História Lady of the Sex (Incesto) - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Incesto, Irmãos, Originais, Romance, Sexo, Violencia
Exibições 554
Palavras 1.747
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Jesus amado.
Animada? Animada. Espero muitooo que gostem dessa nova temporada. Socorro. Tô me esforçando muito pra que essa seja tão boa quanto - ou melhor - a My Sex Toy.
Aceito críticas construtivas e também os comentários bonitinhos que sempre me motivam a continuar. ❣

❣ Boa leitura. ❣
(Love u)

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Lady of the Sex (Incesto) - Capítulo 1 - Capítulo 1

Treze anos depois...

Douglas

Já faz duas semanas que não vou à escola e foram duas semanas de broncas repetitivas. Mayra - minha mãe - não me deixa em paz, vive pegando no meu pé, é como se eu fosse o único filho dela. Henry é diferente, ele me deixa fazer o que quiser, pois vive dizendo que do mesmo jeito que ele tinha liberdade na adolescência, eu também devo ter. Ah, o motivo de eu não estar indo pra escola, é simples: Tina.

Garota insuportável. Todas são. Tina é namorada do cara mais violento e ciumento do colégio, o David e, ele nem sonha que sua namoradinha é louca por mim. Essa garota me espera dois minutos antes para o intervalo, na porta da minha sala de aula. Totalmente maluca.

— Ah, não! Não, não, não. — ouvi a doce voz enjoada de todo meu dia-a-dia. Ela acendeu a luz do meu quarto e tirou o cobertor de todo meu corpo, se deitando sobre minha barriga — Hoje você não falta, Douglas.

Senti as mãos de Vitória irem ao meu pescoço, fazendo cócegas no mesmo.

— Vamos, acorde!

No começo eu consegui não soltar nenhuma risada, mas meu sorriso foi se formando aos poucos e ela decidiu fazer cócegas no meu pé. Não contive, acabei rindo por longos minutos.

— Agora sei como te acordar todas as manhãs. — sorriu vitoriosa. Esfreguei meus olhos, ainda com sono e me sentei na cama — Você vai, não é? Não quero me sentir sozinha.

— Você tem a Joice lá. — me despreguicei, procurando o celular — Que horas são?

— Cinco e nove. — respondeu, deixando a bochecha próxima dos meus lábios — Meu beijinho de bom dia, cadê?

Sorri e a afastei para longe de mim. Ela ficou na ponta da cama, sem entender nada, e eu me deitei, cobrindo meu corpo inteiro.

— Doug, a mamãe vai ficar furiosa se você faltar de novo. — reclamou, me sacudindo — Você não pode reprovar.

— Me deixa em paz, Vitória Thaynara. — peguei o celular que estava debaixo do travesseiro e entrei no skype — Sai logo daqui.

— Nossa, grosso. — me bateu fraco e desligou a luz — Você muda do nada. É a cópia da mamãe. — saiu do quarto, batendo a porta com força.

Vitória sempre foi muito carinhosa comigo, ela busca me perturbar o dia todo, implorando por atenção, já que nossos pais trabalham muito e quase nunca têm tempo para nós dois. Acho que uma coisa que eu não gosto muito na minha irmã é o grude dela e a melação, ela deve fazer de propósito porque quando estou jogando, Vitória surge de repente tentando me distrair.

Ah, eu também odeio quando ela decide sair pela casa de calcinha e sutiã. Meu pai e eu vivemos brigando com ela por causa desse costume ridículo. Ridículo entre aspas, claro. O corpo da minha irmã é perigosamente excitante, ela não é mais uma criança. Se eu não a conhecesse, diria que ela tem 19 anos e não 14. E eu digo isso na inocência, óbvio.

Jamais seria capaz de tocar na minha irmã.

Escutei alguém abrir a porta e desliguei o celular. Fingi que estava dormindo até escutar a voz da tia Penélope. Ela retirou o cobertor e eu me sentei na cama. Já sei que ela vai iniciar mais uma daquelas conversas que me incentivam a ser um Henry JR. Na boa, pra que esse apelido? Eu não sou parecido com meu pai. Mayra dizia que ele era bruto e ignorante com todas as garotas e que só queria sexo. Não sou assim, ao menos eu acho.

