História La mariée vampire - Capítulo 15


Escrita por: ~ e ~Lerina--

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, Chloé Bourgeois, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mylène Haprèle, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Visualizações 216
Palavras 1.464
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Droubble, Escolar, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


COMEÇOU A MARATONA
Vai ate sexta
eu posso ter postado tarde mais ainda noa passou na meia noite entao ainda e segunda :D
Esse cap teve treta :o
BORA LE

Capítulo 15 - Pequenos detalhes


Fanfic / Fanfiction La mariée vampire - Capítulo 15 - Pequenos detalhes

 


“Então me abraça forte... e me diz mais uma vez que estamos distante de tudo”
~Legião Urbana






Já ouviu falar no efeito borboleta? Se não lhe explicarei. O efeito borboleta faz parte da teoria do caos, onde diz que o simples bater das asas de uma borboleta pode causar um furacão do outro lado do mundo, ou seja, cada mínimo detalhe importa. As mínimas coisas podem levar a algo muito grande, e é por isso que não podemos deixar qualquer misero detalhe passar despercebido por nossa vida. Nossa própria existência pede para focarmos em pequenos detalhes... Aliás, qual foi a ultima vez que prestou atenção na sua própria respiração, ou observou um inseto andando pela superfície do vidro da janela de seu quarto. Foque nos pequenos detalhes, eles podem ser mais importantes do que você imagina.



***


-MARINETTE DUPAIN CHEG VOCÊ TEM MUITO OQUE SE EXPLICAR!


-Pai?! Mas oque..- Parei de falar imediatamente quando me senti ser puxada pelo pulso de forma brusca, meu pai me arrastou ate algum quarto qualquer e me jogou lá dentro, acabei batendo em uma mesa e assim caindo no chão- Pai, deixe-me explicar...


-CHEGA! AGORA VOCÊ VAI ME ESCUTAR- Ele massageou as pálpebras e suspirou logo em seguida me enviou um olhar furioso- Você tem noção do que fez sua bastarda? Você tem noção de algo?- bradou irritado.


-Pai, por favor, eu...


-Por favor oque Marinette? Escute aqui, eu te mandei para cá por um motivo. Aprender a ser uma boa esposa para depois se casar com o príncipe Nathaniel Kurtzberg e nem isso você consegue fazer sozinha? O diretor me chama dizendo sobre minha filha estar faltando aulas, se metendo em brigas e ainda fugindo com um garoto sabendo que esta noiva... Sabe o quão grave isso é? Os Kurtzberg poderiam desfazer o acordo a qualquer momento sabendo que a primogênita estava traindo o pretendente... Sua bastarda inútil.


-VOCÊ NÃO TEM O DIREITO DE ME CHAMAR ASSIM, EU SEMPRE TENTEI SER A FILHINHA PERFEITA E É ASSIM QUE ME TRATA? EU NUNCA VOU CASAR COM AQUELE RUIVO IDIOTA E NUNCA SEREI RAINHA, NÃO IMPORTA OQUE DIGA OU FAÇA VOU FICAR COM QUEM EU AMO- Ele me olha furiosamente e fez algo que nunca pensei que faria, ele me dá um tapa. Eu caí no chão pela força e comecei a chorar baixinho, como ele pode? Meu rosto ardia e eu não queria levantar a cabeça:


-Sua... Sua vadia. Eu não sei por que deixei sua mãe engravidar, ela ainda estaria aqui se não fosse você. Não passa de uma puta mesmo, já não deve nem ser mais virgem com esse garoto que anda fugindo.


Depois destas palavras ele se retira do quarto e eu continuo lá, chorando largada no chão. Meu próprio pai me bateu e me xingou de palavras de tão baixo calão, talvez ele estivesse certo eu não deveria ter nascido:


-Princesa?- ouvi um sussurro, levantei a cabeça já sabendo quem seria- Mon Dieu, oque aquele filha da puta fez com você- disse irritadiço.


Eu apenas abaixei a cabeça e continuei a chorar, Chat se pós ao meu lado e abraçou-me. Oque eu diria, “meu pai me bateu e me xingou de vadia”? Não. Eu teria uma longa conversa com o cabelinho de fogo, e não seria nada pacifico.


***


Após explicar a situação para Chat, me pus a procurar Nathaniel, procurei pelo castelo todo e quando estava quase desistindo encontro-o no jardim olhando para o labirinto:


-Seu ruivo idiota- brandeei irritada quando cheguei perto do mesmo.


-Oque aconteceu meu amor?


-Você ainda tem a audácia de me chamar assim? Você chamou meu pai- acusei.


-Esta louca? Não chamei ninguém, talvez o diretor tenha o chamado. Bom de qualquer forma assim será melhor, logo iremos no casar minha rainha. Não esta feliz?


-Primeiro: eu não sou sua, então não me chame de qualquer apelido carinhoso que inventar, segundo: nunca, nunca irei me casar com você. Se acha que chamando meu pai vai me fazer mudar de ideia esta enganado.


