História Lados Opostos - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias David Luiz, Flavia Pavanelli, Lionel Messi, Neymar, Oscar Emboaba
Personagens Neymar, Oscar Emboaba, Personagens Originais
Tags Bruna Marquezine, Drama, Flavia Pavanelli, Futebol!, Neymar, Olimpíadas, Romance
Exibições 287
Palavras 2.592
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Violeta - A Festa dos Brasileiros



    Eu estava sentindo algo que jamais tinha sentindo antes. Emoções de variados níveis tinham se apoderado de mim, sentimentos pitorescos haviam se instalado em cada célula minha. Eu sentia as áreas meticulosas do meu corpo ficaram em chamas com as porções de olhares que tinham recaído sobre mim, mas era só o dele que me importava. As minhas costas estavam quentes com o olhar massacrante de Neymar. Eu sabia que ele estava atento á cada movimento meu. Isso era bom. Muito bom porque era exatamente o que eu queria. Eu estava fazendo justiça ao sobrenome Mantovani Benitez, aqueles que eram conhecidos por chamarem a atenção e não deixaram nada passar batido. Eu sou Violeta Mantovani Benitez, e não será o camisa dez da seleção brasileira que me fará abaixar a cabeça. 
    
    — Ei, também quero participar! — Rafaella soltou um gritinho agudo, correndo na minha direção e ficando ao meu lado e começando a dançar no mesmo compasso. — Você é maligna, Lê! — Ela sussurrou perto do meu ouvido, sorrindo maliciosa. 
   

— Só estou devolvendo na mesma moeda! — Respondi, balançando os quadris conforme eu tinha visto no videoclipe. 
    
    Ele parecia que iria explodir, eu só não sabia se era de raiva ou irritação. Neymar apertava a garrafa de cerveja ao redor dos dedos com força enquanto David tentava o acalmar e Daniel caía na risada com os outros. Eu sorri provocativa, ficando de frente para ele. Era apenas dois metros que nos separavam. Dois metros entre o meu corpo e o dele. A forma como Neymar estava me olhando me deixou quente em áreas impróprias. Ele não desviava os olhos dos meus, e eu também não pretendia fazer isso tão cedo. Molhei os lábios lentamente, levando as madeixas do meu cabelo para cima e as prendendo sem firmeza em um coque no alto da cabeça. Eu olhei pela visão periférica e fiquei surpresa quando vi que grande parte das mulheres que estavam ali se juntaram a nós. Shakira parecia se divertir ao lado da esposa de Messi, que fazia alguns movimentos meio desengonçados. Eu sorri mínimo, erguendo um dedo na direção de Neymar e o chamando sem sutileza alguma. Ele riu sem humor, balançando a cabeça de um lado para o outro como se desaprovasse o que estava fazendo. 
    
    Eu provavelmente iria perder o emprego depois disso, mas o importante é que eu fiz justiça da melhor maneira. 
    
    — Não me encosta, não me beija, só me olha, me deseja. Quero vê se você vai aguentar...— Eu cantarolei, satisfeito ao vê-lo deixar a cerveja de lado ao assentir quando David falou alguma coisa que o fez vir até mim. — Eu rebolo, te enlouqueço... Bate palma que eu mereço! 
    
    — Você é uma menina muito má — Ele sussurrou no meu ouvido, dedilhando os seus dedos na minha cintura e me trazendo para mais perto de si. — Você tá fazendo com que a metade dos homens solteiros dessa festa babem no seu corpo...— Ele desceu um pouco mais a mão. — E eu não tô gostando nada disso. 
    
    Eu engoli em seco, aproximando os meus lábios de seu ouvindo, e falando um trecho da música como resposta:
    
    — Então segura pressão, muita pressão. Minha intenção é sedução. 
    
    Neymar riu alto, balançando a cabeça para os lados e beijando devagar a minha testa. 
    
    — Você ainda vai me deixar louco, gatinha. 
    
    — Mas essa é a minha ideia  — Dei de ombros, sorrindo inocentemente para ele. 
    
    — Então parabéns, você acaba de conseguir. — Eu apertei os olhos quando o vi se aproximar de mim com a provável ideia de me beijar. 
    
    — Você só vai sentir o gosto dos meus lábios nos seus de novo quando se decidir sobre o que realmente quer. — Murmurei baixo, vendo-o franzir o cenho confuso. 
   

— Você quer que eu me resolva? 
       

— Foi o que eu acabei de falar — Respondi como se fosse óbvio. 
   

