História La Familia - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Rebelde (RBD)
Tags La Família, La Família Rbd, Rbd
Visualizações 1.270
Palavras 5.172
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem amores e amoras!
Tá ai mais um capítulo com minha tentativa falha de fazer uma cena hot!
Besitos!!

Capítulo 8 - Chris?? Ucker?? Poncho??


Fanfic / Fanfiction La Familia - Capítulo 8 - Chris?? Ucker?? Poncho??

Capitulo Oito

Chris?? Ucker?? Poncho??

POV DUL

Desisti de tentar descobrir quem havia sido o culpado por ter feito eu quase ter um ataque do coração decidi descer.

Coloquei o álbum de baixo do travesseiro e a joia junto com as outras ainda na caixinha, fui até o banheiro e fiz minha higiene matinal.

Depois que eu havia terminado fui até o closet sem paciência alguma de escolher roupa, mas sabia que a Annie iria pirar se me visse de qualquer jeito.

Coloquei uma blusa de frio meio curta rosinha que a Annie me deu há algum tempo atrás, uma calça jeans azul caneta cintura alta, optei por uma de cintura alta para não ficar com parte da minha barriga a mostra e desci um pouco a blusa- hoje eu acordei com a necessidade de ficar descente- coloquei um tênis preto com detalhes em prateado, tirei a capinha do meu celular e não coloquei outra, peguei uma tiara azul clara com tachinhas e puxei todo meu cabelo para trás, mas deixei a franja para frente pois estava curta e por fim coloquei o anel que o Ucker me deu a noite passada.

Um pouco mais desperta desci e me joguei no sofá. A dor de cabeça estava voltando.

Depois de um bom tempo ali percebi que a casa estava tranquila demais, nem um barulhinho se quer, estavam todos dormindo. Maldito vinho.

-Ei, o que faz acordada tão cedo?- perguntou o Poncho rindo vindo até mim, serio se a Annie estivesse aqui ela iria pirar, ele estava só com uma calça moletom e só, mais nada, nem chinelo.

-Perdi o sono, aliás, que horas são?- perguntei sem a mínima vontade de pegar meu celular que eu havia colocado sobre a mesa.

-Oito e meia- respondeu olhando em um celular que ele tirou de não sei a onde, algo me diz que eu não vou querer saber.

-Ah, é cedo mesmo- respondi- e você o que faz aqui?

-Tô dando um tempo até voltar para o quarto, falei para a Fabíola que ia tomar agua, mas não estou a fim de voltar- explicou se sentando no chão ao meu lado.

-O que houve?

-É que ela esta muito pegajosa desde que a gente veio para cá, ela não desgruda um minuto- falou exasperado.

-Poncho- chamei e ele me olhou- ela sempre foi assim, por que isso esta te incomodando logo agora?

-Não sei, mas eu não gosto mais da presença dela como eu gostava antes- falou.

-Isso tem haver com a Annie?- perguntei e ele ficou repentinamente tenso.

-Claro que não... Eu e a Annie somos apenas bons amigos... Nada mais... E, além disso, ela não estava namorando aquele tal de Toni?- falou gaguejando um pouco.

-Eu não disse que não eram amigos e nem que eram mais do que isso- falei arqueando uma sobrancelha- e o Toni rodou faz tempo.

-Ah- falou e se levantou rapidamente- vou subir.

Dizendo isso ele deu um beijo na minha testa como sempre e subiu murmurando algo como “O Ucker que se cuide”, mas acho que foi imaginação minha.

Fiquei um bom tempo ali somente olhando para o teto tentando descobrir quem deixou aquilo no meu quarto. Foi aí que eu decidi sair um pouco, dar uma volta. Subi rapidamente e encontrei com a Annie entrando no meu quarto.

-Dul?- a ouvi perguntar lá dentro.

-Eu?- falei entrando no quarto atrás dela.

-Ai menina que susto- falou colocando a mão no peito depois de dar um salto ao ouvir minha voz.

