História Labirinto a magia do... Mello? (WTF???) - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Death Note, Labirinto - A magia do tempo
Personagens Jareth, o Rei dos Duendes, L Lawliet, Light Yagami, Matt, Mihael "Mello" Keehl, Misa Amane, Nate "Near" River, Personagens Originais, Ryuuku, Touta Matsuda, Watari
Visualizações 26
Palavras 540
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, Lírica, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Um capítulo novo pra vcs só pq eu to de aniversário hj (#chegueinacasados13) e to de bom humor babys <3
Boooooa leitura
ah e o meu roteador tinha queimado então sorry pelo sumiço

Capítulo 3 - 3 - TÁ SAINDO DA JAULA O... MATSUDA?


CAPÍTULO 3 –

 

 - onde é que a gente tá? – perguntei, vendo aquela espécie de velho com um chapéu de pássaro, que usava um chapéu com uma rola na cabeça.

 - sei lá, eu sou só um chapéu. - disse o chapéu do cara, eu revirei os olhos.

 - como a gente chega no castelo?

 - tenho cara de Google Maps? – o cara falou, eu me irritei.

 - como é que eu vou chegar naquela merda daquele castelo se ninguém nessa merda me ajuda???

 - meu filho; - o cara falou, levantando-se. – se você quiser, eu lhe dou uma ajuda.

 - o que? fala, coroa.

 - é uma dica preciosa... às vezes, para chegar a algum lugar, é preciso...

 - perder a velha. – o chapéu completou.

 - que velha? – perguntei.

 - a velha mania de dar o cu. - o velho disse e saiu andando.

      Fiquei ali, puto com tudo, e resolvi ir andando. Após algum tempo, o velho ia me seguindo, até que demos de cara com um macho peludo pendurado de ponta-cabeça numa arvore e com um monte de Goblins ao redor, com umas espécie de pau (não maliciem essa desgraça) com uns monstro na ponta.

 - meu deus do céu, Berg!!! Na nossa frente!!! - o velho saiu correndo, tentei segurar ele mas ele foi embora.

 - velho arrombado da porra; - encarei o chão, um vibrador veio rolando. – puta que pariu, que merda hein?

      Peguei aquela merda e joguei num dos Goblins, que acabou ficando com o capacete virado e bateu num outro goblin. Mais um consolo veio rolando, joguei noutro goblin, eles não pareciam querer desistir, mas aí eu gritei:

­O ÚLTIMO QUE CHEGAR NA PORTA DO LABIRINTO VAI SER ARROMBADO!!!

      Eles meteram o pé, bando de viadinho da porra. Fui até o macho peludo e soltei ele, que caiu no chão.

 - eae men; - eu disse, ele se levantou. – qual o seu nome?

 - nome... Matsuda... Matsuda amigo...

 - tá, foda-se, eu sou o Mello e...

 - Mello... Mello amigo!!! – ele me abraçou e me rodopiou no ar, pqp, monstro forte da porra.

 - tá, me solta, desgraça!!! – ele me soltou, eu revirei os olhos e encarei o chão. – sabe como chegar no castelo?

 - no... puteiro?

 - não, no castelo, seu idiota! - apontei para o castelo.

 - é, o puteiro...

 - tá, foda-se o que é, você sabe?

 - ah... não.

 - MATSUDA, SEU IDIOTA!!!

      Fui andando pelo redor, irritado, dei um puxão nessa peruca de cosplay da madonna que o Merda do L diz que parece, até que encontrei duas porta, cada uma com uma carranca pior que a outra.

 - olha só, Matsuda, que coisa mais fudida, parece resto de aborto.

      Um dos batedores das portas tentou dizer algo, mas tinha o batedor na boca. O outro, com o batedor nas orelhas, começou a rir, e logo tirei o batedor da boca do resmungão.

 - resto de aborto é você, sua Madonna made in Brasil. #DesordemEHue

 - tá, foda-se, seu arrombado. Qual porta leva ao castelo?

 - sei lá, sou só um batedor.

 - hmmmmmmmmmmmm, batedor? – eu disse, ele cuspiu na minha cara e dei com a argola do batedor na cara dele. A porta abriu. – se fode aê, parcero.


Notas Finais


atualizem as fics de vcs aí tb poha


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