Eu não esperei uma resposta e sai as pressas dali, como ele ousa? Eu preciso de um plano, vamos Marinette pense. Oque eu faço? Não precisa ser um gênio para saber que meu pai ira me tirar daqui e me forçar a casa o mais rápido possível, eu não posso me casar com ele. 


Sem perceber eu comecei a chorar, mamãe por que a senhora não está aqui? Eu nunca irei poder apreciar seu abraço nem receber os famosos conselhos de mãe. Oque farei? Não posso deixar Chat eu o amo e seria doloroso demais, seria uma boa ideia fugir? Não tenho muita coisa a perder, tenho Alya e meus outros amigos, Tikki, mas tudo isso importa se eu não tiver a pessoa que eu amo ao meu lado? O mundo é tão injusto.


Eu corria para dentro da floresta, cada vez que me aprofundava na mata a luz solar ia ficando mais escassa, minha vista embaçada pelas lagrimas dificultavam minha corrida. Até que eu parei, respirei e sequei minhas lagrimas, não adianta ficar chorando por aí eu preciso de uma solução e não é chorando que a arrumaria:


-Chat! Você esta por perto?- sei talvez fosse idiotice, mas preciso falar com ele.


-Chamou my lady?


-Chat eu preciso falar com você...


-Tudo bem, mas primeiro pode me dizer oque está fazendo aqui sozinha? É perigoso meu amor.


-Desculpe-me Chaton eu apenas comecei a correr e me perdi, mas isso é o de menos precisamos fazer algo, pois eu tenho absoluta certeza que foi Nathaniel que chamou meu pai, e o conhecendo ele me forçará a casar logo. Eu não quero isso.


-Se acalme princesa, nós vamos pensar em algo como sempre fizemos tudo bem? Agora que tal voltarmos?- eu somente assenti.


***


Voltamos ao meu quarto, eu acabei convencendo Chat a ficar no meu quarto, temia que não pudéssemos ficar juntos e queria prolongar nossos momentos ao máximo. Deitei-me em seu peito enquanto o mesmo me abraçava e fazia cafune em minha cabeça, sentia meus olhos pesarem e dormi.


 Era um salão grande, tinha uma luz que deixava o ambiente com uma atmosfera magica, sentia-me em um conto de fadas, olhei para mim mesma deparando-me com um vestido azul bebê com um detalhe de borboletas subindo por sua extensão, costas abertas sem armação. Sentia meu cabelo preso em um coque e algo ao redor de minha cabeça. De repente pessoas começam a entrar no salão, todas bem vestidas, mas nada muito exagerado, logo escuto alguém gritar e me viro deparando-me com uma garotinha loira com belas orbes azuis, aparentava ter cinco ou seis anos:
-Mamãe a senhora está tão bonita- diz a garotinha com sua voz infantil extremamente fofa.
-E você é parece uma princesinha- estico meus braços a pegando em um abraço caloroso.
Saio com a pequena em meus braços passando em meio a multidão, alguns me cumprimentavam enquanto passava as vezes trocava algumas palavras com pessoas conhecidas e desconhecidas por mim.
-Mamãe onde o papai tá?
-Daqui a pouco ele aparece Emma.
Logo no topo das escadas surge ele, Adrien Agreste desce rapidamente chegando perto de mim e da pequena em meus braços:
-My lady está encantadora esta noite, olá minha boneca se comportou hoje enquanto o papai estava fora?- A garotinha sai de meus braços passando para os dele, logo ele me dá um selinho demorado e sorri para mim.
Eu me afasto deles olhando em volta até sentir dois braços em minha cintura e um beijo em meu pescoço desprotegido:
-Ah meu amor não sabe como estou feliz.
-Posso saber o motivo dessa sua felicidade- digo brincando e ele ri pelo nariz.
-Você. Você é o maior motivo da minha felicidade, você me deu Emma meu maior presente e eu amo você. Não sei oque faria sem você.
-Você é tão fofo meu gatinho eu também te amo muito.
Então ele selou nossos lábios.


Quando despertei Chat estava na janela olhando para lua como se pedisse respostas. Eu estava confusa, por que sonhava com Adrien Agreste? Eu apenas havia ouvido a lenda do castelo e lido sua historia, a não ser que...


-Chat eu estou confusa.


-Por que princesa?


-Eu ando sonhando com um cara estranho, eu uma vez avia lido sua lenda e sonhei com ele varias vezes.


-Deveria ficar com ciúme?


-Chat... Algum dia saberei que é por tras da mascara?


-...


-Chat você por acaso conhece a lenda de Adrien Agreste?- o vi paralisar- o garoto que morava aqui com sua família mas que infelizmente morreu em um incêndio? Ou talvez ele não tenha morrido.


Ele continuava quieto, não se mexia, eu sabia que ele não falaria nada então continuei:


-Você por acaso é Adrien Agreste?


Então ele se virou, tinha os olhos marejados e então sorriu triste.



Notas Finais


EITA ;-;
E agora?
aguardem o proximo
JESUS AMADO QUASE 100 FAVORITOS
EU QUASE TIVE UM TRECO
OBG OBG OBG
ate o proximo
bjs


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