História Laços com Alpha - Capítulo 28


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aceitacao, Alfa, Alpha, Amor, Ciumes, Companheiros De Alma, Desaparecimento, Lobisomem, Lobisomens, Lobo, Lobos, Macho Alpha, Rejeição, Rival
Visualizações 411
Palavras 2.020
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Magia, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Canibalismo, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 28 - 28


Alice Narrando:

Abro vagarosamente meus olhos. A claridade local entra por meus olhos, o que me faz fecha-los novamente. Sinto minha cabeça doer e não êxito em soltar um gemido de dor.

— Alice? — Escuto uma voz masculina preocupado.

Viro meu rosto tentado achar força para abrir os olhos. Depois de alguns segundos, os abro vagarosamente.

A primeira coisa que vejo foi um par de olhos escuros em baixo de duas perfeitas sombrancelhas. Uma pele morena perfeita junto a um nariz e boca.

Mesmo durante todo esse tempo, eu sabia que o Alan é um Deus Grego. Mas nunca havia reparado nos detalhes de seus rosto. Tão lindo, tão robusto e tão canalha.

— Como está se sentindo? — Ele pergunta, aparentemente, preocupado.

— P-Por quê? — Pergunto com dificuldades. — P-Por que... me escolheu p-para tudo i-isso?

— Alice acredita em mim, eu não saiba. — Fala o Alan e pega em minha mão.

Em seguida, uma corrente elétrica corre pelo meu corpo.

— Seu amigo, Pedro, me contou — Diz calmo — Eu pedi para que ela saísse assim que chegamos.

— I-Isso não m-muda nada. — Digo, ainda, com dificuldades.

— Alice... — Alan suspira — Acredita em mim. Eu te amo e muito. Eu jamais faria parte de algo para te prejudicar.

— M-Mentira... — Falo enquanto sinto meus olhos pesarem novamente.

--*--

Abro, novamente meus olhos. Não tem muita claridade, pois o quarto está escuro. Viro minha cabeça e percebo que estou bem melhor.

Ao sentir isso, arrisco em sentar na cama.

— De vagar. — Ouço a voz do Alan, o que me faz olha-lo. — Ainda está fraca.

— O que está fazendo aqui? — Pergunto ríspida e me surpreendendo por não gaguejar.

— Cuidando de você — Diz calmo — São 06:00 horas da manhã.

— Passou a noite aqui? — Pergunto surpresa e ele confirma.

— Não podia te deixa sozinha. — Diz calmo.

— Ha quanto tempo... eu...

— Ha um dia. — Diz ele calmo — Se estivesse em um hospital normal, ficaria quatro dias.

— Por desmaiar? — Pergunto sem entender.

— Seu útero foi danificado. — Diz calmo — Se eu não lhe trouxesse para o hospital da alcatéia, você não poderia gerar filhos.

— Então eu...

— Não. Você ainda pode ter filhos — Diz e respira fundo — Mas quase perdeu essa capacidades.

Solto um suspiro de alívio ao saber que ainda posso ter filhos. Meu sonho é ser mãe de uma criança nascida de mim e do homem que amo. De preferência menina. E aquela... biscate quase acabou com meu sonho.

— Você já tem alta. — Diz calmo — Estava esperando você acordar. Suas roupas estão no banheiro.

Diz ele e leva sua mão até meu braço, onde ele tira uma seringa na minha veia, onde eu recebo o soro. Tento me levantar, mas o Alan impede.

— Calma diabinha. — Diz enquanto segura meu ombro — Já pode ter alta, mas o seu corpo ainda está sedado. — Diz ele enquanto me pega no colo estilo noiva.

— Ei! — Reclamo.

— Não reclama. — Alan me repreende enquanto me leva até o banheiro.

Como se eu fosse a coisa mais delicada do mundo, ele me coloca no chão. Ao sentir meu peso sobre meus pés no chão, eu os sinto fraquejar.

— Calma pequena. — Diz o Alan me segurando para que eu não caia.

Aos poucos, eu deixo minhas pernas sustentáveis e tento dar um passo a frente, mas elas fraquejam.

— Acho melhor chamar alguém para lhe ajudar a vestir. — Diz o Alan.

