História Ladrien - o plano B - Capítulo 7


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathalie Sancoeur, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Ladrien, Miraculous, Romance
Exibições 66
Palavras 688
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


1- Eu falei que as palavras por capítulo podiam cair. Tá legal, eu não consegui terminar de escrever, isso é só metade do que já está escrito mas tinha muito a escrever ainda. Então, amanhã tem mais. Não ia ter.
2- Eu tenho uma pergunta para vocês nas notas finais. Então leiam as notas finais.
3- Obrigada pelos 22 favoritos, espero que cresça mais ainda esse número.
4- Roda o cap:

Capítulo 7 - Rebaixadora


 

O dia amanheceu bonito, como para refletir o humor de Adrien e Marinette. 

Adrien nunca achou que um dia fosse conquistar Ladybug, se ele soubesse que era só mudar de rosto...

Marinette estava igualmente feliz. Se você comparasse ambos os sorrisos não saberia dizer qual era o maior ou o mais alegre. Ela tinha passado uma noite perfeita com o amor da vida dela. Foi tão perfeita que até Adrien gostou, do contrário ele não pediria para ela voltar.

Mas essa felicidade toda era só dos dois porquê outros não a tinham. Um desses outros era a pobre Lila que de manhã acordou no hospital, lembrando apenas vagamente os acontecimentos. Tão vagamente que eu não chamaria de lembranças.

-Onde... onde eu estou?

Ao verem Lila acordada foram logo chamar a Sra. Rossi, a mãe dela.

-Ah... filha, que bom que está bem...

-Oi mãe. Onde nós estamos?

-No hospital. Você foi akumatizada e se machucou feio.

-Akumatizada? O... o que é isso?

A Sra. Rossi olhou para os médicos desesperada.

-O quanto ela se lembra?

-Não sabemos ao certo. Achamos que ela perdeu no máximo uma semana.

-Filha, qual é a última coisa que você se lembra?

-Eu... – Lila fez um esforço enorme para se lembrar, suas lembranças estavam todas bagunçadas, tinham pessoas se vestindo como animais, e tinha um garoto muito bonito também, e ele estava sangrando, ela se livrou dessas imagens que mais pareciam parte de um sonho – Eu me lembro de nós chegarmos a Paris. Aí, lembro que era de noite e nós fomos para a casa dormir. Então eu acordei aqui.

Os médicos olharam para a Sra. Rossi como se perguntassem quando foi aquilo.

-Isso foi terça, hoje é sexta. Ela perdeu dois dias! – disse ela entre lágrimas 

-Isso é bom, - disse um dos médicos – não foi uma semana. Venha – ele chamou o companheiro – vamos chamar o Sr. Rossi.

Outra pessoa que não estava exatamente bem era Ana.

Ela acordou 30 minutos mais cedo que o despertador. Se arrumou como um raio. Precisava chegar o quanto antes na escola. Era o dia da prova de matemática e ela precisava muito de nota nessa matéria. Era tirar 10 ou 10.

Ela conseguiu chegar 30 minutos antes da aula começar. Pegou o caderno e começou a estudar como se sua vida dependesse disso. 

Mas então, passou Samanta. Era era a nerd da turma. Tinha nota para dar e para vender, era invejoso para Ana. 

-Ora, ora, ora. Vejam só, é a Ana, aquela que vai rodar de ano... – zombou Samanta

Ana simplesmente ignorou.

A prova era no primeira aula então quando o sinal bateu todos já estavam ansiosos.

A prova estava bem difícil e Ana mal conseguiu responder as questões. Uma em especial ela estava super na dúvida e resolveu que depois iria perguntar para Samanta o que ela tinha posto. E assim fez.

-Samanta, o que você pôs na 3? – perguntou ela depois que a aula acabou

-14

-Eu botei 22 – respondeu Ana meio preocupada – O que eu errei?

-Deixa eu ver sua conta.

Ana pegou seu caderno na mochila e repetiu todo o cálculo.

Samanta começou a rir.

-Idiota! 3+1 é 4, não 5. Você devia estar no primeiro ano, não no sétimo!

Ela disse isso tão rápido que toda a turma ouviu e se juntou a Samanta num coro de risadas.

Ana saiu correndo, nem ligou para o professor que a chamava de volta para a sala.

Ao chegar no banheiro, ela entrou e começou a chorar.

Numa sala escura cheia de borboletas, o portador do miraculous em forma de broche, que se intitulava Hawkmoth, assistia tudo.

-Ela pode ser ruim em matemática, mas é o algarismo perfeito para a minha equação.  Voe meu pequeno akuma e traga ela para o mal.

Ana estava tão concentrada em chorar que nem percebeu quando uma borboleta entrou em seu bracete.

-Olá Rebaixadora, eu sou Hawkmoth. Te dou o poder de dar a todos idade para estar no primeiro ano assim como fizeram com você. Mas eu quero algo em troca, os miraculous da Ladybug e do Chat Noir.

-Sim Hawkmoth! 

LEIAM AS NOTAS FINAIS


Notas Finais


A minha grande pergunta é:
Estou com a ideia para a minha terceira fic de Miraculous. Chat Noir se declara para Ladybug e é rejeitado. Isso faz Adrien entrar em depressão. Me digam se eu faço.
Bom, foi isso. Obrigada por lerem até aqui e até os comentários. Desculpa pelo cap fraquinho. O próximo vai ser melhor e maior.


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