História Laços do Passado - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Once Upon A Time, Outlaw Queen
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Palavras 5.208
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - A verdade vem à tona


Fanfic / Fanfiction Laços do Passado - Capítulo 16 - A verdade vem à tona

Regina vê tudo ficar nublado.

Emma impede que rainha caia no chão e mesmo se preocupando com a saúde da amiga, sabe também que o que fez a rainha desmaiar foi a emoção de saber que sua filha está tão perto.

Emma– Reginaaa...Regina acorda!

Ela teletransportar Regina pra o quarto e a deixa deitada na cama.

Emma– Eu já volto (sussurra)

A loira desce pega na farmácia da morena uma garrafa de álcool e volta correndo pra o quarto.

Enquanto isso na cabana.

Robin– Mãe( chora)

Isabel– Meu filho que saudades.

Os dois se abraçam com emoção.

Isabel– Muito obrigada.

Madre– Foi um prazer senhora.

Robin– Meu Deus eu não acredito, eu achei que a senhora tinha morrido.

Isabel– Meu filho eu senti tanta saudades.

Madre– Senhora como aconteceu isso com a senhora?

Isabel– Foi aquela mulher horrenda.

Robin– Quem?

Isabel– A Cora.

Madre– A Cora?

Isabel– Sim.

Madre– Por quê?

Isabel– Por que ela...Por que ela descobriu que eu tinha um filho e estava apaixonada pelo homem que ela estava se envolvendo.

Robin – O quê?(olha com horror pra mãe)

A Madre está chocada.

Madre– Robin, ela... Ela é sua irmã?(horrorizada)

Robin respira forte e não consegue acreditar nas palavras da sua mãe ao constatar que Regina é sua irmã.

Robin– Não (sussurra)

Amy está na prefeitura mexendo nas prateleiras quando Rumple surge.

Rumple– Bom dia senhorita.

Amy – A prefeita não está aqui.

Rumple– Temos que conversar.

Amy– Não, nós não temos que conversar (vai saindo).

Rumple– Eu preciso insistir.

Rumple tranca a porta.

Amy– Por que fez isso?

Rumple– Tenho que lhe contar tudo sobre os seus pais.

Amy abre a boca e fica surpresa com as palavras de Rumple.

Amy– O que...

Rumple– Eu sei de onde você veio, a Cora brincava com os seus sofrimentos no país das maravilhas não é?

Amy– Por que está fazendo isso?( ficando aflita)

Rumple– Quero lhe contar a verdade sobre tudo.

Amy– Eu...

Rumple– Os seus pais estavam juntos há muitos anos e sua mãe descobriu que você estava grávida, fizeram planos, mas quando você nasceu, eles descobriram que você possuía magia e então eles desistiram de você.

Amy escuta tudo que o senhor das trevas mente descaradamente. As lágrimas correm no rosto da menina.

Amy– Não é verdade.

Rumple– Eles não possuíam magia e tinham horror de quem possuía magia.

Amy– Então eles me abandonaram mesmo?(chora)

Rumple– Sim, te deixaram no meio da floresta pra morrer.

Amy– Não( chora)

Amy se ajoelha e chora.

Rumple– Você devia saber a verdade ( fala perto do ouvido da menina)

Amy– Por que está fazendo isso?

Rumple– Meus motivos não vêm ao caso. Mas tinha que saber que eles não quiseram você.

Amy chora.

Rumple– Eles te abandonaram ainda suja de sangue menina.

Amy– Para, por favor, pára (grita e coloca as mãos no ouvido).

Rumple– Agora você sabe a verdade.

Ele some em meio a sua costumeira fumaça.

Amy se ajoelha desesperada.

FLASH BACK ON

Regina está em sua mansão, quando alguém bate a sua porta.

Regina– Pois não...Ah não é possível?

Robin– Bom dia senhora prefeita.

Regina– O que faz aqui?

Robin– A senhora precisa de um jardineiro.

Regina– Mas eu contratei o Leroy.

Robin– Ele não pode vir.

Regina– Então eu procuro outra pessoa.

Robin– Senhora com todo respeito, não há mais ninguém que saiba cuidar de jardim tão bem quanto eu.

Regina– Você é mesmo muito presunçoso não é?

Robin– Sou e sou um ótimo jardineiro.

Regina– Não quero seus serviços.

Ela fecha a porta.

