História Laço Vital - Capítulo 8


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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Jiraiya, Kakashi Hatake, Karin, Konan, Madara Uchiha, Matsuri, Mikoto Uchiha, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Orochimaru, Pain, Personagens Originais, Rock Lee, Sai, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shion, Tayuya, Temari, TenTen Mitsashi
Tags Amor, Bebê, Casamento, Disputa, Drama, Gaaino, Gravidez, Inveja, Itahina, Itakonan, Madahina, Naruhina, Saiino, Sasuhina, Sasusaku
Exibições 289
Palavras 2.053
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiie meus amorecos <3
Falei que iria postar no final de semana, mas infelismente não tive tempo!
Mas aqui está eu U...U

Capítulo 8 - Capitulo 7


" A cada segundo minha vida parecia piorar mas e mas, me sentia sem chão, sem rumo, morrendo a cada minuto"

Hinata:

    As duas últimas aulas nem prestei atenção, passei o tempo todo com a cabeça abaixada na carteira. Quando o sinal finalmente tocou, me despedi de Ino e fui para minha casa. Agora teria que enfrentar a fera do meu pai, mal cheguei e já ouvi sua voz.

— Onde pensa que vai?
Perguntou meu pai sério, me virei para encara-lo.

— Ia deixar minha mochila e já voltaria para falar com o senhor.
Falei o encarando.

— Agora? Iria vir falar agora Hinata? Você não teve coragem nem de ligar para avisar que estava bem.
Dizia bravo.

— Eu esqueci meu celular em casa pai.
Falei tentando me desculpar.

— Isso não é motivo para não avisar Hinata! Onde você passou o final de semana?
Perguntou.

— Na casa da Ino.
Respondi.

— E lá não tinha telefone? Quantas vezes já falei Hinata você não é mais uma criança tem responsabilidades! Disse gritando comigo.

— Eu sei pai, me desculpe.
Falei de cabeça baixa.

— Só espero que você não tenha aprontado nada Hinata, não quero ver seu nome em manchetes de jornais, agora vá para o seu quarto! Está de castigo.
Disse e eu fiz o que ele disse.

     Meu pai só se importava com isso de manchetes de jornais e revistas. Ele é um grande empresário no ramo imobiliária e da moda, além de ser um dos mais ricos do Estados Unidos. Vivia viajando a trabalho e em eventos de pessoas importantes, já fui em alguns desses eventos mas não gostei muito. Mesmo assim era obrigada a ir e dá meu melhor sorriso.

     Entrei em meu quarto joguei minha mochila em um canto e deitei em minha cama, só queria chorar até dormi.

Ino:

  Hinata passou quase a semana toda chorando, ia quase todo dia visita-lá já que ela estava de castigo, não podia mais ir em minha casa. Além de não estar se alimentando direito, reclamando de dores abdominais, cansaço, dor nos seios fora seu humor que mudava constantemente, pra mim ela estava naqueles dias só podia ser isso.

     Mais comecei a me preocupar quando ela começou a ter náuseas, enjôos e tonturas. Isso poderia ser alguma virose e ela parecia estar anêmica.

— Hinata está na hora de você consultar um médico.
Falei a observando.

— Não é nada sério Ino, deve ser apenas uma virose, logo irá passar. Diz deitada olhando para o teto.

— Se você não melhorar até semana que vem vamos ao médico!
Falei decidida.

— Tudo bem Ino.
Diz suspirando.

— Está tarde tenho que ir.
Falei olhando a hora em meu celular.

— Sério? Porque não fica aqui hoje? Perguntou.

— Não posso, meu pai irá jantar em casa hoje.
Falei e a mesma nada disse.

Quando cheguei em casa fui direto pra cozinha, minha mãe ainda estava preparando o jantar.

— Está tudo bem querida?
Perguntou minha mãe deixando as panelas de lado.

— Sim.
Falei sorrindo fraco.

— E Hinata? Como ela está?
Perguntou visível mente preocupada.

— Hinata está doente mãe.
Falei a encarando.

— O que ela tem?
Perguntou.

— Eu não sei! Ela não quer ir ao médico.
Falei me sentando na mesa da cozinha.

— Me diga o sintomas e irei pesquisar.
Falou minha mãe se sentando ao meu lado.

— Bom começou com dores abdominais, depois ela começou a ficar sonolenta e cansada. Falei enquanto minha mãe anotava tudo. — Também tinha as alterações de humor e as dores nos seios.
Completei.

— Ela pode estar naqueles dias.
Falou minha mãe me encarando.

