História Lado Escuro da Lua - Capítulo 29


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Categorias Lukas Marques & Daniel Mologni (Você Sabia?)
Personagens Daniel Mologni, Igor Cavalari, Júlio Cocielo, Lukas Marques, Personagens Originais
Tags Aventura, Daniel Mologni, Julio Cocielo, Lukas Marques, Romance, Suspense
Visualizações 74
Palavras 741
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 29 - Adeus?


No fim do dia todos foram embora, Daniel estava no carro com a Natalia, e ficamos Lukas, eu e minha mãe na casa, então ela nos chamou para uma conversa:
- Filha, eu não quero te forçar a falar nada. Você não precisa me falar nada que você não queira, eu só quero te proteger e garantir a sua felicidade. - Balancei afirmativamente a cabeça e recebi de bom grado aquelas palavras carinhosas. – O Lukas foi me procurar e me contou tudo que sabia, e eu sei que você não estará segura se eu te levar pra casa. Seu pai não sabe onde você está e nem vai saber por mim. Eu estou indo, mas você vai ficar com o Lukas. Aqui estão seus documentos, apesar de achar que você precise de novos, e já trouxemos a maior parte das suas roupas durante a semana. Ah, fica tranquila que foi a Natália quem escolheu o que trazer. – Ela disse, me fazendo rir.
Era inacreditável a metamorfose que ela tinha sofrido enquanto eu estava longe. Abracei-a e agradeci por tudo.
- Só me promete uma coisa. – Pedi com os olhos marejados.
- Claro querida.
- Promete que isso não vai ser um adeus.
Ela começou a chorar mais uma vez e me deu um abraço apertado.
- Prometo meu amor. Prometo.
Choramos muito e eu fui levá-la até o carro. O Lukas me abraçou quando bati a porta de trás do carro do Daniel e ele levou minha mãe de mim. Eu sabia que não veria ela novamente tão cedo.

Voltamos para a casa e sentamos juntos na rede observando a piscina enquanto conversávamos. Chegamos no assunto que ele tinha evitado enquanto eu estava no hospital, então ele acendeu um cigarro e finalmente me esclareceu:
- Sabe aquele garoto de quem você me falou? O Téo?
- Sei.
- Quando você foi sequestrada ele procurou a Laís e a Nina para pedir ajuda. Elas me procuraram e nós quatro nos encontramos para decidir o que fazer. Ele nos contou tudo que sabia, e nos alertou sobre a polícia, que está corrompida e envolvida no mesmo submundo que seu pai, mas o que preocupou mesmo foi o áudio de resgate. Ele disse que com certeza era um sinal de que você estava correndo risco de vida. Decidimos procurar sua mãe e pedir a ajuda dela, mas não foi preciso contar sobre o sequestro, ela já desconfiava da mente doentia do seu pai. – Ele não me olhava enquanto falava. – Então a gente se organizou e bolamos um plano. Sua mãe ajudou o Téo a entrar na sua casa, ele invadiu o computador do seu pai e encontrou sua localização pra gente, então foi só arrumar um jeito de chegar até lá e te pegar.
- Como o Téo sabe tanto sobre mim e sobre meu pai?  
Ele engoliu em seco e continuou:
- Acho que você devia conversar sobre isso com ele. Eu não sou a melhor pessoa para te explicar. – Consenti com a cabeça apesar da frustração, então ele continuou:
- Lembra que na última corrida que fomos eu te disse que você ainda não sabia nada sobre equipes de racha? – Ele travou.
- Lembro. – Engoli em seco.
- Você não sabe mesmo. – Fez uma pausa para descartar a fumaça de sua última tragada e prosseguiu:
- Eu não quero que você tenha medo de mim, nem me olhe com outros olhos depois do que eu vou te contar, mas isso provavelmente vai mudar todo seu conceito sobre a gente.  
- Lukas? O que aconteceu?
Ele respirou fundo e começou:
- Tráfico, tiroteios, armas, violência e drogas são coisas do nosso dia a dia. Os carros são nosso maior tesouro, porque só quando estamos neles que sentimos que não estamos fazendo mal a ninguém. Mais ou menos quinze pessoas morreram naquela noite, e isso incluiu o pai da Natália, mas pela primeira vez eu não me senti um bandido por estar atrás daquelas armas. Eu me senti um herói. – Ele riu fraco, desacreditando de suas próprias palavras. – Eu não queria nem saber se existia uma família por trás de cada um ali, eu derrubei cada filho da puta que entrou no meu caminho, porque eu só pensava em tirar você de lá.
Fiquei sem reação, mas ele continuou:
- Sabe, a gente sabia que não ia ser tranquilo, mas todo mundo concordou em assumir todos os riscos.
- Eu quero saber tudo, Lukas.


Notas Finais


Espero que estejam gostando!


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