Ela estava com uma camiseta simples de frio cinza, uma calça vermelha vibrante- nem preciso dizer que curti a calça dela né?-, uma bota de cano até o joelho preta com um salto não muito alto, seus cabelos estavam enrolados presos em um rabo de cavalo mal feito, sua franja estava lisa de lado, por seu cabelo estar preso as argolas brilhantes se destacavam em suas orelhas, estava com o anel que ela usava sempre, um colar com o pingente no formato de uma clave de sol, seu celular estava em sua mão também sem capinha.

-O que houve?- perguntei quando percebi que ela estava nervosa.

-Preciso que veja algo no meu quarto- falou com sua voz exalando nervosismo- Vou chamar a May e já te encontro lá.

-Tudo bem, eu também quero mostrar uma coisa, vou pegar e logo depois apareço no seu quarto- falei e ela saiu sem dizer nada praticamente correndo pelo corredor em direção ao quarto da May e quase derrubou o Chris no caminho.

-O que ela tem?-perguntou com cara de assustado.

-Nada- falei e ele foi para a escada.

Entrei no meu quarto peguei uma bolsa grande e enfiei o álbum e a joia lá dentro, com medo de que alguém me pegasse com um álbum com fotos minhas e do Ucker.

Saí do quarto e corri para o da Annie esbarrando com alguém, mas não me dei ao trabalho de ver quem era.

Entrei no quarto da Annie e logo ela apareceu sozinha.

-Cadê a May?- perguntei me sentando em sua cama com a bolsa em meu colo.

-Ela já esta vindo. Ficou conversando com o Chris e... – deixou a frase no ar quando percebeu o que estava acontecendo.

-Chris e May- falamos e juntas e começamos a rir.

POV MAY

Desisto de tentar entender alguma coisa. Acho que a Dul estava certa e mu cérebro esta ficando mais lerdo. Coloquei o álbum sobre a cama e nem me dei ao trabalho de arrumá-la.

Coloquei um casaco fino preto de botões- nem me preocupei em colocar uma camiseta- uma calça jeans branca, uma bota com algumas fivelas pretas com um salto baixo, o anel que a Dul me deu, coloquei um par de brincos pequenos em forma de lacinho, um colar com uma pedra preta e algumas pedrinhas bem menores brancas.

Quando terminei entra uma Annie doida no quarto.

-May preciso falar uma coisa- disse vermelha, nossa ela estava nervosa- no meu quarto em cinco minutos.

Disse e eu fui junto com ela rumo ao seu quarto ajeitando o colar.

-May, posso falar com você?- ouvi uma voz atrás de mim.

-Chris??

Olhei para a Annie suplicante.

-Pode ir May, juro que não falo nada até você voltar- disse e me abraçou- vê se responde a pergunta dele viu mocinha- sussurrou em meu ouvido.

Quando me soltou piscou para o Chris e foi para o quarto.

-Vem- disse pegando minha mão e me levando até o jardim atrás da casa. Gente, eu não sabia que a gente tinha piscina.

-O que foi Chris?

-É que bem- falou parando e ficando à minha frente- eu te devo um presente lembra?

-Ah sim- falei com a voz falhando, ele estava muito perto.

-Mas...

-Mas o que?- eu já estava ficando impaciente.

-Você me deve uma resposta- cobrou sorrindo- sem resposta, sem presente.

-Ai Chris!

-Eu te dou três minutos- falou e olhou para o relógio- e... Já!

Falou e eu pensei seriamente... Dizer, ou não dizer? Pior... O que dizer?

-Um minuto já foi- falou e eu fiquei mais nervosa ainda.

Deus dê-me uma luz. Já sei, vou tomar coragem contar até três e falar a primeira coisa que vier na cabeça, eu nunca erro!

-Dois minutos já se foram- falou sorrindo mais, depois de segundos- dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um... zero! É agora ou nunca!

Exato, agora ou nunca.

-Sim!- falei de supetão assustando nós dois- eu sou Chaverroni!

Eu disse que nunca erro! Sabe como eu sei que eu não errei? Depois que falei foi como se um peso saísse do meu peito, como se depois de muito incomodo eu conseguisse finalmente espirrar. Tá ok, isso foi horrível!

