História Lady - Série A princesa herdeira - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Princesa
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Palavras 1.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção Científica, Magia, Romance e Novela, Super Power
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Sem leitores fantasmas!! PLEASE.

*** FOTO DO REI *** ( SUA VESTIMENTA ESTARÁ SENDO MENCIONADA NO PRÓXIMO CAPÍTULO )

Capítulo 2 - Quem está vindo?


Fanfic / Fanfiction Lady - Série A princesa herdeira - Capítulo 2 - Quem está vindo?

Acordei em minha cama, meu quarto, minha casa. O que eu desejara um pouco mais cedo. Será mesmo que foi mais cedo? Quanto tempo se passou? O que havia acontecido? Como vim parar em minha cama?

A última coisa que lembro foi eu acordando ao som de pássaros e ama Lucy me preparando um banho, logo após ela havia deixado o quarto para que eu pudesse, pela primeira vez na minha vida, tomar meu banho particularmente. Então eu havia trancado a porta dos meus aposentos e apreciado a solidão de que em breve seria privada.

Um branco surge logo após disso.

Tentei sentar rapidamente, mas uma dor aguda surgiu em minha cabeça me fazendo gritar tão alto que fizeram que faltasse ar em meus pulmões de quatorze anos.

Ama Lucy veio correndo através da porta aberta do meu quarto ao escutar meu grito de agonia. Ela se sentou ao meu lado e me fez deitar novamente. Isso fez com que a dor agonizante parasse.

- Que bom que está bem srta. - Disse Lucy ao me deitar com uma cara preocupada e ao mesmo tempo aliviada.

Sua voz era calma e me fez voltar ao mundo real. Apenas naquele momento pude perceber o que realmente se passava ao meu derredor. E minha conclusão foi de que por mais que eu não sabia o que estava acontecendo, não era nada bom.

Estava totalmente suada e fedendo. Meus lençóis estavam molhados e senti meu cabelo oleoso. A porta estava aberta e havia um guarda do lado de fora. Minhas colchas estavam caídas no chão como se eu houvesse as empurrado e minha boca estava com um gosto amargo, talvez bile?

- O que aconteceu? - perguntei com voz fraca, apesar de a poucos instantes ter gritado com muita força.

- A senhorita deve estar confusa. - Disse Lucy com voz de dor e pena ao mesmo tempo. Fingi não ligar, apesar de odiar que os outros sintam pena de mim. - Na verdade ninguém sabe o que aconteceu direito. A srta. estava discutindo comigo sobre se ia abrir a porta ou não para mim e depois...

Ela foi interrompida quando minha mãe veio correndo em minha direção, forçando Lucy se levantar rapidamente e dar um passo para trás abrindo espaço para minha mãe.

- Graças aos céus você esta bem! - Disse minha mãe ao se sentar ao meu lado apressadamente e me apalpar como se estivesse se certificando de que nada estava quebrado. Talvez só o meu cérebro! Pensei comigo.

Meu pai apareceu as pressas na porta e se colocou de pé ao lado de minha mãe com o rosto preocupado. Notei que os dois estavam com os olhos inchados de choro e os semblantes assustados, preocupados e mais algum sentimento que não consegui distinguir.

Então um silêncio começou a assombrar o quarto como se não sabiam o que devia ser dito ou tinham medo de dizer.

Tentei então focar meus olhos nos olhos de minha mãe para ver se descobria algo. Ela começou a chorar e isso partiu meu coração. Tentei focalizar ela em minha mente, pois algo estava me apertando meu coração .

As expressões deles não me transmitiam boas noticias e isso me deixou com medo.

Comecei a chorar pois quando desviei meus olhos ao meu pai em busca de consolo, não o achei. Ele também estava a beira das lágrimas.

- O que esta acontecendo? - perguntei ao fechar os olhos para dispersar o medo. - porque estão chorando?

Então veio pensamentos a minha mente. Será que fui rejeitada por não me mostrar forte? Por gritar que nem criança? Fiz algo de errado?

Mas porque eles estariam chorando?

Abri os olhos e tentei me recompor. Como perguntaria sem soar desesperada? Não tinha como não o fazer.

- Eu ... eu ... - comecei a gaguejar por causa do medo que meu coração tinha de proferir aquelas palavras. - fui ... rejeitada? - perguntei tentando não demonstrar a fraqueza da minha voz.

Esperava que não fosse rejeitada. Não era opção e nunca foi. A minha vida inteira me ensinaram a não demonstrar fraqueza alguma. Já que eu não era nobre para ter poderes, tinha que pelo menos me mostrar forte para conseguir me casar com um lorde.

Eu devia isso a mamãe e papai e sabia que conseguiria. Eu sempre estive em desvantagem por causa de minhas origens, então me obriguei a fazer ao menos o favor de me casar com alguém com título para agradecer aqueles que me fizeram o favor de me criar como sua própria filha.

- Não querida! - Disse minha mãe ainda em prantos.

- Só quero que saiba que eu e sua mãe a amamos muito. - Disse meu pai tentando soar forte. Ele me olhava com uma grande admiração e ao mesmo tempo com olhar de perda. - Não sabe o quanto é maravilhosa? Mesmo em tal situação você faz grande esforço para se mostrar forte e corajosa, mesmo quando seu coração esta cheio de medo e confusão.

- Eu não entendo. - Falei com pesar.

- logo entenderá. - Falou minha mãe ainda em prantos. - Só prometa que não se esquecerá de nós. - Pediu.

- Eu não entendo. - repeti.

Eles não estavam falando coisa com coisa. E estavam me deixando ainda mais confusa.

- Prometa. - Suplicou minha mãe como se sua vida dependesse de tal promessa.

- Nunca me esqueceria. - falei.

O que estava acontecendo?

- eles estão vindo. - Avisou Lucy.

Quem estava vindo? Será que... NÃO. NÃO. NÃO. Será que descobriram que não sou filha de meus pais e estão vindo para me matar? Adotar era extremamente proibido . Dar seu nome a uma criança que não lhe pertence, que não tem seu sangue. Isso era proibido pois todos prezavam a pureza do sangue.

- NÃO - Gritei desesperada. - Não deixem que me matem. - estava desesperada e aos prantos.

Como eles descobriram? Não tinha como algo assim acontecer. Eu não havia dado pistas sobre tal coisa. Sempre fomos cuidadosos e como meus pais não eram nobres eu também nunca dei nenhum sinal de nobreza já que sou filha de uma criada.

- Eles não a matarão. - disse meu pai incerto.

Então quem está vindo? Pensei.

- O rei está vindo. - Falou Lucy.

Pensei alto demais.


Notas Finais


O q acharam??


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