História Lady of the Sex (Incesto) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Incesto, Irmãos, Originais, Romance, Sexo, Violencia
Exibições 525
Palavras 2.198
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Tô até com medo do que tá acontecendo.

Boa leitura. :3
[Tenkiu pelos fav's <33]

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Lady of the Sex (Incesto) - Capítulo 2 - Capítulo 2

Vitória

[5:12 AM]

— Vitória, hora de levantar... — mamãe me acordou com um beijo carinhoso na testa, desligando o ventilador e abrindo as janelas — Quer uma boa notícia, meu amor?

— Sim. — pulo da cama, animada. Logo mamãe aponta para a porta e pela mesma entra o Douglas usando um casaco descolado —  Ah, bom dia, Douglas.

Ele me lança um olhar arrependido, confundindo a cabeça da nossa mãe. Com certeza deve estar mal pelo o que fez ontem, e bem, eu também estou. Foi esquisito, como se eu tivesse sido abusada pelo próprio irmão. Foi ridiculamente nojento sentir o hálito quente do Doug no meu pescoço e também ter ganhado uma mordida dele.

Deus! Por que meu irmão esfregou aquilo em mim?

— Tudo bem entre vocês? — mamãe perguntou ao Douglas. Ele assentiu e sorriu torto, fiz o mesmo — Aham, sei. Conheço bem essa cara de cachorro arrependido que você tem Douglas Hartz. O que você fez pra sua irmã?

Segurei seu braço, pedindo-a para parar. Ela entendeu e me olhou como se quisesse explicações, porém, não disse mais nada.

— Eh... Seu pai saiu mais cedo e não tem como eu deixá-los na escola... — May tentou cortar o clima tenso entre nós três — Hoje você vai à pé com seu irmão, Henry vai te pegar mais tarde. Ok, Vih?

— Hã, pode ser. — concordei com a cabeça, sorrindo alegremente.

May saiu do quarto e nos deixou à sós. Eu não sabia por onde começar, queria pedir desculpas, mesmo sabendo que eu não tive culpa de nada, eu quero me desculpar com ele por algum motivo. É que estamos agindo como se não nos conhecêssemos, o laço de amizade que eu tinha com o Doug se rompeu.

Quero esquecer o que aconteceu ontem. Ele agiu daquela forma porque estava com raiva, tenho que entender esse lado de irmão super-protetor e preocupado que ele tem.

— Vai me devolver? — tentei iniciar uma conversa. Ótimo, Vitória, parabéns! Quer lembrá-lo do objeto que tornou sua noite uma desgraça.

— Já coloquei na sua mochila. — diz sem me olhar nos olhos. Eu não gosto de vê-lo assim — Vih... Por favor, me desculpe pelo o que fiz ontem. Foi errado, estranho...

— Não guardo rancor, loirinho. — o puxei para um abraço, beijando seu ombro e acariciando sua nuca.

Eu o amo tanto, não consigo ficar chateada com ele. O incrível é que eu sou mais adorável com ele do que com qualquer outro menino, mimo o Doug mais do que nossos pais, sinto ciúmes mais do que as garotas que são apaixonadas pelo meu loiro, não deixo de gritar para a escola inteira que o Douglas é meu irmão e que quero todas as vadias longe dele. Sim, é um ciúme meio doentio.

Sabe o que eu havia dito de não ter gostado de ser tocada pelo Douglas? Gostei sim. Nunca experimentei ser tocada por um garoto, sei que foi pelo meu irmão mais velho, mas não deixa de ser um toque masculino. Eu amei! Foi uma explosão de emoções e sensações novas naquela noite.

Joice que é minha melhor amiga, já me arranjou para vários caras, mas eu rejeitei todos porque sabia que o Doug ficaria furioso se descobrisse que fiquei com algum garoto. Porém, ano passado quando eu tinha apenas treze anos, quase fiquei com o David, o amor platônico da Joice. Ele tinha dezesseis anos e a notícia de ele gostar de mim corria solta pelos corredores.

Douglas nunca soube. Ainda bem. Eles são rivais desde que Tina deu em cima do Doug em público. Piranha.

Continuando: Em uma quinta-feira, Davi me arrastou para o banheiro masculino e tentou transar comigo. Eu iria perder minha virgindade naquela manhãzinha, se a faxineira não tivesse escutado os gemidos de dor que deixei escapar ao sentir sua mão apertar minha bunda.

— Vitória, você vai banhar hoje de novo? — Mayra entrou no quarto, deixando meu uniforme.

— Mãe, ontem eu banhei 3h00. — a olhei torto. Ela sorriu, batendo a mão no guarda-roupa levemente, murmurando um "Ai, Toria" — Vou me vestir e já desço.

