História Lady Death - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lu Han, Sehun, Suho
Tags Abo, Alfa, Astrologia, Baekyeol, Beta, Chanbaek, Colegial, Drama, Exo, Incesto, Morte, Ômega, Sekai, Shotacon, Signos, Yaoi, Zodíaco
Exibições 248
Palavras 1.955
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Alô! Me pediram Sekai, e ai está.

Capítulo 4 - Mint


     Baekhyun afastou-se da cozinha pisando forte e bufando. Ele simplesmente não queria acreditar no que tinha visto, sua ficha não caiu, ainda. O braço fino fora segurado com força, impedindo-o de ir embora daquela casa, essa que agora se tornou desagradável para o pequeno Byun.

     — Para, por favor. — Luhan pediu em um tom autoritário, o que deixou o ômega ainda mais puto.

     — Como é? O que você disse? — Indagou incrédulo.

     — Você está agindo como se gostasse dele!

     — E você está agindo como uma puta! — Baekhyun soltou, maldito Mercúrio em Áries.


• O Mercúrio em Áries é impulsivo e sem filtro, costuma falar antes de pensar, por tamanha rapidez.

     Luhan o soltou e subiu as escadas com raiva, ele não esperava aquelas palavras duras do seu melhor amigo. E pra completar, tinha sido rejeitado. Puta? Por qual motivo ele era uma puta? Por gostar de alguém e investir nessa pessoa? Por Deus, Baekhyun era um falso, nunca foi seu amigo mesmo. Esses pensamentos passeavam pela cabeça do ômega, deixando-o com mais raiva.

     No andar de baixo estava Baekhyun, voltando a pisar com força em direção a saída. Ele abriu a porta sem cuidado algum, se colocou para fora e a fechou ainda mais violentamente. Estava frio, mas ele preferia isso à ficar dentro daquela casa. Ligou rapidamente para Sehun, pedindo que o buscasse. Ele tinha uma imensa vontade de chorar, e fez isso agora que estava sozinho. Soluçava em meio ao berreiro, e seu queixo batia pelo frio. Péssima hora pra ter ido ver Luhan, seu coração doía mais que tudo, pelo seu tio. Ele estranhava esse sentimento de dor, afinal, não era seu namorado, nem derivados. Por qual motivo ele estava tão incomodado? Mas pensar nisso não anulava a raiva que sentia do amigo, e a possessividade pelo tio.

     Ele escutou a porta ser aberta, mas ignorou. Logo em seguida dois longos braços enlaçaram o seu corpo pequeno, abraçando-o com carinho. Era ChanYeol. Ele virou o ômega de frente para si e voltou a abraçá-lo, fechando os olhos durante o ato demorado. Baekhyun não tentou separar, ele só se afundou mais nos braços do homem de estatura alta. Sussurrou um "eu te amo" mas este não pôde ser ouvido, por tal motivo ele sussurrou várias vezes. Eles se encararam, como no hospital, mas dessa vez com mais intensidade. Ambos os rostos pálidos se aproximaram, um podia sentir a respiração do outro, foi quando Byun deixou que se formasse um pequeno bico nos lábios e fechou os olhos. E quando os lábios iam se tocar:

     — Eu vou ignorar essa cena com o meu filho. — Kai deixou escapar um sorriso sacana, fazendo os dois garotos grudados darem um pulo pelo susto. E ele continuou. — Você sabe que Sehun te colocaria para fora de casa no mesmo momento, ChanYeol. Mas eu sou bondoso, espero não ver novamente.

     — Não é o que está pensando. — ChanYeol gaguejou, deixando um Baekhyun chateado pelas palavras.

     Mas ele sorriu. Foi tão acolhedor o abraço, uniu todos os cacos do seu coração, restaurando-o. E com esse sorriso nos lábios ele adentrou o carro, vendo o tio dar desculpas para o seu pai, este que fingia acreditar.

     O resto da viagem foi um completo silêncio. ChanYeol estava morrendo de vergonha do cunhado, e rezando para que este não abrisse a boca pra Sehun. Ele não queria se meter em confusão, muito menos quando a confusão envolvia o seu sobrinho. Por sorte Deus escutou as preces do alfa, Kai sequer comentou sobre assunto. Tinha um Sehun calmo, e ChanYeol prometeu agradecer de joelhos durante toda a noite. Os quatro estavam de tão bom humor que decidiram assistir um filme em família. “A volta dos que não foram.” Sehun dizia que este era o nome do filme quando os outros perguntavam, idiota.