No outro dia ela acorda com um barulho. Ela se levanta, veste o hobby e vai até a janela.

Regina– Desgraçado.

Ela desce ainda de hobby e vai mancando até o jardim.

Regina– O que pensa que está fazendo?

Robin se vira e dá de cara com a Regina de hobby curto.

Robin– Bom dia prefeita( sorrindo olhando pra pernas de Regina)

Regina– O que você tá fazendo? Eu disse que não quero os seus serviços.

Robin– Não quer dizer que não precisa.

Regina– Saia agora do meu jardim ou vou chamar a polícia.

Robin– E vai dizer o quê? Corram aqui por que um homem invadiu minha propriedade e está cuidando das minhas plantas?( rindo)

Regina bufa e sai mancando.

Robin– Ficou muito bonita com essa bota branca.

Em poucos minutos Graham chega pra expulsar Robin.

Antes de sair escoltado por Graham ele para perto de Regina.

Regina– Eu espero que aprenda que não deve me desafiar.

Robin– Eu tenho pena da senhora.

Regina– Pena de mim?(surpresa)

Robin– Por que as pessoas fazem o que a senhora quer, mas não por respeito...Eles a obedecem por medo. Aqui ninguém gosta da senhora.

Regina– Eu não quero que gostem de mim.

Robin– Que bom, por que com essa sua atitude nunca terá amigos. Eu sinto pena da senhora por que vive na solidão e no seu leito de morte só terá a mesma solidão, desprezo e ninguém pra chorar a sua morte.

Regina engole calada , as palavras de Robin enquanto ele solta uma tesoura de podar perto dos pés da prefeita e sai dali.

Graham– Quer que eu o prenda prefeita?

Regina– Não, não precisa.

Regina vai pra casa e chora muito ao constatar que tudo que Robin disse é verdade.

Alguns dias depois a rainha chega de carro perto do haras quando vê Robin e Tinker com muita intimidade mexendo em algumas plantas.

Ela desce do banco de trás ainda com a perna engessada.

Regina– Bom dia.

Os dois olham pra prefeita, mas apenas Tinker responde.

Regina– É falta de educação não responder um cumprimento.

Robin– Não sou obrigado a ser educado com a senhora.

Tinker arregala os olhos pra Robin surpresa pela atitude dele.

Regina– Devia ter mais respeito, eu sou a prefeita.

Robin– Pode até ser a prefeita, mas da minha parte só terá educação quando oferecer educação.

Regina– Você é mesmo um homem grosseiro não é?

Robin– O que a senhora deseja senhora prefeita?( fala com ironia)

Regina– Preciso de um jardineiro e ninguém nessa maldita cidade sabe cuidar do meu jardim do jeito que eu quero, então eu vim lhe oferecer...

Robin– Uma oportunidade pra me humilhar mais uma vez?

Regina– Estou lhe oferecendo um emprego.

Robin– Nem se a senhora me pagasse com todo o ouro do mundo.

Regina– Você está se recusando um emprego?

Robin– Não, estou me recusando a estar perto de qualquer coisa que se refira a senhora. Eu prefiro estar aqui com essa pessoa maravilhosa( abraça Tinker)

Regina– O que ela é sua?( enciumada)

Robin– Isso não é da sua conta prefeita Mills.

Regina fecha a cara, entra no carro e pede ao motorista pra sair.

Tinker– Não devia ter sido tão grosseiro.

Robin– Ta brincando? Ela é grosseira, mal educada e prepotente, queria mesmo que eu a tratasse bem?

Tinker– Você precisa desse emprego, além do mais ela trata a todos assim.

Robin– Ela que procure outra pessoa.

Ainda naquele dia a tarde Regina está em cima de uma escada, tentando cortar uma galha alta de sua macieira quando se desequilibra e cai da escada, mas antes que sinta o corpo em contato com o chão, ela sente os braços de alguém.

Robin– Essa foi por pouco senhora.

Regina olha nos olhos de Robin e se sente protegida naquele momento.

Eles ficam se olhando por alguns segundo até Robin quebrar o silencio.

Robin– No que estava pensando quando resolveu subir numa escada com a perna ainda engessada ainda mais com uma tesoura na mão?(a coloca no chão)

Regina– Minha macieira tá morrendo.

Robin– Ninguém se propôs a ajuda-la não é?

Regina fica calada.

