História La Familia - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Rebelde (RBD)
Tags La Família, La Família Rbd, Rbd
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Palavras 6.200
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oieeee!!
Desculpem minha demora!!
Mas ai esta um capitulo quentinho para vocês minhas lindas!!
Espero que gostem!!
Boa leitura!!

Capítulo 6 - Compras Natal


Fanfic / Fanfiction La Familia - Capítulo 6 - Compras Natal

Compras e Natal

A garagem era enorme com sete carros. Sim sete carros, um a mais.

Eles estavam enfileirados, nós seis e a velha andamos até ficar de frente para eles, no capô havia um papel com nossos nomes.

O primeiro era um Aston Martin DB9 na cor cobre escuro e estava escrito “Christopher” em letras garrafais pretas. Ele sorriu pegando a chave- que estava em uma mesinha ao lado do carro que eu nem havia visto- e colocando no bolso, voltou para o meu lado e me abraçou de lado.

O segundo era um Acura NSX Concept vermelho, e no papelzinho estava escrito “Dulce” eu sorri, o Pedro sabia como me agradar, fui até uma mesinha igual a mesinha do Ucker e peguei uma chave que estava em cima e coloquei dentro da bolsa, voltei ao lado do Ucker que sorriu pra mim, não teve como não sorrir de volta, enlacei sua cintura com meu braço esquerdo e ele passou o braço por meus ombros.

O terceiro era um Audi R8 branco, no papelzinho estava escrito “Alfonso” ele sorriu grande tirou a mão da velha que estava segurando sua camisa e foi até a mesinha, voltou para o seu lugar brincando com a chave.

O quarto era uma Ferrari rosa pink, não precisava nem ler para  saber de quem era, Annie foi toda saltitante pegou a chave e colocou dentro da bolsinha e voltou ao seu lugar rapidinho e toda sorridente, entre a May e o Poncho, ele por sua vez passou o braço por seu ombro fazendo com que ela corasse um pouco e a Fabíola ficar com cara de mal comida, ops essa é a cara normal dela.

O quinto era um BMW 528 azul escuro, em cima no papelzinho estava escrito “Christian” ele foi até lá bem lentamente, pegou a chave e voltou ao seu lugar ao lado da May analisando a chave. Tadinha da chave, quando ele analisa algo assim boa coisa não é.

O sexto era um Lamborghini prateado, no papel estava escrito “Maitê” ela sorriu e no caminho até sua mesinha ela foi passando os dedos na lateral do carro, pegou a chave e colocou na bolsa.

O sétimo era uma Mazda Biante Minivan laranja, estava endereçada para todos nós.

Detalhe: Tinha só seis lugares.

Conclusão: a Fabíola ia ter que andar sozinha se a gente decidisse ir com a minivan a algum lugar.

- Vamos?- dissemos juntos, menos a Fabíola que ainda tava com cara de cú olhando para o braço da Annie que estava enlaçado na cintura do Poncho que estava com um sorriso bobo, ai tem.

-Vamos cada um no seu carro?- perguntou o Poncho nos olhando.

-A Dul vai comigo- disse o Ucker beijando minha testa.

-Eu vou sozinha- disse Annie se desvencilhando do Poncho.

-Eu vou com o MEU namorado, já que eu nem tenho carro- disse a velha se agarrando ao Poncho que mudou de cara rapidinho, de bob para serio.

-Não acho boa ideia você ir sozinha Annie- comentei jogando meu cabelo no rosto para que nem o Ucker nem o Poncho vissem meu sorriso travesso direcionado à Annie, que logo entendeu e deu um sorriso mínimo e discreto.

-Eu também não acho uma boa ideia- disse a May já captando o que estava acontecendo- além do mais Annie, você não conhece nada por aqui.

-Pois é né!- disse fazendo uma cara de pensativa. Ela é uma ótima atriz.

-Mas com quem ela vai?- perguntou o Chris olhando para a gente.

-Duvido muito que ela queira ir com a gente- disse o Ucker se abaixando para beijar meu pescoço, uii o que ta acontecendo mesmo?

-Pois é- disse a Annie nos olhando falsamente assustada.

-Chis posso ir com você- disse a May antes que alguém falasse algo.

-Claro Maysinha- disse sorrindo.

-Eu não acho que a Annie devesse ir com o Chis- sussurrei alto o suficiente para que o Ucker e o Poncho ouvissem- é perigoso!

-Ela vai com a gente- disse o Poncho decidido.

-O que?- Falou a vaca velha.

-Isso mesmo Fabí ela vai com a gente!- disse ele sorrindo minimamente.

-Se ela for eu não vou!- disse a “Fabí” cruzando os braços.

