História La voix - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O
Tags Baeksoo, Mention!chansoo, Num Sei Tô Loka, Soobaek
Exibições 277
Palavras 1.354
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, galero, tudo bem?

Peço desculpas desde já pras pessoas que acompanham essa história :/
Acho que essa fanfic nem tem mais data de postagem definida, ou seja, apareço sempre que posso e quando a inspiração vem até mim (da próxima vou tratar de não fazer mais essa burrada de postar fanfic sem ter terminado de escrever).

Enfim, notas finais?
Boa leitura <3

Capítulo 18 - Capítulo 17. Sintomas


 

 

 

Os dias passaram tão rapidamente que Kyungsoo sequer notara, afundou-se nas páginas de seu livro e praticamente esquecera sua quase inexistente vida social, deixando Junmyeon preocupado e Baekhyun sem notícias.

Kyungsoo estava angustiado e com a consciência pesada, e simplesmente não conseguia esquecer as palavras duras, porém sinceras de Chanyeol. Sentia-se uma pessoa horrível e Junmyeon desistira de tentar convencer-lhe do contrário.

Baekhyun, por outro lado, estava cada vez mais preocupado e, de certa forma, chateado; chateado por Kyungsoo não confiar em si o suficiente para contar o que tanto lhe incomodava.

A verdade é que tudo estava tão confuso que ninguém sabia o que fazer e isso era uma merda.

 

 

X

 

 

— Você vai mesmo continuar choramingando pelos cantos? — Jongdae perguntou com as mãos na cintura. — Eu não te criei pra isso.

Baekhyun sequer respondeu, com o queixo apoiado em uma das mãos e um biquinho nos lábios, claramente insatisfeito com alguma coisa ou alguém.

— Eu tô falando sério, cara… levanta daí e ajeita essa cara de quem voltou de um velório.

Baekhyun suspirou.

— Não enche.

Jongdae franziu a testa e se aproximou.

— Seu filho da puta ingrato, você come da minha comida, dorme na minha casa e me diz pra eu não encher teu saco? — Riu como se tivesse ouvido a melhor piada do ano.

Baekhyun revirou os olhos.

— Eu não tô legal, Jongdae…

— Não me diga.

— Você é um insensível.

— E você é um mané — retrucou sem nem piscar.

— Sou mesmo.

Jongdae bufou e sentou na cadeira de frente para Baekhyun.

— Ok, me conta o que tá rolando.

— Não tá rolando nada — respondeu, desviando os olhos.

— Olha só que mentiroso… pensei que já tínhamos superado essa fase de você mentir e eu fingir que acredito.

— Jongdae… por favor.

— Você tá resmungando desde semana passada, alguma coisa deve ter acontecido.

Baekhyun respirou fundo.

— E se tiver acontecido? O que você vai fazer sobre isso?

— Eu? — Riu. — Eu não vou fazer nada, mas você vai. Desembucha.

— Tudo bem.

Jongdae esperou.

— Não aconteceu nada…

— Ah, cara, fala sério.

— Esse é o problema, Jongdae, não aconteceu nada. Kyungsoo tá fugindo de mim como o diabo foge da cruz e simplesmente não diz nada, ele só cria desculpas pra não me ver e isso tá me deixando louco — desabafou. — E sabe qual é a pior parte disso tudo? É saber que mesmo depois de meses, ele não confia em mim.

— Isso é uma droga, cara — respondeu depois de pensar.

— Sim, é uma droga e eu nem deveria estar me importando com isso.

Jongdae sorriu fraquinho, observando Baekhyun bagunçar os cabelos e reclamar como se estivesse realmente frustrado, percebendo o que tudo significava, mesmo que seu amigo ainda não soubesse ou fingisse que não.

— Então por que você não para de se lamentar e faz alguma coisa? — sugeriu depois de muito ponderar.

Baekhyun riu sarcástico.

— Você acha que eu não tentei?

— Mandar mensagens não conta, você facilmente pode ser ignorado.

— E fui mesmo.

— Isso só pode ser um sinal de que você deve levantar essa bunda da cadeira e fazer alguma coisa — respondeu.

— Eu não.

— Seu orgulho só te atrapalha e você sabe.

Baekhyun simplesmente odiava admitir quando Jongdae estava certo.

— E o que eu faço?

— Sei lá, como eu vou saber? — Deu de ombros e riu ao receber um tapa carinhoso na cabeça. — Joga pedrinhas na janela dele como aqueles filmes bregas, coloca uma rosa na boca, seja criativo.

— Eu tô falando sério.

— Também tô, faz o que quiser… — respondeu. — It’s not my problem, anyway.

Baekhyun o encarou incrédulo.

— Você é o pior melhor amigo do mundo.

— Eu sei. — Mandou um beijo no ar. — Agora vai lá, tá perdendo o tempo que poderia estar trocando saliva com certo anãozinho, não disse quem.

Baekhyun levantou da cadeira, sorriu para Jongdae e se encaminhou para a saída.

— Obrigado — disse assim que abriu a porta.

— Por nada, Hyunie — respondeu, com um sorrisinho enfeitando o rosto.

