História Laços de Sangue: O Contrato de Judas - Capítulo 13


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


“Faz muito tempo um grande escritor disse: “A vida é um palco e nós seus atores”. Mas se alguém se oculta sempre detrás de uma máscara, não terminará esquecendo seu verdadeiro rosto?”

Capítulo 13 - Máscaras


Fanfic / Fanfiction Laços de Sangue: O Contrato de Judas - Capítulo 13 - Máscaras

Uma semana depois

O Colégio Antares resolve abrir uma arrecadação de fundos para um centro de caridade com um show de talentos. Deixando todos empolgados. Alifer e seus amigos vão até a sala de música para treinar. Ele vinha treinando em uma musica de Demi Lovato que compartilhava os mesmos sentimentos que ele sentia em relação à Gaél.

- Vou cantar esse refrão aqui pessoal! – Alifer escolhe uma parte para treinar. – Três, dois, um.

“Diga-me o que fazer com você

Você tem algo em mente

Baby, o tempo todo

Você pode ficar sem espaço

Oh, yeah

Este dia foi uma longa jornada

Eu digo que é nada de novo

Diga- me o que fazer com você"

Ele para de cantar de repente quando vê alguém parado na porta da sala o ouvindo cantar. Todos olham para o lugar em que Alifer estava olhando por curiosidade e a reação de todos é a mesma.

- GAÉL!!!! – Eles gritam ao mesmo tempo.

Apenas Alifer e Dalila correm para abraça-lo.

- Quanto tempo meu amigo! – Ela o abraça bem apertado. É capaz de ouvir uns estralar de ossos em seu corpo.

- Oi Dalila, como é que está? – Ele fala com dificuldade. – Com esse abraço nunca mais vou me esquecer de você.

Assim que ela o solta Alifer o abraça também apertado.

- Gaél, você... – Ele se atrapalha. – Quer dizer eu... – Ele começa a coçar o cabelo em sinal de vergonha. – Como é que está?

Ele retribui o abraço e da um beijo em seus lábios.

- Olha só se não é o meu telepata favorito. – Sansão se levanta com Dalila para cumprimentá-lo com um toque de mão.

- Sansão, Dalila e aí?

- É bom ver você de novo. – Dalila sorri para o amigo.

- O QUE? – Alifer grita para sua amiga, depois de uma semana e é isso que ela tem a dizer. – Ela está brincando. – Ele aponta pra Cloe. – É ótimo ver você de novo, achei que nunca mais ia ver você.

Gaél repara que a sala estava um pouco bagunçada e começa há ficar um pouco curioso.

- O que que ta pegando? – Ele pergunta inocentemente.

- Não é nada! – Alifer tenta fugir do assunto. – A escola vai abrir uma arrecadação de fundos para um centro de caridade e então cada sala escolhe uma atividade.

Cloe os interrompe para dizer algo melhor que a recadação.

- Acabei de sentir e localizar um ladrão meta- humano roubando um banco. Que tal irmos até lá e coloca-lo nas grades juntos?

- Pode ser! – Sansão já se prepara para ir. – Estava afim de me mecher um pouco.

                    .............

O banco estava um pouco destruído pelo meta- humano, ele tinha o corpo feito de pedra e tinha uma força descomunal. Os policiais não conseguiam feri-lo por causa de sua pele.

- Alerta, no segundo andar. Vamos! – Um dos policiais da ordem a seus homens.

Assim que o encontra uma rajada de tiros é disparada no ladrão que para revidar chuta o chão que abre engolindo os policiais. O que ele não imaginava era que Cloe os tinha tirado de lá segundos depois.

- Eu conheço seis motivos para você não continuar por ai meu amigão! – Rosana grita para o meta- humano. Um a um eles aparecem para o enfrentar.

Cloe voa em sua direção com um ataque direto, era tão obvio que o homem a segura no ar bem na sua frente com as mãos.

- Desculpa desapontá-lo. – Ela ri maliciosamente. – Mas sou mais forte do que pareço. – Ela o chuta tão forte que ele vai até a parede.

- Rosana, Dalila, vamos acabar com isso em um ataque combinado. – Ela se junta as duas.

- Demorou sangue bom. – Dalila ri junto com Rosana.

- Prontas?

- Prontas. – Elas falam juntas.

Cloe arremessa Rosana até seu inimigo que o derruba no chão. Uma das habilidades dela é tirar os poderes das pessoas ao seu redor se ela quiser. Assim que o toca ele começa a voltar ao normal. Agora Cloe faz um encanto e pede para Dalila Atirar uma flecha que ela invoca.

- Sai dai Rosa! – Dalila grita e atira a flecha.

Rosana em um movimento de estrela perfeito desvia da flecha que atinge o homem bem no peito o teletransportando para longe deles.

- Para onde o mandou? – Sansão questiona.

- Direto para a cadeia mais próxima. – Ela vira para seus amigos e percebe que um deles não estava lá. – Cadê o Gaél?

Eles olham ao redor e até Alifer ficou confuso.

- Ele estava bem atrás de mim. – Ele procura uma resposta convincente para seus amigos e para ele mesmo. - Cara... Vou te contar, isso está começando a me irritar.

- Gaél sempre foi misterioso, pessoal. – Dalila procura defender o amigo.

- Alifer tem razão Dalila. – Sansão fala sério. – Essa mania dele sumir e aparecer sem nos avisar... Não sei não. Vai acabar afetando nossa relação.

- Vamos deixar esse assunto para depois. – Rosana explica para os amigos. Lembnrem-se que a apresentação é amanhã.

Sem mais delongas eles voltam para a escola.

                       .............

Longe dali Gaél resolve visitar Fassur. Ele estava dentro de uma casa abandonada.

- Não estava no plano enviar um meta- humano agora. Poderia ter colocado tudo a perder. – Ele grita bravo para o homem a sua frente.

- E você? – Ele o coloca contra a parede. – Não era para você estar lá com eles. Eu te dei uma ordem e você a ignorou, fazendo o que? Indo ver seus amigos. – Fassur se vira e joga Gaél contra a parede prendendo seus movimentos. Sua respiração estava tensa e Gaél podia sentir em seu pescoço.

- Se você acha que eu vou trair meus amigos... – Ele não conclui a frase por que é interrompido.

- Você não tem escolha garotinho. – Ele o ameaça. – Saiba que se você me desobedecer mais uma vez. Seus preciosos amigos serão punidos em seu lugar. Será que eu fui bem claro.

Gaél olha em seus olhos e sabia que ele não estava mentindo.

- Sim senhor. – Ele fala cabisbaixo.

- Ah, antes que eu me esqueça, você precisa decidir com quem quer seguir. - Fassur procura aconselha- lo de verdade. - Afinal se você ficar muito tempo usando essa máscara de mentiras para com seus amigos. Você mesmo se perderá um dia e nunca mais voltará.

Ele o solta deixando Gaél sozinho com seus pensamentos.



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