-Ótimo- disse o Poncho apertando o botãozinho da chave abrindo o carro, foi até a Annie, a conduziu com uma mão na base da sua coluna até o carro, abriu a porta, ela entrou, ele fechou a porta foi para o lado do motorista. O Ucker me soltou e apertou um botão que abria a garagem, o Poncho arrancou com o carro e saiu da garagem.

-Ele não fez isso- disse a vaca velha olhando para onde o carro foi.

-Eu acho que ele fez- falei para ela, fui com o Ucker até o carro assim como o Chris e a May, tanto o Ucker quanto o Chris abriram a porta do carro para mim e para a May, coloquei o cinto enquanto o Ucker dava a volta no carro e entrava também colocando o cinto e deu a partida.

Quando passamos pela Fabíola, abri o vidro e mandei um tchauzinho e ate mandei um beijinho.

E lá ela ficou. Depois de alguns minutos em silencio dentro do carro minha mente deu um estalo.

-E a chave da minivan? A Fabíola pode ter pegado ela- disse olhando para o cara do meu lado que estava com um sorriso torto.

-O Chris pegou antes de sair- ele disse simplesmente.

POV MAY

Quando o Chris entrou no carro e deu a partida, em vez de ele acelerar e sair da garagem, ele deu a ré e pegou alguma coisa e enfim deu a partida.

-O que você fez?- perguntei. Nem sou curiosa sabe.

-Isso- disse jogando uma chave no meu colo.

-Uma chave de carro?- perguntei ainda confusa olhando para a chave em minha mão.

-A chave da minivan- explicou ele sorrindo- Caso a Fabíola tentasse pegar e ir atrás do Poncho e da Annie.

-Chis, essa foi a melhor ideia que você já teve desde... – pensei um pouco- desde sempre!

-Quié? Eu sou Ponny a legal?- disse sorrindo grande- e Vondy também!

-É dessa eu não sabia- disse realmente surpresa pela nova descoberta- mas enfim, eu também sou Ponny e Vondy.

-E Chaverroni?-  perguntou parando em um sinal e me olhando de um jeito estranho.

-Oi?

-Você é Chaverroni?- perguntou de novo. Ai meu Deus o que eu respondo? Eu nunca havia pensado nisso, o Chris sempre foi um irmão atrapalhado pra mim, mas e se for algo mais? Preciso falar com as meninas urgentemente!

-Depois eu te respondo ok?- perguntei na esperança de ele dizer que sim.

-Tudo bem, mas não pense que eu vou esquecer viu Maysinha- disse apertando a minha bochecha.

POV ANNIE

Agora estou dentro do carro do Poncho, que estava com um sorriso diferente no rosto. Admito que fiquei muito surpresa em me escolher ao invés da velhinha dele, será que tem haver com a suposta briga que eles tiveram a tarde?

-Poncho?- fale baixinho.

-Fale Any- ain ele era o único que me chamava de Any.

-O que aconteceu com você e com a Fabíola- eu só chamava a vaca gorda de Fabíola às vezes.

- De onde você tirou isso?- perguntou soltando um riso pelo nariz.

-A Dul me contou que viu você no corredor com um sorriso falso, depois na sala você não parecia muito a vontade com ela lá, depois na garagem você estava claramente tentando afastar ela de você e depois você deixa ela na casa?- eu disse levantando uma sobrancelha.

-Ah você é muito observadora sabia?- disse fazendo uma careta.

Depois ele soltou algo que me pareceu “tão observadora para algumas coisas e tão cego para outras”, mas fingi que não ouvi nada.

-Não foi nada demais- disse depois de um tempo- é que eu fiquei muito estressado com a viagem e ela só sabe falar da camisa manchada dela, isso me irritou.

-Ah a camisa manchada- disse soltando uma risada, eu ia parar por que apesar de tudo ela é namorada (infelizmente) do cara do meu lado, mas eu não esperava que ao olhar para o lado eu visse seu rosto contorcido por segurar o riso- Poncho?

-Fale- disse com a voz estrangulada.

-Pode rir- depois que eu disse isso ele começou a rir o que me levou a rir mais ainda. Estacionamos em frente a uma loja ainda rindo muito.

Depois de rir até chorar e o abdômen doer algo me veio à mente.

-Como chegou aqui?- perguntei olhando para os lados.

- Eu vim aqui quando era mais novo com meus pais, minha mãe sempre gostou de vir a essa rua fazer compras- disse com o olhar brilhando. Seu olhar ficava assim quando falava de alguém que ele gostava muito.

-Ela parece ter bom gosto- disse olhando para duas lojas que estavam de frente ao carro.

-Vamos- disse rindo e saindo do carro, fiquei um tempo no carro colocando meu sapato que eu havia tirado sem perceber, quando coloquei ia abrir a porta ela abriu antes.

