primeiro degrau da escola.

-Como você sabe?

-Eu simplesmente sei- disse me virando para ele que estava com cara de bobo.

-Dul- disse repentinamente serio. MEDO.

-Sim?- falei incerta.

-Nem com um degrau desse tamanho você fica mais alta que eu- disse rindo. Ah ele tava zoando a minha altura é? Pois bem, ele que pediu.

POV UCKER

Ainda estava rindo da cara que a Dul fez, nossa foi muito engraçada.

-O que você quis dizer com isso- disse me olhando com os olhos levemente cerrados- você quis dizer que eu não sou boa o bastante para você pelo simples fato de que eu sou baixinha? Seu idiota, eu uso salto, fico na ponta do pé para poder te alcançar e você fica fazendo piadinha? O que você quer? Que eu faça uma cirurgia para por um pino em cada perna só pra ficar maior? Pois eu sinto muito meu querido, por que apesar de tudo eu não quero te ver mais na minha frente- disse com os olhos marejados e se virando para a escada.

-Oh Dul, não foi isso o que eu quis dizer- disse já me desesperando- Por favor, Dul, me olha- disse puxando seu rosto para me encarar, oh Deus, seu rosto estava todo vermelho e lagrimas caíam.

-Você é um idiota- disse secando as lagrimas- mas é um fofo- disse sorrindo de forma travessa.

-Você não tava falando serio né?- perguntei só para ter certeza do que tava acontecendo.

-Te peguei- disse rindo descontroladamente.

-Você é muito má- eu disse sentindo um biquinho se formando nos meus lábios.

-Eu não sou má, simplesmente uma boa atriz e bem que você mereceu isso foi para nunca mais falar da minha altura- ela disse dando um Celinho desmanchando o meu biquinho fácil, fácil.

POV DUL

-É eu sei que mereci, mas eu gosto da sua altura, parece uma bonequinha- disse me abraçando por cima fazendo com que eu enlaçasse sua cintura com meus braços, me sentindo ainda menor.

-Eu pareço uma bonequinha? Você é que é gigante... E gordo- disse me afastando para ver sua cara de choque, foi hilário.

- Eu? Eu não sou gordo- me olhando com uma cara engraçada.

-Claro que é meu anjo- dizendo isso dei um beijo em sua bochecha e subi as escadas correndo-  tentando com aqueles saltos- e indo para o quarto que estava escrito “DUL” em letras grandes em vermelho vivo... Ai como eu amo essa cor.

O quarto era médio, a cama grande de casal deixava-o menor mais ainda sim muito bonito, ele era todo em tons de rosa claro, a colcha era bege bem clarinho quase branco, haviam muitas almofadas de diferentes estampas em cima dela, a cabeceira era revestida de um tecido que eu não sabia qual era, mas que fazia com que parecesse um encosto fofo de sofá, ao lado da cama havia uma cômoda branca com um vasinho de planta bem bonitinho, duas velas perfumadas pequenas rosa e uma vela maior em um tipo de apoio com renda, do outro lado havia outra cômoda com um vaso de flores e mais dois enfeites que eu não conseguia ver a distancia, em cima das duas cômodas haviam mini lustres acesos, em frente a cama havia um sofá divã bege quase branco com uma caixa redonda e dois tecidos, os lado estavam empilhadas quatro caixas na cor salmão com algumas pedrinhas, a de baixo era grande e elas iam diminuindo, a janela era grande, e as cortinas eram brancas de um tecido bem fininho.

Haviam duas portas na parede oposta a da cama, as duas eram de madeira branca com detalhes em vermelho vibrante.

Abri a porta da direita e levei um susto, havia um closet enorme que se estendia para a direita como se fosse um corredor, com algumas portas, uma estante com perfumes e cremes e algumas gavetas que ficavam na parte de baixo quase tocando o chão, era iluminado por pequenas lâmpadas embutidas, havia um grande espelho de corpo inteiro no final, era incrível.

Fechei a porta e abri a da esquerda e dessa vez acertei.

O banheiro era comprido e um pouco estreito, mas bem pouco, era todo em vermelho e branco, lindo demais, e no box havia detalhes em azul escuro formando uma guitarra, perfeito.

Tirei o salto e coloquei em cima da bancada da pia, tirei os acessórios e coloquei ao lado do salto, tirei o vestido e coloquei por cima deles, prendi meus cabelos em um coque, tirei o resto da minha roupa e entrei no box ajustando na agua morna.

É um banho foi perfeito agora estou com uma camisa grossa de lã listrada cinza e preta curta acima do umbigo, uma calça de ginastica preta e meu anel, estava um pouco frio, mas optei por ficar descalça mesmo. Deitei na enorme cama e relaxei um pouco, mas não estava com sono, então levantei-me e fui- descalça mesmo- até a porta abrindo-a e encontrei-me com o Poncho que deu um sorriso  forçado e um beijo na minha testa e saiu, eu sabia o que aquele sorriso significava: Ele brigou com a Fabíola, é sempre assim, eles brigam e o Poncho se faz de forte sem muito sucesso.