Robin– Não precisa responder( pega a tesoura e sobe na escada).

Regina– Está aceitando o emprego?

Robin–Pegue um pouco de café.

Regina– Por que não deixar pra tomar café depois do serviço?

Robin– O pó de café ajuda como adubo. E pra sua informação eu prefiro bebidas fortes.

Regina sai sorrindo.

FLASH BACK OFF

Na mansão Regina está sentada na cama se recuperando do mal estar.

Emma– Bebe um pouco, vai se sentir melhor (entrega o suco pra Regina).

Regina bebe um pouco.

Emma– Você precisa ser examinada Regina, isso não é normal.

Regina– Como soube? Como achou a minha filha?

Emma– Quando eu voltei das suas memórias eu fiz uma promessa a mim mesma que só descansaria quando eu descobrisse o paradeiro da sua filha. Comecei a fazer as investigações, as peças foram encaixando. A Amy chegou misteriosamente na lanchonete da vovó, mas até aí eu imaginava que ela era uma pessoa qualquer da floresta encantada, então comecei a observá-la.

Regina respira forte ouvindo.

Emma– Então, houve o acidente, o David e eu verificamos as filmagens e...Regina você nem encostou nela.

Regina– Meu Deus do céu( com as mãos unidas)

Emma– Eu comecei a notar as semelhanças, você e ela terem o mesmo tipo sanguíneo, o carinho entre as duas, o livro que eu encontrei sobre a sua família...Tudo se encaixava! A Amy é a sua cara Regina. Nas memórias eu vi você jovem! As Mills são parecidas.

Regina– E como chegou a conclusão?

Emma– O Graham deixou escapar que a conhecia e eu o pressionei. Ele confessou que a Amy morava lá no país das maravilhas com ele e a Cora.

Regina– Eu não posso acreditar.

Emma– É tudo muito inacreditável, eu sei. O nome da sua avó é Amilya, o nome da sua filha parecia muito, parece que a Cora não soube disfarçar bem. No livro há fotos e fatos, eu já estava desconfiada, mas a confirmação do Graham bateu o martelo.

Regina– Eu sei que ela é minha filha! Eu sempre tive uma ligação especial com ela.

Emma– Ela tem a sua marca!

Regina– O quê?

Emma– Ela tem um M marcado nas costas.

Regina se emociona.

Emma– Não precisaria de outra prova. Esse lenço( aponta pra mão de Regina) significa muito pra ela. A Amy disse que estava dentro do bolso de uma camisa ensanguentada, em que ela foi encontrada, a Cora a queimou para que a menina não tivesse nenhum jeito de encontrar os pais, mas ela havia encontrado e escondido esse lenço.

Regina– Qual o propósito dela levar a minha filha e...Não interessa isso agora!

Regina sorri, mas de uma forma tão contagiante que a loira fica feliz só de presenciar.

Regina– Ainda não consigo acreditar( rindo).Amy é minha filha! Eu tenho uma filha...

Emma– Tem sim e uma filha linda Regina.

Regina– Linda mesmo. Ah meu Deus(com a mão na boca) Eu tenho que vê-la agora( vai se levantando)

Emma– Ei, você não vai a lugar nenhum.

Regina– Mas...

Emma– Nada de mas ou menos mas Regina, você precisa repousar! Eu vou buscar ela(sorri)

Regina– Eu quero abraçar a minha filha Emma.

Emma– Eu sei que quer. Fica aqui quieta, eu já volto.

Emma se tele transporta pra prefeitura.

Regina fica no quarto e se emociona.

Regina– Amy é minha filha( sorrindo satisfeita)

A morena fecha o sorriso ao sentir o seu estômago embrulhar mais uma vez, se levanta correndo pra o banheiro a tempo de depositar o resto do café da manhã no vaso sanitário.

Regina– Mas o que tá acontecendo comigo?(ajoelhada)

Depois de muito vomitar.

Ela se levanta e lava o rosto e se olha no espelho.

Regina– Por que eu tô enjoando tanto e...

A rainha arregala os olhos e constata algo que antes ela acha impossível.

Regina– Ah meu Deus (coloca as mãos no ventre) Não, não, não... Agora não!

Ela olha pra o ventre através do espelho, toca os seus seios e percebe que estão maiores.

Regina– Ah meu Deus (respira forte)

A morena coloca as mãos na cabeça e anda pelo quarto.

