História Laços De Amor e Sangue. - Capítulo 1


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Categorias Asa Noturna, Batman, Justiça Jovem, Novos Titãs (Teen Titans)
Personagens Alfred Pennyworth, Asa Noturna, Barbara Gordon, Bart Allen, Ciborgue, Comissário James "Jim" Gordon, Damian Wayne, Dick Grayson, Estelar, Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Jason Todd, Kon-El (Superboy), Personagens Originais, Ravena, Richard John "Dick" Grayson, Selina Kyle (Mulher-Gato), Stephanie Brown, Terra, Timothy "Tim" Drake, Timothy "Tim" Drake (Robin), Wally West (Kid Flash), Zatanna Zatara
Tags Ação, Asarae, Dickgrayson, Hqgrayson, Raerob, Ravena, Romance
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Palavras 2.240
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então. Vamos ver o que acham desse projeto. Kkkk Tem uma pegada mais dark, menos fofa e muito mais pesada na temática violência. Não se assustem com o que verão por aqui.

Capítulo 1 - Mudança de Planos


Terceira Pessoa

Richard John Grayson / Senhor Grey / Agente 37 / Dick

Ao ser pego pelo sindicato do crime e ter sua identidade revelada ao mundo pensou que aquele fosse seu fim. Para sua surpresa quando se deu por vencido e se entregou a morte acordou na bat cave com batman ao seu lado esperando que despertasse pra sair em missão.

Spiral, uma organização criada para obter segredos e manipular governos com eles, tinha uma arma que pretendia usar para pôr em prática seu plano de dominação mundial. Uma menina que parecia capaz de até mesmo derrotar o próprio Superman.

Usando sua morte como desculpa, fingiria ser um cara mau e analisaria a tal criança pra ver se ela era um risco como Amanda Waller afirmou a Bruce.

O que era uma coisa que duvidava muito. Uma adolescente capaz de derrubar o Escoteiro Azul? Bem difícil de engolir.

— Agente trinta e sete? Está me ouvindo? — Bertinelli, líder carrasca, ainda que gostosa, da organização o chama pela milésima vez.

Realmente não gostava daquele codinome. Asa Noturna era infinitamente melhor e menos tedioso. Levaria tempo até se acostumar a ser chamado daquela maneira.

— Você podia repetir a parte do final? — Pediu a mulher que o lançou um olhar furioso.

Deveria ter divagado menos durante a explicação. É que bem, estar morto é meio estranho pra ele ainda. E aquele decote o desconcentrava de uma maneira que não conseguia parar de olhar para os incríveis seios de dela.

— Você ficará encarregado de dar aulas enquanto não aprovamos seu passe para ir a campo. — a segunda agente, de nome "Romanova", também chamada de "agente três" quebrou seu silêncio por fim.

Uma mulher de cabelos loiros, com o biotipo de uma modelo, sem muitas curvas ainda sim aliado ao seu semblante sério, tinha uma classe que não se via em qualquer mulher por aí. Só queria saber como alguém como ela se meteu numa organização terrível como aquela. Poderia estar numa passarela ganhando muito mais.

— Nossa. Você fala. — se finge de chocado a fazendo sorrir.

Ao menos alguém ali sabia sorrir.

Antes que pudesse pensar em falar mais alguma piada, a porta foi escancarada passando por ela uma mulher de cabelos negros, coberta de sangue.

Verdadeiramente surpreso com o retrato de uma personagem de filme de terror, se levantou a tempo dela jogar as cadeiras longe e bater com as duas mãos sobre a mesa de madeira a quebrando onde pousou as mãos.

— Diretora... — um dos agentes de prontidão tenta se desculpar sendo silenciado pela mesma com um gesto.

— Saia daqui. — Helena Bertinelli ralhou parecendo desconfortável sob o olhar da menina.

Seria aquele seu alvo?

— O que houve Rachel? — Romanova a questionando a moça foi até ela com genuína preocupação.