— Posso ficar aqui ou quer que eu desça? — a pergunta dele me deixou corada. Como assim? Ele quer ficar para me ver trocando de roupa? — Não há nada que eu nunca tenha visto.

— Mas eu sou sua irmã. — sorri mostrando os dentes ainda corada. Ele viu que minhas bochechas estavam vermelhas e as apertou, dizendo que eu era fofa.

— Te vejo de calcinha e sutiã todos os dias, por que não posso te ver trocar de roupa, Vih? — acariciou meu rosto suavemente. Olhando esses olhos claros tão lindos e esses lábios perfeitamente desenhados, me veio um pensamento impróprio. Não sei o que aconteceu comigo, meu corpo inteiro esquentou e eu só tinha um desejo, um dos piores ou talvez dos melhores.

— Não me olhe muito. — peço e o afasto com meu dedo indicador.

Ele se sentou e eu retirei a blusa enorme que ganhei de presente da tia Penélope. Sem ofensa, mas aquela blusa era horrível, além de super longa, dava a impressão dos meus seios serem menores. Retirei o short, me certificando de que o Doug não veria nada. Ele estava com os olhos fechados, sorrindo como um bobo.

— Douglas, vira a cara. — lanço o short no seu rosto. Ele me obedeceu e olhou para o outro lado.

Mas que droga! Meu sutiã está todo rasgado e o pior que deixa o bico dos meus seios à mostra. Tento tirá-lo, mas não consigo, ele não é de abrir pela frente e sim por trás. Vou precisar da ajuda do Doug.

— Maninho... — fiz uma voz dengosa. Me curvei e virei seu rosto para mim, ele abriu os olhos e a primeira coisa que fez foi encarar meus seios que estavam quase batendo em sua cara — Tira pra mim, por favorzinho?

Nunca me imaginei pedindo para que meu irmão retire meu sutiã. Tudo bem, aconteceu coisas piores ontem, espero que não se repita aqui e agora, porque estou virada de costas enquanto Douglas desabotoa o sutiã velho. Assim que ele terminou, coloquei o vermelho, ele também estava rasgado em algumas partes, não tem problema. Por fim, vesti o uniforme completo e saímos de casa.

A escola não fica muito longe daqui, é só passarmos pela casa da tia Penny e da Letícia, e pronto, chegaremos.

 

✖✖✖

 

— Eu deveria ter faltado. — Joice resmungou no meu ouvido pela terceira vez nessa aula — Professor lindo, aula insuportável.

— Agradeça por ele apenas corrigir as tarefas de casa. — ri baixinho, voltando a copiar a tarefa que o professor de matemática deixou na lousa.

Infelizmente, ainda tenho uma aula de artes e o Doug vai embora cedo. São 11h21 e eu vou estar em casa às 12h30. Mereço, queria ficar no pé do meu irmão, vendo ele jogar aquele joguinho que me deixa estressada por roubar a atenção do meu loiro. Ah, queria ser do segundo ano para ficar perto do Doug.

Sorte que nossas salas de aula são próximas.

— Tá confirmado, Vitória. — Joice puxou meu cabelo e eu me virei para escutar o que ela tinha a dizer. Essa criatura tem mania de me bater, nunca entendi isso — O Davi é gay.

— Você ainda não esqueceu ele, Joice? — bati na sua mão que estava segurando minha cadeira. Eu já disse que o David é o único cara que ela realmente ama, não é? Joice já pegou muitos garotos aqui, mas nenhum a fazia perder o ar, como o Davi faz — Ele tá namorando a Tina, esquece esse lixo.

— A Tina dá em cima do seu irmão, fofa. Davi é corno e não vê isso. — mordeu a ponta do lápis e o entortou até que ele quebrasse — É isso que eu penso em fazer quando vejo aquela rodada perto do garoto que era pra ser meu.

Ela gosta desse garoto desde o ano retrasado. Joy já pediu uma vez pra eu perguntar pro David se ele queria ficar com ela, ele não quis e sobrou pra mim. Acabou que o Davi disse na frente de todos que gostava de mim e que queria me pegar, a Joice ficou sabendo disso e não falou comigo por uma semana.

Ficamos mais alguns minutinhos conversando sobre o Davi e ah! Esqueci de dizer que ele é filho do professor de matemática, sim, o mesmo professor que está dando aula agora e que causou um barulho irritante na lousa.

— Senhorita Hartz e Marquese. — gritou, vindo até mim — Querem ir para fora?

— Sinceramente? Queremos. — ela segurou meu braço e nós duas saímos de lá juntas — Nem vem choramingar, Vitória. Aquelas explicações estavam ferrando com a minha cabeça.

Sentamos no banco e eu não tirava os olhos da sala do meu irmão. Que azar, ele fica no fundão da sala e por isso não posso vê-lo daqui... Mas a rodada eu posso.