— Não! — Digo em um impulso e tento dar outro passo, mas dessa vez eu consigo.

Alan abre a porta e me ajuda a entrar. Ele me coloca sentada em um banco, onde avia minhas roupas.

— Qualquer coisa me chama — Diz calmo e da um beijo em minha cabeça.

Em seguida ele sai do banheiro. Com dificuldades eu tiro a camisola de hospital e coloco minha blusa. Mas a verdadeira dificuldade foi colocar uma calça moletom. Encontro um par de sapatilhas e as coloco também.

Solto um suspiro de frustração ao ver a distância que estou da porta. Com dificuldades, eu tento me levantar, mas quase caio.

— Droga. — Marmuro ao segurar na pia. Não quero chamar o Alan, pois não quero a ajuda dele.

— Alice, não está tentando levantar, não é? — Ouço sua voz do outro lado da porta.

— O que você acha?! — Pergunto ríspida.

Em seguida, Alan abre a porta e me olha. Ele vem até mim e me pega no colo, novamente, no estilo noiva.

— Menina teimosa. — Diz calmo.

— Eu não pedi ajuda. — Digo séria.

— Mas precisa. — Diz enquanto sai do banheiro.

— Não quero a sua ajuda. — Digo ríspida. — Estou assim por sua causa..

— Eu não sabia de nada, Alice — Diz calmo. — Acredita em mim.

— Não.

Alan solta um suspiro de frustração enquanto sai do quarto.

— Alice eu te amo. — Diz convicto enquanto anda pelos corredores do hospital — A sorte de te conhecer foi a melhor coisa que me aconteceu. Você é perfeita.

— Perfeito é quando a pessoa te aceita mesmo sabendo a bagunça que você é. — Digo calma enquanto saímos do hospital — Você diz que me ama, mas amor é você cuidar e proteger, mesmo de longe. E você só me machuca. — Solto um suspiro ao avistar o carro — E eu não suporto esse sua possessividade e ciúmes.

Alan abre a porta do passageiro e me coloca no banco de trás.

— Todo esse ciúmes que eu sinto, é meu jeito. — Diz e segura meu queixo com seus dedos, olhando profundamente em meus olhos — Meu jeito errado, mas o único que eu consigo mostar o quanto eu tenho medo de te perde.

Me surpreendo com essas palavras. E ao fim delas, Alan beija carinhosamente minha bochecha.

— Eu te amo e não seria capaz de lhe prejudicar. — Diz com convicção enquanto fecha a porta do carro.

Alan da a volta no carro e entra no banco do motorista.

— Para onde vamos? Vai me levar para casa? — Pergunto entediada.

— Vou resolver um assunto pendente. — Diz ele determinado enquanto liga o carro.

O olho por um breve minuto estranhando sua determinação. Mas por hora decido não insistir. Solto um suspiro ao ver a floresta.

Depois de alguns minutos chegamos em minha casa. Alan sai do carro enquanto eu abro a porta. Ele vêm até mim e me impede de sair.

— Ho garota teimosa — Diz ele enquanto tenta me pegar no colo.

— Eu não quero sua ajuda, porra! — Digo seca.

— Muito bem. — Diz ele em um suspiro. — Por que não quer minha ajuda?

— Porque eu não não confio em você. — Digo séria — Por culpa sua e da Mônica eu estou assim. Por causa de vocês meus amores estão no veterinário. Por causa de você a a Mônica o Marley nunca mais vai voltar a andar!!

— Como assim? — Pergunta o Alan — Seu amigo me contou que os cachorros estão no veterinário, mas não sobre isso.

— Vai me dizer que não sabe? — Pergunto irônica.

— Não. — Diz ele sério. — Vêm.

Diz enquanto tenta me pegar no colo.

— Me solta! — Digo ríspida.

— Não antes de resolver esse assunto. — Fala enquanto me pega no colo estilo noiva. Ele fecha a porta do carro e vai em direção a casa, adentrando nela — MÔNICA!

— O que vai fazer?! — Pergunto séria.

— Você vai ver. — Ele responde sério — MÔNICA!

— O que foi, amor? Para que gritar? — Diz ela descendo as escadas — O que ela está fazendo no seu colo?!