— Eu não aguento mais isso. — Rachel, com a voz rouca disse pausadamente antes de jogar a mesa para o canto. — Se elas não pararem com isso, vou embora daqui. — ameaça a diretora que não conseguia se mover.

Ela estava aterrorizada. Deus, o que diabos era aquela mulher?

— Deixamos um agente responsável pela sua segurança. — A agente que ainda não tinha se entregado ao medo tentou a acalmar sem sucesso.

— Não foi suficiente! Nunca é. Elas me odeiam por sua culpa! Resolva isso Bertinelli! — Bradando dá de ombros afastando a segunda mulher.

— Mudaremos o agente, dessa vez você ficará segura. — Helena, muito abalada afirmou o olhando de soslaio.

— Quero resultados. — Rachel exige antes de sair da mesma forma que entrou.

— Nossa. Que pessoa adorável. — Comenta para quebrar a tensão do lugar.

— Um ano, falta um mísero ano pra me livrar dessa praga. — a diretora se lembrou como num manta macabro.

Então o plano seria executado em um ano?

Tempo o suficiente pra mandar pra o inferno aquele povo e destruir aquele castelo com a menina assustadora dentro.

— Helena... — a agente três tenta começar a falar com a superior ansiosa.

— Não. Eu não vou mudar de ideia. Ela vai morrer. — Dando a sentença da garota se levantou nervosa.

— Você não...

— Sim eu posso. E tire-o daqui imediatamente. — Bertinelli encerra a conversa séria.

A agente três parecia ser mais próxima da arma, logo seria muito bom a trazer para o lado dele.

Bastou fecharem as portas da sala da diretora, para que Grayson quebrasse o silêncio.

— Então, temos uma protegida rebelde? — jogou uma isca olhando para a mulher que negou.

— As meninas por serem assassinas treinadas são muito más. Rachel é uma menina muito sensível. — explica ao homem que assentiu.

— Quantos anos ela tem? — Richard pergunta sério.

Não passava dos vinte e quatro, a julgar pelo físico.

— Dezessete.

Só podia ser brincadeira. Um mulherão daqueles com dezessete anos? O que colocavam na comida e na água delas lá? Como todas as mulheres dali eram atraentes?

— Entendi.... — Dick surtando por dentro responde a mulher que pareceu pensar em algo.

— Tudo que precisar está em seu quarto. — Afirma antes de parar na soleira do quarto.

Era cinza, cinza e cinza. Nada de muito interessante.

Cansado demais pra mandar alguma mensagem para o Batman, se limitou a instalar microcameras pelo seu quarto e dormiu sem tomar um banho mesmo.

Domingo não havia aulas de qualquer forma.

Terceira Pessoa

Richard John Grayson / Senhor Grey /Agente 37 /Dick

Sua burrice, aliada a preguiça de fechar a janela, o forçou a acordar com os primeiros raios de sol, num final de semana.

Sentando sobre a cama, mexeu em suas coisas, separou uma muda de roupas e foi tomar um banho bem demorado para espairecer sua cabeça.

Se tinha uma coisa que sua cabeça estava era cheia.

Até porque se aquela garota era tão poderosa, como Helena a mataria quando cumprisse o plano? Seria ela uma moeda de troca? Como assim tinha menos de dezoito anos com um corpo daqueles? Seria um pedófilo por a achar bonita?

— Quanta coisa pra um dia só, cara. — Comenta consigo ao terminar seu banho.

Dando graças por ter um banheiro em seu quarto, abriu a porta dando de cara com a menina, agora usando seu uniforme completo, não uma camiseta branca suja de sangue, sentada sobre sua cama.

— Mais que porra!? — Dick consegue gritar em choque com a presença dela.

— Olá? — Rachel o saudou o olhando de cima a baixo com curiosidade.

— Você podia ter batido na porta, sabia? — Richard a repreeendo pega sua toalha sobre a cama.