Olha ela, cabelos cacheados castanhos e volumosos, olhos cor de mel e puxadinhos. Pele morena e um chupão fortíssimo no pescoço. Nojenta. Tão linda, mas tão vadia, se ela se valorizasse mais e não tentasse beijar o Doug, eu gostaria dela.

— Acho que vou partir pra outro. — Joy deitou sua cabeça no meu ombro. Ajeitei seus cabelos bagunçados, brincando com os mesmos — A tia Mayra podia ser minha sogra, Vih.

— O QUE? — lasquei um tapa no seu braço. Ela soluçou de tanto rir da minha reação e eu tentava não rir também — Engula essas palavras, Joice Karina.

— Gata, você prefere que a Tina namore seu irmão ou eu namore ele?

— Nenhuma das duas. — suspirei sôfrega sentindo o olhar da Joy pesar sobre mim — Você namorar ele... Mas duvido muito que ele vá te querer.

— Então, Vitória. — Joice se levantou e simulou um beijo entre ela e o Doug — Só isso, entendeu?

— Quer mesmo ficar com o meu irmão?

— Claro, gata. — ela fez uma dancinha ridícula — Mas, antes, preciso saber quantos centímetros.

Fiquei com uma vontade de bater na boca dela e xingá-la de todos os nomes existentes nesse mundo. Acho que ela esqueceu que estamos falando do MEU irmão e não dos prostitutos baratos que ela encontra por aí. Joy se sentou novamente e apertou meus lábios, formando um biquinho neles.

— Para, caralho. — tranquei a cara a partir dali — Por que tanto interesse no meu irmão?

— Por que impede as garotas de ficar com ele? Ele pode fazer o que quiser da vida.

— Ok. — suspirei, derrotada pela minha melhor amiga — Quer que eu faça o que pra descobrir os centímetros?

— Simples, gata. — piscou para mim e eu já entendi que o plano não ia ser nada bom — O desafie em um jogo. Quem for perdendo, tira uma peça da roupa e como sei que você é muito ruim em jogos, vista 3 blusas, 4 shorts e boa sorte.

— JOICE. — gritei arregalando meus olhos — Você é lou...

O sinal bateu e ela se levantou, entrando na sala novamente. Permaneci sentada, pensando no que teria de fazer. Não sou obrigada a fazer isso, não é?

Oh, Deus. Por que logo comigo?

Antes que eu entrasse na sala, vi Douglas ser parado pela Tina. A vadia estava segurando-o pela camisa com o rosto bem próximo do dele. Eles estavam quase se beijando. Pelo amor de Deus, Douglas! Dê um fora nela como das outras vezes!

— Senhorita Hartz, por favor. — a professora de artes apareceu atrás de mim, me mandando entrar. Assim fiz, me sentei no lugar de sempre e não pude ver a gloriosa cena em que ele a empurrava e saía andando... Se ele tiver feito isso.

 

✖✖✖

 

Chego em casa e deixo a mochila perto da escada, seguindo para o quarto. Passo pelo corredor e escuto uns gemidos do quarto da mamãe e do papai. Misericórdia, eles poderiam fazer em outro lugar, escutar isso é agoniante. Vou para meu quarto e retiro o uniforme, colocando um decote e uma saia rosa um pouco curta. Não gosto de usar short, é apertado e me deixa nos nervos.

Arrumo meu cabelo e me olho no espelho para ver minha situação.

Que selvagem, Vitória.

— Miau. — ri da minha imitação — Vamos ajudar a amiga, Vivih.

Assim que passei pela porta, vi meu pai se pegando com minha mãe no corredor, os dois de toalha. Eles nem me notaram, ainda bem. Bati fraco na porta do Douglas e ele não abriu. Desgraçadinho, deve estar jogando.

Entro e o vejo jogado na cama, ouvindo música. Tranquei a porta vagarosamente e caminhei na ponta dos pés até ele. Doug estava com os olhos fechados, provavelmente está dormindo, essa é uma das suas manias: Dormir escutando música.

Sentei em cima dele, esperando-o sentir meu peso e acordar.

— Loirinho... — admirei o adormecido. Ele fica lindo assim, queria que fosse mais doce comigo — Doug, acorda.

— Hmm? — abriu os olhos devagarzinho, retirando os fones de ouvido — VITÓRIA? — ficou boquiaberto ao me ver usando o decote que ele tanto detesta. Já recebi 5 sermões do Douglas e do papai por usar decotes, me diz, qual a lógica?

— Droga... — olhei para baixo, percebendo que minha calcinha estava aparecendo. Maldita saia — Você não se importa, não é?

— O que? Você tá sentada em cima de mim, usando a porra de um decote e uma saia curtíssima. Qual seu problema, Thaynara?

— Relaxa, Doug. — deitei o resto do meu corpo sobre meu irmão, beijando seu queixo — Vamos brincar?



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...