— Quieta! — Alan ordena sério.

— Mas...

— Quieta! — Alan a corta.

— O que vai fazer? — Pergunto.

Alan olha para mim e, novamente, como se eu fosse a coisa mais delicada no mundo, ele me coloca no chão. Mas minha perna ainda está mole por eu ainda estar sedada.

— Cuidado. — Diz enquanto me ajeita no chão.

Em seguida, Alan pega em minha cintura, para garantir que não vou cair e olha para a Mônica.

— O que você tinha na cabeça, Mônica?! — Pergunta o Alan sério.

— Do que está falando? — Ela pergunta.

— Do que você fez com a Alice! — Diz sério — Você passou dos limites.

— Amor, eu não fiz nada! — Diz parecendo convincente.

— Não minta para mim, que minha paciência está curta. — Fala ele sério.

— Mas é sério!

— Se não fez nada, então como tem um enorme roxo na barriga da minha companheira e ela quase perde a capacidade de procriar?! — Pergunta ele sério — Então como aqueles cachorros foram parar no veterinário?!

— Foi um acidente. — Diz ela convincente — Eu não queria fazer aquilo!

— Não me faça de imbecil, Mônica! — Diz o Alan sério — O ferimento na barriga da Alice foi causada por um soco certeiro no ponto fraco do útero e com a força certa. — Diz sério — Não tem como ser um acidente! Você queria que ela ficasse estéril?!

— Não, claro que não! — Diz será.

— Não minta!! — Diz ele com raiva. — E que porra é essa de você ficar comendo a comida da Alice?!

— Eu? Amor, você sabe muito bem que a Alice se nega a cozinhar para três e faz comida só para ela! — Diz a Mônica séria.

— Exato. Apenas para ela. A porção certa, sem desperdiça nada. Apenas para ela. — Diz o Alan sério — E você aproveita que não estou, e pega a comida que ela preparou para ela. Não é?!

— Claro que não! — Alan solta um suspiro de frustração.

— Porra, Mônica, eu quero conquistar a minha companheira. Quero ficar bem com ela e você está atrapalhado tudo! — Diz ele com raiva. — Você não só a machucou fisicamente, como mentalmente. Porque só se fosse tapada para não percebe a ligação que ela tinha com aqueles cachorros.

— Você não precisa dela. — Diz a Mônica — Você tem a mim. — Diz a Mônica dando um passo em direção a nós.

— Fica longe...! — Fala o Alan fazendo sinal para ela parar — dela.

— Amor...

— Peça desculpa! — Alan a corta.

— O que? — Pergunta a Mônica em sussurro.

— Ajoelhe-se e peça desculpas a Alice. — Diz o Alan moderando seu tom de voz.

— Eu não vou pedir desculpa para essa put

— CALE A PORRA DESSA BOCA E OBEDEÇA! — Grita o Alan assustando nós duas. Olho para ele e o vejo com olhos azuis brilhantes. — É uma ordem.

— Isso não é necessário. — Digo.

— É sim, senhora. — Diz o Alan sério — Vai ser por bem ou por mal, Mônica?

Mônica fecha a cara e se ajoelha bem devagar.

— Me desculpe, Alice... — Diz ela baixo.

— Eu não estou ouvido! — Diz o Alan sério.

Um lobo que ouve até as batidas do meu coração a cinco metros de distância e não consegue escutar o que a Mônica diz... Essa é nova...

— Me desculpe... Alice. — Fala a Mônica.

— Bem melhor. — Diz o Alan satisfeito — Tem vinte dez minutos para pegar suas coisas e sair dessa casa.

— O que? — Mônica pergunta em um suspiro.

— Você ouviu muito bem! — Diz o Alan — Quero você longe da Alice.

— Alan, por favor, não me afasta de você! — Diz enquanto se aproxima.

— Eu não estou te afastado de mim. — Diz sério enquanto aperta minha cintura — Estou te afastando dela.

— Alan, por Deus, não me tira daqui! — Diz ela se aproximando.

— O tempo está passando — Diz ele olhando no relógio — E não se aproxime.

— Alan, eu te amo, por favor.

— FÔRA! — Grita o Alan a cortando — Quero você longe da Alice! Tem algum problema para entender?!



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