História Laços - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Naruto Uzumaki, Sasuke Uchiha, Suigetsu Hozuki
Tags Gaanaru, Laços, Romance, Sasunaru, Sasusuig, Yaoi
Visualizações 180
Palavras 2.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Capítulo três


Logo os alguns poucos dias se passaram e a convivência com Sasuke tem sido irritante. O moreno me provocava sempre que podia e eu não iria ficar na minha deixando se achar como o rei do pedaço, o que tá para mais de rei dos imbecis.

Tempos mais tarde voltava da casa de um antigo amigo meu, ele mora no bairro nobre onde eu vivia em um apartamento com meu pai. Fiquei sabendo por ele que teria uma festa na casa da loira Yamanaka, eu falava com ela às vezes mas não significa que sou seu amigo. A prima chata dela é um dos motivos.

Entrei na casa, que agora também é minha  segundo o senhor Uchiha  e não encontrei ninguém, talvez tenham saído. Dei de ombros e subi para o quarto, também não encontrando Sasuke lá. A porta do banheiro estava escorada, entrei sem motivo aparente e encontrei o moreno somente de toalha, senti meu rosto esquentar.

Sasuke me olha com seus semblante sugestivo. – “Que foi? Gostou do que viu?”

Corei ainda mais se possível. – “Yaah! Vista-se Sasuke, ficou doido?”

O desgraçado começa a rir. – “Oras! Estou no meu banheiro, no meu quarto e na minha casa. E o que eu tenho, você tem. Pare de ser uma mulherzinha!”

Fecho a cara e saio bufando porta afora. Ouço ele continuar a rir e o chamo de idiota, me jogo na cama em seguida. Começo a socar o travesseiro como se resolvesse alguma coisa. Bufo e levanto a cabeça, olho para o criado-mudo da minha cama e pego o livro em que estava lendo mais cedo, continuando de onde parei ao me encostar na cabeceira da cama, como o travesseiro de apoio. Mas desisti, então fechei o livro e deixei-o do meu lado, começando a mexer um pouco no celular.

Não demorou muito e Sasuke sai do banheiro com a toalha em volta da sua cintura, começo a reparar nas suas costas trabalhadas e vejo uma gota de água descer por toda sua pele, desaparecendo no reto escondido na toalha. Levanto meu olhar mais uma vez e Sasuke agora me encarava. – “Rumm... Rummm... Perdeu alguma coisa, Naruto?” – Viro meu rosto e finjo que estava mexendo no celular, o que deu em mim para encará-lo assim?

Sasuke vira as costas para mim e entra no closet, voltando pouco tempo depois já trocado. Ficou muito gostoso naquela roupa, espera... Gostoso? Pensei isso mesmo? Devo está louco!

Percebo que Sasuke vinha até mim, me puxa contra si e derrubo meu celular no chão, mas não tive tempo de retrucar já que ele praticamente colou nossos corpos. que deu nele?

“Sabe, até que eu gosto de você ficar em encarando, prova que sou lindo e você me deseja.” – Diz o moreno rindo debochado. – “Mas vamos confirmar uma coisa, eu não sou para qualquer um.”  Frizou a última frase.

Fecho a cara e o tento empurrar, mas o imbecil é mais forte que eu e me aperta mais contra si. Nossas ereções se chocam sob a roupa e sem querer solto o gemido. O que deu em mim? Ele gargalhou e olha para mim procurando alguma resposta, como se eu tivesse alguma, idiota!

“Não... Não seja convencido, idiota! Quem você pensa que é?” – Falei tentando soar irritado, mas acho que não deu certo. – “E onde você vai assim?” – Ele estava muito bonito para quem iria sair, talvez teria um encontro?

Ele se aproxima de mim e fecho os olhos, mas somente sussurra perto da minha orelha. – “Você fica fofo corado.” – Abro meus olhos com a tamanha ousadia dele e o empurro com toda a força que tinha, e tenho certeza que meu rosto está vermelho. Pego a almofada atrás de mim e jogo nele.

Idiota! Você é um babaca, Sasuke Uchiha! Arhg...” – Reclamo e ele deixa cair a almofada no chão, logo sai do quarto. Sinto minhas pernas bambas e caio de joelhos por cima delas, acho que estou ficando louco, não é possível.

Respiro frustrado e me levanto, caminho pisando duro para fora do quarto, fui atrás dele é claro, não iria deixar por assim. Percebo que ele estava na escada parado, iria o chamar mas ele se virou para mim e seu semblante era sério, me deu medo. Ele chega perto de mim e me encolho, logo segura o meu braço com bastante força e me arrasta. 