-Nossa- falou sorrindo grande- foi melhor do que eu imaginava!

Eu ia responder, mas seu rosto que já estava muito perto, foi se aproximando mais e mais até que a minha respiração de enlaçou com a dele e em um movimento rápido ele quebrou a distancia mínima entre nós e finalmente selou meus lábios com os seus.

Foi um beijo calmo, sem pressa, uma se suas mãos estavam na minha cintura e a outra nos meus cabelos curtos, minhas mãos estavam em seu peito com as unhas fincadas em seu casaco preto. Eu me senti nas nuvens, já havia beijado muitos caras antes, mas nenhum se compara com ele.

Ficamos nesse beijo até o ar se fazer necessário e nos separamos, não antes dele morder meus lábios de leve.

-Sempre esperei por esse momento May- disse com um sorriso lindo encostando sua testa a minha- sempre.

-Eu nunca imaginei que seria tão bom- confessei sorrindo também.

-UHULLLL FINALMENTE HEIN...

-FIU- FIU...

-JÁ NÃO ERA SEM TEMPO...

-ALELUIAA...

Olhamos pra cima e vimos a Dul, a Annie, o Poncho e o Ucker na varanda do quarto da Dul rindo e gritando.

-Fiquem ai desse jeitinho- disse a Annie antes de desaparecer dentro do quarto com a Dul.

Logo depois elas voltaram, a Dul com um balde enorme e a Annie com a câmera.

-VAI DUL- gritou a Annie e a Dul virou o balde em cima de nós.

Fiquei apreensiva no começo, pois não sabia o que era, mas quando eu vi a cascata dourada e prateada brilhante caindo aos poucos sobre nós foi impossível não sorrir. Era purpurina, como elas conseguiram eu não sei, mas ta valendo.

Foi então que o Chris que me mantinha entre os seus braços me soltou e tirou algo do bolso.

-May- disse ajoelhando no chão- quer namorar comigo?

O olhei com os olhos cheios de lágrimas, a purpurina ainda voava ao nosso redor com o vento, ele abriu a caixinha que ele havia tirado do bolso me mostrando um par de alianças perfeito.

Eu nunca pensei que passaria por isso. E nunca pensei que seria com o Chris. Sempre fomos muito amigos, desde a época da novela, mas sempre foi só isso, mas de uns tempos pra cá, seu comecei a sentir uma coisa estranha na boca do estômago quando eu o via com outra mulher, era estranho, não queria vê-lo com outra, não queria que ele falasse de outra perto de mim.

-May... É agora que você responde se quer ou não- disse apreensivo. Até parece que a resposta poderia ser negativa.

-Claro Chris, claro que eu aceito namorar com você- falei sorrindo e ele se levantou me abraçando forte e me dando um beijo cheio de carinho, de cumplicidade, cheio de amor.

Quando quebramos o beijo ele me agarrou pela cintura me levantando e me rodando.

-ONWWTIII QUE LINDOO- gritou a Annie lá de cima e eu podia até imaginar a cara dela tirando fotos.

-Vamos entrar por que eu não quero que a minha namorada fique gripada- falou todo orgulhoso frisando bem o “namorada”.

-Vamos- falei e ele colocou o anel prateado lindíssimo em meu dedo e eu coloquei o anel do mesmo modelo do meu só que liso em seu dedo e caminhamos de mãos dadas pra dentro da casa banhados em purpurina. Quero ver pra tirar isso do cabelo depois, do Chris nem aparece mas meu cabelo é preto.

-MAAAY- gritou Annie lá de cima- SOBE AGORAA QUE EU QUERO TE MOSTRAR ALGOO...

-QUEREMOOS- gritou Dul a corrigindo.

-ISSO... QUEREMOOS!

Ri dessas duas loucas dei um selinho no Chris e subi correndo indo direto pro meu quarto, peguei o álbum e me lembrei que havia outro embrulho com ele. Procurei no meio dos meus lençóis e encontrei o bendito embrulho. Era um colar lindo, todo em preto e branco, com alguns lacinhos de pano e algumas pedrinhas brancas e pretas. Parece ser um colar muito caro.