-Você demorou queria saber o que tinha acontecido- disso o Poncho segurando aporta para que eu saísse.

-O que poderia ter acontecido comigo- disse saindo e passando a mão no cabelo. Ô mania.

-Nunca se sabe, pensei na hipótese do banco ter te engolido- disse rindo me deixando extremamente brava.

Saí de perto dele andando até a frente da primeira loja, uau que sapatos lindos.

-Any você ta louca? Como sai assim de perto de mim do nada? Vai que você se perde- disse o Poncho desesperado ao meu lado.

-Eu achei melhor não interromper sua crise de risos- disse calmamente analisando um sapato vinho muito bonito.

-Maluca.

-O que disse?-falei ainda olhando o sapato.

-Nada não- disse emburrado.

Andamos por mais algumas lojas e acho que o Poncho já ta entediado. Entrei em duas delas, mas não levei nada, mas eu parava em frente a todas elas.

-Hey Poncho- disse e ele me olhou- vai escolher logo o que você vai comprar e a gente se encontra daqui a duas horas em frente ao carro.

-Tem certeza? Você pode se perder- disse ele.

-Eu não vou me perder, além disso eu tô com meu celular qualquer coisa eu te ligo, e também tenho um salto e não tenho medo de usar!

-Tudo bem- disse rindo- se cuida Any- disse me dando um beijo na minha testa e foi para o outro lado da rua.

Andei mais um pouco até que eu achei o presente perfeito para a Dul.

POV DUL

Chegamos a um Shopping grande graças ao GPS.

Entramos rapidamente e algo na primeira loja da entrada me chamou a atenção. Fui até lá e o Ucker me seguiu.

-Olha Ucker- disse- é perfeito para a May!

-É verdade- disse sorrindo- vai comprar?

-Óbvio- disse também sorrindo- vamos fazer assim, você vai para um lado e eu para o outro, quando terminarmos de comprar os presentes nos encontramos aqui, ok?

-Por quê?

-Você já sabe um presente que eu vou comprar não precisa saber do resto, e em um shopping não tem como nos perdermos, e eles devem saber falar pelo menos inglês!

-Certo- disse e me deu um beijo demorado- até daqui a pouco.

-Até.

Ele foi para o lado direito e entrou em uma loja de artigos masculinos.

Vamos às compras!

POV MAY

Nos estávamos conversando sobre coisas sem importância e riamos o tempo inteiro das besteiras que ele falava, mas o assunto sobre Chaverroni me deixa ainda um pouco assustada.

Chegamos até um shopping muito bonito.

-Chris como chegou aqui?- não segurei a pergunta.

-Sei lá, segui aquele carro- disse apontando para um carro azul claro.

-E como a gente volta para casa?- perguntei com cautela. Estava até com medo da resposta.

-A gente segue outro carro uai- disse como se fosse obvio.

-Posso dirigir na volta- perguntei.

-Claro- disse a criança ao meu lado sorrindo feliz.

Entramos no shopping e fiquei olhando ao redor.

-May, a gente se divide compra o que tem que comprar e se encontra no carro tá?

-Não acho uma boa ideia Chris- a imagem do Chris em um shopping na Itália sozinho não era lá muito animadora- a gente faz assim, nós vamos juntos, quando um encontrar algo de interessante entra na loja compra o que quiser enquanto o outro espera perto da loja.

-Tudo bem, mas se o outro não ficar próximo à loja?- disse sorrindo travesso.

-Esse outro vai ficar sem sorvete por uma semana – disse e o sorriso se desfez rapidinho.

-Vamos logo- disse emburrado.

POV ANNIE

Ah comprar me faz tão bem, mas fica difícil quando você esta esperando a mais de meia hora o dono do carro que veio de carona que esta absurdamente atrasado.

-Any- disse ele vindo até mim com as mãos cheias de sacolas- você chegou antes.

-Não Poncho!- disse com a voz carregada de raiva- você é que se atrasou mais de meia hora.

-Ah foi é- disse olhando o relógio- ih é mesmo, desculpa Any eu não percebi.

Eu não disse nada apenas esperei até que ele abrisse o carro, ele foi até o porta malas e colocou suas sacolas lá, já eu abri a porta de trás do carro e coloquei minhas sacolas lá.

-Não que coloca-las no porta malas também?- perguntou o Sr. Atrasado me olhando.

-Não- disse simplesmente e entrei no carro colocando o cinto.

-O que você tem?- disse me olhando e colocando sua mão sobre a minha.

-Nada- disse e retirei minha mão da dele.

Ele suspirou derrotado e seu partida no carro. Depois de um tempo eu tirei o cinto e me inclinei para frente jogando meu cabelo para frente.