— Tudo bem, então — Neymar passou a língua entre os lábios. — Quando menos você esperar eu irei lhe dizer uma resposta sobre isso. Vou resolver os meus problemas e aí...— Ele me segurou pela minha cintura, deixando nossos rostos tão próximos que eu podia ver o verde em meio as suas íris castanhas. — Eu só não irei provar o gosto dos seus lábios quanto do resto do corpo todo. 
   

Eu arfei audível, ficando quente em áreas inapropriadas para o momento. A minha respiração ficou mais agitada quando ele deixou um beijo casto no canto da minha boca antes de me largar, virar as costas e ir para bem longe de mim. Eu estava chocada demais para dizer algo, podia sentir que a minha pele tinha esquentado e não era em razão dos raios solares. Eu estava com medo das minhas bochechas estarem vermelhas de vergonha, apesar de eu sentir que a minha circulação sanguínea ficou instalada naquela região. Engoli em seco, olhando para os lados atordoada e observando com certo alívio que as outras pessoas estavam entretidas demais com a dança das meninas que nem repararam em mim ao ponto de notar o que estava acontecendo. Suspirei fundo, andando com as pernas meio trêmulas até onde Davi estava brincando com os coleguinhas. 
    
    — Está tudo bem, Violeta? — Piqué perguntou aparentemente preocupado quando sentei ao seu lado na canga. 
    
    Eu estava perdida, em estado de choque com o que tinha acontecido, o que me fez ter alguns segundos de silêncio incoerente antes de respondê-lo corretamente. 
    
    — Tá, tá tudo bem sim — Eu forcei um sorriso animado, o que deve ter sido convincente já que Gerald assentiu e voltou a olhar na direção de onde a mulher estava. — Davi... Vamos ir para debaixo de algum lugar mais fresco? Esse sol tá de rachar a cabeça. 
   

— Tudo bem, vamos — Ele concordou, se levantando e pegando os brinquedos. — Tia LêLê, eu tô com fome. 
    
    — Muita, muita, muita? — Questionei tentando parecer risonha, o pegando no colo e caminhando para dentro da casa. 
         

— Muitão! Tô querendo comer um prato com feijoada e muita carne — Ele disse animado. 
   

— Meu Deus, Luquinha! Você é um menino muito guloso! — Soltei um gritinho agudo quando ele enterrou a cabeça na curvatura do meu pescoço. Eu ajeitei Davi nos meus braços, indo na direção da cozinha e ficando deslumbrada ao ver o quão bonita era a sala de estar de Daniel. — Ei, Davidzinho! — Gritei por ele enquanto andava de um lado para o outro pela cozinha. 
    
    — Chamou? — O cabeludo perguntou sorridente. 
    
    — Onde eu posso pegar comida? Lucca tá ficando com fome. 
    
    — Os pratos estão aqui mas a broca mesmo é lá fora — Respondeu, me oferecendo um copo com refrigerante. — Mas sou eu que tá controlando o contrabando de doces aqui, falô? Qualquer coisa é só me chamar, tenho de Sonho de Valsa até Big-Big — Ele abriu um sorriso de rasgar o rosto. 
    
    — Céus! Você deveria ser preso por ficar vendendo produtos diabéticos por aí, sabia? 
    
    — Ainda não viu nem a metade, baixinha — David fez um carinho no meu cabelo antes de oferecer um bombom para Luquinha, que aceitou na maior malandragem, fingindo que eu não estava ali. 
    
    — Davi! Sua avó vai brigar comigo! — O repreendi. 
    
    — Deixa ele — Luiz falou. — Vem, vou fazer um rango delicioso pra vocês! — Ele nos conduziu de novo para o jardim, chamando quase todos para comerem também por onde passava. Era engraçado observar como ele se dava tão bem com todo mundo, era só abrir um sorriso simpático que já conquistava qualquer pessoa. 
    
    Brasileiro igual eu. 
    
    Eu fiquei surpresa ao ver Gabi Gol e Gabriel Jesus cumprimentando David com uma animação contagiante. Eles estavam vestidos como qualquer outro homem ali: Calção, regata e chinelos nos pés. No caso de Gabi, eu tive que abaixar um pouco o olhar para poder apreciar a bela vista de seus braços tatuados e  musculosos expostos para quem quisesse ver. Os dois estavam tão empolgados que nem perceberam que eu estava secando um deles. Qual é, sou mulher mas tenho as minhas necessidades. Estou há três longos e dolorosos meses na seca, e enquanto um certo alguém não se resolvesse, eu não iria morrer caso fizesse sexo casual com um homem. 
    
    — E aí, cara! — Eles comprimentaram David com um abraço e tapinhas nas costas. — Não esperava ver vocês por aqui. — O cabeludo falou. 
    