Andei até o quarto da Annie que estava com a porta entre aberta, bati na porta algumas vezes.

-Entra- ela gritou e eu entrei e mais uma vez me maravilhei com a decoração.

Como descrever o quarto? Era fácil, era a cara da Annie! A parede atrás da cama era rosa com desenhos de folhas em um tom mais claro, a parede da janela era rosa bem clarinha e a outra era rosa clara com faixas mais escuras com a mesma estampa da parede atrás da cama, a cama era grande com a colcha rosa pink e a cabeceira- que era toda revestida em camurça- e a madeira da cama eram pretas, as almofadas eram rosa e pretas e havia um lençol com estampa de zebra, um lustre e um abajur faziam a iluminação do quarto, a janela era pequena com duas cortinas rosas dos dois lados e na frente da janela havia um móvel branco com alguns enfeites em cima, uma TV estava embutida na parede de frente a cama e havia uma cômoda com dois porta-retratos em cima sem nenhuma foto e algumas florezinhas na frente de um deles.

-Oi amiguinnhaaa, pensei que não ia vir nunca- disse parando de pular na cama e sentando na mesma dando duas palmadinhas no colchão e eu me sentei ao seu lado esquerdo, ela estava com uma camiseta vermelha de manga escrito Love em letras pretas e uma calça parecida com a minha só que cintura alta.

-É não tem nada pra fazer e eu vim aqui para a gente poder conversar- disse enquanto ela arrumava o cabelo bagunçado com os dedos.

-É verdade, o povo deve estar dormindo... Mas não é disso que eu quero falar- disse sorrindo travessa e sentando de frente pra mim com as pernas cruzadas feito de índio.

-O que quer saber?- perguntei mesmo sabendo do que se tratava e sentei-me igual a ela, só que ao invés de cruzar as duas pernas deixei a perna direita pendida ao lado do colchão a balançando para trás e para frente.

-Ah você sabe né... Você e o Ucker... - disse mexendo as sobrancelhas sugestivamente.

-Ai amiga, eu não se sabe, eu gosto dele, gosto muito para falar a verdade, mas ele é um mulherengo de carteirinha- disse olhando para uma Annie animada que estava mordendo a ponta do dedão, ô amiga estranha essa que eu encontrei hein.

-Ah Dul, serio eu acho muito bonitinho vocês dois juntos, mas você tem razão, mas acho que com você é diferente. Nós já vimos ele com varias e varias namoradas e ficantes mas eu vi o jeito que ele te olha, o jeito que te olha quando você esta sorrindo como se ele fizesse parte da sua felicidade também, o jeito que ele te olha depois que vocês se beijam, o jeito que ele olha por baixo da sua saia- disse a ultima parte gargalhando, não teve como não rir- E amiga imagina os Vond’s como vão ficar quando souberem!

-Pois é, eu amo todos os fãs, mas os Vond’s  são especiais, sei lá... Mas não acho certo falar alguma coisa agora, ainda é muito cedo- disse sorrindo.

-Sei como é sua ligação com os Vond’s comigo é igual com os Ponny’s, eles são diferentes, mas todos os fãs são especiais por igual- disse sorrindo pensativa, com aquele sorriso bobo que ela faz quando pensa nos fãs... E no Poncho, no caso era nos dois.

-Mas me diz a relação de vocês como esta- disse Annie com um sorriso malicioso.

-Defina isso, por favor, Annie- disse com medo da respostas.

-O quanto vocês já fizeram?- disse com a voz em um tom estranho, eu sabia exatamente do que ela estava falando.

-Nós ainda estamos no nível um- disse corando. Nós separamos o relacionamento por níveis:

1- A fase de conhecimento. Tradução: Beijos.

2- A fase do conhecer mais profundamente: Beijos mais quentes com caricias.

3- A fase do conhecimento total: Sexo.

-OMG, amiga acho que é o relacionamento que você vai mais devagar- disse espantada- na maioria das vezes você pula para o nível três!

-Para que você também viu amiga, você também- disse corando mais ainda e ela corou também depois do que eu falei.

-Ah ta bem, ta bem! Quando você pretende avançar de nível?- perguntou voltando a sorrir ainda um pouco corada.

-Não sei ainda, mas acho que logo, só que eu tenho que tomar cuidado, ele não é como os outros caras que eu fico e depois nem lembro mais o nome, ele faz parte da minha vida, a gente mora sob o mesmo teto, tenho que pensar antes de agir,  mas por enquanto eu vou apenas curtir tudo o que o nível um tem a oferecer- disse sorrindo.

-Onwwt- disse se jogando para o lado e abraçando um travesseiro- um dia eu quero encontrar alguém que me faça ficar com essa cara de boba que você tá agora.