-O que você ta fazendo?- perguntou.

Nem respondi apenas juntei meu cabelo em um rabo de cavalo, ajeitei minha franja prendi meu cabelo, coloquei o cinto e abri a janela sentindo o vento gelado no um rosto. Delicia.

-O que você tá fazendo? Vai ficar resfriada- disse ele com uma voz preocupada.

-Estou tentando aliviar o cheiro ruim que vem de você- disse amarga.

-Ui desculpa Mia- disse e eu acabei deixando uma risada escapar sem querer- assim que eu gosto, sorrindo.

-Deixa de ser idiota, caipira- disse e ficamos os dois rindo dentro do carro.

-Nossa fazia tanto tempo que eu não ria assim- disse o Poncho acalmando os ânimos.

-Também, com uma bruxa como namorada- disse- desculpa eu não deveria ter dito isso.

-Tudo bem...

-Não, não ta tudo bem, eu não tenho o direito de me meter na relação de vocês e nem falar dela assim na sua frente- disse parando de rir instantaneamente e cruzando os braços.

Não falamos nada depois daquilo.

Chegamos até a casa e os outros ainda não haviam chegado. Peguei minhas coisas no banco de trás do carro e subi as escadinhas que davam na cozinha, passei por lá e meu estomago roncou, passava das três horas. Estava morrendo de fome!

Quando cheguei na sala nem sinal da bruxa. Ufa!

Subi para o meu quarto e deixei as coisas em cima da cama e fui trocar de roupa, dentro da casa estava quentinho, não era necessário ficar vestida até o pescoço.

Coloquei uma blusa soltinha azul clara de manga comprida que ia até um pouco acima do umbigo, um short jeans simples e super curto, tirei minhas joias e fiquei só com meu anel e coloquei uma pulseira vermelha que eu comprei em uma das lojas que eu passei hoje, coloquei um All Star sem cano branco, troquei a capinha do meu celular, soltei meu cabelo e coloquei um laço vermelho de bolinhas puxando parte do meu cabelo para o lado.

Desci com o celular na mão, não tinha nada para fazer e fui preparar um lanche pra mim e resolvi fazer para o resto do povo também.

Peguei pão de forma integral, que eu e a Dul amávamos, pão integral sete grãos que era o preferido da May e do Poncho, pão de forma sem casca para o fresco do Ucker e pão francês para o Chris. Agora eu entendo quando o Pedro dizia que nós éramos um bando de crianças e que era muito difícil cuidar da gente... Triste.

Peguei os frios, alface, tomate, maionese, patê de peito de peru e presunto, hambúrguer e alguns saquinhos de steak de frango congelado na geladeira e a fechei com dificuldade.

Quando soltei as coisas na mesa o Poncho apareceu, estava com uma regata branca e uma bermuda verde musgo e chinelo.

-Quer ajuda?- perguntou ele olhando para as coisas na mesa.

-Claro- disse sorrindo.

Ele fritou os hambúrgueres, colocou os steaks de frango no micro ondas e ajustou em 15 minutos.

Eu fiquei com a parte de montar os sanduiches. Comecei pegando duas fatias de pão integral, passei um pouco de patê de peito de peru, coloquei queijo, alface uma rodela de tomate e deixei em um pratinho de sobremesa. Peguei outras duas fatias de pão integral, fiz a mesma coisa que eu fiz com o outro com a diferença que esse eu coloquei patê de presunto e não coloquei tomate coloquei em um pratinho ao lado do outro. Peguei duas fatias do sete grãos, coloquei presunto, alface, quatro rodelas de tomate e coloquei em um pratinho ao lado dos outros. Peguei outras duas fatias do sete grãos passei maionese, coloquei queijo, presunto, coloquei duas rodelas de tomate. Peguei o pão sem casca, passei patê de peito de peru em uma fatia e na outra passei patê de presunto, coloquei bastante presunto, coloquei alface, uma rodela de tomate, peguei o pão francês e coloquei de tudo um pouco. Deixei todos em seus devidos pratinhos.

O Poncho já estava terminando com os hambúrgueres e faltavam dois minutos para o micro ondas apitar, fui até a geladeira e peguei uma jarra de suco de uva peguei seis copos enchi todos eles e arrumei a mesa, coloquei cada pratinho na frente de cada cadeira e coloquei os copos em frente aos pratos.

O Poncho colocou os hambúrgueres em um prato, foi até o micro ondas um segundo antes de apitar colocou os steaks de frango junto com os hambúrgueres sem olhar a mesa, quando ele se virou eu ri da cara de espanto dele.

-Nossa, você é rápida- disse e eu ri dando de ombros.

