História La tua cantante - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~AutorAbstrato

Postado
Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Alec, Bella Swan, Edward Cullen, Jacob Black, Renesmee Cullen
Tags Alec, Amor, Drama, Nessie, Reneslec, Renesmee, Volturi
Visualizações 209
Palavras 818
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii Pessoal!! Estou muito contente por vocês estarem acompanhando a fanfic, fortes emoções estão por vir, vocês não irão se decepcionar. Pra quem não me conhece eu sou o co-autor e esse capítulo é muito importante pra mim pois foi o primeiro que eu escrevi, heee, claro com o toque final da autora que deu uma sofisticada e uma análise textual. Eu já estou aqui no spirit há um tempo mas foi recentemente que eu comecei a interagir com as histórias e essa é a primeira fanfic que eu estou ajudando a escrever. Eu vi a antiga fanfic da nossa autora e gostei, ai ela estava falando de um co-autor e eu imaginei - "será?" - falei com ela e disse - "olha, escrever não é la muito minha praia,mas tenho ideias" e então começamos, debatemos e debatemos, kkkkkk, e resolvemos fazer outra, seria a mesma ideia que ela teve originalmente mas com outra pegada, e estamos aqui. Esperamos que gostem!!!!

PS: nossa autora é maluquinha,e eu não fico atrás, então temam,hahaha,(risada maligna)!!!
Brincadeira gente,talvez!!!!!

Aquele abraço!!!

LEIAM AS NOTAS FINAIS!

Capítulo 3 - Volturi


Fanfic / Fanfiction La tua cantante - Capítulo 3 - Volturi

A escuridão invadiu-me de forma repentina, fora tão rápida que nem ao menos houve tempo para reação. Minhas conexões psíquicas com a vampira se quebraram imediatamente com o susto, sentia o desespero invadir a superfície de meu ser, denso, sorrateiro. 

A essa altura meus sentidos já não eram úteis, não haviam mais cheiros nem ruídos, minha visão outrora perfeita agora estava turva e desligando-se, meus extintos agitados não tinham direção. 

Eu estava enfim morrendo? Então essa era a sensação? Um profundo alívio condecorado por um momento infinito de incertezas? E aquela história de flashback de toda a vida antes de morrer, onde ficava? Estaria eu passando dessa para uma... Pior? Tentei imaginar tudo o que poderia ser considerado errado em minha vida no qual eu poderia ser divinamente julgada. Enquanto parte de minha mente se lamentava a outra ligou os fatos. 

Claro, o vampiro poderoso, o gêmeo da bruxa... Droga, como isso foi acontecer? Mas talvez eu já esteja quase morta, nem ao menos vou sentir quando o acontecer. Ou vou? 

Bruscamente minha audição começou a captar ruídos, minha visão outrora negra agora já começava a abrir-se, ainda com imagem embaçada e torpe, mas estava voltando. 

Abri-os totalmente ajustando meus olhos ao ambiente, meu sangue fervia pela adrenalina do inesperado, minha mente entrou em foco, forcei-a a reagir e antes que pudesse realmente perceber o que havia já estava agachada em posição de ataque, o cheiro de sangue de minhas roupas invadiu minhas narinas. 

Mas que merda! Era minha blusa preferida. 

Ri ironicamente. Estava diante dos Volturi, prestes a ser morta e a primeira coisa que penso é sobre minha roupa. Sinal de muitos anos de convivência com tia Alice, talvez. 

O diálogo interno durou breves instantes, meu corpo parecia ter vida própria. Ainda agachada rosnei raivosa para aqueles vampiros. Talvez eu tenha alguma tendência suicida. 

Encarei a loira com os dentes trincados, a coragem pela adrenalina fervendo meu sangue, mas antes de qualquer reação, abruptamente estava caída ao chão novamente. 

Todo o meu corpo estava tão brasa, nunca em toda minha vida eu havia sentido dor, indestrutível e com uma regeneração sem precedentes nunca havia me importado com algo tão humano. Naquele momento eu preferia ter sido morta enquanto meus sentidos estavam hibernando. Eu queria morrer e daria de tudo para que arrancassem meu coração e fizessem a dor parar. Mesmo a ardência que senti em minha garganta quando Sue se cortou na reserva não se comparava a isso. Era lancinante e implacável. 

O único som que ouvia era meu próprio arfar, eu tinha certeza que se continuasse ali meu cérebro derreteria e escorria por meus ouvidos. 

De súbito a dor diminuiu, mas continuava em níveis quase insuportáveis, aguentei o máximo que pude, quase sendo jogada a inconsciência novamente. 

- Nunca - Uma voz entrecortada, de aço, raivosa, cuspiu as palavras com ódio - ouse mais entrar em minha mente, Cullen. 

Senti meus músculos se contraírem tentando aliviarem-se da constante pressão. 

- Solte-a, Jane. - Ordenou ele. 

A pressão cessou e arfei profundamente buscando me recuperar daquela experiência infernal, fitando assim a voz que me salvou. Ele tinha uma expressão suavizada e indiferente. Olhei-o com mais afinco, percebendo que por trás daquela fachada havia receio... 

Eu era valiosa aos Volturi, avaliei, por isso Jane não poderia me matar afinal. Se me matassem teriam problemas com seu mestre. 

A coragem me domou novamente, encarei-o por mais algum tempo, finalmente o estava vendo de perto, não pelas memórias de sua irmã, mas com meu próprios olhos. Seu rosto era duro e jovem, um anjo, apesar de envoltos em um cor carmim seus olhos transmitiam uma essência mais branda, calma. 

Alexander... 

Jane olhou-o incrédula pela intromissão, mas não voltou sua sessão de tortura. Recuperei minha postura protetora ainda meio tonta. Demitri e o outro maior pareciam ligeiramente surpresos, talvez estivessem acostumados com aquela tortura sem intervenção alguma. Afinal, Jane Volturi tinha uma reputação não muito boa em relação a suas condutas amistosas. 

A postura dos guardas Volturi não alteraram-se, pareciam perguntarem-se o porquê daquela atitude, ou como deveria agir já o protocolo de "deixar a queridinha de Aro agir de livre e espontânea vontade" fora quebrado por seu próprio devoto irmão. 

- Ela foi imprudente ao deixar aquele humano ir embora - Jane argumentou furiosa - E havia mais uma testemunha de seus atos impensados. A lei é clara em relação a tais ações. 

Os outros se entreolharam. 

- Jane, você sabe o porquê de não podermos... - Ela o fitou e manteve seu olhar pensativo. Não sabia dizer se da parte dele era coragem ou estupidez. Ao fundo, eles pareciam ter alguma ligação um tanto estreita. 

- Devemos consultar Aro. - Félix murmurou. 

Alexander a olhou e discretamente acenou em sinal positivo. Jane suspirou pesadamente e para meu alívio ou total espanto decidiu o que seria feito, dizendo as palavras que mudariam minha vida. 

- Levemos ao mestre, então.
 


Notas Finais


E ai, o que acharam? Espero que tenham gostado do capítulo!!

E sobre nosso co-autor favorito, o que acharam?? :) Ele é super legal, gente, e tem ideias ótimas! Espero que o tenham curtido também... Esse capítulo foi todo planejado por ele, eu apenas dei algumas mexidinhas, mas ele que enfiou a mão na massa! Adorei! E vocês?

Comenta ai embaixo o que acharam!

Até loguinho! Beijos.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...