 “Sasuke me solta, está machucando!” – Reclamo mas ele nem se importa, ele abre a porta do quarto e me jogo lá dentro. Cambaleio um pouco para trás sem entender nada.

Ele me olha de uma forma fria que me dá medo. – “Fique aqui e não saia! Não até pelo menos uns minutos.” – Disse também com uma voz grossa e me encolhi.

Fiquei assustado, era a primeira vez que Sasuke se comportava assim comigo. – “Mas...” – Falei um pouco baixo..

Não saia, não é um pedido.” – Falou Sasuke antes de sair do quarto, me jogo na cama. Ele ficou doido? Ouço algum falatório lá embaixo mas não entendia nada. Parece que Sasuke estava brigando com seu pai. Suspirei cansado e esperei um tempo como ele disse antes de descer, procurei por ele mas não o encontrei. Dei as costas para voltar ao quarto mas Fugaku me impediu.

“Viu alguma coisa garoto?” – Disse o homem e nego com a cabeça. – “Ótimo!” – Falou e deu-me as costas, entendia foi nada, mas tudo bem. Subi para o quarto e resolvi tomar um banho.

•••

Logo se tornou noite e como previ, Sasuke não retornou. Já tinha jantado em um clima estranho entre o senhor e senhora Uchiha, mas não falaria nada, não era da minha conta.

Como estava no tédio, encarando o forro branco do quarto, resolvi então sair daquela casa que me dá calafrios. Caminhava pelas ruas pensando em o quanto minha vida foi virada de cabeça para baixo após a morte de meu pai.

Minato era um homem gentil e brincalhão, sempre conquistava todos ao seu redor com seu carisma. Eu nunca tive interesse em saber de minha mãe, já que meu pai cuidava de mim tanto como uma mãe, mas a única coisa que sei sobre ela é que herdei seu sobrenome e que ela me abandonou com meu pai um mês depois.

Avistei uma pracinha simples ali perto, com balanços, várias árvores e bancos. Aproximei-me de um balanço e sentei-me, começando a me movimentar. Sinto meu bolso da calça vibrar, logo percebo que era o celular e atendo a chamada.

“Naruto, você vai me aguentar por mais um ano.” – Riu – “Advinha?” – Disse a voz do outro lado da linha.

Suspirei. – “Oi para você também Kiba. Tive na sua casa ainda a tarde e já tem novidades? O que foi?” – Perguntei temeroso.

Escuto Kiba murmurar descontente. – “Oi, oi, oi. Tá bom assim? Não me interrompa quando eu falo, idiota!” – Mas foi ele quem me disse para falar. – “Eu vou estudar na mesma escola que você. Contente?”

“Estou pulando de alegria.” – Falei com sarcasmo bem evidente. – “Como conseguiu se matricular em três ou quatro horas? Precisa de vários documentos.”

“Não seja chato! Sei que você me ama.” – Disse Kiba e eu revirei os olhos, mas sorri. É chato, mas é meu amigo. – “Então, minha mãe deu um jeito assim que disse sobre você estudar lá. Ela só precisou fazer alguns telefonemas, nada de mais.”

“Sua mãe é incrível, mas enfim... Já que vai para lá, que tal passar na casa do Sa... Minha casa e me levar com seu carro?” – Me corrigi a tempo, ele não sabia quem era Sasuke, eu acho. Kiba somente sabia que tinha me mudado para casa dos Uchiha.

“Tudo bem, agora vou para festa na casa da Ino, pena que você não recebeu o convite. Nos vemos amanhã às dez horas, tchau.” – Desligou.

Suspirei e guardei o celular no bolso. Escutei uma movimentação por perto e levanto a cabeça, vendo cinco rapazes parados na minha frente. Dancei?


••• Laços – Sasuke •••

“Nossa! O que foi isso?” – Disse Suigetsu e rir em seguida. – “Sentiu tantas saudades assim?”

“Apenas cala a boca.” – Retruco, mas sinto meu rosto arder. Paro o carro bruscamente no acostamento da rua e me viro para encarar Suigetsu. – “Qual o seu problema idiota? Porque me bateu?”

“Ora Sasuke-kun, você sabe muito bem que tem uma dívida para me pagar, então acho bom você começar a me respeitar ou eu a aumento.” – Disse o azulado na cara cínica com aquele sorriso de maníaco.