Cortei tudo que estava no prato que ele colocou na mesa em tirinhas e coloquei nos seus devidos lugares, fechei os sanduiches. Quando a gente terminou de guardar o que tinha para guardar e lavou a louça que sujamos o povo entrou na cozinha.

POV MAY

As compras foram ótimas, eu amo andar no shopping, comprei todos os presentes, até para a Fabíola eu comprei.

Quando comprei o ultimo presente, que era pra mim, saí da loja e o Chris estava esperando.

-Já não era sem tempo- disse com uma falsa raiva- já acabou?

-Já, vamos?- ele terminou as compras a cinco lojas atrás.

-May...

-Sim?

-Eu quero sorvete- disse fazendo cara de cachorro abandonado.

-Vai lá comprar uai- falei.

-Mas eu não tenho dinheiro trocado- disse olhando para o chão.

-Ah sim, vai lá- dizendo isso eu abri minha carteira e tirei uma nota de lá e entreguei pra ele que foi todo feliz comprar o tal sorvete.

Quando ele voltou pegamos nossas sacolas, pagamos o estacionamento e saímos, colocamos nossas coisas no banco traseiro do carro e sentei-me no lugar do motorista que o Chris mantinha aberta para mim.

Sorri para ele coloquei o cinto enquanto ele entrava. Dei a partida no carro liguei o GPS e segui o que a moça dizia para mim.

Quando cheguei à entrada da casa a Dul e o Ucker também estavam chegando. Saímos do carro juntos.

-May- disse a Dul animada me abraçando com os braços cheios de sacolas.

Os meninos se cumprimentaram peguei o que tinha que pegar e subi as escadas com a Dul, quando entramos a Annie e o Poncho estavam na cozinha, e pelo jeito fizeram o lanche.

-Vocês demoraram-disse Annie nos olhando com uma sobrancelha levantada.

-A May não parava de andar e nunca gostava de nada, ela nos atrasou- disse  o Chris emburrado.

-Eiii- disse beliscando ele.

-Bom, o Ucker se atrasou- disse a Dul com cara fechada.

-Ah foi só meia horinha- disse Ucker dando de ombros- eu perdi um pouquinho a noção do tempo e ela ficou toda bravinha.

-Sei como é cara- disse o Poncho se aproximando do Ucker- eu também atrasei meia horinha e a Any ficou toda histérica, até me chamou de caipira!

-É tenso cara, é tenso, essa maluca m chamou de bonequinho de plástico, vê se pode-disse o Ucker indignado.

Não me segurei por muito tempo e desatei a rir. A Annie e a Dul estavam espumando.

-Quer saber- disse a Annie fazendo os dois tontos olharem para ela- eu vou comer no quarto.

-Eu vou também- disse a Dul com o olhar frio para o Ucker- May você vem?

-Só se for no meu quarto!- disse pegando minhas sacolas que eu larguei no chão.

-Feito- disseram as duas juntas a Annie pegou os pratos de nós três e um copo, eu ajeitei melhor minhas sacolas e peguei outro copo, a Dul fez o mesmo subimos e a Dul disse que ia deixar suas coisas no quarto, ia trocar de roupa e logo estaria de volta.

POV DUL

Ah mas o Ucker é um idiota mesmo, me deixa esperar, me diz que eu estou ficando com rugar por ficar sempre de cara fechada e ainda quer que eu seja um doce, ah se eu pego ele sozinho.

Bom, se eu pegar ele sozinho eu beijo ele todinho, uso e abuso daquele corpinho do pecado e aquele monumento que ele chama de bunda.

Tirei minhas roupas e minhas joias, fiquei somente com o meu anel e lingerie. Coloquei uma blusa caída de lado de manga mostrando parte da minha barriga, coloquei um short preto, uma sandália rasteira, troquei a capinha do meu celular, coloquei uma pulseira que a muito tempo eu não usava, ela era vermelha com um pingente com o símbolo da paz e um chapéu que eu coloquei como se fosse  um gorro, só na parte de trás da cabeça.

Saí do quarto e o Ucker estava subindo as escadas.

-Ô minha linda- disse se aproximando e me abraçando, não correspondi ao abraço.

-Ucker.

-Fale- disse ainda me abraçando.

-Me. Solta- disse entre dentes.

-Você ainda tá chateada?- disse sem me largar.

-Me. Solta- disse novamente.

-Ah Dul, não faz assim- disse sem me largar, isso ta me irritando.

-Você vai me soltar ou não?- perguntei.

-Não.

-Foi você quem escolheu isso- depois de dizer isso eu esperei um pouco e dei uma joelhada no Ucker Júnior.

-Aiiiii- disse a caiu de joelhos no chão soltando lagrimas e vermelho de dor.