Coloquei tudo entro de uma bolsa e fui direto pro quarto da Dul.

-Finalmente, fica se agarrando com seu namorado e nos deixa esperando- disse Annie com uma falsa cara de brava- May, você fica muito linda empurpurinada.

-Essa palavra existe?- perguntei.

-Não sei, mas se não existe acabei de inventar- falou rindo feito louca.

-Enfim- disse a Dul pegando sua bolsa- quero mostrar algo a vocês.

-Eu também- dissemos eu e a Annie juntas e rimos.

-Dul, você primeiro- falei e ela respirou fundo.

-Eu acordei hoje de manhã com uma dor de cabeça horrível e acabei por chutar algo e a principio nem liguei e fui tomar um analgésico e depois fui ver o que era- disse colocando a mão dentro da bolsa- e bom... Era isso- falou e colocou sobre a cama um álbum parecido com o meu e uma caixinha de joia que ela abriu e lá tinha um colar divino.

-OMG- disse a Annie de dentro de sua bolsa um álbum de fotos e uma caixinha de joia já aberto rosa, lilás e branco e eu tirei de dentro da minha bolsa meu álbum e a minha joia.

-Vocês também?- dissemos juntas.

POV UCKER

-Ucker vem corre- disse a Annie toda afobada dentro do meu quarto.

-O que?- falei, mas ela nem me respondeu só saiu me puxando pro quarto da Dul que vinha puxando o Poncho.

Ao entrar no quarto a primeira coisa que eu prestei atenção foi no perfume dela que estava impregnado em cada cantinho daquele quarto. Como é possível que com apenas uma noite tudo fique com seu cheiro? A segunda coisa que eu percebi foi uma calcinha escapando de sua gaveta. Uhmm será que se eu pegar ela vai notar?

-Ucker desempaca e vem logo- disse a Annie me arrastando pra varanda. Lá em baixo estavam May e Chris conversando ele a olhava divertido e não dava para ver o rosto da May por causa do cabelo. Assim que eu me ajeitei ao lado da Dul, a primeira coisa que eu notei foi o anel que eu dei a ela em seu dedo onde costumava estar seu antigo anel. Sorri bobo e me concentrei na cena.

Eles- May e Chris- tinham uma química inegável, mas a May sempre pareceu bem indiferente em relação a isso. E agora lá estão eles.

Foi assim que eu vi o exato momento que o Chris se aproximou da May a beijando. Foi uma cena linda de se ver. Quando olhei pra moça ao meu lado percebi seus olhos brilhando pelas lágrimas e um sorriso lindo. Um dia quero ser o causador de um sorriso assim dela. E eu vou ser!

-UHULLLL FINALMENTE HEIN- gritou o Poncho pra quem quisesse ouvir.

-FIU-FIU- assoviou a Annie toda feliz e saltitante.

-JÁ NÃO ERA SEM TEMPO- gritei entrando na brincadeira.

-ALELUIA- gritou minha pequena com a voz um pouco embargada.

Eles olharam para cima cada um com um sorriso bobo enfeitando os lábios.

-Fiquem ai desse jeitinho- gritou a Annie para eles e puxou a Dul com ela pra dentro do quarto, alguns minutos depois voltaram, a Annie estava com sua câmera e a Dul carregava um balde com algo brilhante dentro, que eu julguei ser purpurina, pois voava um pouco grudando nas pontas vermelhas de seu cabelo.

-VAI DUL- gritou a Annie e a Dul virou o balde parcialmente o apoiando na grade de proteção branca bem desenhada se sua varanda.

O balde ia escorregar e eu o segurei antes pela borda.

-Obrigada- sorriu pra mim.

-Para Dul- falou a Annie e eu ajudei ela a pousar o balde no chão, tinha muita purpurina ali ainda, ela não derramou nem um terço do balde.