Regina– Será possível que...Não é possível que isso está acontecendo no meio de tanta confusão( nervosa tocando o ventre)

Ela volta pra o banheiro e se olha no espelho mais uma vez e de repente começa a sorrir, coloca uma mão na boca e outra no ventre.

Regina– Eu não acredito!(sorrindo) Eu tô grávida!

FLASH BACK ON

Os dias passaram e a intimidade entre Regina e Robin está cada vez maior.

Robin chega e encontra Regina colhendo algumas maças.

Robin– Sem a bota?

Regina– É , me livrei dela hoje( olha pra perna)

Robin– Desculpe a demora, eu estava ajudando a Tinker com uma cerca.

Regina- Você...Você gosta dela?

Robin– Gosto.

Regina– Como mulher?

Robin– Queria que eu gostasse dela como uma maçã?( pega uma maça da cesta de Regina e morde)

Regina– Eu quis dizer, vocês tem algum envolvimento emocional? Vocês forma um casal?

Robin– A Tinker é só uma boa amiga.

Regina– Sei( dá as costas e sorri)

Robin– Vou começar o meu trabalho!

Ele começa a fazer o seu trabalho enquanto Regina entra em casa e decide fazer uma torta com as belas frutas colhidas.

Algumas horas depois Robin vai embora, mas antes marcou com a morena um passeio a cavalo.

Regina está em sua cozinha, sentada sozinha e de repente tem uma ideia. Parte um pedaço da torta, coloca em um recipiente e sai de carro. Chega ao haras, monta em seu cavalo e sai.

Robin– Eu não acredito Tinker( feliz abraça a amiga)

Tinker– Eu sou a nova fornecedora da lanchonete da Granny.

Robin– Que coisa boa!

Os dois se abraçam e ele a gira no ar.

Ele abre os olhos e vê Regina solta algo no chão e sair em disparada.

Robin– Ah não.

Tinker– O que houve?

Robin– Depois eu te explico.

Ele sobe em seu cavalo e sai em disparada tentando alcançar à morena.

Robin corre muito.

Robin– Reginaaaa.

Ele grita, mas a morena não quer escutar e continua na sua velocidade.

Robin– Reginaa esperaaa.

A morena olha pra trás, mas não consegue raciocinar muito ao ver Robin cair do cavalo e ficar no chão desacordado.

Ela volta cavalgando o mais rápido possível. Desce do cavalo!

Regina– Ah meu Deus( se ajoelha)...Acorda, por favor, acorda Robin, não faz isso comigo...Por favor!( toca o rosto do ladrão)

Robin– Que perfume gostoso você tem( ainda com os olhos fechados)

Regina– Você...Ah seu cretino( solta a cabeça dele e se levanta)

Robin vai se levantando.

Regina– Como tem coragem de fazer uma brincadeira tão estúpida dessas?

Robin– Eu tinha que fazer alguma coisa pra você parar, você cavalga muito bem e eu não ia conseguir de alcançar.

Regina vai subindo em seu cavalo, mas Robin a segura firme.

Regina– Me solta.

Robin– Espera Regina eu...

Regina– Me solta, a sua namorada não vai gostar de saber dessa intimidade.

Robin– Regina a Tinker não é minha namorada.

Regina– É, deu pra perceber!(irônica)

Robin– Isso é ciúme?(sorri)

Regina– Você se acha o máximo não é?

Robin– Admite que está com ciúme.

Regina– Eu não vou admitir nada, me solta( puxa o braço, mas Robin ainda a segura)

Robin– Eu vou deixar você ir, mas antes eu quero te dar uma coisa.

Regina– O que é?

Robin a puxa com força e a beija com voracidade. Ela tenta resistir por um momento, mas o ladrão a segura em seus braços fortes e o beijo dos dois se torna mais que um momento lábios se tocando...Se torna um ato de amor nascendo.

FLASH BACK OFF

Emma chega à prefeitura e encontra Amy chorando.

Emma– Amy?

Amy– Emma (chora e abraça a loira)

Emma– O que aconteceu?

Amy chora.

Emma– Me fala.

Amy– Eu descobri a verdade sobre meus pais.

Emma– Como você descobriu? Quem contou pra você?

Amy– O Rumplestiltskin me contou.

Emma– Ele também sabia?

Amy– Como assim também? Você já sabia?