— Garotinho, eu não vou mais te defender da May. — disse, segurando meu queixo e soltando-o rapidamente — Você tem que ir pra escola, Henry JR.

— Porra, Penélope... — bufei e balancei a cabeça, sentindo meu sangue esquentar. Eu detesto esse apelido — Não me chama de Henry JR, caralho.

— E você me respeita, Douglas. — se levantou, furiosa por eu ter xingado. Qual é a dessa mulher? — Quem cuidou de você enquanto a Mayra dava pro seu pai, fui EU. — apontou para si mesma — Você me deve respeito, garoto.

— Aham. — concordei, batendo palmas — Veio aqui me encher o saco?

Ela me deu dedo e andou até o guarda-roupa. Olha, tenho que admitir, apesar da Penélope ter 32 anos, ela é muito gostosa. Se não fosse amiga da minha mãe, eu comia. Não tem como não se excitar vendo aquela enorme bunda balançar a cada passo que a Penny dá. Merda, hoje ela está usando um daqueles shorts curtos vermelhos e um cropped preto. Que pernas grossas maravilhosas.

— Opa, opa. — Penélope se abaixou entre minhas pernas e me olhou fixamente — Está excitado, Douglas?

— É errado? — sorri malicioso. Eu só queria que ela me chupasse, só isso.

— É sim, embora eu tenha curiosidade de saber como seu pau é, não posso te dar prazer, lindinho. — se distanciou e abaixou um pouco mais a saia. Ela sorriu provocante e jogou uma camisa pra mim — Veste isso, é horrível te ver sem camisa e saber que não posso aproveitar seu corpo.

— Por que, titia? — fiz um beicinho, tentando fazê-la mudar de ideia — Só uma chupadinha, titia Penélope.

— Mayra me mataria. — riu, botando a mão na boca — Bem, pode dizer ao seu amiguinho que em mim ele não entra. Cuidei de você por anos e não me imagino cavalgando no Henry JR.

— Vai se foder, então. — coloquei a camisa e saí do quarto, frustrado.

Não preciso mais de uma babá, se a Penélope está aqui é com a intenção de me provocar, nada mais que isso. Tomara que esse dia acabe logo e que minha babá gostosa vaze porque eu garanto, não vou aguentar por muito tempo. Ou eu me acabo no 5 contra 1 ou eu fodo a Penny.

 

✖✖✖

 

[11:57 PM]

Passei o dia jogando videogame e em call com meus amigos. Como eu esperava, Vitória chegou cedo da escola, umas 9:23 sendo que ela chega 11:40. Minha irmã reclama que eu não gosto de estudar e ela mesma inventa mentiras para voltar pra casa. “Ah! Eu estou com dor de cabeça. Estou passando mal.” velhas desculpas para enganar a sonsa auxiliadora da escola.

Hoje como não tinha nada demais para fazer e jogar já estava cansativo, me ofereci para ajudar minha irmã nas tarefas de casa, mas ela não quis e isso é muito estranho. Vitória normalmente me implora para ajudá-la em matemática e ciências e ela não deixou nem eu tocar na mochila.

— Ei, já vou dormir. Tchau aí, boa madrugada. — digo para os amigos da call. Eles se despediram e eu desliguei tudo.

Estava me preparando para dormir quando ouço um barulho vindo da cozinha.

Me levanto da cadeira e saio silenciosamente do quarto, descendo as escadas cuidadosamente. Vou para a cozinha, está escuro. Procuro o interruptor e quando o acho, acendo finalmente a luz. Ah, sério? Minha irmã estava procurando algo nos armários e se assustou quando me viu.

— Garota, vai dormir. — digo me aproximando da ruiva que está surpresa — O que foi?