Então lá em baixo o Chris se ajoelhou e tirou algo de seu bolso oferecendo pra May que colocou as mãos no rosto, depois de um tempo desse jeito, comecei a ver a cara de desespero do Chris, será que ela disse não? Eu já sabia a algum tempo que ele pretenda a pedir em namoro, mas eu não estava autorizado a dizer a nenhuma das meninas.

Então, como em um passe de mágica ele sorriu e pegou ela no colo a rodando, a Dul voltou a jogar purpurina neles, só que bem pouco.

-ONWWTIIII QUE LINDOO- gritou a Annie escandalosa ao nosso lado tirando várias fotos enquanto a Dul colocava o balde no chão e elas fizeram aquele toque estilo HI-FIVE e começaram a rir. Doidas.

O Chris disse algo, eles trocaram as alianças de compromisso e entraram abraçados.

-Agora vocês dois- disse a Annie apontando pra mim e pro Poncho- fora!

-Ah não Anny- disse o Poncho.

-Fora agora!- falou mais alto.

-Não- desafiei.

-FORA OS DOIS DO MEU QUARTO AGORAAAAA- gritou a Dul ficando vermelha da mesma cor de seu cabelo. Meu Deus, que medo que me deu agora.

-Tô indo- disse o Poncho com as mãos levantadas e os olhos arregalados.

-AGORAA- gritou de novo e saímos correndo.

Corremos para o meu quarto quase sem fôlego.

-Meu Deus- disse o Poncho sentando na minha cama- ela é louca.

-Eu sei- falei passando a mão no cabelo enquanto sentava em uma das poltronas- e eu sou mais ainda.

-É cara, tu se ferrou...

-Quem se ferrou?- perguntou o Chris entrando sorridente no quarto.

-Eaê garanhão- falou o Poncho enquanto o Chris se sentava no chão na posição de Lótus entre nós dois.

-Quem se ferrou?- perguntou de novo com um sorriso meio estranho.

-O Ucker- falou o Poncho- a Dul nos expulsou do quarto dela quase com pontapés.

-Ah cara, vocês se amam- falou o Chris me olhando com compreensão- só não sabem o quanto... Ainda.

-Ah, eu não amo a Dul- falei olhando serio para os dois- apenas sinto uma atração, ela é linda, tem o corpo perfeito, um cheiro maravilhoso, mas é só isso, todos a querem e eu tive o privilégio de tê-la, só isso.

-Se você diz, depois não fale que eu não avisei- falou o Chris e se virou pro Poncho- e a Fabíola cara?

-Ah, nem me fale- falou caindo pra trás fazendo um baque no colchão com as mãos no rosto- ela ta insuportável, não aguento mais ela de mimimi no meu ouvido, ontem ela arranjou duas brigas, duas brigas em um dia e olha que eu não estou contando com as discussões.

-Cara- falei e ele levantou a cabeça pra me olhar- ela sempre foi assim... Por que isso ta te incomodando tanto agora?

-Você pensa igual à Dul- falou deixando a cabeça cair.

-Como?

-Eu encontrei com a Dul hoje de manhã e ela me disse a mesma coisa.

-Coincidência- falei dando de ombros.

-Tá, sei- falou o Chris.

O assunto morreu por alguns momentos e eu achei que o Poncho tinha dormido quando ele se pronunciou:

-A Annie ta me enlouquecendo- falou ainda deitado.

-Oi?- perguntei em alerta.

-Sabe quando a gente tava no carro ontem e ela tava dançando com as meninas?

-Uhum- falei.

-Sei- falou o Chris.

-Ela fez uma coisa que a Fabíola não faz há dias.

Eu levantei e o Chris também fazendo o Poncho se sentar para nos olhar.

-Você ta broxando com a Fabíola?- falamos juntos.

-É...- falou coçando a cabeça- faz uns dias, quase um semana, que não sobe cara, simplesmente não sobe, mas é só eu ver a Annie, sentir o cheiro dela, sua pele tão macia, seu corpo perfeito que ele dá sinal de vida, no carro, com ela no meu colo dançando com aquela bundinha linda rebolando em mim, eu não pude evitar...