 

 

X

 

 

Kyungsoo estava tomando banho quando ouviu batidas em sua porta. Honestamente pensou em ignorar e fingir que não estava — como sua mãe fazia quando não queria receber visitas —, mas pensou bem e percebeu que só podia ser Junmyeon e estava mesmo precisando conversar com ele sobre seu livro e seus problemas porque, além de editor e melhor amigo, Junmyeon também era seu psicólogo nas horas vagas.

Nem se incomodou em se enxugar direito ou vestir alguma coisa, só desligou o registro do chuveiro e enrolou uma toalha na cintura, caminhando preguiçosamente até a porta e deixando rastros de água pelo caminho.

Abriu a porta pronto para receber um sermão por estar só de toalha e as possibilidades de pegar um resfriado, quando na verdade ouviu:

— Estava me esperando?

Fazendo-o arregalar os olhos pelo susto.

Baekhyun estava em sua porta, rindo de sua cara, enquanto estava seminu e molhado. Sacudiu a cabeça, percebendo que seu pensamento pareceu sujo.

— O que você está fazendo aqui?

— Não vai me convidar pra entrar antes? Que indelicado — provocou, com uma sobrancelha arqueada.

Kyungsoo deu espaço. Baekhyun rapidamente acomodou-se no sofá, como um folgado.

— Eu vou colocar uma roupa — avisou, apontando para a porta de seu quarto.

— Não… Pode ficar assim — respondeu, risonho. — Gosto de você assim.

Kyungsoo revirou os olhos.

— Já volto.

 

 

[...]

 

 

Depois de muito enrolar, Kyungsoo finalmente voltou para a sala.

Baekhyun pensou que estava sendo ignorado de novo e quase foi embora, mas decidiu ficar porque precisava saber o que estava errado.

Kyungsoo estava sentindo culpa por tudo que tinha acontecido com Chanyeol e consequentemente acabou ignorando Baekhyun, talvez por ele ser o motivo de toda a confusão, pra início de conversa.

Se não fosse por Baekhyun, Kyungsoo duvidava muito que teria criado coragem para pôr um fim naquela história e isso o assustava, além de que a pergunta de Chanyeol ficara em sua cabeça como um cd furado.

Você o ama?

Simplesmente não sabia mais.

No início, tinha certeza absoluta que era só sexo e diversão, que eram só amigos coloridos e essas merdas que realmente só funcionam em filme, mas agora estava confuso e perdido.

O que era amor, afinal? Nunca soube o que era e duvidava muito que saberia agora.

Respirou fundo e sentou-se ao lado de Baekhyun, evitando olhá-lo nos olhos sem nenhum motivo especial.

— O que você veio fazer aqui? — perguntou baixinho.

Baekhyun suspirou.

— Não é óbvio? Eu vim te ver, você está me evitando faz dias.

Kyungsoo odiava como Baekhyun conseguia ser tão direto.

— Eu sinto muito, andei-

— Ocupado, eu sei — respondeu, com certa amargura.

— Me desculpa, Baekhyun… é que realmente aconteceram algumas coisas.

Baekhyun o encarou.

— Que coisas?

— Coisas do tipo que eu não quero falar agora.

O Byun suspirou.

— Você pelo menos sentiu a minha falta? — Riu sem graça.

Kyungsoo sorriu contido.

— Por que você sempre tem que ser tão embaraçoso?

— Porque sim, vamos lá, não custa nada dizer que morreu de saudades de mim e que eu sou a luz que ilumina os seus dias — brincou.

— Ah, vai nessa.

— Qual é, Soo?

Kyungsoo riu.

— Você tá rindo porque é verdade.

— Claro, claro…

Baekhyun sorriu, chegando bem pertinho e tirando as mechas do cabelo de Kyungsoo da sua testa.

— Você é péssimo pra falar de sentimentos.

— Você também não é nada bom — retrucou, sem se ofender com a verdade.

Baekhyun ignorou a sentença e beijou a testa de Kyungsoo, seu nariz e em seguida seus lábios.

Lábios que realmente sentira falta.

Enfiou lentamente a língua na boca alheia e sentiu vontade de rir pelo gosto de pasta de dentes. Sugou o lábio inferior de Kyungsoo e deu uma pequena mordida antes de se afastar.

Kyungsoo franziu as sobrancelhas pela separação e Baekhyun sorriu, apoiando sua testa na alheia e dizendo:

— Você não deveria ter colocado roupas se já vai tirá-las.

Fazendo Kyungsoo rir de sua gracinha e juntar os lábios de novo.

Baekhyun não teve nenhum êxito em sua tarefa de fazer Kyungsoo confiar mais em si e contar o que estava lhe incomodando, mas nem ligava.

No momento, só conseguia se deixar levar pelos beijos trocados e as batidas desenfreadas em seu coração, sem saber que tudo aquilo eram sintomas de uma pequena coisa chamada amor.

 

 


 


Notas Finais


Jongdae é meu personagem preferido, sei lá, gosto muito dele fkdfjfdkg
inclusive, pra quem não entendeu, "it's not my problem, anyway" significa: isso não é meu problema, de qualquer forma.

Como devem ter percebido, finalmente os dois estão se tocando do que realmente sentem, agora... ninguém sabe se isso é algo bom ou ruim.

A fanfic tá quase acabando, então tenham só mais um pouco de paciência comigokdkfgkf
Meu twitter: https://twitter.com/suhousado

Muito obrigada a quem leu e até a próxima <3


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