História La Vista Nueva - Capítulo 3


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Categorias Maluma
Personagens Maluma, Personagens Originais
Visualizações 80
Palavras 918
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Orange, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom gente, eu fiz mais um capítulo, não quero que pensem que estou desfocando do real assunto que é o Maluma, mas é que quero que sintam junto comigo por cada coisa que Ana vai passar ao decorrer do tempo, pretendo envolver as loucuras que ela vai fazer no cap 5\6, bom... espero que gostem <3

Capítulo 3 - Just dance


Coloquei a música que tinha mais facilidade em dançar, eu já sabia todos os passos decorados então eu estava confiante do que estava fazendo.

_Está preparada? Debochei

Katy revirou os olhos.

A música começou, me impressionei como a Katy dançava bem, era uma boa adversária; Ganhei a primeira partida, mas Katy não se deu por derrotada, Katy escolheu a música, minhas pernas tremeram, senti uma pressão repentina. Os passos de Katy eram rápidos e precisos; Jogamos até conseguirmos um dois a dois.
 

_Acha mesmo que vai ganhar? Soltou uma gargalhada doce e acomodante para meus ouvidos .

_Veremos agora. Retruquei.

A música era nova e desconhecida, eu não sabia os passos, mas Katy parecia empolgada com a decisão; Estávamos em um minuto e meio de música quando quando ela me soltou um sorriso debochado.

Eu era a de cor vermelha e Katy de azul, o resultado carregava enquanto ela roía as unhas, era algo tão simples, mas para ela era um desafio, Katy quase nunca aceitava perder.

A tela da TV se tomou por um azul cor de céu, o Player dois tinha ganhado! Uma onda de prazer transbordou Katy que dava para de ver a quilômetros de distância.

_Cof cof cof, Acho que temos uma ganhadora.

Dei um lento suspiro, não era importante mim, nem eu pouco, mas é questão de honra ganhar, mas de nada mais adiantava, eu tinha perdido, e poderia bolar a madrugada toda um jeito de vingança possessiva; Me  joguei no sofá aveludado cor de perola que mamãe tinha ganhado a pouco tempo e defendia o sofá como sua própria filha.

_O que vai querer? Revirei os olhos.

Katy deu um sorriso malicioso, sentou na cadeira da minha frente, levou a mão em deus lábios inferiores rosados e pensou... Seus dentes lampejavam em direção a mim.

_Tire a blusa. Disse.

Sentei-me no sofá tentando entender o motivo da prenda.

_Qual é o problema?. Disse de novo.

_Por que tenho que tirar a minha blusa? Arqueei a sobrancelha.

_Porque eu ganhei, Ana, bobinha. Veio em direção a mim fazendo um coque em seu cabelo que caia em seu rosto dando um destaque em seus lindos olhos; Eu usava uma lingerie branca que combinava com bordado delicado de minha blusa, tirei minha blusa tímida, senti meu sangue ferver e minhas bochechas corar  de imediato, Katy já estava de meu lado quando sentiu meu desconforto.

_Ei, qual é o problema? Disse em uma voz calma e mais suave que o normal, aproximando-se de meu rosto, meus olhos se encontraram com o seu, mordi os lábios para a tal situação. Senti quando Katy encostou a ponta de seu nariz em minha mandibula, seu hálito quente que soprava meu pescoço fez eriçar minhas areolas, deixando-as pontudas, sua mão tocava minha barriga arrastando lentamente até meus peitos.

_Katy...

Ignorou-me tocando sua língua em meu pescoço, mordi os lábios inferiores deliciando-me com o que aquela garota era capaz de fazer; Sua mão arrastou minha lingerie para baixo deixando meus peitos nus.

_Oh, Ana... é perfeito.

Eu não sabia o por que estava deixando Katy fazer isso, eu só sentia cada segundo o que ela fazia comigo, o arrepio rondeava meu corpo fazendo-me me dar leves arqueadas.

Colocou sua boca em um deles, dando uma puta chupada gostosa, passando a língua na areola e no bico, segurei seu cabelo me divertindo com a bomba de prazer, sua mão deslizava em meu corpo até o outro fazendo com o que brincasse e apertasse , dei leves gemidos impulsionando a cabeça para trás, beijou-me a barriga descendo até minha boceta, me virou de quatro e  abaixou meu short, me marcou com um tapa prazeroso em minha bunda, passou a língua em minha calcinha, esfregando lentamente em cima no meu clitóris.

Gemi e apeitei minha blusa que estava jogada e amassada em cima do sofá.

Tirou minha calcinha com os dentes virando-me novamente, passou os dedos nos meu lábios maiores, depois nos menores me fazendo estremecer, desceu a língua em minha boceta molhada, chupando toda extensão; Gemi mais alto segurando seu cabelo.

_Isso Katy, não pare. Mordia os lábios e arqueava meu corpo para frente.

Colocou dois dedos em minha boca, lubrificando e levando até a entrada de minha boceta em um vai e vem delicioso, eu já não tinha noção de quão alto estavam meus gemidos, Katy precisou tapar minha boca com uma de suas mãos; Gemia e puxava seu cabelo, e quando mais gemia, mais me dedava e maior era meu prazer.

_Geme pra mim, Ana. Olhava para mim e se divertia orgulhosa de seu trabalho.

A campainha sôou, era mamãe .*PUTA QUE PARIU, CARALHO, VAI TOMAR NO CU*.Minha pupila dilatou e o desespero tomou meu ser seguido de um calafrio, minha perna estava bamba e eu não sabia o que fazer.

_Suba Katy!!! Disse desesperada.

Me deu um beijo quente no canto de meu queixo e subiu saltitante e graciosa; Tive problemas ao atacar meu sutiã, isso só me deixava mais aflita e nervosa, minha blusa amassada com meus apertos de prazer já não estava mais no sofá, estava no chão encardida com a poeira que a casa soltava, passei os dois braços o mais rápido que pude, vesti meu short mais rápido do que vestira qualquer peça de roupa em toda minha vida; Fiz um coque desajeitado e corri para a porta, toquei a maçaneta tremula, respirei e tentei amolecer minha face, Ouvi o grito de mamãe do outro lado da porta chamando meu nome. Respirei e abri a porta.


Notas Finais


Beijinhos amores, espero que tenham gostado!


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