— Eu também pensei isso, mais Hinata agora está tendo náuseas, enjôos e tonturas.
Falei a encarando e minha mãe arregalou os olhos.

— Ino tem certeza disso?
Perguntou minha mãe séria.

— Sim, porque?
Perguntei sem entender.

— Acho que sei o que Hinata tem e não é doença!
Respondeu.

— E o que seria?
Perguntei.

— Acho que Hinata pode estar grávida! Diz e eu fiquei sem reação.

Hinata:

     Estava esperando Ino quando senti um enjôo e corri para o banheiro, já estava se tornando algo matinal, esperava que essa virose passasse logo.

— Hinata.
Chamou Ino e fui para meu quarto onde a mesma me esperava com algumas sacolas na mão.

— O que tem nessas sacolas?
Perguntei a encarando e logo ela virou as sacolas na cama onde caíram vários testes de gravidez. — Ino não estou grávida. Falei apavorada.

— Não sabemos Hinata, você era virgem até o abuso. Disse me olhando preocupada. — Trouxe esses testes para descartamos essa hipótese.
Disse me entregando um teste.

     Li as instruções e desci na cozinha onde peguei duas garrafas de água, e voltei para o meu quarto. Olhei para a cama e tinha 10 testes de gravidez de diferentes marcas, comecei a ingerir a água até ter vontade de ir ao banheiro e logo já avia feito todos os testes, porém tinha que esperar aproximadamente 30 minutos até ter o resultado.

— Ino por favor veja você.
Falei sem coragem.

— Negativo.
Disse assim que pegou o primeiro e eu suspiro aliviada.

— Positivo.
Disse olhando para o segundo teste e foi continuando.

    No final eu estava acabada, chorando porque definitivamente minha vida tinha acabado. Dos 10 teste 8 deram positivo apenas 2 deram negativos.

— Calma Hinata as vezes esses testes de farmácia mentem.
Disse tentando me acalmar.

— Não pode ser isso Ino.
Falei ainda atordoada e indo até o meu notebook, iria fazer uma pesquisa eu poderia ter uma doença rara.

— O que vai fazer?
Perguntou assim que chegou perto de mim.

— Uma pesquisa, isso pode ser um tipo de doença rara.
Falei desejando que fosse aquilo.

— Ou gravidez de fato.
Diz normalmente me encarando.

— Quem está grávida?
Diz meu pai entrando no quarto e eu paralisei, já comecei a soar frio e as palavras não saia. Olhei para Ino e ela estava assustada como eu. — Estou esperando uma resposta Ino e Hinata.
Disse meu pai nos encarando.

— Pai eu posso explica.
Falei nervosa.

— É senhor Hiashi, a Hinata só estava tentando me ajudar.
Disse Ino me interrompendo. O que ela acha que está fazendo?

— Então você que está grávida Ino?
Perguntou meu pai.

— Sim.
Respondeu olhando para mim.

— É esse tipo de pessoa com quem você anda Hinata? Além de pobre é uma vadia!
Disse meu pai nervoso e eu fiquei chocada com o jeito que ele tratou a Ino ao olhar pra ela a mesma estava com os olhos marejados.

— Não fale assim dela.
Falei a abraçando.

— E ainda está a defendendo? Ela pelo menos sabe quem é o pai dessa criança?
Indagou ainda mais irritado.

— A Ino não tem culpa de nada. Ela mentiu pra me proteger.
Falei com a voz embargada. — Eu que estou grávida. Completei e vi o olhar de reprovação do meu pai.

— Saia da minha casa, você não é mais minha filha.
Disse antes de sai do quarto e eu desabei em pranto.

Ino:

    Hinata estava cada dia pior depois de ser expulsa de casa pelo seu pai, ela foi morar em minha casa, mais ela entrou em depressão, não saia do quarto, não comia, nem conversava comigo ou com minha mãe.

     A gravidez já havia sido confirmada e foi o que mais deixo ela depressiva, ela dizia estar carregando um monstro dentro de si, tinha tanto ódio da criança.
Por varias vezes ela tentou abortar tomando remédios e saiamos correndo com ela até o hospital. Aquilo já estava me matando, eu como melhor amiga dela estava ali, sem saber como ajudar. Me sentia uma inútil.

     Sentei na frente de meu computador, pesquisando uma forma de ajuda-lá quando encontrei vários centros de ajuda, para mulheres que haviam sido violentadas.