Ao menos tinha usado seu travesseiro para cobrir as áreas mais perigosas de uma adolescente olhar.

Ele sequer a conhecia e ela já tinha quase o visto nu. Jesus Cristo. Que loucura.

— Isso no seu pescoço, vou ter também? — a estudante perguntou séria.

Sem entender, Richard parou o que estava fazendo para a fitar a procura de qualquer indício de sarcasmo. Ela estava falando sério. Para sua surpresa.

— O quê?

— Essa protuberância. — continuou a questionar.

— Isso? — Aponta para seu pomo de Adão confuso.

Em resposta ela assentiu positivamente.

— Não.

— E isso aí? — Rachel gesticulando para o pênis dele, coberto com a toalha, o deixando envergonhado.

— Como? — O rosto do homem fez uma expressão de horror que a deixou confusa.

— Isso.. — a moça tentou se aproximar para tocar nele que gritou dando um passo para trás.

— Não encosta! Pelo amor de Deus, mulher! — adverte a mesma que fica confusa.

— Dói? — ela sugerindo estreita os olhos.

— Não.... Só não faça isso! — impediu que ela o tocasse a empurrando para saída.

— Incomoda para andar? — iniciou um interrogatório realmente interessada.

— As vezes.... — Grayson limita a responder menos desconcertado.

— Por que está o escondendo é tão diferente assim? — continua as perguntas o olhando com intensidade.

Aquela menina tinha acabado de falar do pênis dele?

— Que absurdo! Eu estava tomando banho! — aperta sua tolha em torno da cintura. — Dá pra sair daqui? — O homem rosna recebendo um aceno.

— Por que você não tem isso? — Rachel questionou apontando para seus peitos, que pareciam ser bem grandes por debaixo do uniforme, diga-se de passagem.

— Por que eu sou um homem! — Fala exasperado. — Você não teve aula de biologia não? — Indaga irritado.

— Aprendemos desde sempre a matar com precisão. Anatomia, na parte de reprodução não é obrigatório de saber, as veias, ossos e órgãos internos sim... — contou a Richard que xingou toda a escola pelo seu ensino idiota.

Aquelas meninas sequer sabiam o básico.

— Você precisa assistir essas aulas, ok? — Avisa a empurrando mais uma vez para a saída.

— Você deveria comprar esses como a senhora Bertinelli fez. São úteis pra apoiar coisas. — Comentou despreocupada com o agente que quase riu da conversa.

Ela acabou de sugerir que pusesse silicone?

— Essa conversa acabou, tá legal? — Dick resmunga a colocando para fora como um cão sarnento.

— Ah, pediram pra que você comparecesse a direção. — Rachel falou do outro lado da porta.

Ainda mais irritado, Grayson bateu a porta na cara da adolescente indo se vestir. Que porra foi aquela?

Ela tinha problemas mentais sérios.

Terceira Pessoa

Rachel Roth / Agente Raven

Aquele agente era um espécime curioso. Não que tivesse de fato um interesse por ele, mas o funcionamento do corpo dele lhe pareceu muito interessante.

Mexendo nas suas coisas durante a noite anterior, encontrou vários equipamentos para vigilância além de um caderno com várias imagens.

Em especial, uma pasta, disfarçada num fundo falso de sua mala, a deixou muito intrigada.

Nela tinha relatórios sobre ela, a organização e tudo mais.

Pensativa, caminhou até o final do corredor do alojamento onde encontrou outro parecido com o agente trinta e sete, acompanhado de sua tutora sorridente.

Não entendia o que eles tanto faziam pelos cantos escuros que a deixava tão feliz, porém qualquer dia daqueles a perguntaria.

— O que faz deste lado? — O rosto sempre gentil a repreende séria.

Hoje ela usava o uniforme de missões, uma calça escura, camisa branca, botas e estava sem sutiã, além do cabelo bagunçado. Como sempre ficava quando a via pelos corredores com as agentes.