-Mas Annie- disse pausadamente deitando-me também olhando para ela que se virou e ficamos frente a frente- e o Poncho?

Só com a menção do nome ela se sentou e ficou rígida, sentei-me também para poder vê-la melhor.

-Dul, ele tem namorada, uma namorada velha caquética, mas uma namorada e ele me vê como uma irmã e eu já te falei sobre isso.

-Annie- disse fazendo-a olhar pra mim.

-Sim?- disse com a voz menos chorosa.

-Eu vi uma coisa antes de vir pra cá e acho que você deveria saber- disse lentamente.

-Diz logo Dul, você sabe que eu sou curiosa- disse com os olhos suplicantes.

-Eu vi o Poncho no corredor, e ele estava com um sorriso falso- expliquei para que ela se acalmasse.

-Ele brigou com a Fabíola!- disse ficando de pé- eu vou falar com ele.

-Falar com quem?- disse a May entrando no quarto, toda arrumada.

Ela estava com uma camiseta branca com um desenho de uma gravata borboleta vermelha e suspensórios azuis, uma calça jeans branca, salto azul escuro quase preto, uma bolsa preta e branca, brincos pequenos em forma de coração preto, um colar que tinha como pingente uma carinha feliz e pulseiras azuis.

-Aonde vai tão linda?- perguntei.

-Eu vim chamar vocês para sair... Precisamos comprar os presentes- disse olhando ao redor- lindo quarto Annie.

-Brigada- disse sorrindo de lado.

-Vamos?- perguntou nos olhando.

-Vamos, só tenho que pegar minha bolsa- disse dando dois passos rumo a porta.

-Você não vai assim né amiga?- perguntou a May fazendo-me parar.

-Vou, por que?- disse totalmente confusa.

-Vem comigo, disse abrindo a janela do quarto da Annie.

-Aiiiiiii- disse quando o vento soprou pela janela, mesmo fraco era muuuito frio e fez com que todos os pelos do meu corpo se arrepiassem.

-Vai trocar de roupa menina- disse e eu saí correndo para o quarto em busca de algo quente para vestir, esbarrei com a Fabíola mas nem liguei para os xingamentos dela, mas uma coisa me chamou atenção.

-... sai correndo assim, com essa roupinha de piriguete e com esse cabelo de palha queimada- disse resmungando.

Ela chamou meu cabelo de que?

-Olha aqui sua velha caquética, eu uso essas roupas por que diferente de você eu tenho um corpo bonito e eu posso usar roupas assim por mais que não seja de piriguete e se o meu cabelo é de palha queimada o seu é da cor de cocô de burro seco e fedorento- disse apontando o dedo na cara dela virei-me e entrei no meu quarto. Mulher chata.

Tirei minha roupa e coloquei uma camiseta de manga bege meio grossa, calça de ginastica rosa pink que eu ganhei da Annie, um sapato estilo boneca bege e preta, uma bolsa rosinha clara, uma pulseira de couro com algumas tachinhas, brincos pequenos e brilhantes, um colar em forma de uma nota musical, meu anel e fiz algumas ondas no meu cabelo que estava secando.

Saí do quarto e encontrei a Annie e a May saindo do quarto da Annie que estava com uma blusa de frio rosa, com a mesma calça de antes, um salto cinza, uma bolsa preta com detalhes em dourado, um colar que estava escrito “sexy”, pulseiras em variados tons de cinza e um celular com capinha de oncinha rosa pink.

-Vamos?- perguntei e nós descemos as escadas nos deparando com o resto do povo reunido conversando. O Ucker estava sentado em uma das poltronas, lindo com sempre com uma polo de manga comprida vermelha, uma calça jeans escura e um All Star de couro branco. O Poncho tava sentado no sofá, sem se recostar nele com a cara amarrada enquanto a Fabíola mexia no seu cabelo, ele estava com um casaco moletom preto, calça jeans meio rasgada e um All Star preto, o Chris estava sentado no chão com um casaco moletom roxo escuro quase preto, uma calça jeans clara e um tênis preto e cinza.

Sentei-me no braço da poltrona que o Ucker estava sentado, a May sentou na poltrona atrás do Chris e a Annie sentou- se na poltrona ao lado da May evitando olhar para o Poncho que só de ver ela sua cara emburrada se transformou em um meio sorriso, ah esses dois.

-Você esta muito bonita- disse o Ucker abraçando a minha cintura me olhando com aqueles olhos lindos.

-Você também, gostei da camisa- disse e coloquei minhas mãos sobre as dele e acabei me desequilibrando e caí no colo dele.

-Assim esta bem melhor- ele disse enterrando o rosto no meu cabelo e beijando meu pescoço me deixando toda arrepiada.

-Vamos?- disse o Poncho levantando com tudo fazendo com que a velha quase caísse. Deveria ter caído, fomos até a garagem e mais uma vez naquele dia fiquei surpresa.


Notas Finais




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