A garota de separa da loira.

Emma– Bom eu descobri há pouco tempo, mas...

Amy– Há pouco tempo? Por que não me contou? Eu tinha o direito de saber.

Emma– Eu sabia de uma parte, mas...

Amy– Você me disse que eu devia confiar em você e...

Emma– Amy me escuta.

Amy– Não vou escutar nada( nervosa chorando), nunca mais confiarei em ninguém.

Amy vai saindo.

Emma – Espera! A sua mãe é uma boa pessoa e depois de tanto tempo você vai reencontrá-la e...

Amy– Eu não quero reencontrá-la. Ela é um monstro!(grita) Nunca vou te perdoar por ter me escondido a verdade. Nunca vou procura-la ou tentar conhece-la, por que a partir de hoje eu a odeio com todas as minhas forças (vai saindo).

Emma tenta segurar o braço de Amy, mas a loira sente uma forte onda de magia a empurrar pra longe da garota.

Amy sai correndo.

Emma– Amyyy...Ah isso não é bom( respirando forte ainda no chão)

O celular de Emma toca e ela vê quem é. Ela pensa duas vezes, mas resolve atender.

Emma– Oi Regina.

Regina– Por que está demorando?

Emma– É, surgiu um pequeno problema (se levanta e vai saindo).

Regina– Aconteceu algo com a minha filha?(se preocupa)

Emma– É que...Bom.

Regina– Fala de uma vez!

Emma– O Gold passou na frente e contou pra ela uma péssima versão sobre os pais dela.

Regina– Ah meu Deus. Ela já sabe que sou eu a mãe dela?

Emma– Eu não sei até onde ela sabe, mas em nenhum momento ela mencionou o seu nome.

Regina– Cadê ela?

Emma– Saiu correndo.

Regina– Por que não a impediu?

Emma– Ah é! Eu estava mesmo pensando por que eu não a detive, é uma ótima pergunta; Lembra o que ela fez com a Marian? Ela fez isso comigo, a sua filha é forte Regina e...Regina?

A rainha já havia desligado e saído correndo procurando a filha.

Regina entra em seu carro e Emma entra na sua viatura.

Na cabana Isabel tenta controlar o filho, que anda de um lado pra o outro com a mão na cabeça.

Robin– Ela não pode ser minha irmã. Nós tivemos várias noites e...Eu não posso ser filho daquele monstro.

Isabel– O Rumplestiltskin não é seu pai.

Robin e Madre– O quê?(soltam a respiração)

Isabel– Você não tem irmãs meu filho! Você não é filho de Rumplestiltskin.

Robin respira aliviado juntamente com a madre superiora.

Robin– Me conta essa história direito mãe.

Madre– Bom, vocês tem muito pra conversar e eu preciso voltar ao convento.

Robin– Madre, eu jamais poderei agradecer o suficiente por ter salvado a vida da minha mãe.

Isabel– É verdade minha filha , muito obrigada.

Madre– Foi realmente um prazer.

A madre sai enquanto mãe e filho se sentam nas cadeiras rusticas.

Robin- Me conta essa história direito mãe.

Isabel– Eu conheci o Gold antes da Cora, ele ainda não era o senhor das trevas, você tinha pouco mais de 6 ou 7 anos, eu tinha acabado de ficar viúva. Rumplestiltskin e eu nos envolvemos, dormimos juntos poucas vezes, algumas semanas depois, quando eu descobri que estava grávida, eu fui procura-lo ele tinha acabado de se casar com uma tal de Milah.

Robin– Sei.

Isabel– Resolvi esconder dele a gravidez. Tive o meu segundo filho com a ajuda de uma parteira da aldeia, quase morri naquele parto. Nós vivíamos com muito pouco mas sobrevivemos, alguns anos depois o seu irmão ficou muito doente, eu não conseguia ajuda, então resolvi procura-lo, eu já sabia que ele era o senhor das trevas, mas mesmo assim eu resolvi arriscar por que era a saúde dele que estava em jogo. Você já estava com quase 14 anos e ele ainda com 6 anos. Eu descobri que ele estava no castelo do príncipe Leopold, deixei você aos cuidados de uma amiga da aldeia e fui tentar falar com ele, mas na noite em que eu cheguei ao castelo ele estava discutindo com ela. Fiquei prestando atenção e o vi indo embora, mas antes que eu começasse a segui-lo ela me viu e perguntou do que se tratava, parecia ser gentil, mas rapidamente se transformou. Disse que se ela não ficasse com ele, ninguém mais ficaria.