— Trazer uma mensagem. — Rachel retorna alternando seu olhar sobre os dois agentes.

— O que houve com as roupas que lhe dei? — Romanova a perguntou cruzando os braços.

Bem, odiava as roupas normais que recebia de sua tutora, uma vez que as outras alunas a infernizavam até ficarem com todas elas, com isso preferia usar o uniforme do colégio que lhe era muito mais confortável e ninguém queria ter.

Só que não podia dizer isso a agente a sua frente.

— Não achei. — Dá de ombros antes de usar suas habilidades para passar por eles, parando no corredor que daria na escola.

— O que faz por aqui aberração? — a agente cento e vinte e três a cercando com suas seguidoras estúpidas a questionou.

Ao contrário dela, a agente Júnior usava calça jeans, blusa e tênis, que haviam desaparecido de seu armário na semana anterior, maquiagem forte e tinha até mesmo o boné de uma novata que mandou para enfermaria no dia anterior.

— Bonjur, cento e vinte e três. — a cumprimenta reunindo toda sua calma.

— A aberração usa uniforme até nos fins de semana. Que esquisito. — Comenta alguém do grupo achando graça.

Talvez se não roubassem suas roupas... Bem, melhor não render assunto.

— Vamos lá esquisita, nos dê o pedágio para passar por aqui. — a agente júnior estendo sua mão a encarou séria.

— Não tenho nada. — Rachel levanta suas mãos dando um passo para trás.

Havia se esquecido de levar algo para entregar aquelas marginais estúpidas. Malditas fossem.

— Me dê suas sapatilhas e sua camisa. — Exigiu a garota sorrindo cruel.

— Elas não serviriam pra você, cento e vinte e três. — tentou negociar levando um soco da garota.

— Me dá agora! — Ela grita antes de rasgar seu uniforme a tirando do serio.

Antes que pudesse partir para cima daquela desgraçada, viu alguém entrar na sua frente.

— Vão arrumar o que fazer. — o agente trinta e sete, agora entre ela e sua agressora falou impaciente.

Assim como a maioria das agentes, usava o uniforme completo, calça, blusa de meia manga um cinto e tênis, contudo parecia melhor nele que nas demais. O que era no mínimo incomum.

E como ele a alcançou tão rápido?

— Uau, que Guarda Costas gato te arrumaram. — Comenta despreocupada a ignorando por completo.

Aquele lixo humano. Deveria a matar e fazer um favor a todo mundo.

— Vai al diavolo! — Rae xinga tentando passar pelo agente que a segura.

— Vão embora! — Ele as expulsou a impedindo de ver algo.

Iria começar a responder a aqueles monstros. Quer Bertinelli concordasse ou não.

— Essa noite isso tudo acaba. — sussurra se afastando, seguindo na direção contrária a do agente.

— Elas não valem isso, Rachel! — Escuta o homem dizer mais distante.

Apenas revidaria na mesma moeda, nada que fosse muito cruel.

Terceira Pessoa

Richard John Grayson / Senhor Grey / Agente 37 / Dick

Vendo o soco que ela levou era digno de aplausos a resistência que Rachel teve para não ir a nocaute.

E ele que achava Gotham Academy perigoso. As mulheres lá eram mais violentas que muitos caras que conhecia. Por Deus.

E que papo torto foi aquele da garota no final? Estaria pensando em cometer suicídio? Seria esse o motivo do sangue na noite anterior?

— Melhor ir cuidar do meu que ganho mais. — Dick, falando sozinho, concluiu refazendo o trajeto da noite anterior.

Aquela garota precisava de ajuda profissional, um psiquiatra ou até mesmo um exorcista.

Isso era bem óbvio. 


Notas Finais


Então.... O que acharam?
"Senhor Grey" é uma referência ao Cristian de Fifty Shades, então. Não me julguem. Kkk


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