-Isso é para você aprender a nunca, ta me ouvindo Uckermann, NUNCA me deixe esperando- disse e passei por ele entrando no quarto da May que estava com a porta entre aberta.

O quarto era todo em preto e branco, a cama era baixa toda branquinha com apenas um lençol preto, o tapete no chão ocupava quase a sala toda era felpudo e parecia bom de deitar, em frente a cama havia um móvel cumprido bonito em madeira preta, a TV um pouco mais a cima era grande e como as outras embutidas na parede, aos lados da cama havia uma mesinha pequena e redonda com um lustre em cima, também havia duas janelas grandes que estavam cobertas por uma cortina bem fininha branca e cortinas que estavam abertas pretas, o lustre dava um charme especial ao quarto e depois de analisar bem vi que a parede de vidro que estava ao fundo era uma porta de correr que devia dar acesso ao banheiro e closet.

-Uau- disse olhando ao redor, mas interrompi a analise quando vi o que as duas estavam usando.

-O que você esta olhando Dul?- perguntou a Annie, ela parecia assustada.

- Sua roupa, a da May e a minha são iguais- disse indicando nossas roupas.

Nós estávamos com a mesma blusa só que de cores diferentes, a da Annie era azul clara, a da May rosa salmão e a minha roxa.

-Ih é mesmo- disse a May rindo- eu nem tinha percebido, e olha que quando eu me troquei a Annie estava aqui.

-Estamos ficando mais lerdas do que já éramos- disse a Annie- mas enfim, vamos ao tratamento de beleza!

Ficamos o resto da tarde cuidando da pele, unhas, cabelos e tudo o que tínhamos direito. Foi legal por que a May fez curso de massagem, eu modéstia parte sei fazer as unhas muito bem, e a Annie se encarregou do cabelo e maquiagem, mas quem fez o cabelo dela fui eu.

Eram 06h00min da tarde e estávamos completamente prontas, dessa vez até que foi rápido.

A Annie estava com um vestido rosa de babados tomara que caia bem curto, um sapato de salto com a ponta arredondada com uma fivelinha preto, brincos de tamanho médio preto, um bracelete dourado, um colar com um pingente de lacinho prateado, uma bolsa bege bem clarinha que ela colocou seu celular- que estava com uma das nossas incontáveis capinhas que nós sempre ganhávamos e comprávamos, com seu anel dando um charme final, seus olhos estavam bem demarcados com o delineador  fazendo um olho de gato adoravelmente fino com uma sombra rosa clara e seu batom era rosa pink que deixava sua boca mais carnuda do que já era.

May estava com um vestido preto- também tomara que caia- que no busto eram incrustadas muitas pedrinhas prateadas, uma sandália bem alta de salto com algumas tiras, brincos médios prateados brilhantes que enfeitavam suas orelhas e se destacavam em seus cabelos negros curtos, ela usava em seu pulso direito pulseiras iguais fininhas em prata, um anel com o arco prateado e uma pedrinha preta que dava á ele um charme especial, o pingente do seu colar era em forma de uma clave de sol prateado e preto, sua bolsa era preta com o fecho cheio de pedrinhas que continha seu celular, sua maquiagem era boca tudo e olho nada... Sua boca estava em um tom de vermelho sangue vibrante e seus olhos apenas com uma sombra bem clarinha e rímel.

Eu estava com um vestido lavanda curtíssimo tomara que caia com algumas pedrinhas na região dos seios bem soltinho, mas demarcava bem meu bumbum, salto alto que eu peguei emprestado com a Annie cor de rosa pink flocado, meus brincos eram simples argolas grandes com pedrinhas incrustadas que ficavam bem a mostras graças ao meu coque frouxo, minha pulseira era uma como uma corrente dourada, em meu colar estava escrito “OMG” em letras brilhantes, meu anel e uma bolsinha que continha o menor dos presentes, não levei celular pois estava carregando.

-Como está minha boca?- perguntou Anne fazendo biquinho.

-Lindamente sexy- respondi rindo- e minha bunda?

-Grande- disse a Annie se olhando no espelho.

-May- falei. Nada- May- chamei de novo. Nada- Ô Mayê!!- exclamei estalando os dedos em frente ao seu rosto imóvel, quando fiz isso ela pareceu acordar de um transe e me olhou assustada.

-O que foi?- perguntou com a voz falha.

-Nós é que perguntamos- disse a Annie se sentando ao lado da May na cama- o que você tem amiga?

-É que eu não condigo tirar uma coisa da cabeça- disse ela passando a mão em seus cabelos.

-O que?- perguntamos eu e a Annie uma de cada lado da May que soltou um risinho.

-É que eu estava conversando com o Chris mais cedo e ele me perguntou uma coisa inesperada- disse olhando para a parede.

