História Lado Positivo - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO, SHINee
Personagens Kai, Taemin Lee
Tags Exo Drabble, Exo Fluffy, Taekai, Taekai Fluffy
Visualizações 19
Palavras 2.143
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drabble, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oi gatxxxs
essa ideia tava morfando semi-pronta, e como hoje eu só tenho a comemorar( final de semana! t.t ), resolvi terminar e dar de presente para minha linda: @misaunnie 'aplausos.mp3•

a música de inspiração vai estar nas notas finais
e ai de quem vier me falar de novo que eu só escuto música ruim porque meu gosto musical é uma uva ¬¬

Ah, antes que eu me esqueça: Quero-só-ver quem acha a referência que eu coloquei aqui!

Informação importante: Jongin tem 1.82cm

boa leitura e viva aos casais alternativossss
( viva a exo e shinee também, amém sm )

Capítulo 1 - – Família




O sol estava no seu auge naquele meio dia de sábado. O céu livre de nuvens denunciava um dia lindo e livre de chuvas, mas, consequentemente, caloroso. 

Por isso Taemin sempre que lembrava, chamava o filho para passar-lhe protetor solar nas generosas bochechas, nariz e mais onde o sol pudesse queimar ou deixar ardor. 

— Jongin, levanta aqui a franja dele — o moreno, que antes estava absorto nos próprios pensamentos enquanto olhava as outras crianças correndo pelo gramado do parque grande, sujando as roupas e ralando os joelhos, ajudou o esposo, levantando a franja do pequeno Heungsoo. — Valeu, Nini. Agora vá, Soo. 

E o garoto saiu correndo que nem sovina em black friday, se juntando a um grupinho de garotos com quem já havia se enturmado, e vendo isso, Jongin balançou a cabeça em negativo, Heungsoo tinha que, justamente, se juntar com as miniaturas de maloqueiro que subiam na estrutura dos balanços? 

— Eu sei. Ele lembra a mim quando era menor, né? — o mais velho soltou do nada, como se lesse os pensamentos do moreno, que o olhou com o típico sorriso besta e desacreditado. Quando os olhares se encontraram, Taemin também sorriu, passando um dos braços pelos ombros daquele cara sensação. — Que foi? 

— Nada, arruaceiro! — riu nasalado enquanto acusava o mais velho, sentindo uma pontinha no peito tranformar seu sorriso em um meio desolado. — Faz tempo, né? Mas agora é a vez dele de crescer...— sentiu as unhas meio compridas acariciando seu couro cabeludo quando o loiro escorou-se no ombro alheio. Automaticamente fechou os olhos. 

— Faz. — o loiro constatou, aspirando de forma comedida o aroma leve e quente de thymo e pêssego. Nunca enjoava daquele cheiro, embora fosse deveras chato nesse aspecto, sempre que sentia falta deste um vidro novo aparecia pelas coisas de Jongin com um cartãozinho de um e noventa e nove, desses mesmo que vem com frases de bom dia e eu te amo. — Mas é o natural, sabe? A função da gente agora é orientar ele, dar o que a gente não recebeu e aconselhar pra que ele não faça tanta cagada como fizemos. 

—  Você tá certo — piscou, com um biquinho em aceitação. — Mas nem vem mesmo, Taemint! Você quem era o intestino da panelinha.

O moreno abriu um dos olhos para espiar o sorriso traveso que agora o loiro tinha nos lábios bonitos, mas ainda desfrutava daquele carinho gostoso no pé da nuca. 

— Hm — resmungou. — Mas você gostava. O Kyungsoo tinha os quatro pneus arreados por você e você nunca deu bola, tu gosta mesmo é do intestino aqui. 

Ergueu o rosto e Jongin mal abriu os olhos, voltando a fechá-los para um deslizar de lábios curto e estalado, findado por um selinho. 

— Eu gosto da sua coragem. — corrigiu, encarando os olhos interessados de Taemin nas suas próximas falas. — Apesar de que isso signifique "Já que o Kai disse preto, vou dizer branco e pronto" — imitou, fazendo o outro rir alto — Eu admiro que você não escute ninguém quando precisa alcancar um objetivo, sabe?

— O cabelo... — lembrou baixinho, ambos sorrindo com a memória do dia em que o mais velho queria mudar de visual, e enquanto Jongin dizia pra ele continuar no preto, ele foi lá e platinou de vez. — Mas Nini, eu também posso errar. É justamente por esse excesso de coragem que eu quebro a cara muitas vezes, não fique me colocando nesse pedestal porque o certinho dessa relação é você. 

— Ah! — ironizou, como se este fato estivesse esquecido e ele tivesse lembrado. — Até porque o Heungsoo tá esse meninão por minha causa...e que pedestal? Eu tô elogiando mas não se ache não, viu?  

Levantou as sobrancelhas, mas logo levou a mão ao ombro estapeado.