Robin– Desgraçada!

Isabel– Depois de sentir um clarão em minha direção e me vi naquela situação. Sem poder falar pra ninguém que eu não era só um cervo, todo esse tempo eu tenho tentado me comunicar, mas era quase impossível.

Robin– E o meu irmão?

Isabel– Ele ficou na floresta e foi criado por uma família de lobos.

Robin se levanta.

Robin– O quê?(fala com raiva)

Isabel– É isso mesmo meu filho, aquele que chamar de caçador é seu meio irmão.

Os dois ficam se olhando.

Longe dali. Do outro lado da cidade e separadas Emma e Regina procuram por Amy.

Regina entra na lanchonete.

Regina– Oi Granny, a Amy tá aqui?

Granny– Não, eu achei que ela estava com você.

Regina– Eu não me senti muito bem e fui pra casa mais cedo, mas quando a Emma foi lá...É um assunto complicado, depois nós sentamos pra conversar, primeiro eu preciso acha-la.

Granny– Ela não veio pra cá...Rubyy!!!

Ruby– Oi Vovó( chega da dispensa) Oi Regina.

Regina– Você sabe da Amy?

Ruby– Não, ela não passou aqui.

Regina– Eu preciso achar ela.

Ruby– Eu vou ajudar( tira o avental)

Ruby e Regina saem e a morena encosta no carro.

Ruby– Você está bem Regina?( tocando o braço da rainha)

Regina– Estou, você se importa em dirigir?

Ruby– Claro que não.

Elas entram no carro e saem.

Regina– Eu preciso achar (fala quase sussurrando)

A Rainha tira o lenço de seu bolso e o beija.

Regina– Ah...Mas é claro. Ruby, vamos a minha cripta, eu tive uma ideia ( olhando pra o lenço)

Elas seguem pra lá enquanto Emma encosta na delegacia e entra como um furação e encontra Graham.

A loira corre até a sua mesa e pega o rádio.

Graham– Me desculpa Emma, eu devia ter contado antes, mas...

Emma– Eu não tenho tempo pra isso agora.

Graham– O que aconteceu?

Emma– Nada que você possa dar um jeito.

Graham– Precisa de ajuda?

Emma– Você já ajudou demais Graham.

Sai correndo, entra no carro.

Emma– Pai( fala ao rádio), tá me ouvindo?

David– Estou Emma.

Emma– O Henry tá com você?

David– Estamos treinando. Aconteceu alguma coisa?

Emma– Aconteceu, mas não foi nada demais, eu preciso que fiquem por aí tá?

Henry– O que aconteceu mãe?

Emma– Henry, eu preciso que confie em mim tá legal?

Henry– Sempre!

Emma– O Gold encheu a cabeça da Amy de mentiras, ela saiu nervosa e...

Henry– E o quê?

Emma– A Amy tem poderes Henry.

Henry– O quê? Que maneiro!

Emma– É muito maneiro garoto, mas ela tá nervosa e não sabemos o que pode acontecer, por favor, fique aí treinando com o meu pai.

Henry– Cadê a minha mãe?

Emma– Ela também tá procurando ela.

Henry– Eu quero ajudar.

Emma– Henry é perigoso!

O rádio começa a falhar.

Emma– Henry? Garoto? Mas que droga!( joga o radio no banco de carona)

Regina e Ruby procuram pela garota.

Regina– Maldita hora em que eu deixei faltar ingredientes na minha cripta. Como eu deixei isso acontecer? Agora poderíamos estar seguindo algum pertence dela.

Ruby– Não é sua culpa Regina.

Regina– Onde ela foi meu Deus?(aflita)

Ruby– Fica calma Regina, deixa eu dirigir, você tá muito nervosa.

Regina– Eu preciso encontra-la. Eu vou matar o Gold!

Ruby– Alguém já devia tê-lo matado há muitos anos atrás.

Regina– Concordo com você.

Ruby– Regina eu posso te perguntar uma coisa?

Regina– Claro.

Ruby– Você perdeu a sua magia?

Regina é pega de surpresa com a pergunta.

Ruby– Me desculpa eu...

Regina– Eu não tenho a minha magia desde o dia que a Amy chegou aqui.