     Acabaram por escolher algum filme de comédia romântica que arrancou diversas risadas de toda a família. Sehun havia feito pipoca e Kai passado no mercado antes de ir buscar o filho e o cunhado, trazendo consigo duas garrafas de refrigerante. Assim, o lanche estava agradável como a reunião da família que se divertia com o filme. Depois de algum tempo, o casal protagonista estava se beijando quando decidiram avançar mais um pouco. Era uma cena em que estavam sobre a cama e o alfa passava a despir a ômega. Não era explícito, mas o suficiente para que as bochechas de Baekhyun tomassem uma coloração mais avermelhada, o que o fez enterrar o rosto em uma almofada para que não fosse visto pelos outros.

     Mas o pequeno ômega não era o único tendo reações àquela cena. Um cheiro de rosas começou a se intensificar e exalar pela sala, sendo sentido por ambos os alfas. O cheiro era muito bem conhecido por Kai, já que o sentira tantas vezes em seu quarto. Sim, Sehun estava excitado, e assim sua vergonha começou a surgir quando o irmão segurou uma risada. Baek olhava para os lados tentando entender o que acontecia, principalmente depois que Sehun pediu licença e foi para o quarto, sendo seguido por Kai que apenas lançou um “Aproveitem o filme” antes de sair com um sorriso de orelha á orelha.

     — O que está havendo? — O ômega perguntou para o tio.

     — Eles apenas vão se divertir um pouco. — ChanYeol respondeu em meio à um riso soprado, ajeitando-se ao lado do sobrinho e envolvendo-o pelos ombros com um dos braços.

***

     Chegando ao quarto, Sehun foi direto para o banheiro da suíte, despindo-se sem delongas e entrando sob a água morna que passou a cair. Queria se aliviar. Kai seguiu o adocicado cheiro que tanto gostava, invadindo o banheiro e observando o corpo do companheiro através do vidro transparente do box. Sua aproximação foi lenta e calma, como um lobo calculista se preparando para atacar a sua presa, mas a presença fora percebida por Sehun que logo sentiu o forte cheiro de hortelã que o outro passou a exalar. Sendo assim, Kai despiu-se rapidamente e entrou no box, envolvendo o ômega por trás e deixando que seu membro já ereto tocasse as nádegas do mais novo.

     — Faz tempo que não fazemos isso no chuveiro. — A voz grave do alfa ecoou pelo cômodo, logo direcionando os próprios lábios ao pescoço do marido

     — Então vamos matar essa saudade, hm?

     Mostrando a sede que sentia, Sehun virou-se de frente para Kai e sua destra rapidamente foi de encontro ao membro alheio, segurando-o com firmeza e passando a masturbá-lo lentamente, distribuindo beijos pelo pescoço e peito do mesmo enquanto descia aos poucos. Passando pelo tórax e barriga, os beijos do ômega pelo corpo do alfa logo chegaram ao membro que antes masturbava, ajoelhando-se na cerâmica gélida enquanto sentia respingos de água sobre si. Sem enrolar mais, os lábios do mais baixo passearam pelo falo do outro, não demorando para abocanhá-lo e assim iniciar movimentos de vai e vem, colocando e tirando o pênis de sua boca.

     Assim, Sehun manteve-se chupando o companheiro enquanto suas ágeis mãos brincavam com os testículos dele de forma que os rosnados se tornavam mais altos e intensos. Não demorou muito para que ele ejaculasse na boca do ômega, retirando seu membro dali e segurando o outro pelo queixo até que o mesmo se erguesse novamente. O mais baixo tratou de engolir todo o líquido em sua boca, o que rapidamente fez com que Kai se excitasse novamente e o cheiro de hortelã se fizesse mais presente no ambiente. Beijos intensos e desesperados passaram a ser trocados por ambos, misturando o cheiro de sexo com os grunhidos do ômega e rosnados do alfa no banheiro.

     — Você é perfeito. — Kai sussurrou ao pé do ouvido de Sehun.