    Eu estava só observando. 
    
    — Ah, nós temos só alguns dias antes de ter que voltar para o Brasil. Sabe como é, o Brasileirão tá pegando fogo! — Gabi respondeu com entusiasmo e Gabriel Jesus concordou. — Ih... Olha se não é a Bloody Mary. 
    
    — Nem me fale nisso — Eu sorri envergonhada, inalando fundo quando ele veio me abraçar em forma de cumprimento. — Fico com dor de cabeça só de lembrar do que eu passei no dia seguinte. 
    
    — Também não é pra pouco, oito copos daquilo é só pros fortes. 
    
    — Ainda não descobri o que tem naquilo que me deixou tão maluca — Comentei, deixando Luquinha no chão e pegando um prato em meio a tantos talheres, começando a colocar uma pequena porção de cada comida. 
    
    — Hum... Suco de tomate, suco de limão, pimenta e vodca. E eu ainda não consegui ver o tanto de álcool que tem nisso pra ter te deixado daquele jeito.  — Gabriel respondeu com certo deboche na voz. 
 

  Eu revirei os olhos. 
    
    — Sou sensível demais, ok? 
    
    — A gente sabe, Violeta — David me apoiou, beijando o topo da minha cabeça. — Ei, Gabriel! Vamo ali, cara. Preciso falar contigo sobre uns paranauê que tá  acontecendo. 
   

— Ah... Sim, sobre aquilo né? 
    
    — É, mano! Vem logo que é sobre aquilo — Eles trocaram um olhar cúmplice antes de saírem caminhando na direção das espreguiçadeiras e me deixando sozinho com o Gabi. 
    
    Affe! Nem discretos eles sabem ser. 
    
    — E aí, perdi alguma coisa enquanto não tinha chegado? — Ele perguntou ficando ao meu lado, fazendo o mesmo processo que eu para pegar comida. 
    
    — Hum, deixa eu pensar — Enruguei o nariz como se estivesse pensando em uma resposta para a cura da preguiça. — Eu conheci o fenômeno Messi, o Piqué falou comigo e a Shakira me obrigou a dança Sim ou Não na frente de todo mundo. — Respondi naturalmente, dando de ombros. 
    
    — E como o Ney ficou? 
    
    — Como assim? — Questionei confusa. 
    
    — Vai me dizer que nada rolou entre vocês. Olha, eu conheci a Bruna e aviso logo que eu prefiro você. — Gabi riu alto quando me viu ficar vermelha até o último fio de cabelo. 
    
    — Não, não! Você deve tá enganado — Tratei logo de explicar. Afinal, eu não queria ficar mal-falada por aí. 
    
    — Acho que não. O Ney e eu somos muito amigos, ele me conta quase tudo o que acontece com ele. 
    
    — Ah, é? — Me fiz de desinteressada. 
    
    — Sim, por isso quero saber se eu vou ter chance. 
    
    — Chance do quê? 
    
    — De ficar com você — Ele deu um sorrisinho de lado, tirando uma mecha do meu cabelo que caiu no meu olho. 
    
    O quê, Brasil? Ouvi mesmo isso? 
    
    — Não sei — Arqueei uma sobrancelha. — Se você merecer. — Não gosto de ser julgada, mas eu estava na seca há muito tempo. Mereço um descanso. E estava sendo divertido ver a reação dele ao ter alguma possível chance de ficar comigo. Não gosto de usar as pessoas, mas Gabi vai ser só em caso de emergência suprema. 
    
    — E o que eu tenho que fazer?  — Gabi chegou mais perto, fazendo com que a minha respiração ficasse agitada. 
    
    — Provar tudo o que sabe fazer — Falei, dando uma risadinha ao sentir Luquinha se atracar na minha cintura 
    
    — Vou fazer isso e muito mais, linda. 
    
    Acho que eu estou começando a gostar disso. 
    
     
                        *****
 

  Três dias. Setenta e duas horas. Incontáveis minutos e segundos. 
    
    A maioria das pessoas provavelmente demoram para tomar uma decisão importante, que pode acabar mudando o percurso de um destino. Eu mesma já tomei uma decisão que me fez seguir um rumo completamente diferente, mas ainda assim ninguém tem o poder de controlar as emoções dos outros. Pudera eu ter esse poder comigo mesma, teria poupado todas as cutículas das minhas unhas da mão. Eu odiava admiti, mas estava nervosa, sentindo o meu coração bater muita mais rápido debaixo da pele todas as vezes que o meu celular vibrava. Ah, qual é! Eu me sentia estupidamente uma menina de colegial. A única diferença é que eu tenho vinte e cinco anos. Muito maduro da minha parte ficar com vontade de vomitar de nervosismo à cada vez que recebia uma mensagem. 
    