Reviro os olhos e bufo, afasto as mãos do volante e me inclino até ele novamente, puxando sua camisa, o enforcando entre o cinto e a gola. – “Olhe aqui bastardinho: Eu odeio pessoas que nem você, que pisam nos outros sem se importar com nada. Mas tome cuidado, tudo na vida tem um preço, logo o seu aparece.” – Solto ele e o mesmo começa a tossir.

Me olha debochado. – “Talvez, mas como você disse, eu não me importo.” – Suspirou mas continuou, não mudando de jeito nenhum seu semblante que me irrita. – “Você me paga com fodas no final de semana ou quando eu quero sair com você, e não é como se você não gostasse disso, porque nós dois sabemos que você gosta.” – Aproximou-se mais de mim e falo baixo, perto de minha orelha. – “Você me disse em uma de nossas fodas, só estou aproveitando.” – Mordiscou o lóbulo de minha orelha, se afastando em seguida.

O imbecil tem razão, eu gosto. Resolvi ignorá-lo e dirijo para a festa, não adiantava ficar brigando com ele. Seria no mínimo dez minutos de viagem até a casa de Ino com esse congestionamento.

Saio de meus devaneios com uma mão passando por minha coxa, apertando a cada subida. Olho enojado para Suigetsu, mas em nenhum momento ele parou. Assim que sua mão parou em meu pênis que era coberto pelo tecido da calça, Suigetsu apertou e me tirou um suspiro. O azulado sorriu e levou sua mão ate o zíper, abrindo e puxando a calça junto a minha box para baixo um poucos acima do joelho. Meu membro pulou para fora.

Suas mãos começou a acariciar meus testículos, apertando algumas vezes fazendo-me arquear as costas como reação. O miserável estava se divertindo. Logo sua mão subiu para meu pênis começando uma movimentação lenta, e seu dedo polegar foi parar na glande e com sua unha no pequeno orifício. Gemi a contragosto.

“Acho que alguém está gostando disso, não?” – Disse ele e o olhei com um semblante irritante, mas antes que dissesse algo, ele começou a me masturbar com mais velocidade. Não dava para me concentrar muito no transito, os motoristas passavam por mim buzinando pois estava muito lento. Iria parar o carro mais uma vez, contudo Suigetsu fez sinal com a mão, dizendo que não. – “Não mandei parar o carro, prossiga até chegarmos na festa, e não ouse reclamar.”

Senti que iria gozar e Suigetsu também percebeu, logo abocanhou meu membro tratando de engolir todo o sêmen que jorrava. Ele se afasta e olha para mim com um sorrisinho de canto, passando a língua nos lábios. Chegamos na festa e arrumei minha roupa, saindo do carro sendo seguido pelo azulado.

Assim que chegamos em frente a casa de Ino, já que estacionei há dois quarteirões devido a quantidade de carros, Karin aparece com Juugo. – “Onde vocês estavam? Chegamos há meia hora, essa festa começou às cinco da tarde e segundo a dona da festa só terminará amanhã.” – Sorriu sugestiva e nos encarou curiosa, lá vem. – “Estavam transando?” – Fingiu está chocada. – “Suigetsu está com os lábios vermelhos enquanto Sasuke está suado, acho que isso foi uma boquete.” – Riu e abraçou Juugo.

Karin nem Juugo sabiam sobre meu envolvimento com Suigetsu, apenas pensavam que ficávamos sem compromisso. Não me importei em dá explicações e sai caminhando na frente, entrando na festa com vários olhares em mim, a maioria eram garotas. Se soubessem que curto a mesma fruta que elas, não me olhariam desse jeito. Os outros três chegaram logo atrás de mim.

Suigetsu passou o braço sobre meu ombro e sussurrou. – “Apenas se divirta, Sasuke-kun.” – Logo se afastou e sumiu da minha vista, espero que continue assim pelo resto da noite.

Sentei-me na bancada do bar e pedi uma bebida, que prontamente o barman fez, lançando-me olhares nada discreto. Ignoro-o e tomando pelo menos quatro copos antes de ir para pista de dança, começando a dançar.

Suigetsu se aproximou de mim quando avistou-me dançando e começou a dançar. Não dei importância, mas o azulado logo me entregou uma bebida que um garçom passava com a bandeja. Tratei de engolir tudo e logo coloco na bandeja de outro garçom.

“Que tal subirmos para um dos quartos dessa casa, garanhão?” – Disse Suigetsu no meu ouvido e arrastou-me sem esperar por algum tipo de resposta, e não é como se eu tivesse alguma de qualquer forma.


Notas Finais


Tenham uma boa noite, obrigado pelos favoritos e por continuarem a acompanhar a fic.

Lançarei no máximo três capítulos por semana, abraços.


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