História Laços - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias A Origem dos Guardiões, Como Treinar o seu Dragão, Enrolados, Valente
Personagens Jack Frost, Mérida, Rapunzel, Soluço
Tags Harry Potter, Hiccstrid, Hogwarts, Jack Frost, Jelsa, Merida, Rapunzel, Soluço, The Big Four
Visualizações 71
Palavras 922
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


.......

Espero que gostem.

Capítulo 1 - 1


Fanfic / Fanfiction Laços - Capítulo 1 - 1

Merida corria pela Plataforma 9¾. Sua mãe, Elinor, sacudia a cabeça.

- Merida DunBroch, não é assim que uma dama se comporta! - a mãe ralhou. Merida nem sequer olhou para a mulher. Elinor se virou para o marido - Isso é culpa sua. Se ela tivesse ido para Beauxbatons como eu, ela aprenderia a ser uma dama.

- Você cobra demais dela, meu amor. Ela quis vir para Hogwarts, não podíamos obrigá-la a ir para Beauxbatons - Fergus disse. Merida se afastou mais dos pais. Passou por várias famílias, algumas despertando seu interesse.

- Para, pai, está me envergonhando... - uma menina muito pálida de cabelos negros disse.

- Oh, Mavis... - um homem grande com uma capa negra a abraçou - Prometa tomar cuidado em Hogwarts...

- Sim, papai.

Merida se afastou da dupla também. Começou a fazer o caminho de volta para perto dos pais quando esbarrou em um menino.

- Ei, olha por onde anda, ruivinha! - o garoto disse. Ele tinha cabelos e olhos castanhos e era tão pálido quanto a tal Mavis.

- Eu?! Você que trombou em mim! - a ruiva reclamou. Enquanto o garoto rebatia, Elinor apareceu atrás de Merida, separando a briga.

- Merida! - a mãe brigou novamente, com a voz fria - Damas não saem aos berros com garotos aleatórios!

- Mas ele me provocou! - Merida argumentou. Elinor sacudiu a cabeça​ e olhou para o marido, que sacudiu os ombros e virou-se para a filha.

- Sua mãe está querendo dizer que você não deve ficar fazendo tanto barulho. Mas que bom que você sabe se defender, querida.

Merida sorriu para o pai, e foi brincar com sua coruja, Maudie. Elinor suspirou.

- Ela teria se dado tão bem em Beauxbatons. Arianna, Iduna e eu fomos bem educadas por lá...

- Sua irmã Iduna mandou as filhas para Beauxbatons. E esse é o primeiro ano da caçula, Anna. Elsa está segurando bem as pontas.

Merida ouviu sua mãe suspirar.

- Iduna faz tanta falta. Arianna já era distante, após perder a filha. E depois perdeu a irmã... - a mulher sussurrou, com a voz embargada de emoção. Fergus a abraçou. Merida foi até a mãe e lhe deu um beijo na mão.

- Eu também sinto falta da tia Iduna, mamãe - Merida disse. Elinor abraçou a filha.

- Merida! Tia Elinor! - uma voz animada chamou. Merida se virou, sem se soltar da mãe. Sua prima, Anna, sorria para ela. Sua irmã, Elsa, parecia triste e melancólica, como sempre. E o cuidador de ambas, um velho chamado Olaf, andava mancando atrás delas. Por fim, Arianna Corona, tia de Merida, vinha atrás. Após a morte de Iduna, Arianna aceitara cuidar das meninas. Merida sabia o quanto doía na tia a perda da irmã, principalmente porque ela já estava sensível, após sua filha de apenas alguns meses ser sequestrada.

- Anna! O que faz aqui? - Merida abraçou a prima. Depois, cumprimentou Elsa com uma reverência, sabendo da aversão da loira a abraços e outros toques.

- Elsa e eu queríamos nos despedir antes de irmos para França. - a ruiva respondeu - Praticamente não nos vimos desde... aquele evento.

Elsa engasgou. Merida sabia o quanto a loira era apegada aos pais, e que a garota se sentia muito abalada com qualquer menção a eles.

- Bem, podemos nos ver no Natal - Merida disse. Elinor concordou. Olaf riu e começou a conversar com os adultos. Elsa se aproximou dos mais velhos, sempre silenciosa. Anna suspirou.

- Mamãe sempre me dizia que Elsa tinha um carinho especial por mim - a garota falou, baixinho. Merida se virou para ela.

- É claro que ela tem! - ela disse - Vocês são irmãs, e são as últimas Arendelle vivas.

- Então por que ela é tão fria e distante? - Anna perguntou. Merida se calou, sem saber o que responder a prima. Mas o momento passou, quando Anna reparou em Maudie.

- Que coruja linda! - ela disse, fazendo um carinho no bico da ave.

- Chama-se Maudie. - Merida disse, feliz pela mudança de assunto - Em homenagem a minha babá.

Anna riu. Aos poucos, as duas se soltaram, e continuaram conversando, até o trem apitar.

***

- Minha flor? - Gothel chamou. Rapunzel se virou para a mãe. A mulher estava trajando seu traje de professora de Hogwarts.

- Sim, mamãe? - a loirinha perguntou.

- Você sabe o que fazer durante as aulas, não é? - a morena perguntou. Rapunzel assentiu.

- Não chamar atenção, ser bastante discreta e sempre, sempre, manter os cabelos presos.

Gothel sorriu. Rapunzel sabia o quanto sua mãe se preocupava com ela, provavelmente por ser sua única família. Rapunzel olhou pela Plataforma. Havia dezenas crianças, nenhuma com cabelos tão únicos como os seus.

- Mamãe?

- Sim, minha flor? - Gothel perguntou, sorrindo.

- Por que só eu tenho cabelos tão longos? - a loira questionou.

- Ah, Rapunzel - Gothel sussurrou - Seus cabelos são mágicos, não podem ser cortados. Já te expliquei.

- Eu sei, mas... Ninguém mais tem esse poder?

- Já te disse, você é a minha flor especial - Gothel respondeu - Você é única. Eu te amo tanto, minha flor...

- Eu te amo mais - Rapunzel respondeu, abraçando a mãe.

- Eu te amo muito mais - Gothel disse. Rapunzel percebeu olhares em si. Quando olhou em volta, percebeu um garoto, de cabelos castanhos, encarando-a. Os olhos dele eram verdes como os seus.

- Mamãe, aquele menino está me olhando - Rapunzel sussurrou.

- Vamos andando, Rapunzel - Gothel disse. A loira pegou a mão de sua mãe. Puxando a mala, que continha a gaiola de seu camaleão de estimação, Pascal, ela seguiu em direção ao trem.


Notas Finais


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