— Primeiro que nem me achar eu preciso, porque eu já sou — levantou um dedo, pontuando para levantar o segundo — segundo, você foi e é um pai excelente, Jongin. Meio sem jeito, mas da sua parte, tenho certeza que o Soo não sente falta de nada. 

Olhou para o filho, que apontava para si e Jongin enquanto, estranhamente conversava com os colegas sem se pendurar em algo ou correr desesperado. Acenou com um sorriso de boca fechada e viu o pequenino acenar de volta com afinco. 

— Tá certo, Taemin, tá certo — concordou, mas com aquele de insinseridade — Vai lá chamar ele, ou a gente não almoça hoje. 

O moreno ohou de relance o relógio de pulso: meio dia e uns quebrados. 

— Por quê eu, hein? 

— Então você quer guardar os brinquedos? — apontou para o amontoado de carrinhos, peças de montar e até mesmo, uma boneca de porcelana que Heungsoo, a medida que ia enjoando de determinado brinquedo, o jogava ali perto dos pais, resultando numa pilha sobre o banco. 

— Heungsoo! — Taemin se virou depressa para fugir da arrumação, indo de encontro ao filho, que perguntava, manhoso, se podia ficar mais quinze minutos brincando. — Não, Soo... Nem dez, quanto mais quinze? Nessa brincadeirinha seu pai tá azul de fome. — agachou para pegar o filho no colo — Outro dia a gente vem, tá? Appa promete! É que você já me pediu pra ficar demais. 

 Beijou a bochecha redonda do seu procedente, que fez um bico. 

— Tchau! — o garotinho gritou meio desanimado para os amigos, que acenaram igual. 



Uma vez Soo acomodado no booster e devidamente seguro, Taemin adentrou o banco do passageiro, aproximando-se do moreno, que dirigia, para sussurrar. 

— Observe o comportamento dele — e voltou para o lugar de origem, escutando uma indagação confusa — Observe. 

Reforçou, e Kai assentiu. 

Seguiram a viagem meio calados. Taemin queria mostrar ao esposo que sua teoria estava certa, e com aquele silêncio Jongin só tinha mais certeza de que sim, o filho deles estava mais pensante que o normal, e o normal seria ele tagarelar até Taemin estar procurando desesperadamente a cartela de dipirona pelo carro.

Quando pararam no sinal, Jongin resolveu parar de curiosidade. 

— Filho — chamou, mas o garotinho não respondeu, olhando pra baixo. O mais novo tirou os olhos do retrovisor e virou para o pequenino, que permanecia com a preocupante expressão desanimada. — Filho!

 — Hm? 

— Aconteceu alguma coisa que você queria contar pro pai? 

Heungsoo balançou a cabeça em negativo, mas quando abriu a boca para falar, Jongin escutou a buzina atrás de seu carro e voltou a atenção ao trânsito. 

— Tem certeza, bebê? — foi a vez de Taemin insistir, aproveitando-se da intimidade com ele. 

Houve mais silêncio. Era como se o garotinho estivesse escolhendo as palavras, ou a forma que iria falar. 

— Papai, eu tenho uma mãe, não tenho? Onde ela está? — só então o loiro se deu conta do que estava afligindo o coração pequeno, e antes de começar a falar, seus olhos bateram nos de Kai e o pequeno questionou mais. — Como eu estou aqui se mocinhos não podem carregar bebês na barriga? 

Apesar de ser uma pergunta totalmente inocente, Taemin sentiu um vacilar. A resposta que era complicada, Heungsoo chegara para os dois com pouco mais de um ano, mas agora, com quase cinco, era justo que tivessem essa conversa. Mas se tinham que começar, começariam do começo. 

— O que te levou a pensar nisso filho?

— Como assim? — não entendeu. 

Os mais velhos tiraram o cinto quando o carro já estava bem posicionado na garagem, mas quem foi tirar Heungsoon do booster fora Jongin. 

— Alguém te disse alguma coisa para você pensar assim, e então vir perguntar a gente? — o moreno explicou, e ambos viram a criança assentir. 

— Quem, filho? — acarinhou os cabelos escorridinhos, iguais aos de Jongin. — Foi um colega do parque? 

— Foi. Foi o Chaejin. Ele disse que ter dois pais era estranho e que eu tinha uma mãe, aí eu disse que...que...— quando os olhos miúdos emcheram de lágrimas, Soo escondeu o rosto no ombro do rapaz tão parecido consigo. 

— O que você disse, meu príncipe? — Taemin chamou o esposo com um gesto, para que todos entrassem em casa, e assim foi feito. — Não chore, venha cá — Kai lhe deu o garoto nos braços e os dedinhos do Lee se apressaram em limpar o rosto do filho, dispondo-se no sofá da sala com um Soo choroso nos braços. 

— Eu disse que não era estranho... — temtava engolir o choro, soluçando — Mas ele disse que era e que meninos não carregam bebês na barriga, e eu fiquei triste. 

— Você está chorando porque não conseguiu proteger o appa Nini e eu, Soo? 

A criança assentiu. 