Ruby olha pra morena com os olhos arregalados.

Regina– Eu sei que ela veio com o Graham.

Ruby– Ela estava tão assustada e me fez prometer que não contaria pra ninguém.

Regina– Ela falou alguma coisa pra você?

Ruby– Na hora não, mas depois ela me contou o quanto sofreu nas mãos da sua mãe.

Regina– Ela tem sorte de estar morta. Por que se fosse viva eu mesma a mataria.

Ruby– Ela era medonha.

Regina– Você nem faz ideia de quanto.

Ruby– E a filha dela puxou muito dela.

Regina– Eu não nasci assim Ruby.

Ruby– Mas eu tô falando a Zelena. Eu sei que você não nasceu assim Regina!

Regina– Obrigada. Eu espero que a minha fi...Espero que a Amy não tenha herdado nada da minha mãe.

Ruby– Herdado?

Regina– Quer dizer, depois de ter ficado muito tempo lá com ela( desconfiada)

Ruby– Ah entendi. Eu acho que não, a Amy é doce e tem medo de magia.

Regina– Tomara que continue assim.

Ruby– Por que o Gold foi encher a cabeça dela?

Regina– Por que ele é um demônio sem alma e sem coração e quando eu tiver oportunidade eu vou arrancar o coração dele.

Ruby– Não faça isso, não deixe as trevas te atingir.

Regina– Ah Ruby, você não tem ideia do quanto estou por dentro por ele ter mexido com a Amy.

Ruby– A Amy tem a personalidade forte. Reconheço alguém nela, mas não sei quem.

Regina sorri.

Ruby– Mas ela tem mesmo pavor de magia, ficou chocada pelo fato de uma simples barreira apagar a memoria de uma pessoa.

Regina– Espera, você contou a ela sobre a divisa da cidade?

Ruby– Contei.

Regina– Então ela sabe que se passar pela divisa a memória vai embora?

Ruby– Sabe sim.

Regina– Ah meu Deus.

Regina acelera ao máximo o carro.

Ruby– Regina, o que tá acontecendo?

Regina– Ela vai atravessa a divisa.

Regina corre o mais rápido que pode.

FLASH BACK ON

Robin e Regina estão perto da macieira.

Robin- Então você não pode ter filhos.

Regina– Eu sou...Eu sou estéril( mente)

Robin– Mas já fez exames?

Regina– Não preciso de exames, é definitivo.

Robin– Eu sinto muito.

Regina– Não tem problema, eu já me acostumei com essa ideia. Vamos mudar de assunto?

Robin– Ah...Claro! Tudo bem. Nossa tá muito quente aqui!

Robin tira a camisa.

Regina– Se quiser eu trago uma limonada pra você.

Robin se vira expondo a sua tatuagem.

Regina se surpreende.

Regina– É você.

Robin– O quê?

Regina– Essa tatuagem...É você!

Ela se aproxima e toca a tatuagem.

Robin– Eu tenho ela há muito tempo( tira o canivete do bolso e expõe pra morena)

Regina sabe que aquele diante dela é o homem que está predestinado para estar ao seu lado e ser seu amor verdadeiro.

Regina– Eu não acredito.

Robin– Que eu tenho tatuagem?

Regina se aproxima ainda mais e o beija com carinho.

Regina– Eu não acredito que a vida está me dando outra oportunidade.

Robin sorri e a beija com muito amor.

FLASH BACK OFF

Regina voa com seu carro.

Ruby– Regina, por favor, vai com calma.

Regina– Eu não posso Ruby, se ela atravessar aquela maldita divisa eu vou perde-la outra vez( aflita)

De longe elas enxergam Amy há poucos metros da divisa.

Ruby– Lá está ela.

Regina acelera ainda mais o carro, ultrapassa Amy, dá uma giro espetacular em seu carro, ficando a apenas alguns centímetros da divisa e de frente a sua garota que se assusta com a manobra do carro.

Ruby– Você quase ultrapassou a barreira...Você é uma ótima motorista!( respirando forte)

Regina– Por favor, fica aqui no carro.

Regina desce correndo e agarra Amy.

Regina– Ah meu Deus( chora e respira forte e tenta abraçar Amy, mas ela não permite)

Amy chora.

Amy– Sai de perto de mim Regina. Eu não quero te machucar.