-UAU- falamos juntos de novo.

-É pois é- falou deitando de novo.

-A Fabíola sabe disso?- perguntou o Chris.

-Cara, ontem ela comprou uma fantasia de mamãe Noel, Deus, ela tava muito gostosa, mas na hora eu imaginei a Annie, alí, dançando pra mim, tirando aquela roupinha minúscula e na hora fiquei duro, duro feio rocha. Ai do nada a Fabíola estava lá de novo e ele murchou.

-Cara, tu ta fodido- falei e desabei na poltrona de novo.

-Pois é- falou o Poncho- acho que eu vou terminar com ela, sabe, com a Fabíola.

-Não faça nada de cabeça quente ou de pau frio- falou o Chris fazendo com que nós ricemos muito.

-Mas eu já tava pensando nisso há um tempo- falou.

-Faça o que quiser- falei com as mãos no rosto, meus olhos estavam coçando muito- eu preciso dormir.

-Desculpa cara, mas eu não vou sair daqui não!- falou o Poncho virando de bruços na minha cama- não posso voltar pro quarto, a Fabíola ainda deve estar dormindo.

-Vai pro quarto da Annie- falei tentando fazer com que o cara saísse da minha cama.

-Só se você for pro quarto da Dul- falou com a voz abafada pelo travesseiro que ele puxou.

-Eu não, vai que ela me mata- falei.

-Se você for, eu saio da sua cama e vou dormir no quarto da Annie correndo o risco de ficar duro e da Fabíola me pegar- falou me desafinado. Eu odeio ser desafiado.

-Feito- falei levantando num impulso e saindo do quarto e em um segundo estava em frente ao seu quarto.

POV CHRIS

-Ele foi mesmo?- perguntou o Poncho da cama, enquanto eu estava na porta vendo o maluco em frente ao quarto da ruiva.

-Foi, acho que você tem que ir dormir com a Barbie- falei rindo da cara de dor que ele fez.

POV DUL

Olhamos umas o álbum das outras e rimos muito em algumas fotos lembrando das cenas.

-É não consigo pensar em ninguém para ter feito isso- falou Annie guardando seu álbum em uma bolsa, já que tivemos que transferir tudo para o meu quarto.

-Eu acho que foram os meninos- falou a May.

-Mas eles teriam que ter a chave dos nossos quartos- falei- o meu pelo menos estava trancado. O de vocês estava?

As duas assentiram.

-É chegamos a lugar nenhum- antes de eu terminar a frase alguém bateu na porta.

Revirei os olhos e me levantei pra atender.

-Ucker??

-Em carne e osso e gostosura- falou sorrindo torto.

-O que quer?-perguntei olhando pro palerma em minha frente. O palerma mais lindo que eu já vi.

-Eu só quero dizer uma coisa pra vocês- falou calmo. Estranho.

-Diga logo- falei impaciente.

-May- falou e ela o olhou curiosa- o Chris quer falar com você.

-Vai lá May, depois a gente continua- falou a Annie e eu assenti concordando, Chris tinha todo o direito de aproveitar sua namorada um pouquinho.

-Annie- falou e ela levantou toda sorridente me abraçando de lado- vai pro seu quarto que em uns 5 minutos alguém vai lá falar com você.

-Quem?- perguntou com aqueles olhos grandes azuis curiosos.

-Vai lá e já vai saber- ele mal terminou de falar e ela saiu correndo pro quarto dela, mas é curiosa.

Já o Ucker virou a cabeça em direção ao seu quarto de sorriu travesso.

-Já terminou?

-Pra falar a verdade não, falou entrando do meu quarto e eu corri pra guardar meu álbum e o das meninas no meu closet- o que é isso ai?

-Nada, o que quer?- falei me virando pra ele.

-Hey calma- falou levantando as mãos em sinal de rendição- é que o Poncho se apropriou da minha cama e eu queria saber se você pode me deixar ficar aqui...

-E por que eu deixaria- falei trancando a porta do closet.