-E?- disse a Annie fazendo sinal com as mãos para que ela continuasse- qual era a pergunta mulher, deve ser serio já que você sempre tem uma resposta para tudo- disse Annie impaciente. E ela não era a única.

-A gente estava falando sobre os traumas do RBD- disse respirando fundo, puxei o ar com força me inclinando para trás já entendendo tudo- e ele me perguntou se eu era Chaverroni.

-Wow- disse a Annie- amiga tenho que te dizer uma coisa importante!

-O que?

-Ele gosta de você- respondi pela Annie.

-Claro que não- disse a May- como vocês pensaram uma coisa dessas?

-Se ele não gosta você gosta dele- falou Annie, e falou a mais pura verdade.

-Ai, de onde vocês tiram essas coisas?- perguntou nervosa.

-Ei, não soa, vai estragar a maquiagem- disse Annie- e se não gostasse não estaria tão nervosa com uma pergunta simples como essa.

-Correto- falei olhando para a moça com a expressão nervosa no rosto.

-Annie- disse olhando para a Barbie que sorriu- se o Poncho te perguntasse se você é Ponny, o que você responderia?

-Por que eu? Por que não a Dul?

-A Dul esta quase se comendo com o Ucker- explicou ela me deixando indignada.

-Eu não sei o que iria responder- admitiu a Annie com a expressão triste- mas você sabe que eu sou Ponny, mas eu não posso dizer isso a ele. Se você tem tanto medo de responder é por que, por mais que seja no fundo você goste dele mais que um colega de banda, um amigo ou um irmão! Foi assim que eu percebi que gostava do Poncho, quando eu não conseguia mais dizer “sim, eu sou Ponny” ou quando eu esperava desesperadamente a parte dos beijos nos shows!

-Gente- falei atraindo a atenção das duas- vamos falar sobre isso depois ok? Não quero borrar a maquiagem nem que vocês borrem a de vocês!

-Certo é melhor mesmo- disse a May se levantando e arrumando o vestido assim como eu- Annie?

-Vão vocês- disse com a cabeça apoiada entre as mãos- eu já desço!

-Tem certeza?- perguntei passando a mão em seus cabelos que estavam com leves cachos.

-Tenho- disse simplesmente.

Passei meu braço pela cintura da May e ela passou o braço por mus ombros e saímos do quarto.

Quando chegamos ao topo das escadas nos desvencilhamos uma da outra e descemos elegantemente.

Na sala estavam o Chris e a Fabíola, os dois nem sequer se olhavam, ele estava mexendo na decoração da mesa e ela vendo uma revista qualquer, os dois estavam sentados em poltronas uma de frente a outra.

May se sentou em uma poltrona e eu sentei junto com ela, coubemos facilmente, essa era uma das vantagens de ser magra.

-May, Dul- disse o Chris sorrindo- isso estava tão chato sem pessoas racionais.

Ri quando a vaca velha bufou alto.

-Finalmente as damas desceram- disso o Poncho com um sorriso grande.

-Nem tão damas assim- disse o Ucker gemendo, acho que ele se lembra do nosso “encontro” no corredor, olha eu não me arrependo nem um pouquinho.

-Cadê a Annie?- disse Poncho.

-Ela disse que já vai descer- respondeu a May tremula. Segurei a mão dela e apertei entre as minhas.

-O que houve?- perguntou o Chris, ele era bem infantil, mas quando se tratava de um de nós ele ficava realmente maduro.

-A gente estava conversando sobre um assunto que estava preocupando a May e a Annie pediu para ficar sozinha e disse que já ela desce.

-Que assunto era esse?- perguntou o Chris nos olhando desconfiado.

-NADA- disse a May se levantando e indo em direção a cozinha.

-Eu vou lá ver ela- disse o Chris.

-E eu vou ver a Annie- disse o Poncho.

-Ah mais não vai mesmo- disse a vaca velha com raiva.

-Poncho, odeio dizer isso, mas a v... Fabíola tem razão- falei- e Chris fica quieto aí!

-Por quê?- disseram juntos.

-Elas estão de cabeça quente, se vocês forem é briga na certa- falei simplesmente.

-Queria que tivessem me dito isso- falou o Ucker olhando para os pés.

-O que?- disse o Chris sem entender.

-Nada cara- ele parecia triste- nada.

Depois de dois minutos muitas coisas mudaram na sala. Eu continuava na poltrona o Ucker tinha ido fazer não sei o que em não sei aonde, a May ainda não tinha voltado, o Chris quebrou um dos enfeites e estava quase chorando, o Poncho mesmo preocupado com a Annie, que ainda não havia descido, foi dar atenção para a vaca velha.