Regina– Não...Espera, por favor, espera.

Amy– Eu quero atravessar essa divisa( chora)

Regina– Não, por favor, não vai(chora) Ele mentiu, aquele monstro mentiu pra você, acredita em mim.

Amy– Eu não confio mais em ninguém.

Regina– Por favor me escuta, ele criou toda essa fantasia pra te magoar.

Amy– Não! Os meus pais me abandonaram

Regina– Eles não te abandonaram Amy, você foi tirada dos braços da sua mãe ainda recém nascida.

Amy tenta atravessar a divisa, mas Regina a impede.

Regina– Amy, eu te imploro, não atravessa essa fronteira, depois de passar por ela você perderá a sua memória e não poderá mais voltar.

Amy respira forte.

Regina– Era tudo mentira...Agora eu sei a verdade sobre o seu passado.

Amy– Como você sabe?

Regina– Confia em mim.

Amy– Já me pediram isso, a salvadora pediu, mas depois ela me decepcionou também. Você sabia a verdade sobre meu passado a muito tempo?

Regina– Não, eu soube há poucas horas, quando a Emma me levou com ela e me contou tudo, ela também não sabia.

Regina– Por favor, só me deixa contar a verdade sobre o que aconteceu e se mesmo assim você quiser partir...Eu juro que vou deixar você passar por mim.

Amy apenas consente com a cabeça.

Regina respira forte e tenta contar como pode a verdade.

Regina– O Rumplestiltskin é um monstro, um mentiroso...Ele usa a fragilidade das pessoas para envolve-las nas trevas. Ele joga com os sentimentos das pessoas, usa as nossa lembranças pra nos destruir.

Amy– Eles me abandonaram.

Regina– Não é verdade Amy. Seus pais te amaram desde o momento que souberem que você estava a caminho. Você foi a felicidade mais aguardada nesse mundo( se emociona)

Regina– A sua mãe estava sobre o efeito de uma poção, ela sabia que não podia ter filhos, mas um dia ela encontrou o seu pai e...Juntos eles conceberam a dádiva de quebrar o efeito dessa poção.

Amy– Como?

Regina– Com outra poção. Com a poção mais poderosa que existe Amy, os seus pais se amavam tanto que quebraram essa porção com o ato de amor verdadeiro.

Amy chora.

Regina– Quando a sua mãe sentiu o primeiro enjôo ela sabia que estava a caminho o seu outro amor verdadeiro. Quando a sua mãe sentiu você se mexer pela primeira vez em seu ventre( chora)...Foi a maior felicidade que podia existir.

Amy chora também.

Regina– Eles contavam os dias pra ver seu rosto, cantavam pra você...Falava com você o tempo todo.

Amy nem sabe como reagir.

Regina– O seu nascimento foi o dia mais feliz da vida deles Amy, mas durou pouco tempo, por que a Cora roubou você dos braços da sua mãe.

Amy– O quê?

Regina– Isso mesmo que você ouviu. Ela sequestrou você dos braços da sua mãe.

Amy– Mas por que eles não reagiram? Por que não me procuraram depois?

Regina– A Cora foi o ser mais perverso que já existiu, logo depois de te arrancar dos braços da sua mãe, ela lançou uma maldição da memória, pra que eles não pudessem se lembrar que tinham uma filha.

Amy– Não...Eu tô muito confusa agora!

Regina– Essa é a verdade Amy, por favor, acredita em mim. Não deixe de acreditar na pessoa que tem te dado carinho desde que te conheceu, pra acreditar naquele demônio. Eles juntos criaram essa maldição que eu lancei. Por favor acredita em mim.

Amy anda de um lado pra o outro.

Amy- Eu não sei em quem acreditar, eu tô confusa!

Regina– Querida, olha pra mim, eu posso te provar que tudo que eu contei é verdade.

Amy– Como? Como você sabe tanto sobre o que aconteceu?

Regina chora e respira forte.

Regina– Por que foi a minha filha que a Cora arrancou dos meus braços.

Amy– O quê?(sussurra)

Regina– Eu sou a sua mãe Amy( chora)

Amy e Regina se olham extremamente emocionadas.

Regina– Por favor, me deixa te abraçar.

Em câmera lenta mãe e filha se abraçam e choram com a emoção do reencontro mais emocionante de suas vidas.

Regina– Minha filha!

Amy– Mãe( chora)



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