-Por que você é louca por mim- falou se aproximando e eu recuei.

-E por que você acha que eu sou louca por você?- falei recuando à medida que ele se aproximava.

-Você esta usando o anel que eu te dei noite passada- falou e eu bati as costas na parede sem ter pra onde ir enquanto ele chegava cada vez mais perto- você fica nervosa com minha proximidade.

-Não fico não- falei agradecendo por minha voz sair instável.

-Fica sim- falou bem perto de mim com as mãos aos lados de seu corpo.

-Não fico não- falei com a respiração falhando. Merda.

-Ah Dul- falou passando os dedos por meu pescoço subindo por trás de minha orelha- você é tão cheirosa- falou abaixando e cheirando meu pescoço profundamente fazendo meu corpo se arrepiar- tão doce- falou chupando o ponto onde ele tinha inspirado momentos antes, fazendo o local formigar e meu corpo ficar entorpecido- tão linda- falou sem levantar a cabeça passando os dedos em meu rosto e minha mente ficou nublada- e- falou levantando a cabeça me olhando no fundo dos meus olhos- tão gostosa- e me puxou pela cintura com tudo em direção a ele me fazendo soltar um gemido involuntário.

Como se tivesse recebido carta branca ele me beijou com fúria e eu retribuí- obvio- passei minhas mão por seu abdômen, seu peitoral e uma das mãos pausei em seu ombro e a outra enfiei ente os seu cabelo curto o puxando pra mim. Ele segurou minha cintura fortemente que eu sabia que ia ficar marca e a outra ele colocou em minha nuca emaranhando em meu cabelo e os puxando. A-D-O-R-O.

Então ele quebrou o beijo partindo para o meu pescoço o beijando, chupando, mordendo e eu apenas gemia sem pudor algum.

-Tão gostosa- falou contra minha pele quente e puxou uma de minhas pernas a enlaçando em sua cintura com a mão que estava em meu cabelo fazendo com que eu sentisse sua dura ereção contra minha barriga. A mão que estava em minha cintura ele circulou a mesma me puxando contra ele e me levantando. Eu estava tão molhada.

-Tão delicioso- falei entrando no jogo dele mordendo seu pescoço com força o fazendo jogar a cabeça pra trás gemendo, não sei se de dor ou de prazer, quero dizer, não sabia até que ele voltou a me beijar com luxúria puxando minha outra perna e eu as enlacei em sua cintura me esfregando fortemente em sua ereção.

-Você vai me matar garota- falou investindo contra mim fazendo minhas costas baterem na parede com força, mas eu não senti dor, eu senti prazer- mas está muito vestida.

Falando isso ele colocou as mãos dentro de minha blusa fazendo com que eu me equilibrasse entre ele e a parede, foi subindo as mãos até minha camiseta começar a subir revelando minha lingerie azul clara vibrante ele gemeu e eu levantei os braços para ele puxar minha camiseta levando minha tiara junto fazendo meu cabelo cair em meu rosto.

-Tão sexy- falou e eu ri.

-Shiii- falei calando ele com um beijo selvagem. Durante o beijo fui subindo minhas mãos em seu abdômen por dentro da camisa o arranhando.

Quebramos o beijo apenas para tirar sua camisa que eu nem sabia a cor que era.

Ele me segurou pela cintura e me girou dando dois passos longos e me jogou na cama fazendo meu corpo quicar no colchão.

-Tão perfeita- falou subindo em cima de mim me beijando profundamente com as mãos em minha cintura me puxando pra ele. Enlacei minhas pernas em sua cintura e ele investiu sua enorme ereção em mim. Ele está me enlouquecendo cada vez mais.

Então, ele levou as mãos para minha barriga descendo e desabotoando minha calça e a puxando para baixo até os joelhos e eu terminei de retirá-la e chutei para longe. Ele se afastou minimamente para poder analisar meu corpo coberto apenas pela lingerie azul clara minúscula.

-Agora você está vestido demais- falei e em um impulso virei-nos na cama e fiquei por cima dele sentada em cima do seu pau que estava extremamente duro.

