História Lado Escuro da Lua - Capítulo 28


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Categorias Lukas Marques & Daniel Mologni (Você Sabia?)
Personagens Daniel Mologni, Igor Cavalari, Júlio Cocielo, Lukas Marques, Personagens Originais
Tags Aventura, Daniel Mologni, Julio Cocielo, Lukas Marques, Romance, Suspense
Visualizações 46
Palavras 695
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 28 - Reencontro


Uma semana se passou e hoje era o dia da minha alta. Por pressão da Ana eu acabei ligando para a minha mãe, mas eu não tinha um bom pressentimento em relação ao nosso reencontro.
Quando ela chegou eu tentei me preparar para um turbilhão de perguntas e muitas críticas da parte dela, mas por maior que fosse meu esforço eu não conseguia encontrar boas respostas para as perguntas que eu imaginava que ela faria. Pouco a pouco a aflição tomou conta de mim e a única alternativa que vi à minha frente foi agir como se nada tivesse acontecido, pois foi assim que lidamos com nossas diferenças desde que nasci.
Percebi pelo som de seus sapatos de salto que ela estava se aproximando, seus passos eram apressados e eu quase podia prever sua expressão quando me reencontrasse. Ela estava na porta, fechei os olhos e esperei pela pior de suas reações mas quando ela abriu a porta me deparei com olhos marejados e cheios de compaixão, e por alguma razão meu coração foi tomado por um profundo desejo de me jogar em seus braços e recebe-la com todo o amor que há tantos anos eu guardava.
Ela entrou a passos lentos e curtos no quarto, como se tivesse entrando na jaula de algum animal feroz, mas eu não a culpava, afinal por muito tempo nossa relação foi baseada em afrontas e desrespeito, sempre atacando uma a outra. Quando chegou perto o suficiente para que eu pudesse tocá-la eu fiz menção de segurar sua mão, mas antes que eu concluísse a ação ela me puxou para um abraço apertado, e então nos rendemos ás lágrimas.
Mamãe colocou as duas mãos em meu rosto e começou a acariciar meu cabelo enquanto me olhava atentamente, então, para a minha absoluta surpresa ela me pediu perdão.
Meu coração se encheu de compaixão e carinho por aquela mulher que eu considerava fútil e mesquinha que eu nem conhecia, mas que me fazia uma falta imensa desde o dia em que nasci. Sim, eu a perdoava.
Ela me ajudou a tomar banho e me vestir, lavou e penteou meu cabelo e enquanto ela o fazia percebi que estava chorando mais uma vez.
- O que foi, mãe?
- É que... – Ela soluçava. – Analua, eu não me lembro qual foi a última vez que eu cuidei de você.
Era verdade. Por toda a minha infância eu vivi aos cuidados de governantas e empregadas, pois minha mãe nunca tinha tempo para mim, mas eu não sentia rancor ou ressentimento, na verdade eu sentia apenas uma carência inexplicável de sua atenção.
Quando ela assinou minha alta nós duas saímos de mãos dadas de dentro do hospital e mais uma vez fui surpreendida, pois quem estava nos esperando não era meu pai, era o Lukas.
Ele tinha um grande buquê de rosas nas mãos e seu sorriso quase saltava de seu rosto quando me viu. Me joguei em seus braços e o beijei enquanto minha mãe colocava a bolsa no carro e sentava no banco de trás.
Agradeci Ana antes de sair e então partimos. Depois de alguns minutos percebi que não estávamos no caminho para a minha casa, mas não questionei. Só quando reconheci o caminho para a chácara do Lukas que perguntei o motivo do desvio. Eles apenas pediram que eu tivesse calma e logo me explicariam.
Assim que entramos na chácara uma paz de espírito me tomou pela primeira vez desde que tinha partido dali, então deixei de me importar com o motivo pelo qual tinha voltado.
Júlio, Daniel, Renata, Natália e Igor nos esperavam lá com um cartaz de boas-vindas e uma festa, e mais uma vez agradeci a força superior que fez com que meu caminho cruzasse o deles.
Eu podia ver o desespero no olhar da minha mãe quando viu quem eram meus amigos, mas ela não desfazia o sorriso do rosto. Ela finalmente estava tentando me entender. Abracei ela e agradeci, então corri para meus amigos que me apertaram num abraço em grupo.
Foi um dia maravilhoso com muita paz e alegria. Eu estava cercada de pessoas que amava e nenhuma daquelas lembranças ou vozes me alcançavam.


Notas Finais


Espero que estejam gostando!


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