     Havia uma perto de casa, agora só teria que convencer Hinata a ir.
Fui até o quarto de hospedes, que agora pertencia a Hinata e entrei. Como sempre ela estava deitada chorando, aquela situação me partia o coração, me aproximei da cama e sentei na beirada.

— Hinata. Chamei e a mesma se virou para me encarar, ela estava acabada, seus olhos verdes estavam sem brilho, estava com olheiras enormes, fora o inchaço e vermelhidão por conta do choro, seus longos cabelos estavam bagunçando. — Vai se arrumar irei te levar em um lugar. Falei a encarando.

— Eu não quero Ino.
Disse voltando a se deitar.

— Você não tem que querer. Levanta agora Hinata.
Falei gritando com ela e puxando o coberto. Hinata me olhou assustada pois nunca havia gritado com ela.

— Tudo bem Ino.
Disse se levantando ainda chocada e indo para o banheiro.

Hinata:

    Depois do banho me vesti com um vestido soltinho e uma sandália baixa, prendi meus cabelos em um rabo de cavalo e dei uma ultima olhada no espelho do banheiro. Constatei que estava horrível.

    Ino me esperava sentada na cama e quando me viu se levantou e saiu do quarto, e eu apenas a segui sem dizer nada. Já do lado de fora de sua casa entramos no carro de sua mãe e fomos até um lugar que eu não conhecia.

— Onde estamos?
Perguntei olhando o carro para em frente a um prédio.

— Em um centro de ajuda.
Respondeu Ino e eu olhei novamente no prédio.

— Eu não preciso de ajuda.
Falei agora a encarando.

— Precisa sim, agora vamos Hinata. Disse Ino saindo do carro.
  E respirei fundo antes de sair do carro.
Entramos no prédio e fomos até o 8° andar, seguimos por um corredor até uma sala onde estava cheia de mulheres.

    Prendi minha respiração, queria dar meia volta e retorna pro carro, queria voltar para o quarto e me trancar.
Era tão difícil de entender que eu não queria ajuda? Que eu não queria que sentissem pena de mim? Que eu apenas queria ficar sozinha?

   Sim parecia difícil de entender ainda mais pra Ino, sei que ela queria me ajudar mais eu não queria ajuda. Eu queria morrer. Sim morrer!

       Minha vida não tinha mais sentido, eu carregava algo abominável no meu ventre, fruto de um estupro. Eu nunca amaria essa criança, por culpa dela fui expulsa de casa.

     Toda a minha raiva se voltava para esse bebê, ele era o culpado de tudo, eu desejava que ele morresse ao nascer. Eu queria abortá-lo.

     Ninguém compreendia que eu não estava pronta pra ser mãe? Ninguém entendia que essa criança era fruto da minha desgraça? Eu não o quero.

  Eu o odeio...

     Mesmo que muitos achassem que eu era um monstro, eu não o teria, ele não iria vir ao mundo... 

      Minha mãe veio em minha mente, o que ela pensaria de mim se me visse agora? O acharia dessa minha ideia? A realidade me atingiu em cheio, ela nunca aprovaria isso, ela nunca me perdoaria se eu matasse essa criança, mais o que eu podia fazer? E se essa criança nascesse com a cara do estuprador? E se toda vez que eu olhasse pra ela me lembrasse do estupro? Eu não queria isso para minha vida...

— Olá.
Disse uma delas vindo nos cumprimentar.

— Oi.
Disse Ino e eu ao mesmo tempo.

— Sou Kurenai psicóloga.
Disse se apresentando. Kurenei é uma mulher que aparentava ter de 30 a 35 anos, tem olhos vermelhos e cabelos negros. Alta e com um corpo tudo no lugar pra idade que aparenta ter.

— Sou Ino e essa é minha amiga Hinata.
Disse Ino.

— Hinata? Você que será a nova colega das outras meninas?
Perguntou Kurenai me encarando.

  — Sim.
Respondi sem vontade.

— Seja bem vida querida, sente-se ali. Disse para mim e logo voltando sua atenção a Ino. — Bom Ino, você não poderá participar das reuniões. Disse Kurenai e Ino assentiu e saiu da sala.

    Me sentei perto de uma garota que aparentava ter a mesma idade que eu. Entre elas havia uma gestante e uma com um bebê no colo.

— Bom meninas, essa é Hinata Hyuuga nova colega de vocês.
Disse Kurenai apontando para mim.

— Bem Vinda Hinata.
Disseram todas juntas. Algumas ficaram me encarando o que me deixou super envergonhada.


Notas Finais


Bom meus amorecos U.u
Até o próximo capítulo :3
Beijinhos *-*


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