— Então sente aqui e escute, ok? — mas um gesto positivo, e Taemin lhe sentou no sofá, entre ele e o marido. — Amor, aquela música que você cantou pra mim quando...— interrompeu-se. Os planos do casal eram de ter um filho, mas três tentativas não deram resultado com o sêmen do mais velho, como fora acordado e era seu maior desejo, e sendo assim, o sêmen do Kim que acabara sendo coletado.

Mas apesar de ser uma frase solta, o moreno entendeu e lembrou, segurando a mão do menor antes de começar. 

— Eu encontrei um homem de dois pés de altura 

Esse homem era muito ambicioso

Esse homem era muito ambicioso
Em um mundo que é tão vicioso
Para todos nós
Eu disse oi
Ao que ele respondeu, ele disse:
Ouça a essas palavras que eu tenho vivido por toda a minha vida
Você é apenas tão alto
Quanto seu coração te deixará ser
E você é apenas tão baixo
Quanto o mundo te fará parecer
Quando a caminhada ficar agitada,
E você sentir que pode cair
Apenas olhe pelo lado bom,
Você tem aproximadamente seis pés de altura ( N/A: 1, 82cm ) 


Jongin cantava bem. Ele tinha voz, e, enquanto Heungsoo prestava atenção na letra e sentia a miniatura de coração aquecer-se, Lee quase chorava ao lembrar de como tudo começou, de como fora difícil para os dois tomar a decisão de criar e educar uma criança, de formar uma família e tudo mais. Taemin enfrentava as barreiras corajosamente, mas quando caía, e se sentia com uma vela no escuro, Jongin estava lá com todo amor e apoio moral do mundo, acendendo a luz.


— Eu encontrei um homem de doze pés de altura (3,65 m)
Ele parecia um gigante
Em um mundo que era desafiador da altura dele
Eu disse oi, ao que ele respondeu, ele disse:
Ouça a essas palavras que eu temi toda a minha vida
Você é apenas tão alto
Quanto seu coração te deixará ser
E você é apenas tão baixo
Quanto o mundo te fará parecer
Quando a caminhada ficar agitada,
E você sentir que pode cair
Apenas olhe pelo lado bom,
Você tem aproximadamente seis pés de altura (1,82 cm)

O loiro atraiu a atenção de Soo, cantando a outra parte da canção. Foi a vez de Jongin beirar o choro porque, enquanto Taemin cantava, ele lembrava mais atrás, em quando sentia-se tão nanico quanto o homem ambicioso, mas seu coração, Lee Taemin, o fazia parecer um gigante.


 Eu sou um homem de seis pés de altura (1,82 m)
Apenas procurando algumas respostas
Em um mundo que não responde
A nenhuma delas
Eu direi oi,
Mas não responderei às cartas que você escreve
Porque eu encontrei alguma paz de espírito
Porque eu sou apenas tão alto
Quanto meu coração me deixará ser
E eu sou apenas tão baixo
Quanto o mundo me fará parecer
Quando a caminhada ficar agitada,
E eu sentir que posso cair
Eu olharei pelo lado bom,
Eu tenho aproximadamente seis pés de altura (1,82 m) 


Kai terminou a canção, que era tão pessoal para ele, que virara pessoal para seu marido e agora, para o seu filho. O moreno deixou as lágrimas quentes rolarem por suas bochechas. 

— Soo — o mais velho chamou o garoto enquanto trocava de lugar para sentar no colo de Jongin. — O seu amiguinho, o Chae — deu uma pausa e olhou para cima, como se isso segurasse suas lágrimas em seus olhos. — O Chae nasceu da barriga da mãe dele. E muitas crianças nascem da barriga das mães, mas outras nascem do coração, hm? Você teve a felicidade de ser fruto do nosso amor, Soo, então se um dia ele voltar a te falar tais coisas, não se sinta chateado nem menor, apenas diga o que você entendeu, em relação ao que eu disse agora, a ele. Tá certo? 

— Tá certo... Pai — chamou, escutando dois "hm?" e risadinhas — Eu amo que minha família seja vocês. 

Heungsoo ficou em pé no sofá, e com um sorriso sincero e o rosto vermelho, abraçou seus dois pais.

O almoço acabou sendo pedido para delivery, Taemin achou seu antigo violão e ensinou ao pequeno como afinar e tocar a música que foi cantarolada durante o dia todo, regando-o com risadas, abraços e brincadeiras dos três. 


•t k•





Notas Finais


Me supeerei no fluffy, né? Pois é.
Alguém aí achou a referência? Bate aqui o/
Mas comenta aí pra ter certeza :p

Link da música: https://youtu.be/-zm6i-C0p1Y

O próximo capítulo é uma continuação desse, mas vai se passar durante a noite e nem preciso dizer o resto, né?
Quanto melhor o feedback mais rápido eu posto o segundo capítulo ~

Capa sujeita à mudanças. O capítulo vai ser revisado então, pode ser que eu acrescente algo aqui no final, eu aviso se editar.

Até, filhotinhos! xoxo, me avisem dos erros


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