    — Não, chega! — Max exclamou do nada, jogando a franja lateral para trás e fazendo o seu tão famoso bico de descontentamento. — Você não pode ficar igual essas mulheres que descobrem que tem enfeite na cabeça! Non, non, non! Se levanta daí e vamos sair! 
       

— Ah, não! Max, a última vez que eu sai com você acabou acontecendo uma tragédia — Choraminguei, me afundando no sofá. 
   

— Beijar o boy magya do seu chefe não é tragédia, sua louca! — Ele revirou os olhos como se fosse algo absurdo o que eu tinha dito. — Imagina só, a babá e o patrão.... Daria uma ótima fantasia não é? 
    
    — MAXIMILIANO AUGUSTO! — Gritei irritada, atirando uma almofada que passou a centímetros do seu rosto. 
    
    — O que foi? Vai me dizer que nunca imaginou isso? 
    
    — Não! Agora sai da frente da TV que vai passar a convocação para as Olimpíadas! 
    
    — Safadinha! Quer vê se o seu gostoso vai ser convocado, né? Hummm, linda você é do arraso! — Max sorriu malicioso, sentando do meu lado e pegando o controle remoto para aumentar o volume. 
    
    Hoje era o meu dia de folga, e como uma legítima preguiçosa que sou, queria apenas ficar deitada e comendo porcaria, assistindo séries e filmes. Mas quando fiquei sabendo que o Micale faria a convocação para as olimpíadas, uma certa expectativa cresceu dentro de mim. É quase que óbvio que o Neymar faria parte da seleção, afinal ele é o camisa dez, mas eu também estava ansiosa para saber os outros convocados. Depois da festa na casa de Dani — intimidade chegando na estratosfera porque eu sou dessas — que rendeu um bocado de acontecimentos inesperados com Gabi e os outros, eu senti que fiquei muito sobrecarregada e precisava desabafar com alguém. Infelizmente só tinha Max e foi com aquele cover de Hugo Gloss que eu tive que falar sobre tudo o que estava sentindo. Para a minha total surpresa, ele levou tudo na seriedade e me deu conselhos. Super aprovou o meu comportamento em relação a dançar Anitta na frente de várias pessoas e admitiu que esperava que eu fosse demitida depois daquilo. Não demorou muito e ele voltou a ser o Max que eu conheço, falando sobre coisas que me faziam querer cavar um buraco e enterrar a minha cabeça. 
    
    — A gente pode ir em um boteco brasileiro que tem aqui perto? — Ele sussurrou esperançoso no meu ouvido. 
    
    — Max...— O adverti em um choramingo. 
    
    — Por favor! Olha, só pra provar que não tem armação nenhuma a gente pode até chamar a sua mãe e a Vivian! 
    
    — Não sei não... Queria ficar em casa — Falei com a voz arrastada. 
    
    — Por favor — Ele apertou com força as pálpebras e ficou assim por alguns demorados segundos, abrindo-os e revelando os olhos com lágrimas forçadas. — Você não quer que o seu melhor amigo chore quer? 
    
    Bufei alto, me rendendo. — Tudo bem, tudo bem! Meu Deus, como você é chato! 
    
    — Também te amo, Tia LêLê! — Eu estava prestes a abrir a boca para xingá-lo quando ele saltou do sofá e correu na direção da cozinha, onde a minha mãe e a minha irmã estavam. 
   

Quando eu voltei o meu olhar para a televisão, Rogério Micale estava se sentando em uma cadeira e pronto para anunciar para a imprensa quais seriam os seus convocados para as olimpíadas Rio 2016. E naquele momento, eu senti que o meu coração iria pular pela minha boca. 
    
    
 


Notas Finais


GEEEENTEEEEEEE!!!!! Amei escrever esse capitulo! Serio, acho que entrou na lista dos meus prediletos hahaha!Quero agradecer a todas vcs pelos mais de 70 favoritos! Noossaaaaa, muitooooo obrigado! Vcs são uns amores <333

Estou loucaaaaa para saber a opinião de vcs sobre capitulo! Destrui muitos forninhos, Geovana! Que bapho é esse do Gabi? E a Violeta botando muita pressão no Ney? Esse gelo que ela deu nele tá mais pra ice berg KKKKKKKK!
Vim aqui informar que estou ansiosa para começar a escrever sobre os jogos da olimpiadas e as tretas que irão rolar... Enfim, não quero enrolar muito e vou ficar por aqui! Beijooooos :)


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