Beijei-o e coloquei minhas mãos em seu abdômen enquanto as dele partiram para minha cintura apertando. Fui descendo a mão direita entre nós enquanto a esquerda aranhava toda a extensão desde seu pescoço até o limite da calça.

Com a mão direita abri sua calça e apertei seu membro grosso por sobre a cueca, me deliciando com os gemidos que ele não se preocupou em conter. Fazia movimentos de vai e vem com a mão enquanto ele gemia a se retorcia na cama em baixo de mim.

-Ah... Assim... Isso Dul... Bem aí- gemia enquanto eu aumentava os movimentos.

Em um movimento rápido ele tirou minhas mãos dele e me jogou com brutalidade ao seu lado na cama subindo sobre mim ficando entre minhas pernas. Com uma mão ele prendeu as minhas mãos no alto de minha cabeça me beijando com fúria, não sabia o que ele estava fazendo com a outra mão até que ele enlaçou seus dedos no fecho frontal de seu sutiã e o apertava o quebrando.

-Tão bruto- falei gemendo enquanto ele massageava meus peitos. Depois de um tempo ele soltou minhas mãos e foi descendo os beijos por meu pescoço que ardia de descia até o vale entre meus seios e chupava cada um de uma vez. 

Foi descendo até encontrar minha calcinha que já se encontrava muito molhada e seu suco escorria entre minhas coxas.

-Você tá tão molhada, isso tudo é pra mim?- me limitei a assentir e a gemer quando ele apertou com força a parte interna das minhas coxas- queria muito te provar, mas eu estou duramente dolorido, preciso estar dentro de você- disse sussurrando em meu ouvido- agora.

-Ah- gemi quando ele arrebentou minha calcinha e arremessou seus restos junto com sua calça pra longe- esta muito vestido.

Coloquei minhas mãos dentro de sua cueca e as escorreguei para suas coxas em direção aos joelhos, apalpando e arranhando enquanto tirava sua cueca revelando seu membro grosso e grande, ele estava muito inchado e vermelho.

Ele seguiu meu olhar e sorriu.

-Ta vendo como você me deixa garota?- falou e me beijou com sofreguidão e urgência- você quer? Peça.

-EU QUERO VOCÊ DENTRO DE MIM AGORAAAA- gritei quando ele me penetrou forte e fundo.

-Você era virgem?- perguntou arfando.

-Não.

-Meu Deus, como pode ser tão apertada- falou com a respiração pesada, rebolei em seu membro pedindo por mais- calma, deixa eu aproveitar o momento.

-Aproveita outra hora- falei e nos virei ficando por cima dele, apoiei minhas mãos em seu peito e subi devagar e soltei meu peso sobre ele sentindo toda a extensão do seu membro me preenchendo por completo.

Ele se sentou agarrando minha cintura me ajudando com os movimentos e depois de um tempo nessa dança sensual ele nos virou novamente e estalou um tapa em minha coxa me fazendo arquear as costas de prazer.

-Goza pra mim delicia- falou ofegante em meu ouvido.

Não me aguentei mais e senti a famosa sensação de libertação, mas dessa vez mais intensa.

-Ta me mastigando com muita força, você me enlouquece- falou e depois de duas estocadas senti seu liquido quente me preencher

-Isso foi...

-Uau- terminou e rimos juntos.

Ele se deitou ao meu lado de puxando pro seu peito. Ali estava tão bom, eu podia ouvir as batidas de seu coração se normalizando eu estava mole e me entregando à inconsciência meus olhos pesaram e eu o ouvi falando algo, mas acabei nem ouvindo, depois pergunto o que ele disse.

POV ANNIE

Corri para o meu quarto e fiquei esperando a tal pessoa que o Ucker disse. Enquanto ele ou ela não chegavam fiquei fazendo pose em frente ao espelho.

TOC TOC

Corri toda saltitante até a porta e a abri toda alegre, meu sorriso só aumentou quando eu vi quem era.

-Poncho??

(Continua)

 


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...