     As mãos nervosas do alfa começaram a passear pelas coxas do outro, apertando o local até que as segurassem e as erguessem, possibilitando que Sehun envolvesse o quadril alheio com elas. Segurando-o contra a parede, Kai usou uma das mãos para masturbar o ômega enquanto a outra segurava o próprio membro, ajeitando-o na entrada de Sehun e pressionando o local com sua glande. A lubrificação natural do ômega permitiu que o pênis dele fosse facilmente penetrado em Sehun, tornando o ato agradável de forma que ambos emitiram gemidos altos. A água morna, que agora caía sobre ambos, molhava os corpos e o beijo que novamente se iniciou, porém não os atrapalhava de manter o ato sexual quando as estocadas se iniciaram.

     As mãos de Sehun seguravam firme nas costas do marido, cravando as curtas unhas ali e o arranhando sem perceber. O membro de Kai parecia crescer dentro do outro, penetrando-lhe com certa agressividade, essa que fazia parte do instinto de lobo dele.

     — É incrível como… Você consegue sempre me enlouquecer. — O alfa disse entre rosnados.

     — Espero fazer isso por muito tempo ainda.

     — Tenho certeza que vai. —  E mais uma vez as bocas se uniram em um ósculo desesperado.

     Ambos arfavam e sentiam a necessidade de ar. Os beijos não duravam muito, sempre se reiniciando quando o fôlego precisava ser recuperado. O ato sexual se manteve por mais algum tempo até que o ápice de ambos se aproximasse, tendo uma sincronia perfeita entre o casal e levando ambos a gozarem ao mesmo tempo. As estocadas se mantiveram por algum tempo até que diminuíssem e parassem. O nó formou-se, deixando-os presos um ao outro durante alguns segundos. O ômega novamente tocou o chão com os pés e as mãos do alfa pararam no quadril alheio. Os olhares de ambos se ergueram e se encontraram, criando um clima pós sexo de romance e prazer.

     — Eu amo você. — Os finos lábios de Sehun se moveram e a voz baixa emitiu tais palavras. As mãos de Kai foram até seu rosto e ali o acariciou.

    — Eu também amo você, meu anjo.

     E mais uma vez se beijaram, com calma e tranquilidade, apenas apreciando aquele simples momento juntos. Ambos decidiram tomar um verdadeiro banho, auxiliando um ao outro naquilo e rindo juntos.

***

     Enquanto isso, na sala, Baekhyun e ChanYeol assistiam ao final do filme. Assim que as letras começaram a subir na tela, o tio se levantou do sofá e estendeu a mão, o que o sobrinho não entendeu muito bem.

     — Venha. Irei lhe pôr pra dormir.

     Ainda confuso e um tanto chateado pelo que havia acontecido, Baek aceitou e segurou a mão do alfa, assim ambos foram em direção ao quarto.

     Já sentado na cama, o ômega encarava o tio como se quisesse respostas. Percebendo isso, ChanYeol sentou-se na beirada da cama.

     — Me desculpe pelo que aconteceu hoje cedo…

     — Você não me deve explicações. — O ômega o interrompeu.

     — Eu devo sim! Por favor, BaekHyun…

     O mais novo ficou cabisbaixo. Seu olhar direcionou-se para a mão do tio sobre a cama. Tocou-a. Sabia que aquilo seria a resposta que ChanYeol precisava, ele o tinha desculpado. Assim, ergueu o rosto e o olhou.

     — Eu amo você. — A voz mais fina soou. Já havia dito aquilo diversas vezes, mas pela primeira vez estava dizendo com um novo significado e tinha consciência disso.

     Não precisou de mais nada. O corpo do alfa curvou-se para frente e os rostos se aproximaram. Dessa vez não havia nada para impedi-los, e assim o toque dos lábios aconteceu. Algo singelo e simples, mas de grande significado e sentimentos. Baekhyun podia sentir seu interior mover-se como se borboletas voassem em seu estômago. Sentia um misto de ansiedade e alegria, medo e desejo. O tio não estava longe disso; jamais havia experimentado tal situação.

    O simples selar durou mais do que imaginaram, e sorrisos tímidos foram mostrados a fim deste. Alguns “Boa noite” foram repetidos em meio ao clima romântico e inocente até que ChanYeol saísse do quarto.

     — Eu também amo você. — O alfa disse ao olhar para o sobrinho antes de fechar a porta.



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