Foi só que completar esse pensamento que a Annie apareceu toda linda e maravilhosa com um sorriso leve. Ela atraiu a atenção de todos até da Fabíola que ficou olhando com cobiça para o vestido dela.

Por falar em vestido e vaca velha...

Ela estava com um vestido de corte feio laranja cor de abobora vibrante na altura dos joelhos de manga longa, uma sandália até que bonitinha de salto prateada, um colar brande com pedras médias pretas e mais algumas cores que eu não consigo identificar a distancia, um anel com uma pedra preta, uma pulseira preta, vermelha e dourada grossa e brincos de argola preto. Ou seja: Tenebrosa.

-Oi gente linda do meu coração- disse Annie animada olhou para todos nós e seus olhos incrivelmente azuis caíram sobre a vaca velha- Fabíola o dia das bruxas já passou, não precisa se fantasiar de abóbora mais não!

-Deixa de ser besta pirralha- disse a Fabíola para Annie que somente sorriu. E se sentou no sofá apoiada no braço do mesmo, tirou o celular da bolsa e tirou uma foto de si mesma.

-Ah Annie você é um gênio!- falei beijando seus cabelos sedosos e subi correndo- o máximo que pude sem cair por causa do salto- e entrei em meu quarto abrindo a primeira gaveta e acertei abri mais tirando de lá uma câmera daquelas grandes pretas, vi se estava funcionando e desci.

Quando cheguei á sala May já havia voltado e estava tirando fotos com a Annie.

-Sorriam0 gritei e todos me olharam assustados e eu bati uma foto que ficou muito cômica, rachei de rir, tive que sentar no degrau da escada para não cair.

-Isso não tem graça- disse o Ucker emburrado cruzando os braços.

-Te... Tem... Sim... U-ucker- disse entre as risadas. Olhei a foto mais uma vez e ri ainda mais.

O Chris saiu cheirando uma vela e olhando para a câmera de olhos arregalados, o Poncho nem olhar para a câmera ele não olhou, se a Fabíola visse essa foto ela ia ficar muito brava, primeiro por que ela saiu com cara de mongol- normal- dela e o Poncho estava olhando fixamente para a Annie que sorriu para a câmera- ela foi a única que saiu bonita- e a May saiu com uma grande camada de cabelo no rosto, a única parte a mostra era a pontinha de seu nariz e o Ucker, bom o Ucker em vez de olhar para a câmera estava olhando para uma parte bem mais abaixo dela quase vejo a baba no canto de sua boca.

-Deixa eu ver- disse a Annie e veio correndo se jogando em cima de mim, mostrei a ela a foto e apontei o Poncho, depois de segundos ela começou a rir feito louca também.

Todos- menos a vaca velha- vieram ver a foto e logo depois todos estavam meio emburrados- pois tinham saído fazendo coisas no mínimo estranhas-  mas do mesmo jeito riam sem parar da cara dos outros.

-Ô vocês aí- disse a vaca velha- olhem o relógio, daqui a pouco é meia noite, não dá para nós irmos comer não?

-Morta de fome- disse Annie, assim como nós se levantou e fomos rumo a sala de jantar que estava toda enfeitada.

A vaca velha se apropriou do assento à ponta da mesa, o Poncho se sentou ao seu lado direito com o Ucker ao seu lado e Annie a sua frente, eu estava ao lado da Annie de frente ao Ucker e ao meu lado estava May de frente ao Chris que- obviamente- estava ao lado do Ucker.

O jantar transcorreu sem nenhum incidente grave, apenas conversas sem importância e algumas vezes eu senti o olhar de alguém sobre mim, mas eu nunca procurei para ver quem era, depois de algumas sensações de estar sendo observada eu corri meus olhos rapidamente pela mesa e meu olhar se prendeu ao do Ucker, então era ele.

Quando ele percebeu que eu o olhava desviou o olhar e riu de algo que o Chris disse.

Quando o jantar acabou fomos todos para a sala. Depois resolvíamos o problema das louças.

Tirei o salto assim como a May e a Annie, sentei-me no chão encostada no engolidor de plantão, vulgo sofá, a May sentou em uma poltrona e o Chris no braço da mesma fazendo com que May corasse, a Annie sentou na poltrona ao lado deles e o Poncho na poltrona da frente da dela com a Fabíola na do lado.

Conversa vai conversa vem o Chris se sentou ao meu lado.

-O que a May tem?

-Nada- respondi com uma falsa cara confusa.

-O que foi que aconteceu mais cedo para ela ficar daquele jeito?

-Ela uma hora ou outra vai contar- disse passando a mão em seus cabelos- tenha certeza.

-É meia noite!- gritou a Annie.

-Feliz natal- gritamos a plenos pulmões.

-Presentes- gritou o Chris.

Essa noite promete.


Notas Finais




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