Vitória tinha algo escondido. Ela sorriu sem graça e tentou sair do cômodo ainda com as mãos atrás das costas. Fui até ela e com rapidez, puxei suas mãos para a frente. O que é isso?

— Vitória Thaynara Hartz... — soletrei cada palavra do seu nome. A olhei sem esconder a raiva que estava sentindo — Um vibrador?

— Maninho, eu posso explicar...

— Shh! Cala a porra da boca! — tento não gritar mas vontade é grande — Por que você acha que vai precisar disso? Hum?

Não consigo acreditar que minha irmã de 14 anos tem a porcaria de um vibrador. Eu deveria ter suspeitado, ela não me deixou tocar na sua mochila e estava muito contente pro meu gosto. Como me deixei enganar pela carinha de anjo e o sorriso de uma criança inocente?

— Não é meu, Douglas. — ela disse elevando um pouco o tom de voz e tentando retirar o objeto de minhas mãos — Me dá, por favor! É da minha amiga e eu tenho que devolver à ela!

— É mesmo, Vitória? Então por que trouxe isso pra casa? — interrogo arqueando as sobrancelhas. Droga, o que não deixei de perceber é que ela está usando uma calcinha um pouco transparente e um sutiã velho quase rasgado. Como eu disse: Costume de andar de calcinha e sutiã.

— Eu queria saber como era a sensação. — cruzou os braços e abaixou a cabeça. Seus cabelos ruivos taparam seus seios e ressaltaram o azul dos seus olhos que estavam a ponto de serem tomados pelas lágrimas — Sou virgem ainda.

— Graças à Deus. — agradeci. Nenhum nojento tocou na minha irmã — Digo... Você não vai saber como é ser fodida até seus 40 anos, garotinha.

— Douglas! — gritou. Dessa vez ela ficou brava de verdade.

Vitória veio na minha direção e chutou minha perna, arranhando meu braço e pegando o vibrador de volta. Levantei minha cabeça e a encarei com uma vontade enorme de espancá-la. Controle-se, Douglas. É sua irmã, uma garota insuportável que acabou de ter a ousadia de te bater.

Fui até ela e segurei seus pulsos, fazendo-a soltar aquela porcaria. A virei de costas para mim, prendendo suas mãos com a minha e segurando o objeto que sua amiguinha a deu de presente.

— Bom, não é, lindinha? Era isso que você queria? — sussurrei no seu ouvido, esfregando o vibrador na sua intimidade. Fiquei mal quando fiz isso, mas depois de escutar os gemidos soltos por ela, ah... Eu enlouqueci — Quer ter isso dentro de você, vadiazinha?

— N-não, Doug... Awnn... — continuei esfregando mais lentamente. Ela virou seu rosto para mim e eu lambi o lóbulo de sua orelha, mordendo em seguida — P-pare! Por que tá fazendo isso comigo?

Merda. O que fiz? Só agora me dei conta do que estava fazendo. A soltei e saí de perto dela. Nos entreolhamos confusos e eu pedi desculpas pelo que acabou de acontecer. Eu senti mesmo prazer nisso?

— Que que tá acontecendo aqui? — ouvimos a voz do papai e disfarçamos — Douglas e Thaynara! Olhem a hora, meia noite, caralho. Vão dormir... E você mocinha, coloque uma roupa.

— S-sim, p-pai. — Vih balançou a cabeça afirmativamente sem tirar os olhos de mim.

— Já tô indo. Boa noite, pai... Boa noite, Vih. — me despeço e vou diretamente pro quarto.

Está tudo tão estranho, agora. Não sei como dizer, mas... É estranho. Minha própria irmã conseguiu me deixar duro só de escutar aqueles doces gemidos que eram músicas para meus ouvidos. Droga, droga, Douglas! Não pense nisso, não, não. Imagino como a Vih deve estar se sentindo agora...

Me perdoe, Vitória.


Notas Finais


bye bye, ai meu deus.
isso tá horrível.
Ah, é:

História anterior: https://spiritfanfics.com/historia/my-sex-toy-incesto-5570022


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